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  • EM BUSCA DO MEME PERDIDO (15)

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    No capítulo anterior, tentamos jogar vintão na vaca. Depois mais vintão no viado. Não conseguimos, então jogamos na mega sena mesmo. Deu vaca na cabeça.

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 15

    Acordei cedo. Bem cedo. Antes do macaco. Fui lá e dei um tapão na sua orelha. Sou vingativo. Resolvi sair o quanto antes para tentar encontrar algum piloto de helicóptero que aceitasse cartão. Logo encontrei dois. Eles aceitavam cartão, mas não da bandeira ELO. Merda!

    Finalmente achei um que aceitava. E ainda dividia e três vezes. O piloto era um anão albino transsexual. Marlene, ele se chamava. Fiquei um pouco preocupado, pois sei que helicópteros tem pedais que certamente ele(a) não alcançaria. Mas eu estava muito cansado e com cheiro de burro suado para me preocupar com isso agora.

    Juntei a turma. Tereza estava grudada com aquele maldito macaco. Marlene informou que não cabia todo mundo no aparelho, e que um ia ter que ficar pra trás.

    - O macaco! – exclamei.

    - Ah, não. Se o Charlinho ficar, eu também fico! – disse Tereza batendo o pezinho (e que pezinho!)

    Sem alternativa, resolvi deixar um dos gêmeos porque, até agora, eles não tinham feito muita diferença na história mesmo.

    - Johanson, você fica. Nos encontramos no Tibet.

    - Mas como vou chegar lá? Você nem me pagou ainda.

    - Os burrinhos já estão pagos. Use-os. Toma aqui quatro vales-refeições. Agora chega de mimimi. Vamos embora, Marlene.

    Marlene pegou impulso com uma corrida rápida, e pulou pra dentro do helicóptero. Se ajeitou no banco do piloto, amarrou o cinto e calçou duas extensões de madeira de forma que seus pés chegassem nos pedais. Me senti no bano ao seu lado. O sr. Johnson, Gerrard, e Tereza – com o maldito macaco no colo – se ajeitaram no banco de trás. Os motores foram ligados, o macaco me deu um tapão e levantamos vôo.

    A paisagem, tão inóspita, era linda lá de cima. Podia-se ver tudo: montanhas, desertos, a fileira de burrinhos com Johanson à frente acenando para a gente. Tenho certeza de que ouvi ele gritar: “Filhos da puta!”

    Depois de uns 90 minutos viajando, avistamos o Tibet. Eu sei, foi rápido. Mas eu já estou doido pra acabar esse treco.

    Descemos ao pé de uma montanha. Lá no alto, um templo onde monges não necessariamente tibetanos guardavam o memê perdido.

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    EM BUSCA DO MEME PERDIDO (15)

    No capítulo anterior, tentamos jogar vintão na vaca. Depois mais vintão no viado. Não conseguimos, então jogamos na mega sena mesmo. Deu vaca na cabeça.

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 15

    Acordei cedo. Bem cedo. Antes do macaco. Fui lá e dei um tapão na sua orelha. Sou vingativo. Resolvi sair o quanto antes para tentar encontrar algum piloto de helicóptero que aceitasse cartão. Logo encontrei dois. Eles aceitavam cartão, mas não da bandeira ELO. Merda!

    Finalmente achei um que aceitava. E ainda dividia e três vezes. O piloto era um anão albino transsexual. Marlene, ele se chamava. Fiquei um pouco preocupado, pois sei que helicópteros tem pedais que certamente ele(a) não alcançaria. Mas eu estava muito cansado e com cheiro de burro suado para me preocupar com isso agora.

    Juntei a turma. Tereza estava grudada com aquele maldito macaco. Marlene informou que não cabia todo mundo no aparelho, e que um ia ter que ficar pra trás.

    - O macaco! – exclamei.

    - Ah, não. Se o Charlinho ficar, eu também fico! – disse Tereza batendo o pezinho (e que pezinho!)

    Sem alternativa, resolvi deixar um dos gêmeos porque, até agora, eles não tinham feito muita diferença na história mesmo.

    - Johanson, você fica. Nos encontramos no Tibet.

    - Mas como vou chegar lá? Você nem me pagou ainda.

    - Os burrinhos já estão pagos. Use-os. Toma aqui quatro vales-refeições. Agora chega de mimimi. Vamos embora, Marlene.

    Marlene pegou impulso com uma corrida rápida, e pulou pra dentro do helicóptero. Se ajeitou no banco do piloto, amarrou o cinto e calçou duas extensões de madeira de forma que seus pés chegassem nos pedais. Me senti no bano ao seu lado. O sr. Johnson, Gerrard, e Tereza – com o maldito macaco no colo – se ajeitaram no banco de trás. Os motores foram ligados, o macaco me deu um tapão e levantamos vôo.

    A paisagem, tão inóspita, era linda lá de cima. Podia-se ver tudo: montanhas, desertos, a fileira de burrinhos com Johanson à frente acenando para a gente. Tenho certeza de que ouvi ele gritar: “Filhos da puta!”

    Depois de uns 90 minutos viajando, avistamos o Tibet. Eu sei, foi rápido. Mas eu já estou doido pra acabar esse treco.

    Descemos ao pé de uma montanha. Lá no alto, um templo onde monges não necessariamente tibetanos guardavam o memê perdido.

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    No capítulo anterior, tentamos jogar vintão na vaca. Depois mais vintão no viado. Não conseguimos, então jogamos na mega sena mesmo. Deu vaca na cabeça.

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 15

    Acordei cedo. Bem cedo. Antes do macaco. Fui lá e dei um tapão na sua orelha. Sou vingativo. Resolvi sair o quanto antes para tentar encontrar algum piloto de helicóptero que aceitasse cartão. Logo encontrei dois. Eles aceitavam cartão, mas não da bandeira ELO. Merda!

    Finalmente achei um que aceitava. E ainda dividia e três vezes. O piloto era um anão albino transsexual. Marlene, ele se chamava. Fiquei um pouco preocupado, pois sei que helicópteros tem pedais que certamente ele(a) não alcançaria. Mas eu estava muito cansado e com cheiro de burro suado para me preocupar com isso agora.

    Juntei a turma. Tereza estava grudada com aquele maldito macaco. Marlene informou que não cabia todo mundo no aparelho, e que um ia ter que ficar pra trás.

    - O macaco! – exclamei.

    - Ah, não. Se o Charlinho ficar, eu também fico! – disse Tereza batendo o pezinho (e que pezinho!)

    Sem alternativa, resolvi deixar um dos gêmeos porque, até agora, eles não tinham feito muita diferença na história mesmo.

    - Johanson, você fica. Nos encontramos no Tibet.

    - Mas como vou chegar lá? Você nem me pagou ainda.

    - Os burrinhos já estão pagos. Use-os. Toma aqui quatro vales-refeições. Agora chega de mimimi. Vamos embora, Marlene.

    Marlene pegou impulso com uma corrida rápida, e pulou pra dentro do helicóptero. Se ajeitou no banco do piloto, amarrou o cinto e calçou duas extensões de madeira de forma que seus pés chegassem nos pedais. Me senti no bano ao seu lado. O sr. Johnson, Gerrard, e Tereza – com o maldito macaco no colo – se ajeitaram no banco de trás. Os motores foram ligados, o macaco me deu um tapão e levantamos vôo.

    A paisagem, tão inóspita, era linda lá de cima. Podia-se ver tudo: montanhas, desertos, a fileira de burrinhos com Johanson à frente acenando para a gente. Tenho certeza de que ouvi ele gritar: “Filhos da puta!”

    Depois de uns 90 minutos viajando, avistamos o Tibet. Eu sei, foi rápido. Mas eu já estou doido pra acabar esse treco.

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    URGENTE! DIVULGADA GRAVAÇÃO DE CONVERSA DE JOÃO FIOROT COM A GALERA DA NOVA MPB (MENOS A CÉU) E HUMORISTA...

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    O cartunista, ensaísta, crítico, pederasta e colunista do Republica dos Bananas, João Fiorot, foi encontrado em uma reunião no vão do MASP com a galera da nova MPB (menos a Céu), dois lutadores mexicanos de luta livre e imigrante ilegal boliviano.

     

    O meliante ainda tentou negar o caráter claramente conspiratório da reunião (menos da Céu): “Tudo bem. Me pegaram. Mas qual o conteúdo da reunião? É um absurdo divulgarem isso assim, sem nenhum cuidado. Eu tenho o direito ao sigilo da fonte!”, esbravejou.

     

    A demissão de Fiorot foi exigida pelo DCM, pela Carta Capital, a Veja e a Turma da Mônica. Entre as acusações, destacam-se as de que Fiorot seria agente triplo da CIA, do Mossad e da KGB. “Está bem claro isso. É só olhar as pistas com atenção. Já percebeu que Fiorot ao contrário é Toroif? Só não vê quem não quer.”, declarou Mino Carta.

     

    Fiorot não resistiu às pressões, e pediu demissão, mas prometeu reagir: “Aguardem! É apenas um recuo temporário. Eu e minha turma (menos a Céu) vamos voltar. Não descansaremos enquanto não tomarmos o poder no República. Eu quero ser califa no lugar do califa. Fora Aran! Fora Aran!”

     

    Questionado sobre os lutadores mexicanos e o imigrante boliviano, Fiorot desconversou: “São estudantes de intercâmbio, e estão passando um tempo lá em casa. Nada a ver.”

     

    Com agências

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    URGENTE! DIVULGADA GRAVAÇÃO DE CONVERSA DE JOÃO FIOROT COM A GALERA DA NOVA MPB (MENOS A CÉU) E HUMORISTA...

    O cartunista, ensaísta, crítico, pederasta e colunista do Republica dos Bananas, João Fiorot, foi encontrado em uma reunião no vão do MASP com a galera da nova MPB (menos a Céu), dois lutadores mexicanos de luta livre e imigrante ilegal boliviano.

     

    O meliante ainda tentou negar o caráter claramente conspiratório da reunião (menos da Céu): “Tudo bem. Me pegaram. Mas qual o conteúdo da reunião? É um absurdo divulgarem isso assim, sem nenhum cuidado. Eu tenho o direito ao sigilo da fonte!”, esbravejou.

     

    A demissão de Fiorot foi exigida pelo DCM, pela Carta Capital, a Veja e a Turma da Mônica. Entre as acusações, destacam-se as de que Fiorot seria agente triplo da CIA, do Mossad e da KGB. “Está bem claro isso. É só olhar as pistas com atenção. Já percebeu que Fiorot ao contrário é Toroif? Só não vê quem não quer.”, declarou Mino Carta.

     

    Fiorot não resistiu às pressões, e pediu demissão, mas prometeu reagir: “Aguardem! É apenas um recuo temporário. Eu e minha turma (menos a Céu) vamos voltar. Não descansaremos enquanto não tomarmos o poder no República. Eu quero ser califa no lugar do califa. Fora Aran! Fora Aran!”

     

    Questionado sobre os lutadores mexicanos e o imigrante boliviano, Fiorot desconversou: “São estudantes de intercâmbio, e estão passando um tempo lá em casa. Nada a ver.”

     

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    URGENTE! DIVULGADA GRAVAÇÃO DE CONVERSA DE JOÃO FIOROT COM A GALERA DA NOVA MPB (MENOS A CÉU) E HUMORISTA...

    O cartunista, ensaísta, crítico, pederasta e colunista do Republica dos Bananas, João Fiorot, foi encontrado em uma reunião no vão do MASP com a galera da nova MPB (menos a Céu), dois lutadores mexicanos de luta livre e imigrante ilegal boliviano.

     

    O meliante ainda tentou negar o caráter claramente conspiratório da reunião (menos da Céu): “Tudo bem. Me pegaram. Mas qual o conteúdo da reunião? É um absurdo divulgarem isso assim, sem nenhum cuidado. Eu tenho o direito ao sigilo da fonte!”, esbravejou.

     

    A demissão de Fiorot foi exigida pelo DCM, pela Carta Capital, a Veja e a Turma da Mônica. Entre as acusações, destacam-se as de que Fiorot seria agente triplo da CIA, do Mossad e da KGB. “Está bem claro isso. É só olhar as pistas com atenção. Já percebeu que Fiorot ao contrário é Toroif? Só não vê quem não quer.”, declarou Mino Carta.

     

    Fiorot não resistiu às pressões, e pediu demissão, mas prometeu reagir: “Aguardem! É apenas um recuo temporário. Eu e minha turma (menos a Céu) vamos voltar. Não descansaremos enquanto não tomarmos o poder no República. Eu quero ser califa no lugar do califa. Fora Aran! Fora Aran!”

     

    Questionado sobre os lutadores mexicanos e o imigrante boliviano, Fiorot desconversou: “São estudantes de intercâmbio, e estão passando um tempo lá em casa. Nada a ver.”

     

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    THE MARCELA TAPES

    gravador

    A essa altura, todo mundo já sabe que o Joesley, o safadão, gravou uma conversa com o Temer, o breve, e que está dando um bafafá danado.

    O que pouca gente sabe, é que a Marcela também gravou o marido naquele mesmo dia, e, claro, Republica dos Bananas conseguiu a transcrição da conversa.

     

    Marcela: Quem era a essa hora da noite, Mimi?

    Michel: Era o joesley.

    Ma: Joesley? Que nome escroto. E o quê ele queria?

    Mimi: Sei lá. Um papo estranho… Ficava o tempo todo aproximando o bolso do paletó na minha cara.

    Ma: Eita! Será que ele estava te cantando? Ah, deixa pra lá e vem pra cama. Faz aquele machão do discurso pra mim, vai?

    Mimi: Ah, aquilo foi um estravaso. Você sabe que eu não sou assim.

    Ma: Ah, mas faz pra mim. Só hoje. Aquele bem machãozão, forte, viril! Me chama de lagartixa e me joga na parede. Ai!

    Mimi: Tá bem. Lá vai: Marcela, hoje amar-te-ei como nunca amei-te.

    Ma: Não! Mais forte. Machão. Igual ao discurso! Fala uns palavrões!

    Mimi: Certo: Amor, lambê-la-ei todinha. Dar-te-ei uns tapas em suas protuberâncias.

    Ma: Esquece, Michel.

    Mimi: Morder-te-ei até arrancar um naco.

    Ma: Para, Michel. Já perdeu o clima.

    Mimi: Só as cachorras! Hu, hu, hu, hu.

    Ma: É sério, chega! Tira esse penhoar e vem pra cama. E apaga a luz.

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    THE MARCELA TAPES

    A essa altura, todo mundo já sabe que o Joesley, o safadão, gravou uma conversa com o Temer, o breve, e que está dando um bafafá danado.

    O que pouca gente sabe, é que a Marcela também gravou o marido naquele mesmo dia, e, claro, Republica dos Bananas conseguiu a transcrição da conversa.

     

    Marcela: Quem era a essa hora da noite, Mimi?

    Michel: Era o joesley.

    Ma: Joesley? Que nome escroto. E o quê ele queria?

    Mimi: Sei lá. Um papo estranho… Ficava o tempo todo aproximando o bolso do paletó na minha cara.

    Ma: Eita! Será que ele estava te cantando? Ah, deixa pra lá e vem pra cama. Faz aquele machão do discurso pra mim, vai?

    Mimi: Ah, aquilo foi um estravaso. Você sabe que eu não sou assim.

    Ma: Ah, mas faz pra mim. Só hoje. Aquele bem machãozão, forte, viril! Me chama de lagartixa e me joga na parede. Ai!

    Mimi: Tá bem. Lá vai: Marcela, hoje amar-te-ei como nunca amei-te.

    Ma: Não! Mais forte. Machão. Igual ao discurso! Fala uns palavrões!

    Mimi: Certo: Amor, lambê-la-ei todinha. Dar-te-ei uns tapas em suas protuberâncias.

    Ma: Esquece, Michel.

    Mimi: Morder-te-ei até arrancar um naco.

    Ma: Para, Michel. Já perdeu o clima.

    Mimi: Só as cachorras! Hu, hu, hu, hu.

    Ma: É sério, chega! Tira esse penhoar e vem pra cama. E apaga a luz.

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    THE MARCELA TAPES

    THE MARCELA TAPES

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    O que pouca gente sabe, é que a Marcela também gravou o marido naquele mesmo dia, e, claro, Republica dos Bananas conseguiu a transcrição da conversa.

     

    Marcela: Quem era a essa hora da noite, Mimi?

    Michel: Era o joesley.

    Ma: Joesley? Que nome escroto. E o quê ele queria?

    Mimi: Sei lá. Um papo estranho… Ficava o tempo todo aproximando o bolso do paletó na minha cara.

    Ma: Eita! Será que ele estava te cantando? Ah, deixa pra lá e vem pra cama. Faz aquele machão do discurso pra mim, vai?

    Mimi: Ah, aquilo foi um estravaso. Você sabe que eu não sou assim.

    Ma: Ah, mas faz pra mim. Só hoje. Aquele bem machãozão, forte, viril! Me chama de lagartixa e me joga na parede. Ai!

    Mimi: Tá bem. Lá vai: Marcela, hoje amar-te-ei como nunca amei-te.

    Ma: Não! Mais forte. Machão. Igual ao discurso! Fala uns palavrões!

    Mimi: Certo: Amor, lambê-la-ei todinha. Dar-te-ei uns tapas em suas protuberâncias.

    Ma: Esquece, Michel.

    Mimi: Morder-te-ei até arrancar um naco.

    Ma: Para, Michel. Já perdeu o clima.

    Mimi: Só as cachorras! Hu, hu, hu, hu.

    Ma: É sério, chega! Tira esse penhoar e vem pra cama. E apaga a luz.

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    A verdadeira gravação do presidento

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    O Republica dos Bananas, em mais um furo de reportagem,  teve acesso às verdadeiras gravações da conversa de um dos irmãos Batista (Linda e Dircinha), com o presidento não eleito.

    Reproduzimos abaixo, a parte mais importante e comprometedora.

     

    JB: Presidente… (inaudível) … 3 quilos de picanha e um de maminha.

    MT: Ahã.

    JB: (inaudível) … Asinha de frango e linguiça.

    MT: Mas e o (inaudível)?

    JB: Deixa descansando.

    MT: Anotei.

    JB: O carvão (inaudível) em brasa.

    MT: Tem que estar muito (inaudível)?

    JB: Sim. Espera (inaudível) dos dois lados.

    MT: Vai virando até (inaudível).

    JB: Isso (inaudível). Sirva com vinagrete.

    MT: Tem que manter isso aí.

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    A verdadeira gravação do presidento

    O Republica dos Bananas, em mais um furo de reportagem,  teve acesso às verdadeiras gravações da conversa de um dos irmãos Batista (Linda e Dircinha), com o presidento não eleito.

    Reproduzimos abaixo, a parte mais importante e comprometedora.

     

    JB: Presidente… (inaudível) … 3 quilos de picanha e um de maminha.

    MT: Ahã.

    JB: (inaudível) … Asinha de frango e linguiça.

    MT: Mas e o (inaudível)?

    JB: Deixa descansando.

    MT: Anotei.

    JB: O carvão (inaudível) em brasa.

    MT: Tem que estar muito (inaudível)?

    JB: Sim. Espera (inaudível) dos dois lados.

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    O Republica dos Bananas, em mais um furo de reportagem,  teve acesso às verdadeiras gravações da conversa de um dos irmãos Batista (Linda e Dircinha), com o presidento não eleito.

    Reproduzimos abaixo, a parte mais importante e comprometedora.

     

    JB: Presidente… (inaudível) … 3 quilos de picanha e um de maminha.

    MT: Ahã.

    JB: (inaudível) … Asinha de frango e linguiça.

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    JB: Deixa descansando.

    MT: Anotei.

    JB: O carvão (inaudível) em brasa.

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    JB: Sim. Espera (inaudível) dos dois lados.

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    10 emails pra Dilma usar

    homer-mail

    Descobriu-se recentemente que a ex-presidente Dilma usou o e-mail [email protected], para se comunicar com Mônica Moura. Nele, “Iolanda” referia-se a ex-primeira-dama Iolanda Costa e Silva, mulher do general Arthur da Costa e Silva, segundo militar a presidir o Brasil após o golpe de 1964. E os números seriam a data do atentado que matou Mario Kozel Filho, 26 de junho de 1968.

     

    República dos Bananas oferece 10 opções de e-mails para serem usados pela ex-presidente em caso de uma falcatrua futura.

     

    [email protected]

    21 de outubro de 2015 – chegada de Marty McFly ao futuro.

     

    [email protected]

    01 de abril – dia da mentira

     

    [email protected]

    04 de outubro – dia nacional do cachorro

     

    [email protected]

    22 de abril – dia nacional da mandioca

     

    [email protected]

    01 de janeiro – dia nacional de Cuba

     

    [email protected]

    13 de novembro – dia mundial do mau humor

     

    [email protected]

    03 de março de 1963 – primeira aparição da Mônica (Maurício de Souza)

     

    [email protected]

    01 de setembro de 2006 – dia do lançamento do filme “Idiocracy”

     

    [email protected]

    28 de novembro de 1921 – fundação do Hospital Sírio Libanês

     

    [email protected]

    30 de julho – dia internacional da amizade (segundo a ONU)

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    Descobriu-se recentemente que a ex-presidente Dilma usou o e-mail [email protected], para se comunicar com Mônica Moura. Nele, “Iolanda” referia-se a ex-primeira-dama Iolanda Costa e Silva, mulher do general Arthur da Costa e Silva, segundo militar a presidir o Brasil após o golpe de 1964. E os números seriam a data do atentado que matou Mario Kozel Filho, 26 de junho de 1968.

     

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    01 de setembro de 2006 – dia do lançamento do filme “Idiocracy”

     

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    28 de novembro de 1921 – fundação do Hospital Sírio Libanês

     

    [email protected]

    30 de julho – dia internacional da amizade (segundo a ONU)

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    13 perguntas desconcertantes que Moro deve fazer a Lula

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    1. Que time é o teu?

    2. Setembro chove?

    3. Se uma pessoa é condenada a 30 anos de prisão, com quantos anos ela é liberada por bom comportamento?

    4. Quanto é 10+5×2?

    5. Chávez ou Maduro?

    6. Nike ou Adidas?

    7. Quem o senhor levaria para uma ilha deserta: Erenice, Dilma, Graça Foster ou Cerveró?

    8. Cachaça, cerveja ou Romanee Conti?

    9. Se lá no alto daquele morro, passa boi, passa boiada, quanto sobra pro Bumlai?

    10. O senhor realmente entende o que a Dilma fala?

    11. SUS ou Sírio Libanês?

    12. Dilma tem 49 ministérios, mas o Bessias só tem um papel pra entregar. Quantos Pedalinhos restam?

    13. Por favor, soletre triplex.

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    13 perguntas desconcertantes que Moro deve fazer a Lula

    1. Que time é o teu?

    2. Setembro chove?

    3. Se uma pessoa é condenada a 30 anos de prisão, com quantos anos ela é liberada por bom comportamento?

    4. Quanto é 10+5×2?

    5. Chávez ou Maduro?

    6. Nike ou Adidas?

    7. Quem o senhor levaria para uma ilha deserta: Erenice, Dilma, Graça Foster ou Cerveró?

    8. Cachaça, cerveja ou Romanee Conti?

    9. Se lá no alto daquele morro, passa boi, passa boiada, quanto sobra pro Bumlai?

    10. O senhor realmente entende o que a Dilma fala?

    11. SUS ou Sírio Libanês?

    12. Dilma tem 49 ministérios, mas o Bessias só tem um papel pra entregar. Quantos Pedalinhos restam?

    13. Por favor, soletre triplex.

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    1. Que time é o teu?

    2. Setembro chove?

    3. Se uma pessoa é condenada a 30 anos de prisão, com quantos anos ela é liberada por bom comportamento?

    4. Quanto é 10+5×2?

    5. Chávez ou Maduro?

    6. Nike ou Adidas?

    7. Quem o senhor levaria para uma ilha deserta: Erenice, Dilma, Graça Foster ou Cerveró?

    8. Cachaça, cerveja ou Romanee Conti?

    9. Se lá no alto daquele morro, passa boi, passa boiada, quanto sobra pro Bumlai?

    10. O senhor realmente entende o que a Dilma fala?

    11. SUS ou Sírio Libanês?

    12. Dilma tem 49 ministérios, mas o Bessias só tem um papel pra entregar. Quantos Pedalinhos restam?

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    Aos 91 anos, rainha Elizabeth II é flagrada estacionando no Leblon.

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    Mostrando que é gente como a gente, a nonagenária rainha da Inglaterra Elizabeth II, foi pega de surpresa com a aposentadoria do marido, que se retirou das funções públicas aos 95 anos, idade mínima prevista pela lei.

    Ao ser largada no meio do caminho pelo macho opressor, a empoderada Bebeth não só mostrou que é capaz de dirigir sozinha, como também de estacionar no Leblon.

    A baliza foi um pouco mal feita, no entanto.

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    Aos 91 anos, rainha Elizabeth II é flagrada estacionando no Leblon.

    Mostrando que é gente como a gente, a nonagenária rainha da Inglaterra Elizabeth II, foi pega de surpresa com a aposentadoria do marido, que se retirou das funções públicas aos 95 anos, idade mínima prevista pela lei.

    Ao ser largada no meio do caminho pelo macho opressor, a empoderada Bebeth não só mostrou que é capaz de dirigir sozinha, como também de estacionar no Leblon.

    A baliza foi um pouco mal feita, no entanto.

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    Mostrando que é gente como a gente, a nonagenária rainha da Inglaterra Elizabeth II, foi pega de surpresa com a aposentadoria do marido, que se retirou das funções públicas aos 95 anos, idade mínima prevista pela lei.

    Ao ser largada no meio do caminho pelo macho opressor, a empoderada Bebeth não só mostrou que é capaz de dirigir sozinha, como também de estacionar no Leblon.

    A baliza foi um pouco mal feita, no entanto.

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    Entrevista Exclusiva do José Dirceu

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    Num furo (ui!) de reportagem, o República dos Bananas fez a primeira entrevista com o ex-ministro José Dirceu, recentemente liberado da cadeia pelo STF.

    Chegamos à sua mansão de manhã, e, depois de passar por 4 seguranças, 2 pastores alemães, e 14 criadas, encontramos o nosso entrevistado na seu escritório.

     

    RdB: Como o senhor deseja ser chamado? Ministro? Ex-ministro? Estelionatário? Sacripanta? Filho da puta?

    JD: Bom, na prisão eu era chamado de 176-671 pelos guardas. De Padrinho pelos outros presos. E De Excelentíssimo pelo diretor da prisão. Mas você pode me chamar só de Zé mesmo. Sou simples.

    RdB: Zé, como foi o tempo que você passou na cadeia. Foi muito difícil?

    JD: Nada. Uma propininha aqui, uma mesadinha ali e as coisas se arranjavam.

    RdB: Quer dizer que você não passou nenhum perrengue?

    JD: Bom, teve aquela vez que o meu salmão chegou frio. Mas eu dei uma dura e o diretor falou que não ia acontecer mais.

    RdB: Agora que você foi liberado, como vai a vida.

    JD: Olha, em primeiro lugar, é preciso dizer que é uma vergonha a forma como estão me tratando. Se não fui julgado em segunda instância, sou, portanto, inocente. É um absurdo eu ficar confinado na minha mansão, e ainda usando essa tornozeleira vergonhosa. Você acredita que eu nem posso ir da sala até a quadra de tênis que ela apita, pensando que eu ultrapassei os limites do bairro? Ridículo!

    RdB: Você pretende fazer uma delação premiada?

    JD: Claro que não! Não falo e nem falarei. Além do mais, é só esperar um tempo que nem precisa disso. Delação nem em italiano. Entendeu? Hein? Entendeu?

    RdB: Não foi tão sutil assim. Mas o que o senhor pretende fazer daqui pra frente?

    JD: Bem, vou juntar a turma e ver o que vem por aí. O ex-presidiário é muito mal tratado noBrasil. A gente não tem muita opção de emprego. Certamente vou ter que me contentar com algum ministeriozinho meia boca. Mas vida que segue.

    RdB: Muito obrigado pela entrevista. Posso ter minha carteira de volta?

    JD: Desculpe. Velhos hábitos não morrem fácil.

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    Entrevista Exclusiva do José Dirceu

    Num furo (ui!) de reportagem, o República dos Bananas fez a primeira entrevista com o ex-ministro José Dirceu, recentemente liberado da cadeia pelo STF.

    Chegamos à sua mansão de manhã, e, depois de passar por 4 seguranças, 2 pastores alemães, e 14 criadas, encontramos o nosso entrevistado na seu escritório.

     

    RdB: Como o senhor deseja ser chamado? Ministro? Ex-ministro? Estelionatário? Sacripanta? Filho da puta?

    JD: Bom, na prisão eu era chamado de 176-671 pelos guardas. De Padrinho pelos outros presos. E De Excelentíssimo pelo diretor da prisão. Mas você pode me chamar só de Zé mesmo. Sou simples.

    RdB: Zé, como foi o tempo que você passou na cadeia. Foi muito difícil?

    JD: Nada. Uma propininha aqui, uma mesadinha ali e as coisas se arranjavam.

    RdB: Quer dizer que você não passou nenhum perrengue?

    JD: Bom, teve aquela vez que o meu salmão chegou frio. Mas eu dei uma dura e o diretor falou que não ia acontecer mais.

    RdB: Agora que você foi liberado, como vai a vida.

    JD: Olha, em primeiro lugar, é preciso dizer que é uma vergonha a forma como estão me tratando. Se não fui julgado em segunda instância, sou, portanto, inocente. É um absurdo eu ficar confinado na minha mansão, e ainda usando essa tornozeleira vergonhosa. Você acredita que eu nem posso ir da sala até a quadra de tênis que ela apita, pensando que eu ultrapassei os limites do bairro? Ridículo!

    RdB: Você pretende fazer uma delação premiada?

    JD: Claro que não! Não falo e nem falarei. Além do mais, é só esperar um tempo que nem precisa disso. Delação nem em italiano. Entendeu? Hein? Entendeu?

    RdB: Não foi tão sutil assim. Mas o que o senhor pretende fazer daqui pra frente?

    JD: Bem, vou juntar a turma e ver o que vem por aí. O ex-presidiário é muito mal tratado noBrasil. A gente não tem muita opção de emprego. Certamente vou ter que me contentar com algum ministeriozinho meia boca. Mas vida que segue.

    RdB: Muito obrigado pela entrevista. Posso ter minha carteira de volta?

    JD: Desculpe. Velhos hábitos não morrem fácil.

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    Entrevista Exclusiva do José Dirceu

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    Chegamos à sua mansão de manhã, e, depois de passar por 4 seguranças, 2 pastores alemães, e 14 criadas, encontramos o nosso entrevistado na seu escritório.

     

    RdB: Como o senhor deseja ser chamado? Ministro? Ex-ministro? Estelionatário? Sacripanta? Filho da puta?

    JD: Bom, na prisão eu era chamado de 176-671 pelos guardas. De Padrinho pelos outros presos. E De Excelentíssimo pelo diretor da prisão. Mas você pode me chamar só de Zé mesmo. Sou simples.

    RdB: Zé, como foi o tempo que você passou na cadeia. Foi muito difícil?

    JD: Nada. Uma propininha aqui, uma mesadinha ali e as coisas se arranjavam.

    RdB: Quer dizer que você não passou nenhum perrengue?

    JD: Bom, teve aquela vez que o meu salmão chegou frio. Mas eu dei uma dura e o diretor falou que não ia acontecer mais.

    RdB: Agora que você foi liberado, como vai a vida.

    JD: Olha, em primeiro lugar, é preciso dizer que é uma vergonha a forma como estão me tratando. Se não fui julgado em segunda instância, sou, portanto, inocente. É um absurdo eu ficar confinado na minha mansão, e ainda usando essa tornozeleira vergonhosa. Você acredita que eu nem posso ir da sala até a quadra de tênis que ela apita, pensando que eu ultrapassei os limites do bairro? Ridículo!

    RdB: Você pretende fazer uma delação premiada?

    JD: Claro que não! Não falo e nem falarei. Além do mais, é só esperar um tempo que nem precisa disso. Delação nem em italiano. Entendeu? Hein? Entendeu?

    RdB: Não foi tão sutil assim. Mas o que o senhor pretende fazer daqui pra frente?

    JD: Bem, vou juntar a turma e ver o que vem por aí. O ex-presidiário é muito mal tratado noBrasil. A gente não tem muita opção de emprego. Certamente vou ter que me contentar com algum ministeriozinho meia boca. Mas vida que segue.

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    EM BUSCA DO MEME PERDIDO (14)

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    No capítulo anterior, passamos a mão na bunda do Zé Mayer e ficamos esperando o textão. Depois confessamos que éramos amantes desde criancinha, e ficamos esperando o textão.

     

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 14

     

    Consegui negociar com o baixinho, mas tive que aceitar um macaco como brinde.

    Charles, o macaco. Ele lembra muito a minha falecida avó. Não pelo humor ou ações. É uma coisa física mesmo. Até o bigode é igual, exceto que o do macaco é menor. Eu odeio aquela véia. Sim, ela ainda está viva. Toda vez que me encontra, ela me manda arrumar meu quarto. Quando eu falo que já tenho 39 anos, ela grita:

    – Enquanto você estiver sob meu teto, vai seguir minhas regras!

    Sim, eu moro com ela. De favor. Que ódio!

    Eu confesso: já conspirei para matá-la. Uma vez, joguei sal na caixa d’água pra ver se ela morria seca feito uma lesma quando tomasse banho. Não seu certo. E foi um mês pra tirar o futum de maresia de casa. De outra, contratei um sujeito para dar cabo dela. Ele se casou com ela e virou meu avô Pereira. Contratei um cara para matar o Pereira e ele virou o meu primo Jaiminho. Uma vez flagrei a véia se acabando de rir na sala. A filha da puta sabia de tudo e se divertia vendo meus planos irem por água abaixo. Ódio!

    Por tudo isso, tive vontade de esganar Charles na primeira curva da estrada. Mas ele parece que adivinhou meus planos e foi se aninhar nos peitos de Tereza. De vez em quando, os ouço rindo. Tenho certeza de que é de mim. Ódio!

    – Não tá na hora de dar uma parada, não? Minha bunda já está quadrada.- disse Gerrard.

    Perdido nas minhas reflexões, nem notei que tinha anoitecido. Hora de montar um acampamento para passar a noite. Desmontamos. Mandei Gerrard arrumar lenha para fazer uma fogueira, enquanto os gêmeos tiravam as bagagens de cima dos burrinhos. Eu, que já estava com a barraca armada, chamei Tereza para me acompanhar. Tomei um tapa do macaco. Os dois riram (tenho certeza de que era de mim) e foram se deitar.

    Ao redor do fogo, enquanto todos dormiam, armei minha mini antena parabólica. Precisava me comunicar com o nosso contratante. Uma voz sonolenta atendeu, porém firme, atendeu:

    – Alô? Ah, é você. Então, já tem a minha encomenda?

    – Não senhor. Ainda estamos a caminho do Tibet.

    – O quê?!?! Escute aqui: já estamos no capítulo 14! Você não acha que já era hora de você me apresentar algum resultado?

    – Tivemos alguns contratempos, senhor. Mas garanto que teremos resultados satisfatórios, antes que o senhor possa dizer cucamonga.

    – Cucamonga!

    – Não. Eu falei metaforicamente (“seu retardado”, pensei mas achei melhor não dizer). Mas já que o senhor mencionou, eu conseguirira resultados mais rápido se tivesse um pouco mais de recursos. Viajar em burrinhos vai demorar muito, vamos acabar perdendo audiência, e eu tenho que alimentar o macaco…

    – Macaco?!?! Que papo é esse? Não. Esquece. Não quero saber. De quanto estamos falando? Ok. Amanhã estará depositado no seu cartão pré-pago. Agora, me traga resultados!

    Aquela conversa me aliviou um bocado. Amanhã poderemos dispensar os burrinhos e arrumar um meio de transporte mais decente. Só falta encontrar alguém que aceite cartão por aqui. No meio do nada… O viado do macaco aparece do nada e me dá um tapa na nuca. Um pescotapa, por assim dizer. Com a mesma rapidez que apareceu, sumiu. Ouço as risadas saindo de dentro da barraca. Tenho certeza de que estão rindo de mim. Ódio!

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    EM BUSCA DO MEME PERDIDO (14)

    No capítulo anterior, passamos a mão na bunda do Zé Mayer e ficamos esperando o textão. Depois confessamos que éramos amantes desde criancinha, e ficamos esperando o textão.

     

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 14

     

    Consegui negociar com o baixinho, mas tive que aceitar um macaco como brinde.

    Charles, o macaco. Ele lembra muito a minha falecida avó. Não pelo humor ou ações. É uma coisa física mesmo. Até o bigode é igual, exceto que o do macaco é menor. Eu odeio aquela véia. Sim, ela ainda está viva. Toda vez que me encontra, ela me manda arrumar meu quarto. Quando eu falo que já tenho 39 anos, ela grita:

    – Enquanto você estiver sob meu teto, vai seguir minhas regras!

    Sim, eu moro com ela. De favor. Que ódio!

    Eu confesso: já conspirei para matá-la. Uma vez, joguei sal na caixa d’água pra ver se ela morria seca feito uma lesma quando tomasse banho. Não seu certo. E foi um mês pra tirar o futum de maresia de casa. De outra, contratei um sujeito para dar cabo dela. Ele se casou com ela e virou meu avô Pereira. Contratei um cara para matar o Pereira e ele virou o meu primo Jaiminho. Uma vez flagrei a véia se acabando de rir na sala. A filha da puta sabia de tudo e se divertia vendo meus planos irem por água abaixo. Ódio!

    Por tudo isso, tive vontade de esganar Charles na primeira curva da estrada. Mas ele parece que adivinhou meus planos e foi se aninhar nos peitos de Tereza. De vez em quando, os ouço rindo. Tenho certeza de que é de mim. Ódio!

    – Não tá na hora de dar uma parada, não? Minha bunda já está quadrada.- disse Gerrard.

    Perdido nas minhas reflexões, nem notei que tinha anoitecido. Hora de montar um acampamento para passar a noite. Desmontamos. Mandei Gerrard arrumar lenha para fazer uma fogueira, enquanto os gêmeos tiravam as bagagens de cima dos burrinhos. Eu, que já estava com a barraca armada, chamei Tereza para me acompanhar. Tomei um tapa do macaco. Os dois riram (tenho certeza de que era de mim) e foram se deitar.

    Ao redor do fogo, enquanto todos dormiam, armei minha mini antena parabólica. Precisava me comunicar com o nosso contratante. Uma voz sonolenta atendeu, porém firme, atendeu:

    – Alô? Ah, é você. Então, já tem a minha encomenda?

    – Não senhor. Ainda estamos a caminho do Tibet.

    – O quê?!?! Escute aqui: já estamos no capítulo 14! Você não acha que já era hora de você me apresentar algum resultado?

    – Tivemos alguns contratempos, senhor. Mas garanto que teremos resultados satisfatórios, antes que o senhor possa dizer cucamonga.

    – Cucamonga!

    – Não. Eu falei metaforicamente (“seu retardado”, pensei mas achei melhor não dizer). Mas já que o senhor mencionou, eu conseguirira resultados mais rápido se tivesse um pouco mais de recursos. Viajar em burrinhos vai demorar muito, vamos acabar perdendo audiência, e eu tenho que alimentar o macaco…

    – Macaco?!?! Que papo é esse? Não. Esquece. Não quero saber. De quanto estamos falando? Ok. Amanhã estará depositado no seu cartão pré-pago. Agora, me traga resultados!

    Aquela conversa me aliviou um bocado. Amanhã poderemos dispensar os burrinhos e arrumar um meio de transporte mais decente. Só falta encontrar alguém que aceite cartão por aqui. No meio do nada… O viado do macaco aparece do nada e me dá um tapa na nuca. Um pescotapa, por assim dizer. Com a mesma rapidez que apareceu, sumiu. Ouço as risadas saindo de dentro da barraca. Tenho certeza de que estão rindo de mim. Ódio!

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    EM BUSCA DO MEME PERDIDO (14)

    No capítulo anterior, passamos a mão na bunda do Zé Mayer e ficamos esperando o textão. Depois confessamos que éramos amantes desde criancinha, e ficamos esperando o textão.

     

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 14

     

    Consegui negociar com o baixinho, mas tive que aceitar um macaco como brinde.

    Charles, o macaco. Ele lembra muito a minha falecida avó. Não pelo humor ou ações. É uma coisa física mesmo. Até o bigode é igual, exceto que o do macaco é menor. Eu odeio aquela véia. Sim, ela ainda está viva. Toda vez que me encontra, ela me manda arrumar meu quarto. Quando eu falo que já tenho 39 anos, ela grita:

    – Enquanto você estiver sob meu teto, vai seguir minhas regras!

    Sim, eu moro com ela. De favor. Que ódio!

    Eu confesso: já conspirei para matá-la. Uma vez, joguei sal na caixa d’água pra ver se ela morria seca feito uma lesma quando tomasse banho. Não seu certo. E foi um mês pra tirar o futum de maresia de casa. De outra, contratei um sujeito para dar cabo dela. Ele se casou com ela e virou meu avô Pereira. Contratei um cara para matar o Pereira e ele virou o meu primo Jaiminho. Uma vez flagrei a véia se acabando de rir na sala. A filha da puta sabia de tudo e se divertia vendo meus planos irem por água abaixo. Ódio!

    Por tudo isso, tive vontade de esganar Charles na primeira curva da estrada. Mas ele parece que adivinhou meus planos e foi se aninhar nos peitos de Tereza. De vez em quando, os ouço rindo. Tenho certeza de que é de mim. Ódio!

    – Não tá na hora de dar uma parada, não? Minha bunda já está quadrada.- disse Gerrard.

    Perdido nas minhas reflexões, nem notei que tinha anoitecido. Hora de montar um acampamento para passar a noite. Desmontamos. Mandei Gerrard arrumar lenha para fazer uma fogueira, enquanto os gêmeos tiravam as bagagens de cima dos burrinhos. Eu, que já estava com a barraca armada, chamei Tereza para me acompanhar. Tomei um tapa do macaco. Os dois riram (tenho certeza de que era de mim) e foram se deitar.

    Ao redor do fogo, enquanto todos dormiam, armei minha mini antena parabólica. Precisava me comunicar com o nosso contratante. Uma voz sonolenta atendeu, porém firme, atendeu:

    – Alô? Ah, é você. Então, já tem a minha encomenda?

    – Não senhor. Ainda estamos a caminho do Tibet.

    – O quê?!?! Escute aqui: já estamos no capítulo 14! Você não acha que já era hora de você me apresentar algum resultado?

    – Tivemos alguns contratempos, senhor. Mas garanto que teremos resultados satisfatórios, antes que o senhor possa dizer cucamonga.

    – Cucamonga!

    – Não. Eu falei metaforicamente (“seu retardado”, pensei mas achei melhor não dizer). Mas já que o senhor mencionou, eu conseguirira resultados mais rápido se tivesse um pouco mais de recursos. Viajar em burrinhos vai demorar muito, vamos acabar perdendo audiência, e eu tenho que alimentar o macaco…

    – Macaco?!?! Que papo é esse? Não. Esquece. Não quero saber. De quanto estamos falando? Ok. Amanhã estará depositado no seu cartão pré-pago. Agora, me traga resultados!

    Aquela conversa me aliviou um bocado. Amanhã poderemos dispensar os burrinhos e arrumar um meio de transporte mais decente. Só falta encontrar alguém que aceite cartão por aqui. No meio do nada… O viado do macaco aparece do nada e me dá um tapa na nuca. Um pescotapa, por assim dizer. Com a mesma rapidez que apareceu, sumiu. Ouço as risadas saindo de dentro da barraca. Tenho certeza de que estão rindo de mim. Ódio!

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    EM BUSCA DO MEME PERDIDO (13)

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    No capítulo anterior, aprendemos que canibalizar o trabalho alheio pode, legalmente, ser encarado como homenagem e estávamos protegidos de eventuais processos por direitos autorais.

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 13

    “Onde estão guardadas todas as devidas proporções.”

    Aquela frase martelava a minha cabeça. Eu tinha que resolver aquele enigma, ou ficaria preso no Acre para sempre. “O Acre é limbo da Terra”, filosofei mentalmente.

    Enquanto pensava na solução, minha equipe passeava pelo saguão tentando abordar os passageiros. Sem sucesso. A cada vez que eles tentavam contato, a pessoa virara purpurina e desaparecia. Outras novas apareciam, como que desembarcando de um avião que acabara de chegar. As bagagens também não resistiam a um toque. Desapareciam, como se fossem estraviadas pela companhia aérea.

    Num canto, notei um display com os seguintes dizeres: “Atenção: pegue uma toalha.” Abaixo do aviso, pendiam três toalhas brancas, dessas de banho normais. Caminhei até ele e perguntei ao segurança que estava ao seu lado:

    - Que merda é essa?

    - Pegue uma toalha. Sempre pegue uma toalha!

    E desapareceu em uma nuvem de purpurina.

    - Bem – pensei – mal não vai fazer.

    Peguei uma toalha e a coloquei sobre os ombros.

    - Que merda é essa? – Perguntou Johnson.

    - Uma toalha, Sr. Johnson. Uma toalha.

    - Sim, mas pra que isso?

    - Sempre pegue uma toalha. – Disse Tereza enigmaticamante.

    - Silêncio! – ordenei – Temos que nos concentrar em resolver o enigma. Isso é o mais importante agora.

    - Que enigma? – Disse Johanson.

    - Onde estão guardadas todas as devidas proporções?

    - Na porra da puta que o pariu, caralho! – Disse Gerrard, um tanto frustrado.

    De repente, todos os passageiros e funcionários da sala de desembarque se viraram pra nóe e começaram a aplaudir. Uma a um, foram explodindo em purpurina e desaparecendo. Até que o último desapareceu, e a própria sala começou a ficar transparente, até sumir.

    “Fudeu!”, pensei já pegando a toalha como se fosse um nunchaco. Uma cena ridícula, devo admitir.

    Tudo ao nosso redor estava branco, como uma folha de papel. Parecíamos estar flutuando, mas tocávamos o chão. Nossos passos tinham eco, o que era legal pra criar um clima. Antes que alguém pudesse dizer alguma coisa, todo o branco foi substituído por Katmandu. Já estávamos com todas as nossas bagagens em cima de 14 burrinhos. Todos também já estavam montados, exceto eu, que estava de pé, com um sujeito baixinho a minha frente, que dizia insistentemente:

    - Ten for that, you must be mad!

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    EM BUSCA DO MEME PERDIDO (13)

    No capítulo anterior, aprendemos que canibalizar o trabalho alheio pode, legalmente, ser encarado como homenagem e estávamos protegidos de eventuais processos por direitos autorais.

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 13

    “Onde estão guardadas todas as devidas proporções.”

    Aquela frase martelava a minha cabeça. Eu tinha que resolver aquele enigma, ou ficaria preso no Acre para sempre. “O Acre é limbo da Terra”, filosofei mentalmente.

    Enquanto pensava na solução, minha equipe passeava pelo saguão tentando abordar os passageiros. Sem sucesso. A cada vez que eles tentavam contato, a pessoa virara purpurina e desaparecia. Outras novas apareciam, como que desembarcando de um avião que acabara de chegar. As bagagens também não resistiam a um toque. Desapareciam, como se fossem estraviadas pela companhia aérea.

    Num canto, notei um display com os seguintes dizeres: “Atenção: pegue uma toalha.” Abaixo do aviso, pendiam três toalhas brancas, dessas de banho normais. Caminhei até ele e perguntei ao segurança que estava ao seu lado:

    - Que merda é essa?

    - Pegue uma toalha. Sempre pegue uma toalha!

    E desapareceu em uma nuvem de purpurina.

    - Bem – pensei – mal não vai fazer.

    Peguei uma toalha e a coloquei sobre os ombros.

    - Que merda é essa? – Perguntou Johnson.

    - Uma toalha, Sr. Johnson. Uma toalha.

    - Sim, mas pra que isso?

    - Sempre pegue uma toalha. – Disse Tereza enigmaticamante.

    - Silêncio! – ordenei – Temos que nos concentrar em resolver o enigma. Isso é o mais importante agora.

    - Que enigma? – Disse Johanson.

    - Onde estão guardadas todas as devidas proporções?

    - Na porra da puta que o pariu, caralho! – Disse Gerrard, um tanto frustrado.

    De repente, todos os passageiros e funcionários da sala de desembarque se viraram pra nóe e começaram a aplaudir. Uma a um, foram explodindo em purpurina e desaparecendo. Até que o último desapareceu, e a própria sala começou a ficar transparente, até sumir.

    “Fudeu!”, pensei já pegando a toalha como se fosse um nunchaco. Uma cena ridícula, devo admitir.

    Tudo ao nosso redor estava branco, como uma folha de papel. Parecíamos estar flutuando, mas tocávamos o chão. Nossos passos tinham eco, o que era legal pra criar um clima. Antes que alguém pudesse dizer alguma coisa, todo o branco foi substituído por Katmandu. Já estávamos com todas as nossas bagagens em cima de 14 burrinhos. Todos também já estavam montados, exceto eu, que estava de pé, com um sujeito baixinho a minha frente, que dizia insistentemente:

    - Ten for that, you must be mad!

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    EM BUSCA DO MEME PERDIDO (13)

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO (13)

    No capítulo anterior, aprendemos que canibalizar o trabalho alheio pode, legalmente, ser encarado como homenagem e estávamos protegidos de eventuais processos por direitos autorais.

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 13

    “Onde estão guardadas todas as devidas proporções.”

    Aquela frase martelava a minha cabeça. Eu tinha que resolver aquele enigma, ou ficaria preso no Acre para sempre. “O Acre é limbo da Terra”, filosofei mentalmente.

    Enquanto pensava na solução, minha equipe passeava pelo saguão tentando abordar os passageiros. Sem sucesso. A cada vez que eles tentavam contato, a pessoa virara purpurina e desaparecia. Outras novas apareciam, como que desembarcando de um avião que acabara de chegar. As bagagens também não resistiam a um toque. Desapareciam, como se fossem estraviadas pela companhia aérea.

    Num canto, notei um display com os seguintes dizeres: “Atenção: pegue uma toalha.” Abaixo do aviso, pendiam três toalhas brancas, dessas de banho normais. Caminhei até ele e perguntei ao segurança que estava ao seu lado:

    - Que merda é essa?

    - Pegue uma toalha. Sempre pegue uma toalha!

    E desapareceu em uma nuvem de purpurina.

    - Bem – pensei – mal não vai fazer.

    Peguei uma toalha e a coloquei sobre os ombros.

    - Que merda é essa? – Perguntou Johnson.

    - Uma toalha, Sr. Johnson. Uma toalha.

    - Sim, mas pra que isso?

    - Sempre pegue uma toalha. – Disse Tereza enigmaticamante.

    - Silêncio! – ordenei – Temos que nos concentrar em resolver o enigma. Isso é o mais importante agora.

    - Que enigma? – Disse Johanson.

    - Onde estão guardadas todas as devidas proporções?

    - Na porra da puta que o pariu, caralho! – Disse Gerrard, um tanto frustrado.

    De repente, todos os passageiros e funcionários da sala de desembarque se viraram pra nóe e começaram a aplaudir. Uma a um, foram explodindo em purpurina e desaparecendo. Até que o último desapareceu, e a própria sala começou a ficar transparente, até sumir.

    “Fudeu!”, pensei já pegando a toalha como se fosse um nunchaco. Uma cena ridícula, devo admitir.

    Tudo ao nosso redor estava branco, como uma folha de papel. Parecíamos estar flutuando, mas tocávamos o chão. Nossos passos tinham eco, o que era legal pra criar um clima. Antes que alguém pudesse dizer alguma coisa, todo o branco foi substituído por Katmandu. Já estávamos com todas as nossas bagagens em cima de 14 burrinhos. Todos também já estavam montados, exceto eu, que estava de pé, com um sujeito baixinho a minha frente, que dizia insistentemente:

    - Ten for that, you must be mad!

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    10 Tarefas impossíveis da Baleia Azul

    baleia-azul

    1. Fazer dieta.

    2. Assoviar e chupar cana.

    3. Cancelar TV a cabo.

    4. Contratar internet decente.

    5. Entender os discursos da Dilma.

    6. Ver enterro de anão.

    7. Usar caneta Bic até o final.

    8. Fazer um pão cair com a manteiga pra cima.

    9. Acordar segunda de bom humor.

    10. Achar um político sem ligação com a Odebrecht.

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    1. Fazer dieta.

    2. Assoviar e chupar cana.

    3. Cancelar TV a cabo.

    4. Contratar internet decente.

    5. Entender os discursos da Dilma.

    6. Ver enterro de anão.

    7. Usar caneta Bic até o final.

    8. Fazer um pão cair com a manteiga pra cima.

    9. Acordar segunda de bom humor.

    10. Achar um político sem ligação com a Odebrecht.

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    10 Tarefas impossíveis da Baleia Azul

    1. Fazer dieta.

    2. Assoviar e chupar cana.

    3. Cancelar TV a cabo.

    4. Contratar internet decente.

    5. Entender os discursos da Dilma.

    6. Ver enterro de anão.

    7. Usar caneta Bic até o final.

    8. Fazer um pão cair com a manteiga pra cima.

    9. Acordar segunda de bom humor.

    10. Achar um político sem ligação com a Odebrecht.

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    10 tipos de feminista – A Femilista

    foto protesta

    1. Feminista Sandrão: para Gilbertos Gils e afins;

    2. Feminista Lacradora: acaba triunfantemente todas as discussões com “vá estudar história”.

    3. Feminista Pero(a) Vaz: escreve quilômetros de texto sobre qualquer assunto, e termina com “Chorei. Choramos”.

    4. Feminista Australopithecus: defende pelos por todo o corpo, eleva sangue menstrual ao estado de arte e exige que todos gostem.

    5. Feminista Dona Redonda: faz manifestações tipo “Vai ter gorda na praia, sim!”, mesmo sem nunca ter sido proibido.

    6. Feminista Sororidade: acha a língua portuguesa muito machista. Culpa do Sarney e seu “brasileiros e brasileiras”.

    7. Radfem e Libfem: irmãs siamesas que não se suportam.

    8. Feministo: acha que vai comer feministas participando da Marcha das Vadias.

    9. Feminista Vaginasso (em oposição a Picasso, Pablo): pinta quadros com os próprios escrementos. Ao vivo. Em praça pública. Gritando.

    10. Feminista Empoderada: nenhuma.

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    10 tipos de feminista – A Femilista

    1. Feminista Sandrão: para Gilbertos Gils e afins;

    2. Feminista Lacradora: acaba triunfantemente todas as discussões com “vá estudar história”.

    3. Feminista Pero(a) Vaz: escreve quilômetros de texto sobre qualquer assunto, e termina com “Chorei. Choramos”.

    4. Feminista Australopithecus: defende pelos por todo o corpo, eleva sangue menstrual ao estado de arte e exige que todos gostem.

    5. Feminista Dona Redonda: faz manifestações tipo “Vai ter gorda na praia, sim!”, mesmo sem nunca ter sido proibido.

    6. Feminista Sororidade: acha a língua portuguesa muito machista. Culpa do Sarney e seu “brasileiros e brasileiras”.

    7. Radfem e Libfem: irmãs siamesas que não se suportam.

    8. Feministo: acha que vai comer feministas participando da Marcha das Vadias.

    9. Feminista Vaginasso (em oposição a Picasso, Pablo): pinta quadros com os próprios escrementos. Ao vivo. Em praça pública. Gritando.

    10. Feminista Empoderada: nenhuma.

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    1. Feminista Sandrão: para Gilbertos Gils e afins;

    2. Feminista Lacradora: acaba triunfantemente todas as discussões com “vá estudar história”.

    3. Feminista Pero(a) Vaz: escreve quilômetros de texto sobre qualquer assunto, e termina com “Chorei. Choramos”.

    4. Feminista Australopithecus: defende pelos por todo o corpo, eleva sangue menstrual ao estado de arte e exige que todos gostem.

    5. Feminista Dona Redonda: faz manifestações tipo “Vai ter gorda na praia, sim!”, mesmo sem nunca ter sido proibido.

    6. Feminista Sororidade: acha a língua portuguesa muito machista. Culpa do Sarney e seu “brasileiros e brasileiras”.

    7. Radfem e Libfem: irmãs siamesas que não se suportam.

    8. Feministo: acha que vai comer feministas participando da Marcha das Vadias.

    9. Feminista Vaginasso (em oposição a Picasso, Pablo): pinta quadros com os próprios escrementos. Ao vivo. Em praça pública. Gritando.

    10. Feminista Empoderada: nenhuma.

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