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  • Renzo e Chico debaixo da árvore K*I*S*S*I*N*G

    18100695

    Pra seu governo, Sr. Renzo Mora, esse artistazinho aí que você adora de joelhos (hmmmm), é de direita! Pau mandado da CIA! Sempre foi. Ele disfarçou bem, mas cometeu um deslize quando deixou a banda passar. Ora, está bem claro no contexto que era uma banda marcial em uma parada militar. E ele deixou passar! Fascistas não passarão! Golpista!

    Ele sempre foi mancomunado com a Globo. Ou como você me explica que ele apareceu em todos aqueles festivais e colocou músicas suas em várias novelas. Hein, Seu Renzo? E todo mundo sabe que a Globo é golpista! Fascistas não passarão! Essa notícia do Seu Chico lançar Instagram como protesto pela queda da Dilma é apenas uma estratégia da Globo Golpista para tentar esconder o golpe que ela mesma arquitetou. Truque velho. Essa Golpe Globista me tira do sério! Já o nosso amado Rodrigo Hilbert é muito maior que isso. Ele é um presente que a Rede Globo, num gesto de desprendimento total, amor e carinho, nos deu. É complicado… Golpista!

    Tenho informações para o senhor, Seu Renzo Mora: Fernanda Lima não deixou de seguir o Rodrigão Hilbert. Foi ele que a bloqueou porque resolveu assumir seu relacionamento com a Mãe Dilma.

    É isso mesmo! Nossa mãe Dilma lacrou no empoderamento feminino e carcou o Rodrigo, Digão…, Digo…, Diguinho…, que, com isso, se tornou nosso pai. Prestenção: nossa mãe lacradora pegou um cara lindão que podia ser filho dela. Isso o torna nosso irmão. É complicado… Enfim, mais lacradora que isso, só se mostrar o suvaco peludo. E colorido. De vermelho. Viva Che!

    E tem mais, Renzo Mora: se o seu Chico de estimação tem olhos de ardósia que lembra o por do sol, o nosso Hilbertzinho tem olhos azuis que lembram o nascer do sol. Tomou?

    Mais uma ou duas coizinhas antes de ir: Rodrigo Hilbert entendeu “Budapeste”! E eu tenho um Mug.

    Entendeu, sua bixa velha dos olhos de ressaca e lábios rubros e carnudos (quer sair comigo?).

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    Renzo e Chico debaixo da árvore K*I*S*S*I*N*G

    Pra seu governo, Sr. Renzo Mora, esse artistazinho aí que você adora de joelhos (hmmmm), é de direita! Pau mandado da CIA! Sempre foi. Ele disfarçou bem, mas cometeu um deslize quando deixou a banda passar. Ora, está bem claro no contexto que era uma banda marcial em uma parada militar. E ele deixou passar! Fascistas não passarão! Golpista!

    Ele sempre foi mancomunado com a Globo. Ou como você me explica que ele apareceu em todos aqueles festivais e colocou músicas suas em várias novelas. Hein, Seu Renzo? E todo mundo sabe que a Globo é golpista! Fascistas não passarão! Essa notícia do Seu Chico lançar Instagram como protesto pela queda da Dilma é apenas uma estratégia da Globo Golpista para tentar esconder o golpe que ela mesma arquitetou. Truque velho. Essa Golpe Globista me tira do sério! Já o nosso amado Rodrigo Hilbert é muito maior que isso. Ele é um presente que a Rede Globo, num gesto de desprendimento total, amor e carinho, nos deu. É complicado… Golpista!

    Tenho informações para o senhor, Seu Renzo Mora: Fernanda Lima não deixou de seguir o Rodrigão Hilbert. Foi ele que a bloqueou porque resolveu assumir seu relacionamento com a Mãe Dilma.

    É isso mesmo! Nossa mãe Dilma lacrou no empoderamento feminino e carcou o Rodrigo, Digão…, Digo…, Diguinho…, que, com isso, se tornou nosso pai. Prestenção: nossa mãe lacradora pegou um cara lindão que podia ser filho dela. Isso o torna nosso irmão. É complicado… Enfim, mais lacradora que isso, só se mostrar o suvaco peludo. E colorido. De vermelho. Viva Che!

    E tem mais, Renzo Mora: se o seu Chico de estimação tem olhos de ardósia que lembra o por do sol, o nosso Hilbertzinho tem olhos azuis que lembram o nascer do sol. Tomou?

    Mais uma ou duas coizinhas antes de ir: Rodrigo Hilbert entendeu “Budapeste”! E eu tenho um Mug.

    Entendeu, sua bixa velha dos olhos de ressaca e lábios rubros e carnudos (quer sair comigo?).

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    Renzo e Chico debaixo da árvore K*I*S*S*I*N*G

    Pra seu governo, Sr. Renzo Mora, esse artistazinho aí que você adora de joelhos (hmmmm), é de direita! Pau mandado da CIA! Sempre foi. Ele disfarçou bem, mas cometeu um deslize quando deixou a banda passar. Ora, está bem claro no contexto que era uma banda marcial em uma parada militar. E ele deixou passar! Fascistas não passarão! Golpista!

    Ele sempre foi mancomunado com a Globo. Ou como você me explica que ele apareceu em todos aqueles festivais e colocou músicas suas em várias novelas. Hein, Seu Renzo? E todo mundo sabe que a Globo é golpista! Fascistas não passarão! Essa notícia do Seu Chico lançar Instagram como protesto pela queda da Dilma é apenas uma estratégia da Globo Golpista para tentar esconder o golpe que ela mesma arquitetou. Truque velho. Essa Golpe Globista me tira do sério! Já o nosso amado Rodrigo Hilbert é muito maior que isso. Ele é um presente que a Rede Globo, num gesto de desprendimento total, amor e carinho, nos deu. É complicado… Golpista!

    Tenho informações para o senhor, Seu Renzo Mora: Fernanda Lima não deixou de seguir o Rodrigão Hilbert. Foi ele que a bloqueou porque resolveu assumir seu relacionamento com a Mãe Dilma.

    É isso mesmo! Nossa mãe Dilma lacrou no empoderamento feminino e carcou o Rodrigo, Digão…, Digo…, Diguinho…, que, com isso, se tornou nosso pai. Prestenção: nossa mãe lacradora pegou um cara lindão que podia ser filho dela. Isso o torna nosso irmão. É complicado… Enfim, mais lacradora que isso, só se mostrar o suvaco peludo. E colorido. De vermelho. Viva Che!

    E tem mais, Renzo Mora: se o seu Chico de estimação tem olhos de ardósia que lembra o por do sol, o nosso Hilbertzinho tem olhos azuis que lembram o nascer do sol. Tomou?

    Mais uma ou duas coizinhas antes de ir: Rodrigo Hilbert entendeu “Budapeste”! E eu tenho um Mug.

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    EM BUSCA DO MEME PERDIDO (19)

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    No capítulo anterior, os autores de “Despacito” proibiram o ditador venezuelano Nicolás Maduro de usar uma versão de sua música com objetivos políticos.

    Maduro respondeu: Foda-se!

    Agora vai!

     

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 19

     

    Resignado, desci a montanha que outrora tinha dado um trabalhão pra subir. Eu disse resignado, mas eu estava mais chateado que resignado. Na verdade, eu estava mais puto que chateado. Pra ser sincero, eu estava muito puto. Queria matar o primeiro que me aparecesse pela frente. E foi o que eu fiz. Aquele menino escolheu o dia errado para subir até o templo.

    Quando acabei a descida, uma cena chamou minha atenção: era Johanson, montado em um burrinho.

    – Johanson! – gritei.

    Ele me viu e acenou. Desceu do burrinho e veio em minha direção.

    – Sou o Johnson.

    – Oi?

    – Sou o Johnson. O senhor sempre confundiu nós dois. Mas é aceitável, já que somos gêmeos. Falar nisso, cadê meu irmão?

    – Bem Sr. Johnson, tenho más notícias.

    Enquanto explicava pra ele o acontecido, ele me encarava com um olhar duro, de quem já sofreu muito nessa vida. Quando terminei de explicar, ele continuou impassível, mas uma lágrima furtiva correu pelo seu olho esquerdo.

    – E Charles? – perguntou ele.

    – Ficou com a Tereza, que ficou com um monge fortão e jebudo.

    Ele só assentiu com a cabeça. Por isso sempre o admirei, mesmo achando que ele era o outro.

    – Você não tinha 14 burrinhos?

    – Tinha. Durante a viagem, três morreram de frio. Cinco foram mortos por lobos. Outros três fugiram. Dois eu tive que matar para me alimentar. E essa aí eu tô comendo, se é que me entende.

    – É dura a vida na estrada. – concordei, lembrando dos meus tempos e caminhoneiro.

    Eu transportava cabras, e sempre tinha uma que me afeiçoava mais. Tinha uma que eu apelidei de Marighella, que era um estouro! Ah, Marighella… Desde que te conheci, não consigo mais comer buchada de bode sem me emocionar.

    – E então? Pegou o Meme? Podemos ir embora? – disse o Sr. Johnson, me tirando do meu devaneio.

    – Elas não o tem mais. Agora está guardado em uma clínica para enfermos, que fica bem ao pé dessa montanha. Tá aqui o cartão.

    – Bem, vamos lá buscar essa merda. Essa missão já deu no saco.

    – Verdade, Sr. Johnson. Verdade… Pare um taxi aí.

    – Espere. Tenho que me despedir da Judith.

    Qua cena comovente. O Sr. Johnson abraçado à burrinha, sussurrando em sua orelha certamente palavras amorosas de agradecimento pela companhia na estrada. Eu sei como é. Finalmente eles se soltaram e o Sr. Johnson veio em minha direção, enxugando o nariz com a manga da camisa.

    – Vamos. – disse ele sem interromper os passos.

    Alcancei-o e começamos a caminhada rumo ao nosso destino final. Ao longe, escutamos o zurrar de Judith, como se fosse uma música triste. Digamos, o tema final do filme “O Campeão”. Quero dizer: BEM triste! Juro que ouvi o Sr. Jonhson zurrar baixinho.

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    EM BUSCA DO MEME PERDIDO (19)

    No capítulo anterior, os autores de “Despacito” proibiram o ditador venezuelano Nicolás Maduro de usar uma versão de sua música com objetivos políticos.

    Maduro respondeu: Foda-se!

    Agora vai!

     

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 19

     

    Resignado, desci a montanha que outrora tinha dado um trabalhão pra subir. Eu disse resignado, mas eu estava mais chateado que resignado. Na verdade, eu estava mais puto que chateado. Pra ser sincero, eu estava muito puto. Queria matar o primeiro que me aparecesse pela frente. E foi o que eu fiz. Aquele menino escolheu o dia errado para subir até o templo.

    Quando acabei a descida, uma cena chamou minha atenção: era Johanson, montado em um burrinho.

    – Johanson! – gritei.

    Ele me viu e acenou. Desceu do burrinho e veio em minha direção.

    – Sou o Johnson.

    – Oi?

    – Sou o Johnson. O senhor sempre confundiu nós dois. Mas é aceitável, já que somos gêmeos. Falar nisso, cadê meu irmão?

    – Bem Sr. Johnson, tenho más notícias.

    Enquanto explicava pra ele o acontecido, ele me encarava com um olhar duro, de quem já sofreu muito nessa vida. Quando terminei de explicar, ele continuou impassível, mas uma lágrima furtiva correu pelo seu olho esquerdo.

    – E Charles? – perguntou ele.

    – Ficou com a Tereza, que ficou com um monge fortão e jebudo.

    Ele só assentiu com a cabeça. Por isso sempre o admirei, mesmo achando que ele era o outro.

    – Você não tinha 14 burrinhos?

    – Tinha. Durante a viagem, três morreram de frio. Cinco foram mortos por lobos. Outros três fugiram. Dois eu tive que matar para me alimentar. E essa aí eu tô comendo, se é que me entende.

    – É dura a vida na estrada. – concordei, lembrando dos meus tempos e caminhoneiro.

    Eu transportava cabras, e sempre tinha uma que me afeiçoava mais. Tinha uma que eu apelidei de Marighella, que era um estouro! Ah, Marighella… Desde que te conheci, não consigo mais comer buchada de bode sem me emocionar.

    – E então? Pegou o Meme? Podemos ir embora? – disse o Sr. Johnson, me tirando do meu devaneio.

    – Elas não o tem mais. Agora está guardado em uma clínica para enfermos, que fica bem ao pé dessa montanha. Tá aqui o cartão.

    – Bem, vamos lá buscar essa merda. Essa missão já deu no saco.

    – Verdade, Sr. Johnson. Verdade… Pare um taxi aí.

    – Espere. Tenho que me despedir da Judith.

    Qua cena comovente. O Sr. Johnson abraçado à burrinha, sussurrando em sua orelha certamente palavras amorosas de agradecimento pela companhia na estrada. Eu sei como é. Finalmente eles se soltaram e o Sr. Johnson veio em minha direção, enxugando o nariz com a manga da camisa.

    – Vamos. – disse ele sem interromper os passos.

    Alcancei-o e começamos a caminhada rumo ao nosso destino final. Ao longe, escutamos o zurrar de Judith, como se fosse uma música triste. Digamos, o tema final do filme “O Campeão”. Quero dizer: BEM triste! Juro que ouvi o Sr. Jonhson zurrar baixinho.

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    No capítulo anterior, os autores de “Despacito” proibiram o ditador venezuelano Nicolás Maduro de usar uma versão de sua música com objetivos políticos.

    Maduro respondeu: Foda-se!

    Agora vai!

     

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 19

     

    Resignado, desci a montanha que outrora tinha dado um trabalhão pra subir. Eu disse resignado, mas eu estava mais chateado que resignado. Na verdade, eu estava mais puto que chateado. Pra ser sincero, eu estava muito puto. Queria matar o primeiro que me aparecesse pela frente. E foi o que eu fiz. Aquele menino escolheu o dia errado para subir até o templo.

    Quando acabei a descida, uma cena chamou minha atenção: era Johanson, montado em um burrinho.

    – Johanson! – gritei.

    Ele me viu e acenou. Desceu do burrinho e veio em minha direção.

    – Sou o Johnson.

    – Oi?

    – Sou o Johnson. O senhor sempre confundiu nós dois. Mas é aceitável, já que somos gêmeos. Falar nisso, cadê meu irmão?

    – Bem Sr. Johnson, tenho más notícias.

    Enquanto explicava pra ele o acontecido, ele me encarava com um olhar duro, de quem já sofreu muito nessa vida. Quando terminei de explicar, ele continuou impassível, mas uma lágrima furtiva correu pelo seu olho esquerdo.

    – E Charles? – perguntou ele.

    – Ficou com a Tereza, que ficou com um monge fortão e jebudo.

    Ele só assentiu com a cabeça. Por isso sempre o admirei, mesmo achando que ele era o outro.

    – Você não tinha 14 burrinhos?

    – Tinha. Durante a viagem, três morreram de frio. Cinco foram mortos por lobos. Outros três fugiram. Dois eu tive que matar para me alimentar. E essa aí eu tô comendo, se é que me entende.

    – É dura a vida na estrada. – concordei, lembrando dos meus tempos e caminhoneiro.

    Eu transportava cabras, e sempre tinha uma que me afeiçoava mais. Tinha uma que eu apelidei de Marighella, que era um estouro! Ah, Marighella… Desde que te conheci, não consigo mais comer buchada de bode sem me emocionar.

    – E então? Pegou o Meme? Podemos ir embora? – disse o Sr. Johnson, me tirando do meu devaneio.

    – Elas não o tem mais. Agora está guardado em uma clínica para enfermos, que fica bem ao pé dessa montanha. Tá aqui o cartão.

    – Bem, vamos lá buscar essa merda. Essa missão já deu no saco.

    – Verdade, Sr. Johnson. Verdade… Pare um taxi aí.

    – Espere. Tenho que me despedir da Judith.

    Qua cena comovente. O Sr. Johnson abraçado à burrinha, sussurrando em sua orelha certamente palavras amorosas de agradecimento pela companhia na estrada. Eu sei como é. Finalmente eles se soltaram e o Sr. Johnson veio em minha direção, enxugando o nariz com a manga da camisa.

    – Vamos. – disse ele sem interromper os passos.

    Alcancei-o e começamos a caminhada rumo ao nosso destino final. Ao longe, escutamos o zurrar de Judith, como se fosse uma música triste. Digamos, o tema final do filme “O Campeão”. Quero dizer: BEM triste! Juro que ouvi o Sr. Jonhson zurrar baixinho.

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    10 Coisas que o Rodrigo Hilbert faz melhor que você…

    Superman-dcuo

     

    1. Ser pai, mãe, avô, arquiteto, engenheiro, cozinheiro, dono de casa…

    2. Assoviar e chupar cana ao mesmo tempo.

    3. Matar ovelha (não o cantor).

    4. Cozinhar ovelha (também o cantor).

    5. Pegar mulher.

    6. Pentear o cabelo.

    7. Construir casas, na árvore ou não.

    8. Acordar de bom humor na segunda feira.

    9. Ganhar dinheiro.

    10. Existir.

     

    …E 2 QUE NÃO.

     

    1. Atuar.

    2. Se ferrar.

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    1. Ser pai, mãe, avô, arquiteto, engenheiro, cozinheiro, dono de casa…

    2. Assoviar e chupar cana ao mesmo tempo.

    3. Matar ovelha (não o cantor).

    4. Cozinhar ovelha (também o cantor).

    5. Pegar mulher.

    6. Pentear o cabelo.

    7. Construir casas, na árvore ou não.

    8. Acordar de bom humor na segunda feira.

    9. Ganhar dinheiro.

    10. Existir.

     

    …E 2 QUE NÃO.

     

    1. Atuar.

    2. Se ferrar.

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    10 Coisas que o Rodrigo Hilbert faz melhor que você…

     

    1. Ser pai, mãe, avô, arquiteto, engenheiro, cozinheiro, dono de casa…

    2. Assoviar e chupar cana ao mesmo tempo.

    3. Matar ovelha (não o cantor).

    4. Cozinhar ovelha (também o cantor).

    5. Pegar mulher.

    6. Pentear o cabelo.

    7. Construir casas, na árvore ou não.

    8. Acordar de bom humor na segunda feira.

    9. Ganhar dinheiro.

    10. Existir.

     

    …E 2 QUE NÃO.

     

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    2. Se ferrar.

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    Por ordem de Moro, BC bloqueia R$666 mi de Lula e Tchan Uíllis se revolta

    ZUMBI1

    Por ordem o juiz Sérgio Moro, o BC (Bando de Curitiba) bloqueou R$666.000,00 do ex-presidento e futuro ex-candidato Lisinácio.

    Foi o suficiente para que o deputado federal Tchan Uíllis se revoltasse e apontasse uma nova ironia do juíz:

     

    – É um absurdo! Esse juizinho dos ternos cafonas, voz fina e que eu queria pegar já tinha dado nove anos de cadeia pro Lula obviamente por causa dos nove dedos que ele tem. Agora vem com essa de bloquear 666 mil reais numa clara demonstração de apoio ao presidento golpisto Temer. Só não vê quem não quer!

     

    Procurado pela redação, Moro se limitou a dizer: “É… pode ser.”

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    Por ordem de Moro, BC bloqueia R$666 mi de Lula e Tchan Uíllis se revolta

    Por ordem o juiz Sérgio Moro, o BC (Bando de Curitiba) bloqueou R$666.000,00 do ex-presidento e futuro ex-candidato Lisinácio.

    Foi o suficiente para que o deputado federal Tchan Uíllis se revoltasse e apontasse uma nova ironia do juíz:

     

    – É um absurdo! Esse juizinho dos ternos cafonas, voz fina e que eu queria pegar já tinha dado nove anos de cadeia pro Lula obviamente por causa dos nove dedos que ele tem. Agora vem com essa de bloquear 666 mil reais numa clara demonstração de apoio ao presidento golpisto Temer. Só não vê quem não quer!

     

    Procurado pela redação, Moro se limitou a dizer: “É… pode ser.”

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    Por ordem de Moro, BC bloqueia R$666 mi de Lula e Tchan Uíllis se revolta

    Por ordem o juiz Sérgio Moro, o BC (Bando de Curitiba) bloqueou R$666.000,00 do ex-presidento e futuro ex-candidato Lisinácio.

    Foi o suficiente para que o deputado federal Tchan Uíllis se revoltasse e apontasse uma nova ironia do juíz:

     

    – É um absurdo! Esse juizinho dos ternos cafonas, voz fina e que eu queria pegar já tinha dado nove anos de cadeia pro Lula obviamente por causa dos nove dedos que ele tem. Agora vem com essa de bloquear 666 mil reais numa clara demonstração de apoio ao presidento golpisto Temer. Só não vê quem não quer!

     

    Procurado pela redação, Moro se limitou a dizer: “É… pode ser.”

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    10 Posições eróticas recomendadas para Cléo Pires…

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    1. Campeonato Brasileiro: envolve a mulher, o homem e mais 22 times de futebol. Só acaba quando houver rebaixamento.

    2. Carro Alegórico: o homem se apoia em suas mãos e pés, porém de barriga para cima. A mulher se ajeita no dito cujo. Enquanto o homem “anda” para frente, a mulher faz movimentos para cima e para baixa, enquanto joga beijinhos pra platéia.

    3. Cachorrinho Reverso: começa pelo balde de água fria. Não é muito eficaz…

    4. Missionário: o casal se senta e assiste enquanto um padre ensina o evangelho a uma criança. É proibida em vários lugares.

    5. Festa no Apê: a mulher, o homem e um cantor medíocre transam enquanto um macaco foge pela janela.

    6. Impeachment: os participantes necessários são o casal, o presidente e a mulher gostosa dele. Os três expulsam o presidente do quarto e a festa começa.

    7. Hopi Hari: também chamado de “A Centrífuga Erótica”. A mulher se senta no colo do homem em qualquer um daqueles brinquedos que giram num parque de diversões. A medida que a velocidade aumenta, atinge-se lugares nunca antes navegados.

    8. Chave de Perna: participam o homem, a mulher, dois lutadores de jiu-jitsu e um juíz. No octógono, os quatro primeiros se engalfinham, enquanto o juíz fica na punheta. Atenção: se bem feito, há risco de ficar com orelha de repolho.

    9. O Afogamento do Ganso: envolve o homem, a mulher, dois bailarinos do Bolshoi e um ganso. Precisa de autorização do IBAMA.

    10. Revista Ego: necessário uma atriz com a carreira em baixa, um corno opcional, e um falso escândalo. Preferido de 10 entre 10 sub-celebridades.

     

    …E DUAS NÃO RECOMENDADAS.

     

    1. Viagra Falso: a mulher segura o membro flácido do homem para cima e os dois apostam para que lado ele vai cair.

    2. Candelabro Holandês: alto risco de ficar preso na maçaneta.

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    10 Posições eróticas recomendadas para Cléo Pires…

    1. Campeonato Brasileiro: envolve a mulher, o homem e mais 22 times de futebol. Só acaba quando houver rebaixamento.

    2. Carro Alegórico: o homem se apoia em suas mãos e pés, porém de barriga para cima. A mulher se ajeita no dito cujo. Enquanto o homem “anda” para frente, a mulher faz movimentos para cima e para baixa, enquanto joga beijinhos pra platéia.

    3. Cachorrinho Reverso: começa pelo balde de água fria. Não é muito eficaz…

    4. Missionário: o casal se senta e assiste enquanto um padre ensina o evangelho a uma criança. É proibida em vários lugares.

    5. Festa no Apê: a mulher, o homem e um cantor medíocre transam enquanto um macaco foge pela janela.

    6. Impeachment: os participantes necessários são o casal, o presidente e a mulher gostosa dele. Os três expulsam o presidente do quarto e a festa começa.

    7. Hopi Hari: também chamado de “A Centrífuga Erótica”. A mulher se senta no colo do homem em qualquer um daqueles brinquedos que giram num parque de diversões. A medida que a velocidade aumenta, atinge-se lugares nunca antes navegados.

    8. Chave de Perna: participam o homem, a mulher, dois lutadores de jiu-jitsu e um juíz. No octógono, os quatro primeiros se engalfinham, enquanto o juíz fica na punheta. Atenção: se bem feito, há risco de ficar com orelha de repolho.

    9. O Afogamento do Ganso: envolve o homem, a mulher, dois bailarinos do Bolshoi e um ganso. Precisa de autorização do IBAMA.

    10. Revista Ego: necessário uma atriz com a carreira em baixa, um corno opcional, e um falso escândalo. Preferido de 10 entre 10 sub-celebridades.

     

    …E DUAS NÃO RECOMENDADAS.

     

    1. Viagra Falso: a mulher segura o membro flácido do homem para cima e os dois apostam para que lado ele vai cair.

    2. Candelabro Holandês: alto risco de ficar preso na maçaneta.

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    1. Campeonato Brasileiro: envolve a mulher, o homem e mais 22 times de futebol. Só acaba quando houver rebaixamento.

    2. Carro Alegórico: o homem se apoia em suas mãos e pés, porém de barriga para cima. A mulher se ajeita no dito cujo. Enquanto o homem “anda” para frente, a mulher faz movimentos para cima e para baixa, enquanto joga beijinhos pra platéia.

    3. Cachorrinho Reverso: começa pelo balde de água fria. Não é muito eficaz…

    4. Missionário: o casal se senta e assiste enquanto um padre ensina o evangelho a uma criança. É proibida em vários lugares.

    5. Festa no Apê: a mulher, o homem e um cantor medíocre transam enquanto um macaco foge pela janela.

    6. Impeachment: os participantes necessários são o casal, o presidente e a mulher gostosa dele. Os três expulsam o presidente do quarto e a festa começa.

    7. Hopi Hari: também chamado de “A Centrífuga Erótica”. A mulher se senta no colo do homem em qualquer um daqueles brinquedos que giram num parque de diversões. A medida que a velocidade aumenta, atinge-se lugares nunca antes navegados.

    8. Chave de Perna: participam o homem, a mulher, dois lutadores de jiu-jitsu e um juíz. No octógono, os quatro primeiros se engalfinham, enquanto o juíz fica na punheta. Atenção: se bem feito, há risco de ficar com orelha de repolho.

    9. O Afogamento do Ganso: envolve o homem, a mulher, dois bailarinos do Bolshoi e um ganso. Precisa de autorização do IBAMA.

    10. Revista Ego: necessário uma atriz com a carreira em baixa, um corno opcional, e um falso escândalo. Preferido de 10 entre 10 sub-celebridades.

     

    …E DUAS NÃO RECOMENDADAS.

     

    1. Viagra Falso: a mulher segura o membro flácido do homem para cima e os dois apostam para que lado ele vai cair.

    2. Candelabro Holandês: alto risco de ficar preso na maçaneta.

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    EM BUSCA DO MEME PERDIDO (18)

    monge_treinamento

    No capítulo anterior, tocamos a campainha da Casa Branca e nos escondemos. Trump atendeu. Sim: nós vimos o Trump com o cabelo desarrumado. E agora não dormimos mais sem deixar a luz acesa.

     

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 18

     

    Finalmente, ouvi o rangido da porta se abrindo. Me virei e dei de cara com aquele monge do capítulo 16. O que fala português. Você sabe.

    Ele se inclinou de modo respeitoso, e anunciou:

    – Estamos prontos. Vocês vão ter que atravessar todo esse pátio, passando pelos nossos melhores lutadores de kung fu. Ao fim do percurso, há um sino. O Sino Of Doom (somos poliglotas). Se consiguirem tocar esse sino, vocês terão o que vieram buscar. Boa sorte.

    E se virou de lado, revelando um longo pátio com duas ou três filas de monges mal encarados. Ao fundo, no que me pareceu uma distância como daí ao Tibet, avistei o Sino Of Doom. Engoli em seco. Pensei que não chegaria nem perto. Foi quando ouvi um grito. Gerrad passou ao meu lado, numa voadora que, de cara, derrubou três dos monges. O sr. Johnson também passou correndo e se jogou contra um outro grupo. Imediatamente, os dois foram atacados pelos monges, formando dois bolos distintos de pessoas. Eram tantos monges que eles sumiram no meio deles. Tereza estava sentada em uma pedra. Olhou os dois agrupamentos com reprovação e voltou a lixar suas unhas.

    Curiosamente, os dois bolos de monges formou um inesperado corredor livre pelo meio. Enquanto eles davam porrada nos meus companheiros, eu vi a chance de correr até o sino. Parti numa correria alucinada. Quando estava quase chegando ao Sino Of Doom, entrou na minha frente um único monge. Ele era um só, mas valia por três. Enorme. Tão grande que fez sombra sobre mim. Em um gesto rápido e decidido, rasgou sua camisa e jogou longe. Ele era praticamente só músculos. Ele fez um movimento com os braços que fez com que todos os músculos se mexessem ao mesmo tempo. Sério, Tchan Uílis ficaria apaixonado. Cruzou os braços na frente do peito e fez um gesto com a cabeça, me chamando para o embate. Imediatamente, como bom macho alfa, fiz que não com a cabeça. Já ia desistindo da peleja, quando ele jogou os dois braços para trás, indicando que não usaria as mãos. Me desafiou de novo e ficou aguardando meu movimento. Calculei que, já que ele não usaria as mãos, eu teria uma chance e me armei em posição de luta. Punhos levantados, cara de mal e tudo o mais. Foi quando eu vi…

    A luz do sol, por trás daquele armário, fez com que aquela espécie de saia que ele usava ficasse transparente, revelando que aquele monge era o primo perdido do negão da piroca da internet. Aquilo pendia no meio das pernas e ia quase ao chão. Juro que ele usava uma sapatilha. Ele não me deu tempo pra pensar. Fez um movimento que aquilo rodou no ar e me acertou o rosto. Atingido com o que julguei ser uma força semelhante a de um golpe do Mike Tyson nos bons tempos, fiquei meio grogue. Sem me dar tempo para reagir, ele rodou aquele nun-tchaco de carne e me atingiu na outra bochecha. E de novo, e de novo. Estava já quase desmaiando quando senti um empurrão que me tirou do alcance daquela jiromba.

    Ainda aturdido, vi que quem tinha me salvado a vida era também a mais improvável das heroínas: Tereza. Ela me tirou da linha de fogo e assumiu o meu lugar. E lá estava ela, tomando pirocadas atrás de pirocadas. Apesar de não esboçar nenhuma reação, a não ser por a língua pra fora, ela se mostrou muito resistente. Ela aguentava resoluta aquela interminável surra de pau mole.

    Recuperei meus sentidos e corri para alcaçar o Sino Of Doom. Empurrei a tora de madeira que estava suspensa por cordas ao seu lado. A madeira bateu no sino que ribombou decepcionantemente. De qualquer forma, aquilo fez com que todos os monges parassem de lutar a assumissem uma posição de guarda. Foi então que eu vi que Gerrard estava morto. O Sr. Johnson, ainda não estava, mas dava seus últimos supiros. E Tereza estava molhadinha.

    – Parabéns! – disse o monge que falava português. Aquele. – Você atingiu o objetivo e tocou o Sino OF Doom. Poucos conseguem.

    – Foda-se! – disse eu exasperado. – Essa missão já me custou cara demais. Me dê logo o que vim buscar para que eu possa ir embora.

    – O quê que era mesmo?

    – A porra do Meme Perdido. Me dá essa merda logo que eu já cansei disso tudo.

    – Ah… A gente não tem isso, não.

    – O quê?!?!? Vocês não são os filhos da puta guardiães do Meme?

    – Ah, isso foi há muito tempo. A gente não faz mais isso não.

    – Então pra quê essa merda toda? Essa luta custou a vida dos meus melhores homens!

    – É que a gente não tem muito o que fazer. Aqui no mosteiro, é só rezar, comer e dormir. Depois de um tempo, enche o saco.

    – Putaqueopariu, e agora?

    – Não se desespere. Não guardamos mais o Meme, mas sabemos onde ele está. Ele está em uma clínica para enfermos, que fica bem ao pé dessa montanha. Você passou por ela pra vir pra cá. Toma aqui um cartão deles. Tem o endereço aí.

    Arranquei o cartão das mãos do monge, e fiz um gesto para Tereza para irmos embora.

    – Não vou com você. Vou ficar aqui. Eu vi a luz.

    Disse ela, pendurada em um dos braços do monge fortão.

    – Foda-se.

    E saí puto da vida. Enquanto saía, senti um tapão na minha nuca. Era Charles, o macaco, se despedindo com uma lágrima nos olhos. Foi comovente.

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    EM BUSCA DO MEME PERDIDO (18)

    No capítulo anterior, tocamos a campainha da Casa Branca e nos escondemos. Trump atendeu. Sim: nós vimos o Trump com o cabelo desarrumado. E agora não dormimos mais sem deixar a luz acesa.

     

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 18

     

    Finalmente, ouvi o rangido da porta se abrindo. Me virei e dei de cara com aquele monge do capítulo 16. O que fala português. Você sabe.

    Ele se inclinou de modo respeitoso, e anunciou:

    – Estamos prontos. Vocês vão ter que atravessar todo esse pátio, passando pelos nossos melhores lutadores de kung fu. Ao fim do percurso, há um sino. O Sino Of Doom (somos poliglotas). Se consiguirem tocar esse sino, vocês terão o que vieram buscar. Boa sorte.

    E se virou de lado, revelando um longo pátio com duas ou três filas de monges mal encarados. Ao fundo, no que me pareceu uma distância como daí ao Tibet, avistei o Sino Of Doom. Engoli em seco. Pensei que não chegaria nem perto. Foi quando ouvi um grito. Gerrad passou ao meu lado, numa voadora que, de cara, derrubou três dos monges. O sr. Johnson também passou correndo e se jogou contra um outro grupo. Imediatamente, os dois foram atacados pelos monges, formando dois bolos distintos de pessoas. Eram tantos monges que eles sumiram no meio deles. Tereza estava sentada em uma pedra. Olhou os dois agrupamentos com reprovação e voltou a lixar suas unhas.

    Curiosamente, os dois bolos de monges formou um inesperado corredor livre pelo meio. Enquanto eles davam porrada nos meus companheiros, eu vi a chance de correr até o sino. Parti numa correria alucinada. Quando estava quase chegando ao Sino Of Doom, entrou na minha frente um único monge. Ele era um só, mas valia por três. Enorme. Tão grande que fez sombra sobre mim. Em um gesto rápido e decidido, rasgou sua camisa e jogou longe. Ele era praticamente só músculos. Ele fez um movimento com os braços que fez com que todos os músculos se mexessem ao mesmo tempo. Sério, Tchan Uílis ficaria apaixonado. Cruzou os braços na frente do peito e fez um gesto com a cabeça, me chamando para o embate. Imediatamente, como bom macho alfa, fiz que não com a cabeça. Já ia desistindo da peleja, quando ele jogou os dois braços para trás, indicando que não usaria as mãos. Me desafiou de novo e ficou aguardando meu movimento. Calculei que, já que ele não usaria as mãos, eu teria uma chance e me armei em posição de luta. Punhos levantados, cara de mal e tudo o mais. Foi quando eu vi…

    A luz do sol, por trás daquele armário, fez com que aquela espécie de saia que ele usava ficasse transparente, revelando que aquele monge era o primo perdido do negão da piroca da internet. Aquilo pendia no meio das pernas e ia quase ao chão. Juro que ele usava uma sapatilha. Ele não me deu tempo pra pensar. Fez um movimento que aquilo rodou no ar e me acertou o rosto. Atingido com o que julguei ser uma força semelhante a de um golpe do Mike Tyson nos bons tempos, fiquei meio grogue. Sem me dar tempo para reagir, ele rodou aquele nun-tchaco de carne e me atingiu na outra bochecha. E de novo, e de novo. Estava já quase desmaiando quando senti um empurrão que me tirou do alcance daquela jiromba.

    Ainda aturdido, vi que quem tinha me salvado a vida era também a mais improvável das heroínas: Tereza. Ela me tirou da linha de fogo e assumiu o meu lugar. E lá estava ela, tomando pirocadas atrás de pirocadas. Apesar de não esboçar nenhuma reação, a não ser por a língua pra fora, ela se mostrou muito resistente. Ela aguentava resoluta aquela interminável surra de pau mole.

    Recuperei meus sentidos e corri para alcaçar o Sino Of Doom. Empurrei a tora de madeira que estava suspensa por cordas ao seu lado. A madeira bateu no sino que ribombou decepcionantemente. De qualquer forma, aquilo fez com que todos os monges parassem de lutar a assumissem uma posição de guarda. Foi então que eu vi que Gerrard estava morto. O Sr. Johnson, ainda não estava, mas dava seus últimos supiros. E Tereza estava molhadinha.

    – Parabéns! – disse o monge que falava português. Aquele. – Você atingiu o objetivo e tocou o Sino OF Doom. Poucos conseguem.

    – Foda-se! – disse eu exasperado. – Essa missão já me custou cara demais. Me dê logo o que vim buscar para que eu possa ir embora.

    – O quê que era mesmo?

    – A porra do Meme Perdido. Me dá essa merda logo que eu já cansei disso tudo.

    – Ah… A gente não tem isso, não.

    – O quê?!?!? Vocês não são os filhos da puta guardiães do Meme?

    – Ah, isso foi há muito tempo. A gente não faz mais isso não.

    – Então pra quê essa merda toda? Essa luta custou a vida dos meus melhores homens!

    – É que a gente não tem muito o que fazer. Aqui no mosteiro, é só rezar, comer e dormir. Depois de um tempo, enche o saco.

    – Putaqueopariu, e agora?

    – Não se desespere. Não guardamos mais o Meme, mas sabemos onde ele está. Ele está em uma clínica para enfermos, que fica bem ao pé dessa montanha. Você passou por ela pra vir pra cá. Toma aqui um cartão deles. Tem o endereço aí.

    Arranquei o cartão das mãos do monge, e fiz um gesto para Tereza para irmos embora.

    – Não vou com você. Vou ficar aqui. Eu vi a luz.

    Disse ela, pendurada em um dos braços do monge fortão.

    – Foda-se.

    E saí puto da vida. Enquanto saía, senti um tapão na minha nuca. Era Charles, o macaco, se despedindo com uma lágrima nos olhos. Foi comovente.

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    EM BUSCA DO MEME PERDIDO (18)

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    No capítulo anterior, tocamos a campainha da Casa Branca e nos escondemos. Trump atendeu. Sim: nós vimos o Trump com o cabelo desarrumado. E agora não dormimos mais sem deixar a luz acesa.

     

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 18

     

    Finalmente, ouvi o rangido da porta se abrindo. Me virei e dei de cara com aquele monge do capítulo 16. O que fala português. Você sabe.

    Ele se inclinou de modo respeitoso, e anunciou:

    – Estamos prontos. Vocês vão ter que atravessar todo esse pátio, passando pelos nossos melhores lutadores de kung fu. Ao fim do percurso, há um sino. O Sino Of Doom (somos poliglotas). Se consiguirem tocar esse sino, vocês terão o que vieram buscar. Boa sorte.

    E se virou de lado, revelando um longo pátio com duas ou três filas de monges mal encarados. Ao fundo, no que me pareceu uma distância como daí ao Tibet, avistei o Sino Of Doom. Engoli em seco. Pensei que não chegaria nem perto. Foi quando ouvi um grito. Gerrad passou ao meu lado, numa voadora que, de cara, derrubou três dos monges. O sr. Johnson também passou correndo e se jogou contra um outro grupo. Imediatamente, os dois foram atacados pelos monges, formando dois bolos distintos de pessoas. Eram tantos monges que eles sumiram no meio deles. Tereza estava sentada em uma pedra. Olhou os dois agrupamentos com reprovação e voltou a lixar suas unhas.

    Curiosamente, os dois bolos de monges formou um inesperado corredor livre pelo meio. Enquanto eles davam porrada nos meus companheiros, eu vi a chance de correr até o sino. Parti numa correria alucinada. Quando estava quase chegando ao Sino Of Doom, entrou na minha frente um único monge. Ele era um só, mas valia por três. Enorme. Tão grande que fez sombra sobre mim. Em um gesto rápido e decidido, rasgou sua camisa e jogou longe. Ele era praticamente só músculos. Ele fez um movimento com os braços que fez com que todos os músculos se mexessem ao mesmo tempo. Sério, Tchan Uílis ficaria apaixonado. Cruzou os braços na frente do peito e fez um gesto com a cabeça, me chamando para o embate. Imediatamente, como bom macho alfa, fiz que não com a cabeça. Já ia desistindo da peleja, quando ele jogou os dois braços para trás, indicando que não usaria as mãos. Me desafiou de novo e ficou aguardando meu movimento. Calculei que, já que ele não usaria as mãos, eu teria uma chance e me armei em posição de luta. Punhos levantados, cara de mal e tudo o mais. Foi quando eu vi…

    A luz do sol, por trás daquele armário, fez com que aquela espécie de saia que ele usava ficasse transparente, revelando que aquele monge era o primo perdido do negão da piroca da internet. Aquilo pendia no meio das pernas e ia quase ao chão. Juro que ele usava uma sapatilha. Ele não me deu tempo pra pensar. Fez um movimento que aquilo rodou no ar e me acertou o rosto. Atingido com o que julguei ser uma força semelhante a de um golpe do Mike Tyson nos bons tempos, fiquei meio grogue. Sem me dar tempo para reagir, ele rodou aquele nun-tchaco de carne e me atingiu na outra bochecha. E de novo, e de novo. Estava já quase desmaiando quando senti um empurrão que me tirou do alcance daquela jiromba.

    Ainda aturdido, vi que quem tinha me salvado a vida era também a mais improvável das heroínas: Tereza. Ela me tirou da linha de fogo e assumiu o meu lugar. E lá estava ela, tomando pirocadas atrás de pirocadas. Apesar de não esboçar nenhuma reação, a não ser por a língua pra fora, ela se mostrou muito resistente. Ela aguentava resoluta aquela interminável surra de pau mole.

    Recuperei meus sentidos e corri para alcaçar o Sino Of Doom. Empurrei a tora de madeira que estava suspensa por cordas ao seu lado. A madeira bateu no sino que ribombou decepcionantemente. De qualquer forma, aquilo fez com que todos os monges parassem de lutar a assumissem uma posição de guarda. Foi então que eu vi que Gerrard estava morto. O Sr. Johnson, ainda não estava, mas dava seus últimos supiros. E Tereza estava molhadinha.

    – Parabéns! – disse o monge que falava português. Aquele. – Você atingiu o objetivo e tocou o Sino OF Doom. Poucos conseguem.

    – Foda-se! – disse eu exasperado. – Essa missão já me custou cara demais. Me dê logo o que vim buscar para que eu possa ir embora.

    – O quê que era mesmo?

    – A porra do Meme Perdido. Me dá essa merda logo que eu já cansei disso tudo.

    – Ah… A gente não tem isso, não.

    – O quê?!?!? Vocês não são os filhos da puta guardiães do Meme?

    – Ah, isso foi há muito tempo. A gente não faz mais isso não.

    – Então pra quê essa merda toda? Essa luta custou a vida dos meus melhores homens!

    – É que a gente não tem muito o que fazer. Aqui no mosteiro, é só rezar, comer e dormir. Depois de um tempo, enche o saco.

    – Putaqueopariu, e agora?

    – Não se desespere. Não guardamos mais o Meme, mas sabemos onde ele está. Ele está em uma clínica para enfermos, que fica bem ao pé dessa montanha. Você passou por ela pra vir pra cá. Toma aqui um cartão deles. Tem o endereço aí.

    Arranquei o cartão das mãos do monge, e fiz um gesto para Tereza para irmos embora.

    – Não vou com você. Vou ficar aqui. Eu vi a luz.

    Disse ela, pendurada em um dos braços do monge fortão.

    – Foda-se.

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    Coisas que diminuem terrivelmente no frio…

    jack-torrance

     

    1. O pinto.

    2. Vontade de fazer uma caminhada.

    3. Animação para acordar cedo.

    4. O número de banhos.

    5. Visitas à depiladora.

    6. A capacidade de se incomodar com o cheiro de naftalina do casaco.

    7. Regime.

    8. As vendas do livro “A Sangue Frio”.

    9. Protestos de feministas peladas.

    10. O pinto.

     

    …E duas que aumentam consideravelmente.

     

    1. O número de meias calçadas.

    2. Memes com o Jack Torrance (Jack Nicholson) congelado.

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    1. O pinto.

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    4. O número de banhos.

    5. Visitas à depiladora.

    6. A capacidade de se incomodar com o cheiro de naftalina do casaco.

    7. Regime.

    8. As vendas do livro “A Sangue Frio”.

    9. Protestos de feministas peladas.

    10. O pinto.

     

    …E duas que aumentam consideravelmente.

     

    1. O número de meias calçadas.

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    1. O pinto.

    2. Vontade de fazer uma caminhada.

    3. Animação para acordar cedo.

    4. O número de banhos.

    5. Visitas à depiladora.

    6. A capacidade de se incomodar com o cheiro de naftalina do casaco.

    7. Regime.

    8. As vendas do livro “A Sangue Frio”.

    9. Protestos de feministas peladas.

    10. O pinto.

     

    …E duas que aumentam consideravelmente.

     

    1. O número de meias calçadas.

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    Temer viaja e deixa Tiririca no lugar

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    O presidento vampiro Michel Temer viajou para a reunião do G20, na Alemanha e deixou o Tiririca no seu lugar.

    O palhaço declarou que vai se esforçar para vencer o jogo, ganhar mais três pontos pra ficar mais perto do G4.

    Enquanto o Abestado dava essa declaração impressionante, o ex-presidento Lulo conseguiu entrar desapercebido e se sentar por alguns momentos na cadeira presidencial, gritando “Eu vortei! Daqui ninguém me tira! STF, eu te amo!!!”

    A segurança foi chamada.

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    Temer viaja e deixa Tiririca no lugar

    O presidento vampiro Michel Temer viajou para a reunião do G20, na Alemanha e deixou o Tiririca no seu lugar.

    O palhaço declarou que vai se esforçar para vencer o jogo, ganhar mais três pontos pra ficar mais perto do G4.

    Enquanto o Abestado dava essa declaração impressionante, o ex-presidento Lulo conseguiu entrar desapercebido e se sentar por alguns momentos na cadeira presidencial, gritando “Eu vortei! Daqui ninguém me tira! STF, eu te amo!!!”

    A segurança foi chamada.

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    Temer viaja e deixa Tiririca no lugar

    O presidento vampiro Michel Temer viajou para a reunião do G20, na Alemanha e deixou o Tiririca no seu lugar.

    O palhaço declarou que vai se esforçar para vencer o jogo, ganhar mais três pontos pra ficar mais perto do G4.

    Enquanto o Abestado dava essa declaração impressionante, o ex-presidento Lulo conseguiu entrar desapercebido e se sentar por alguns momentos na cadeira presidencial, gritando “Eu vortei! Daqui ninguém me tira! STF, eu te amo!!!”

    A segurança foi chamada.

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    Os primos Barry e Liam Gibb admitem que podem voltar a tocar juntos se a Gretchen topar formar um...

    oasis-supersonic-696x441

    A MARCHA DA HISTÓRIA não gosta de música de róque. Prefere bossa nova. Blim, blim, blim, blom, blom, blom.

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    10 greves que Realmente fariam diferença…

    greve-maos

    1. Das putas;

    2. Das cervejarias;

    3. Dos jogadores de futebol;

    4. Das baianas do acarajé;

    5. Dos lixeiros;

    6. Do Netflix;

    7. Do Xvideos;

    8. Das novelas da Globo;

    9. Da Maju;

    10. Dos fabricantes de bacon.

     

    … E DUAS QUE SERIA ATÉ MELHOR

     

    1. Dos políticos;

    2. Do STF.

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    10 greves que Realmente fariam diferença…

    1. Das putas;

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    5. Dos lixeiros;

    6. Do Netflix;

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    9. Da Maju;

    10. Dos fabricantes de bacon.

     

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    4. Das baianas do acarajé;

    5. Dos lixeiros;

    6. Do Netflix;

    7. Do Xvideos;

    8. Das novelas da Globo;

    9. Da Maju;

    10. Dos fabricantes de bacon.

     

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    Trocadilhos com TEMER são proibidos

    20160404-temer

    O Sindicato dos Humoristas do Brazil, entidade absolutamente anedótica, emitiu uma Ementa Normativa que proíbe qualquer trocadilho com a palavra “Temer”, já que todas as possibilidades foram usadas e não existe mais nada em estoque.

    Ainda estão liberados os termos Vampiro, Nosferatu, #ForaTemer, Coxinha, Golpisto e Marido da Marcela.

    O presidento não fez nenhuma declaração a respeito, já que não é consultado pra mais nada.

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    Trocadilhos com TEMER são proibidos

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    Ainda estão liberados os termos Vampiro, Nosferatu, #ForaTemer, Coxinha, Golpisto e Marido da Marcela.

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    Trocadilhos com TEMER são proibidos

    O Sindicato dos Humoristas do Brazil, entidade absolutamente anedótica, emitiu uma Ementa Normativa que proíbe qualquer trocadilho com a palavra “Temer”, já que todas as possibilidades foram usadas e não existe mais nada em estoque.

    Ainda estão liberados os termos Vampiro, Nosferatu, #ForaTemer, Coxinha, Golpisto e Marido da Marcela.

    O presidento não fez nenhuma declaração a respeito, já que não é consultado pra mais nada.

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    EM BUSCA DO MEME PERDIDO (17)

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    No capítulo anterior, ouvimos “Bum Bum TamTam”, de MC Fioti. Meu Deus…

     

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 17

     

    Diário de Bordo: data estelar -306486.18 (calculado com http://stevepugh.net/fleet/stardate.html).

    Querido Diário.

    Resolvi gravar este depoimento para o caso de não sair vivo. Daqui a instantes entraremos em luta mortal contra os monges tibetanos. Eu sei, eles não são necessariamente tibetanos, mas não sei se isso é ser bom ou ruim pra gente.

    O fato é que estamos acampados na porta do templo, no frio, com fome, e a Tereza só chora por causa de Charles, o macaco. Nem um boquetinho relaxante eu vou ter antes de morrer.

    Morrer… Engraçado, já me preocupei mais com isso. Agora, tão perto do meu objetivo, isso não me incomoda tanto. Até porque, estou com muita preguiça de fazer todo o caminho de volta pra casa. De qualquer forma, extranhamente não me parece exagerada a idéia de morrer por causa de um pedaço de papel. É minha missão recuperá-lo e, por Deus, é o que farei. Ou morrerei tentando. Sim, eu sei. Já disse isso.

    Para o caso de eu não sobreviver, gostaria de deixar gravado aqui minhas últimas instruções.

    Em primeiro lugar, quero que meu enterro seja feito num cabaré de terceira, daqueles com neon roxo e luz negra, às margens de uma estrada vicinal, na Baixada Fluminense. Meu caixão deverá estar coberto pela bandeira do Íbis e deverá ser carregado por 11 anãs albinas, vestidas apenas com capacetes de futebol americano. Marilyn Manson, vestido de padre católico, com um menino de 11 anos agarrado a sua batina pra ficar mais realista, deverá dizer algumas palavras sobre mim. Em sueco. Isso será interessante, já que ele não faz a mínima idéia de quem eu sou/fui. Enquanto o caixão estiver sendo baixado ao som de Wando, todas as presentes deverão tirar as calcinhas e arremessá-las para dentro da cova. Menos minha mãe. Isso seria muito estranho.

    Minha coleção de Playboys da Hortência, composta de 42 exemplares extremamente usados, fica para o Gerrard, se ele sobreviver. Se não, botem fogo nessa merda.

    Meu escritório, fica com os gêmeos univitelinos (um japonês e o outro preto) Sr. Jonhson e Johanson. Obrigado, senhores. Foi uma honra.

    À Tereza, deixo uma foto do Charles, o macaco, que tirei escondido. É que eu até achava ele bonitinho.

    Minhas fotos da operação de mastectomia da Tammy Gretchen, vão para o Renzo mora, aquele homão da porra.

    Ao Edson Aran, deixo as 11 anãs albinas. Usar com moderação.

    E finalmente, ao João Fiorot deixo minha coleção de lascas de unha do dedão do pé de sub-celebridades. Estão autografadas, João.

    Aproveitem.

    Adeus.

    P.S.: caso eu não morra, favor desconsiderar. Odeio vocês.

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    EM BUSCA DO MEME PERDIDO (17)

    No capítulo anterior, ouvimos “Bum Bum TamTam”, de MC Fioti. Meu Deus…

     

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 17

     

    Diário de Bordo: data estelar -306486.18 (calculado com http://stevepugh.net/fleet/stardate.html).

    Querido Diário.

    Resolvi gravar este depoimento para o caso de não sair vivo. Daqui a instantes entraremos em luta mortal contra os monges tibetanos. Eu sei, eles não são necessariamente tibetanos, mas não sei se isso é ser bom ou ruim pra gente.

    O fato é que estamos acampados na porta do templo, no frio, com fome, e a Tereza só chora por causa de Charles, o macaco. Nem um boquetinho relaxante eu vou ter antes de morrer.

    Morrer… Engraçado, já me preocupei mais com isso. Agora, tão perto do meu objetivo, isso não me incomoda tanto. Até porque, estou com muita preguiça de fazer todo o caminho de volta pra casa. De qualquer forma, extranhamente não me parece exagerada a idéia de morrer por causa de um pedaço de papel. É minha missão recuperá-lo e, por Deus, é o que farei. Ou morrerei tentando. Sim, eu sei. Já disse isso.

    Para o caso de eu não sobreviver, gostaria de deixar gravado aqui minhas últimas instruções.

    Em primeiro lugar, quero que meu enterro seja feito num cabaré de terceira, daqueles com neon roxo e luz negra, às margens de uma estrada vicinal, na Baixada Fluminense. Meu caixão deverá estar coberto pela bandeira do Íbis e deverá ser carregado por 11 anãs albinas, vestidas apenas com capacetes de futebol americano. Marilyn Manson, vestido de padre católico, com um menino de 11 anos agarrado a sua batina pra ficar mais realista, deverá dizer algumas palavras sobre mim. Em sueco. Isso será interessante, já que ele não faz a mínima idéia de quem eu sou/fui. Enquanto o caixão estiver sendo baixado ao som de Wando, todas as presentes deverão tirar as calcinhas e arremessá-las para dentro da cova. Menos minha mãe. Isso seria muito estranho.

    Minha coleção de Playboys da Hortência, composta de 42 exemplares extremamente usados, fica para o Gerrard, se ele sobreviver. Se não, botem fogo nessa merda.

    Meu escritório, fica com os gêmeos univitelinos (um japonês e o outro preto) Sr. Jonhson e Johanson. Obrigado, senhores. Foi uma honra.

    À Tereza, deixo uma foto do Charles, o macaco, que tirei escondido. É que eu até achava ele bonitinho.

    Minhas fotos da operação de mastectomia da Tammy Gretchen, vão para o Renzo mora, aquele homão da porra.

    Ao Edson Aran, deixo as 11 anãs albinas. Usar com moderação.

    E finalmente, ao João Fiorot deixo minha coleção de lascas de unha do dedão do pé de sub-celebridades. Estão autografadas, João.

    Aproveitem.

    Adeus.

    P.S.: caso eu não morra, favor desconsiderar. Odeio vocês.

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    No capítulo anterior, ouvimos “Bum Bum TamTam”, de MC Fioti. Meu Deus…

     

    EM BUSCA DO MEME PERDIDO – CAPÍTULO 17

     

    Diário de Bordo: data estelar -306486.18 (calculado com http://stevepugh.net/fleet/stardate.html).

    Querido Diário.

    Resolvi gravar este depoimento para o caso de não sair vivo. Daqui a instantes entraremos em luta mortal contra os monges tibetanos. Eu sei, eles não são necessariamente tibetanos, mas não sei se isso é ser bom ou ruim pra gente.

    O fato é que estamos acampados na porta do templo, no frio, com fome, e a Tereza só chora por causa de Charles, o macaco. Nem um boquetinho relaxante eu vou ter antes de morrer.

    Morrer… Engraçado, já me preocupei mais com isso. Agora, tão perto do meu objetivo, isso não me incomoda tanto. Até porque, estou com muita preguiça de fazer todo o caminho de volta pra casa. De qualquer forma, extranhamente não me parece exagerada a idéia de morrer por causa de um pedaço de papel. É minha missão recuperá-lo e, por Deus, é o que farei. Ou morrerei tentando. Sim, eu sei. Já disse isso.

    Para o caso de eu não sobreviver, gostaria de deixar gravado aqui minhas últimas instruções.

    Em primeiro lugar, quero que meu enterro seja feito num cabaré de terceira, daqueles com neon roxo e luz negra, às margens de uma estrada vicinal, na Baixada Fluminense. Meu caixão deverá estar coberto pela bandeira do Íbis e deverá ser carregado por 11 anãs albinas, vestidas apenas com capacetes de futebol americano. Marilyn Manson, vestido de padre católico, com um menino de 11 anos agarrado a sua batina pra ficar mais realista, deverá dizer algumas palavras sobre mim. Em sueco. Isso será interessante, já que ele não faz a mínima idéia de quem eu sou/fui. Enquanto o caixão estiver sendo baixado ao som de Wando, todas as presentes deverão tirar as calcinhas e arremessá-las para dentro da cova. Menos minha mãe. Isso seria muito estranho.

    Minha coleção de Playboys da Hortência, composta de 42 exemplares extremamente usados, fica para o Gerrard, se ele sobreviver. Se não, botem fogo nessa merda.

    Meu escritório, fica com os gêmeos univitelinos (um japonês e o outro preto) Sr. Jonhson e Johanson. Obrigado, senhores. Foi uma honra.

    À Tereza, deixo uma foto do Charles, o macaco, que tirei escondido. É que eu até achava ele bonitinho.

    Minhas fotos da operação de mastectomia da Tammy Gretchen, vão para o Renzo mora, aquele homão da porra.

    Ao Edson Aran, deixo as 11 anãs albinas. Usar com moderação.

    E finalmente, ao João Fiorot deixo minha coleção de lascas de unha do dedão do pé de sub-celebridades. Estão autografadas, João.

    Aproveitem.

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    P.S.: caso eu não morra, favor desconsiderar. Odeio vocês.

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