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  • Ministério do Turismo Vai Incorporar Impeachment ao Calendário de Atrações Folclóricas do Brasil

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    Dada sua repetição em intervalos cada vez menores de tempo, o Ministério do Turismo vai incorporar o impeachment presidencial ao calendário das festas tipicamente brasileiras, como o carnaval, as cavalhadas, o congado, as festas juninas e o bumba-meu-boi.

    A atração tem o potencial de atrair milhares de jornalistas de todo o planeta, movimentando os hotéis, boates e os bordéis brasileiros.

    A festa deve ser incrementada com a criação de músicas tema, desfile de black blocs, rompimento de bens públicos e da ordem democrática, queima de fogos de efeito moral, campeonatos de tiro-ao-alvo com balas de borracha, exibição do pato da FIESP e do popular Luleco – que muitos creem pode se tornar o próximo Cristo Redentor.

    “A festa será uma iniciativa das parcerias público-privadas, já que a Friboi, a Odebrecht e a OAS – entre outras – já investem milhões de dólares anualmente para viabilizar a festa, mesmo sem expectativa de retorno publicitário” disse o Ministro, poucos minutos antes de sua demissão e substituição por alguém igualmente incompetente de uma sigla de aluguel que apoiaria por 4 dias o atual mandatário da nação.

    A malhação do presidente deve substituir a popular malhação do Judas nos Sábados de Aleluia – e, dependendo do estado de espírito da população, pode ser realizada não com bonecos –  mas com o presidente em exercício em pessoa, criando uma alternativa humanitária às cada vez mais condenadas touradas.

    Criar a festa dispensaria os cansativos ritos de aceitação do impeachment por parte do presidente da câmara de deputados, tornando-se automática decorridos dois anos do início do mandato.

    Um secretário da área  perguntou se a festa seria mantida em caso de eleição de um presidente sério e comprometido com os ideais do povo brasileiro.

    A turma do ministério riu muito e testou métodos de malhação com o engraçadinho, cujo corpo foi encontrado deformado na Esplanada dos Ministérios.

     

     

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    Ministério do Turismo Vai Incorporar Impeachment ao Calendário de Atrações Folclóricas do Brasil

    Dada sua repetição em intervalos cada vez menores de tempo, o Ministério do Turismo vai incorporar o impeachment presidencial ao calendário das festas tipicamente brasileiras, como o carnaval, as cavalhadas, o congado, as festas juninas e o bumba-meu-boi.

    A atração tem o potencial de atrair milhares de jornalistas de todo o planeta, movimentando os hotéis, boates e os bordéis brasileiros.

    A festa deve ser incrementada com a criação de músicas tema, desfile de black blocs, rompimento de bens públicos e da ordem democrática, queima de fogos de efeito moral, campeonatos de tiro-ao-alvo com balas de borracha, exibição do pato da FIESP e do popular Luleco – que muitos creem pode se tornar o próximo Cristo Redentor.

    “A festa será uma iniciativa das parcerias público-privadas, já que a Friboi, a Odebrecht e a OAS – entre outras – já investem milhões de dólares anualmente para viabilizar a festa, mesmo sem expectativa de retorno publicitário” disse o Ministro, poucos minutos antes de sua demissão e substituição por alguém igualmente incompetente de uma sigla de aluguel que apoiaria por 4 dias o atual mandatário da nação.

    A malhação do presidente deve substituir a popular malhação do Judas nos Sábados de Aleluia – e, dependendo do estado de espírito da população, pode ser realizada não com bonecos –  mas com o presidente em exercício em pessoa, criando uma alternativa humanitária às cada vez mais condenadas touradas.

    Criar a festa dispensaria os cansativos ritos de aceitação do impeachment por parte do presidente da câmara de deputados, tornando-se automática decorridos dois anos do início do mandato.

    Um secretário da área  perguntou se a festa seria mantida em caso de eleição de um presidente sério e comprometido com os ideais do povo brasileiro.

    A turma do ministério riu muito e testou métodos de malhação com o engraçadinho, cujo corpo foi encontrado deformado na Esplanada dos Ministérios.

     

     

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    Ministério do Turismo Vai Incorporar Impeachment ao Calendário de Atrações Folclóricas do Brasil

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    A atração tem o potencial de atrair milhares de jornalistas de todo o planeta, movimentando os hotéis, boates e os bordéis brasileiros.

    A festa deve ser incrementada com a criação de músicas tema, desfile de black blocs, rompimento de bens públicos e da ordem democrática, queima de fogos de efeito moral, campeonatos de tiro-ao-alvo com balas de borracha, exibição do pato da FIESP e do popular Luleco – que muitos creem pode se tornar o próximo Cristo Redentor.

    “A festa será uma iniciativa das parcerias público-privadas, já que a Friboi, a Odebrecht e a OAS – entre outras – já investem milhões de dólares anualmente para viabilizar a festa, mesmo sem expectativa de retorno publicitário” disse o Ministro, poucos minutos antes de sua demissão e substituição por alguém igualmente incompetente de uma sigla de aluguel que apoiaria por 4 dias o atual mandatário da nação.

    A malhação do presidente deve substituir a popular malhação do Judas nos Sábados de Aleluia – e, dependendo do estado de espírito da população, pode ser realizada não com bonecos –  mas com o presidente em exercício em pessoa, criando uma alternativa humanitária às cada vez mais condenadas touradas.

    Criar a festa dispensaria os cansativos ritos de aceitação do impeachment por parte do presidente da câmara de deputados, tornando-se automática decorridos dois anos do início do mandato.

    Um secretário da área  perguntou se a festa seria mantida em caso de eleição de um presidente sério e comprometido com os ideais do povo brasileiro.

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    Tulio Andrade Flagrado em Grampo com a Contravenção

    Tulio-PB-150x150

    O humorista Tulio Andrade foi flagrado em conversas inapropriadas com contraventores de sua cidade, em grampo autorizado pela Legião Brasileira de Assistência e pela Fundação Cobra Coral. Com a apresentação da fita, o profissional foi imediatamente demitido da República Dos Bananas, embora siga publicando em veículos menos exigentes com a ética de seus colaboradores, como o The New York Times, o The Guardian e a Gazeta do Capão Redondo.
    Segue transcrição da conversa, tida como pouco republicana
    Tulio – Põe vinte real na vaca
    Bicheiro – Vaca não pode. A chefia proibiu por causa das treta da Friboi
    Tulio (Bem-humorado) – Porra, logo hoje que eu sonhei com a tua mãe
    Bicheiro – Tomá no rabo, Tulio.
    Tulio – Põe vintão no ornitorrinco
    Bicheiro – (inaudível, porém claramente irritado)
    Tulio – Coloca no viado, então
    Bicheiro – Também não pode. Depois da injusta demissão do genial Renzo Mora da República dos Bananas, que Antônio Candido dizia ser a alma e o espírito do site e o mais talentoso escritor de sua geração, o homem que revolucionou a escrita e Príncipe dos Poetas, a Águia de Haia de nossos dias, patrono da cracolândia romântica e símbolo sexual bananeiro, viado não pode
    Tulio – Vai se fuder que eu vou jogar na Mega sena
    Tulio declarou arrependimento “Porra, deu vaca na cabeça”

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    Tulio Andrade Flagrado em Grampo com a Contravenção

    O humorista Tulio Andrade foi flagrado em conversas inapropriadas com contraventores de sua cidade, em grampo autorizado pela Legião Brasileira de Assistência e pela Fundação Cobra Coral. Com a apresentação da fita, o profissional foi imediatamente demitido da República Dos Bananas, embora siga publicando em veículos menos exigentes com a ética de seus colaboradores, como o The New York Times, o The Guardian e a Gazeta do Capão Redondo.
    Segue transcrição da conversa, tida como pouco republicana
    Tulio – Põe vinte real na vaca
    Bicheiro – Vaca não pode. A chefia proibiu por causa das treta da Friboi
    Tulio (Bem-humorado) – Porra, logo hoje que eu sonhei com a tua mãe
    Bicheiro – Tomá no rabo, Tulio.
    Tulio – Põe vintão no ornitorrinco
    Bicheiro – (inaudível, porém claramente irritado)
    Tulio – Coloca no viado, então
    Bicheiro – Também não pode. Depois da injusta demissão do genial Renzo Mora da República dos Bananas, que Antônio Candido dizia ser a alma e o espírito do site e o mais talentoso escritor de sua geração, o homem que revolucionou a escrita e Príncipe dos Poetas, a Águia de Haia de nossos dias, patrono da cracolândia romântica e símbolo sexual bananeiro, viado não pode
    Tulio – Vai se fuder que eu vou jogar na Mega sena
    Tulio declarou arrependimento “Porra, deu vaca na cabeça”

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    Tulio Andrade Flagrado em Grampo com a Contravenção

    O humorista Tulio Andrade foi flagrado em conversas inapropriadas com contraventores de sua cidade, em grampo autorizado pela Legião Brasileira de Assistência e pela Fundação Cobra Coral. Com a apresentação da fita, o profissional foi imediatamente demitido da República Dos Bananas, embora siga publicando em veículos menos exigentes com a ética de seus colaboradores, como o The New York Times, o The Guardian e a Gazeta do Capão Redondo.
    Segue transcrição da conversa, tida como pouco republicana
    Tulio – Põe vinte real na vaca
    Bicheiro – Vaca não pode. A chefia proibiu por causa das treta da Friboi
    Tulio (Bem-humorado) – Porra, logo hoje que eu sonhei com a tua mãe
    Bicheiro – Tomá no rabo, Tulio.
    Tulio – Põe vintão no ornitorrinco
    Bicheiro – (inaudível, porém claramente irritado)
    Tulio – Coloca no viado, então
    Bicheiro – Também não pode. Depois da injusta demissão do genial Renzo Mora da República dos Bananas, que Antônio Candido dizia ser a alma e o espírito do site e o mais talentoso escritor de sua geração, o homem que revolucionou a escrita e Príncipe dos Poetas, a Águia de Haia de nossos dias, patrono da cracolândia romântica e símbolo sexual bananeiro, viado não pode
    Tulio – Vai se fuder que eu vou jogar na Mega sena
    Tulio declarou arrependimento “Porra, deu vaca na cabeça”

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    Mala da JBS alega ingenuidade em nota

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    Erramos e contrariamos nossos mais profundos princípios morais.

    Nós, malas, somos criadas desde o berço para transportar roupas. É fato que algumas de nós são usadas para levar drogas, contrabando ou mesmo corpos – mas este problema vem diminuindo sensivelmente desde a morte do Chico Picadinho.
    Sobre as denúncias que envolvem nossa ligação com a JBS e o Presidente Temer, temos a declarar:
    Na noite de 28 de abril do presente ano, o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) nos convidou para comer uma pizza.
    Fomos à pizzaria com a melhor das intenções. Comer uma pizza meio calabresa e meio portuguesa. Massa fina. Mas terminamos sendo levadas para um táxi e descobrimos que portávamos R$ 500 mil.
    Devíamos ter notado que havia algo errado – na pizzaria ninguém comeu nada nem nos perguntou que pizza queríamos. Nem uma coca cola nos ofereceram.
    Fomos levadas (literalmente, pela alça) pelas más companhias.
    Assumimos aqui o compromisso público de jamais voltar a jantar com o Rodrigo Rocha Loures. Nossa relação com a JBS sempre foi tensa. Começou quando ele matou nossos parentes para usar seu couro (de nossos parentes, não o do conhecido escroque e açougueiro goiano) para nossa confecção, o que provocou um estranhamento entre nós e os irmãos Joesley, Uéslei, Gosbélei – sei lá – uma porra dessas.
    Na noite desta segunda-feira (22) fomos levados pelo Loures para a Polícia Federal. Se escaparmos dessa, o resto de nossos dias será dedicado a transportar doações para os pobres como penitência.
    Fomos ingênuos – como o Temer e o Aécio. Ou burros como uma mala, reconhecemos.
    Não somos dessas malas de grife, viajadas. Quando os irmãos Joesley, Uéslei, Gosbélei – sei lá – uma porra dessas – vão visitar os sex shops de Nova York, quem vão são malas importadas, da Louis Vuitton, que nem olham na nossa cara e não falam nossa língua.
    Resta-nos o orgulho de dizer que, ao contrário dessas frescas, nós levamos dólares e não plugues anais.
    Somos brasileiras mas preservamos um mínimo de dignidade.

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    Mala da JBS alega ingenuidade em nota

    Erramos e contrariamos nossos mais profundos princípios morais.

    Nós, malas, somos criadas desde o berço para transportar roupas. É fato que algumas de nós são usadas para levar drogas, contrabando ou mesmo corpos – mas este problema vem diminuindo sensivelmente desde a morte do Chico Picadinho.
    Sobre as denúncias que envolvem nossa ligação com a JBS e o Presidente Temer, temos a declarar:
    Na noite de 28 de abril do presente ano, o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) nos convidou para comer uma pizza.
    Fomos à pizzaria com a melhor das intenções. Comer uma pizza meio calabresa e meio portuguesa. Massa fina. Mas terminamos sendo levadas para um táxi e descobrimos que portávamos R$ 500 mil.
    Devíamos ter notado que havia algo errado – na pizzaria ninguém comeu nada nem nos perguntou que pizza queríamos. Nem uma coca cola nos ofereceram.
    Fomos levadas (literalmente, pela alça) pelas más companhias.
    Assumimos aqui o compromisso público de jamais voltar a jantar com o Rodrigo Rocha Loures. Nossa relação com a JBS sempre foi tensa. Começou quando ele matou nossos parentes para usar seu couro (de nossos parentes, não o do conhecido escroque e açougueiro goiano) para nossa confecção, o que provocou um estranhamento entre nós e os irmãos Joesley, Uéslei, Gosbélei – sei lá – uma porra dessas.
    Na noite desta segunda-feira (22) fomos levados pelo Loures para a Polícia Federal. Se escaparmos dessa, o resto de nossos dias será dedicado a transportar doações para os pobres como penitência.
    Fomos ingênuos – como o Temer e o Aécio. Ou burros como uma mala, reconhecemos.
    Não somos dessas malas de grife, viajadas. Quando os irmãos Joesley, Uéslei, Gosbélei – sei lá – uma porra dessas – vão visitar os sex shops de Nova York, quem vão são malas importadas, da Louis Vuitton, que nem olham na nossa cara e não falam nossa língua.
    Resta-nos o orgulho de dizer que, ao contrário dessas frescas, nós levamos dólares e não plugues anais.
    Somos brasileiras mas preservamos um mínimo de dignidade.

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    Mala da JBS alega ingenuidade em nota

    Erramos e contrariamos nossos mais profundos princípios morais.

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    Sobre as denúncias que envolvem nossa ligação com a JBS e o Presidente Temer, temos a declarar:
    Na noite de 28 de abril do presente ano, o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) nos convidou para comer uma pizza.
    Fomos à pizzaria com a melhor das intenções. Comer uma pizza meio calabresa e meio portuguesa. Massa fina. Mas terminamos sendo levadas para um táxi e descobrimos que portávamos R$ 500 mil.
    Devíamos ter notado que havia algo errado – na pizzaria ninguém comeu nada nem nos perguntou que pizza queríamos. Nem uma coca cola nos ofereceram.
    Fomos levadas (literalmente, pela alça) pelas más companhias.
    Assumimos aqui o compromisso público de jamais voltar a jantar com o Rodrigo Rocha Loures. Nossa relação com a JBS sempre foi tensa. Começou quando ele matou nossos parentes para usar seu couro (de nossos parentes, não o do conhecido escroque e açougueiro goiano) para nossa confecção, o que provocou um estranhamento entre nós e os irmãos Joesley, Uéslei, Gosbélei – sei lá – uma porra dessas.
    Na noite desta segunda-feira (22) fomos levados pelo Loures para a Polícia Federal. Se escaparmos dessa, o resto de nossos dias será dedicado a transportar doações para os pobres como penitência.
    Fomos ingênuos – como o Temer e o Aécio. Ou burros como uma mala, reconhecemos.
    Não somos dessas malas de grife, viajadas. Quando os irmãos Joesley, Uéslei, Gosbélei – sei lá – uma porra dessas – vão visitar os sex shops de Nova York, quem vão são malas importadas, da Louis Vuitton, que nem olham na nossa cara e não falam nossa língua.
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    Somos brasileiras mas preservamos um mínimo de dignidade.

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    Satanás Abandona Temer

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    Satanás, o anjo caído, o cão chupando manga, o coisa ruim, decidiu abandonar Michel Temer depois das denúncias de Uéslei, Joesley, Jocelyr, Jocélio – sei lá – uma porra dessas.
    “Aqui no inferno temos critérios muito rigorosos sobre as pessoas que apoiamos. ” Disse Satã, complementando “Temer contrariou as regras mais básicas que suportam meu relacionamento com meus parceiros ao ser enganado por um açougueiro de Goiânia. Minha associação de longo prazo com Temer está comprometida. Já andam rindo de mim até no Céu. E o pessoal de lá tem o senso de humor de um quibe. Nossa turma costuma de destacar pela esperteza. Ao cometer esse tipo de erro primário, Temer se mostrou indigno do meu apoio.”.
    Perguntado sobre como vê o destino do antigo pupilo e do país, Satanás disse “Olha, o Brasil é muito pouco previsível, mas as perspectivas são de que ele – e vocês junto – acabem comendo o pão que eu amassei. Mas a vantagem é que amassando esse pão todo eu acabe dispensando meu personal trainer. Minhas coxas vão ficar ótimas”.
    Satanás fugiu de perguntas sobre o fato de ter sido o criador de duplas caipiras vindas de Goiânia para arruinar o Brasil. “Olha, eu confesso que lancei esse troço mais como piada. Se vocês acabaram consumindo esse troço não venham me culpar”.
    Encerrando a conversa, Satanás disse ter pouco orgulho das coisas que plantou no Brasil, mas não esconde a vaidade ao comentar aquela que considera sua melhor criação: Eduardo Cunha “O garoto é um prodígio, não é não? ”

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    Satanás Abandona Temer

    Satanás, o anjo caído, o cão chupando manga, o coisa ruim, decidiu abandonar Michel Temer depois das denúncias de Uéslei, Joesley, Jocelyr, Jocélio – sei lá – uma porra dessas.
    “Aqui no inferno temos critérios muito rigorosos sobre as pessoas que apoiamos. ” Disse Satã, complementando “Temer contrariou as regras mais básicas que suportam meu relacionamento com meus parceiros ao ser enganado por um açougueiro de Goiânia. Minha associação de longo prazo com Temer está comprometida. Já andam rindo de mim até no Céu. E o pessoal de lá tem o senso de humor de um quibe. Nossa turma costuma de destacar pela esperteza. Ao cometer esse tipo de erro primário, Temer se mostrou indigno do meu apoio.”.
    Perguntado sobre como vê o destino do antigo pupilo e do país, Satanás disse “Olha, o Brasil é muito pouco previsível, mas as perspectivas são de que ele – e vocês junto – acabem comendo o pão que eu amassei. Mas a vantagem é que amassando esse pão todo eu acabe dispensando meu personal trainer. Minhas coxas vão ficar ótimas”.
    Satanás fugiu de perguntas sobre o fato de ter sido o criador de duplas caipiras vindas de Goiânia para arruinar o Brasil. “Olha, eu confesso que lancei esse troço mais como piada. Se vocês acabaram consumindo esse troço não venham me culpar”.
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    Satanás Abandona Temer

    Satanás Abandona Temer

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    “Aqui no inferno temos critérios muito rigorosos sobre as pessoas que apoiamos. ” Disse Satã, complementando “Temer contrariou as regras mais básicas que suportam meu relacionamento com meus parceiros ao ser enganado por um açougueiro de Goiânia. Minha associação de longo prazo com Temer está comprometida. Já andam rindo de mim até no Céu. E o pessoal de lá tem o senso de humor de um quibe. Nossa turma costuma de destacar pela esperteza. Ao cometer esse tipo de erro primário, Temer se mostrou indigno do meu apoio.”.
    Perguntado sobre como vê o destino do antigo pupilo e do país, Satanás disse “Olha, o Brasil é muito pouco previsível, mas as perspectivas são de que ele – e vocês junto – acabem comendo o pão que eu amassei. Mas a vantagem é que amassando esse pão todo eu acabe dispensando meu personal trainer. Minhas coxas vão ficar ótimas”.
    Satanás fugiu de perguntas sobre o fato de ter sido o criador de duplas caipiras vindas de Goiânia para arruinar o Brasil. “Olha, eu confesso que lancei esse troço mais como piada. Se vocês acabaram consumindo esse troço não venham me culpar”.
    Encerrando a conversa, Satanás disse ter pouco orgulho das coisas que plantou no Brasil, mas não esconde a vaidade ao comentar aquela que considera sua melhor criação: Eduardo Cunha “O garoto é um prodígio, não é não? ”

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    República dos Bananas Conta os Bastidores da Troca de Segredos de Trump com os Russos

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    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou informações secretas ao ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, e ao embaixador do país em Washington, Sergey Kislyak, quando os recebeu na última semana na Casa Branca.

    O República dos Bananas teve acesso exclusivo à transcrição da conversa.
    Lavrov: Donald, tenho uma coisa chata para te contar. Disseram para o Putin que você é tratado como um bundão pela CIA e eles não te contam nada de confidencial
    Donald: É mentira! Eu sei de tudo que acontece.
    Kislyak: O Putin morre de rir. Diz que os serviços de inteligência escondem as coisas de você.
    Donald: Diz pro Putin que eu sei mais das putaria que ele
    Lavrov: Tudo bem. Mas ele só vai acreditar se você provar.
    Donald (olhando para os lados): Olha, vou contar uma pra vocês que chegou fresquinha de Israel. Disseram para eu não falar nada para ninguém, que vou prejudicar Israel, mas não vou deixar o Putin pensar que eu sou um cuzão…
    Kislyak: Desculpa, Don, mas a gente não acredita…
    Donald: É mesmo. Vocês sabiam que Israel disse para a gente que o ISIS vai usar laptops para explodir nossos aviões…
    Lavrov: Papo furado…
    Donald: É nada. Olha aqui o relatório super-mega-blister- confidencial que eu recebi hoje de manhã
    Kislyak: Dá pra arrumar uma cópia pra gente?
    Donald: Claro. Isso é pra mostrar por Putin quem é o fodão aqui na Casa Branca.
    Kislyak: Mas garanto que você não sabe quem são seus agentes operando na Rússia…
    Donald: Tá de brinks. Olha aqui o papel. Tem o nome, o endereço, tudo de todos eles. Tem até as fotografias. Aqui eu sou o pica das galáxias.
    Lavrov: Deixa eu ver essa porra
    Donald: Tá aqui. Esfrega na cara do Putin. Isso é pra ele ver quem manda aqui.
    Kislyak: Mas garanto que os códigos nucleares você não tem?
    Donald (abrindo a maleta): Olha aqui. O código é 12345. Pode ver. Eles simplificaram para eu poder lembrar…
    Kislyak: A gente vai ter que levar a maleta para comprovar
    Donald: Mas devolve depois, hein. O pessoal do Serviço Secreto fica puto quando eu empresto essa maletinha.
    Lavrov: Claro.
    Donald: Diz uma coisa. Lembra daqueles vídeos das meninas fazendo pipi na cama? Dá pra devolver?
    Lavrov: Olha, a internet tá meio lenta, então não vai dar pra te passar agora. Mas uma hora a gente devolve. Bom, tchau que a gente tem um voo para Moscou agora.
    Donald: Mostra essa porra pro Putin. Quero ver ele me chamar de cuzão agora!!!
    Lavrov: É. Ele vai se arrepender. Muito.

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    República dos Bananas Conta os Bastidores da Troca de Segredos de Trump com os Russos

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou informações secretas ao ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, e ao embaixador do país em Washington, Sergey Kislyak, quando os recebeu na última semana na Casa Branca.

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    Lavrov: Donald, tenho uma coisa chata para te contar. Disseram para o Putin que você é tratado como um bundão pela CIA e eles não te contam nada de confidencial
    Donald: É mentira! Eu sei de tudo que acontece.
    Kislyak: O Putin morre de rir. Diz que os serviços de inteligência escondem as coisas de você.
    Donald: Diz pro Putin que eu sei mais das putaria que ele
    Lavrov: Tudo bem. Mas ele só vai acreditar se você provar.
    Donald (olhando para os lados): Olha, vou contar uma pra vocês que chegou fresquinha de Israel. Disseram para eu não falar nada para ninguém, que vou prejudicar Israel, mas não vou deixar o Putin pensar que eu sou um cuzão…
    Kislyak: Desculpa, Don, mas a gente não acredita…
    Donald: É mesmo. Vocês sabiam que Israel disse para a gente que o ISIS vai usar laptops para explodir nossos aviões…
    Lavrov: Papo furado…
    Donald: É nada. Olha aqui o relatório super-mega-blister- confidencial que eu recebi hoje de manhã
    Kislyak: Dá pra arrumar uma cópia pra gente?
    Donald: Claro. Isso é pra mostrar por Putin quem é o fodão aqui na Casa Branca.
    Kislyak: Mas garanto que você não sabe quem são seus agentes operando na Rússia…
    Donald: Tá de brinks. Olha aqui o papel. Tem o nome, o endereço, tudo de todos eles. Tem até as fotografias. Aqui eu sou o pica das galáxias.
    Lavrov: Deixa eu ver essa porra
    Donald: Tá aqui. Esfrega na cara do Putin. Isso é pra ele ver quem manda aqui.
    Kislyak: Mas garanto que os códigos nucleares você não tem?
    Donald (abrindo a maleta): Olha aqui. O código é 12345. Pode ver. Eles simplificaram para eu poder lembrar…
    Kislyak: A gente vai ter que levar a maleta para comprovar
    Donald: Mas devolve depois, hein. O pessoal do Serviço Secreto fica puto quando eu empresto essa maletinha.
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    Donald: Diz uma coisa. Lembra daqueles vídeos das meninas fazendo pipi na cama? Dá pra devolver?
    Lavrov: Olha, a internet tá meio lenta, então não vai dar pra te passar agora. Mas uma hora a gente devolve. Bom, tchau que a gente tem um voo para Moscou agora.
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    Lavrov: É. Ele vai se arrepender. Muito.

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    República dos Bananas Conta os Bastidores da Troca de Segredos de Trump com os Russos

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou informações secretas ao ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, e ao embaixador do país em Washington, Sergey Kislyak, quando os recebeu na última semana na Casa Branca.

    O República dos Bananas teve acesso exclusivo à transcrição da conversa.
    Lavrov: Donald, tenho uma coisa chata para te contar. Disseram para o Putin que você é tratado como um bundão pela CIA e eles não te contam nada de confidencial
    Donald: É mentira! Eu sei de tudo que acontece.
    Kislyak: O Putin morre de rir. Diz que os serviços de inteligência escondem as coisas de você.
    Donald: Diz pro Putin que eu sei mais das putaria que ele
    Lavrov: Tudo bem. Mas ele só vai acreditar se você provar.
    Donald (olhando para os lados): Olha, vou contar uma pra vocês que chegou fresquinha de Israel. Disseram para eu não falar nada para ninguém, que vou prejudicar Israel, mas não vou deixar o Putin pensar que eu sou um cuzão…
    Kislyak: Desculpa, Don, mas a gente não acredita…
    Donald: É mesmo. Vocês sabiam que Israel disse para a gente que o ISIS vai usar laptops para explodir nossos aviões…
    Lavrov: Papo furado…
    Donald: É nada. Olha aqui o relatório super-mega-blister- confidencial que eu recebi hoje de manhã
    Kislyak: Dá pra arrumar uma cópia pra gente?
    Donald: Claro. Isso é pra mostrar por Putin quem é o fodão aqui na Casa Branca.
    Kislyak: Mas garanto que você não sabe quem são seus agentes operando na Rússia…
    Donald: Tá de brinks. Olha aqui o papel. Tem o nome, o endereço, tudo de todos eles. Tem até as fotografias. Aqui eu sou o pica das galáxias.
    Lavrov: Deixa eu ver essa porra
    Donald: Tá aqui. Esfrega na cara do Putin. Isso é pra ele ver quem manda aqui.
    Kislyak: Mas garanto que os códigos nucleares você não tem?
    Donald (abrindo a maleta): Olha aqui. O código é 12345. Pode ver. Eles simplificaram para eu poder lembrar…
    Kislyak: A gente vai ter que levar a maleta para comprovar
    Donald: Mas devolve depois, hein. O pessoal do Serviço Secreto fica puto quando eu empresto essa maletinha.
    Lavrov: Claro.
    Donald: Diz uma coisa. Lembra daqueles vídeos das meninas fazendo pipi na cama? Dá pra devolver?
    Lavrov: Olha, a internet tá meio lenta, então não vai dar pra te passar agora. Mas uma hora a gente devolve. Bom, tchau que a gente tem um voo para Moscou agora.
    Donald: Mostra essa porra pro Putin. Quero ver ele me chamar de cuzão agora!!!
    Lavrov: É. Ele vai se arrepender. Muito.

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    O Segredo de Brasília Mountain

    O-SEGREDO-DE-BROKEBACK-MOUNTAIN02

    Notícia do R7: A marqueteira Mônica Moura contou em sua delação premiada que a negociação da campanha do ex-senador Delcídio do Amaral no ano de 2002 foi feita em uma conversa com os dois – ele e João Santana – dentro de uma sauna na casa do político. “Tudo o que eles conversaram a respeito de campanha foi feito em uma conversa entre os dois, sem roupa”, revelou.
    Recriação Cinematográfica do Momento à Moda de “O Segredo de Brokeback Mountain”

    Interna
    Noite
    Sauna
    Delcídio: Está calor para você, João?
    João: Não. Tô de boas…
    Delcídio: Eu queria te agradecer por tudo o que você tem feito pelo partido.
    João: Não é nada…
    Delcídio: Sério. Você sabe que às vezes a Dilma até parece um ser humano na televisão…
    João: A gente contratou o mesmo pessoal que fez o monstrinho do Senhor dos Anéis. A gente captura as expressões de um ator e insere digitalmente no rosto dela. Sério, não é nada demais. Como diz a Feiticeira, não é magia, é tecnologia…
    Delcídio: Não seja modesto. Você é um Mestre da Comunicação.
    João: Não é nada…
    Delcídio: Posso te dar um abraço?
    João: É que a gente pelado aqui na sauna… pode parecer esquisito
    Delcídio: Se vivemos em um mundo em que dois homens absolutamente heterossexuais pelados em uma sauna não podem se abraçar sem que levem para o lado errado, não sei se este é um mundo em que eu quero viver…
    João: Podemos apertar as mãos. É que eu não sou especialista, mas daqui isso tá parecendo uma ereção.
    Delcídio: É o vapor, tolinho. E um aperto de mão não é suficiente. Você merece mais. Um abraço. Um cheiro no cangote…
    João: É que eu tô meio suado agora.
    Delcídio: Bobinho, é para isso que serve a sauna. Para brotarem, como eu chamo,  as gotinhas do amor
    João: Vamos discutir o pagamento da campanha. Eu tenho uma conta na Suíça e podemos fazer os depósitos em três parcelas e…
    (Delcídio coloca o dedo sobre os lábios úmidos de João)
    Delcídio: Este é um espaço sagrado, Jô. Aqui não se fala de dinheiro. Aqui é um ambiente de amor, no molde dos greco-romanos….
    João: Olha, minha pressão tá caindo com o calor. Vamos sair daqui…
    Delcídio o cala com um cálido beijo de língua.
    Delcídio: Se isso der merda e a gente terminar preso, é melhor a gente se acostumar com o amor que não ousa dizer seu nome… Você curte Oscar Wilde?

    João: Olha, eu vejo de vez em quando. Mas essas premiações de Hollywood são uma prova da decadência capitalista. Eu sou mais a Palma de Ouro. Vamos sair daqui?

    Delcídio: A porta está trancada. E Você ganha um doce se adivinhar onde eu enfiei a chave!!!
    João: Mônica! Socorro!!!!
    Delcídio: Ela está contando dólares lá fora. Você conhece a Mô. Quando ela está contando dinheiro ela esquece do mundo…
    Externa
    Casa do Delcídio
    Lá fora, a lua dos amantes joga sua luz pálida sobre os prédios de Niemeyer
    Ouvimos grunhidos animalescos abafados

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    O Segredo de Brasília Mountain

    Notícia do R7: A marqueteira Mônica Moura contou em sua delação premiada que a negociação da campanha do ex-senador Delcídio do Amaral no ano de 2002 foi feita em uma conversa com os dois – ele e João Santana – dentro de uma sauna na casa do político. “Tudo o que eles conversaram a respeito de campanha foi feito em uma conversa entre os dois, sem roupa”, revelou.
    Recriação Cinematográfica do Momento à Moda de “O Segredo de Brokeback Mountain”

    Interna
    Noite
    Sauna
    Delcídio: Está calor para você, João?
    João: Não. Tô de boas…
    Delcídio: Eu queria te agradecer por tudo o que você tem feito pelo partido.
    João: Não é nada…
    Delcídio: Sério. Você sabe que às vezes a Dilma até parece um ser humano na televisão…
    João: A gente contratou o mesmo pessoal que fez o monstrinho do Senhor dos Anéis. A gente captura as expressões de um ator e insere digitalmente no rosto dela. Sério, não é nada demais. Como diz a Feiticeira, não é magia, é tecnologia…
    Delcídio: Não seja modesto. Você é um Mestre da Comunicação.
    João: Não é nada…
    Delcídio: Posso te dar um abraço?
    João: É que a gente pelado aqui na sauna… pode parecer esquisito
    Delcídio: Se vivemos em um mundo em que dois homens absolutamente heterossexuais pelados em uma sauna não podem se abraçar sem que levem para o lado errado, não sei se este é um mundo em que eu quero viver…
    João: Podemos apertar as mãos. É que eu não sou especialista, mas daqui isso tá parecendo uma ereção.
    Delcídio: É o vapor, tolinho. E um aperto de mão não é suficiente. Você merece mais. Um abraço. Um cheiro no cangote…
    João: É que eu tô meio suado agora.
    Delcídio: Bobinho, é para isso que serve a sauna. Para brotarem, como eu chamo,  as gotinhas do amor
    João: Vamos discutir o pagamento da campanha. Eu tenho uma conta na Suíça e podemos fazer os depósitos em três parcelas e…
    (Delcídio coloca o dedo sobre os lábios úmidos de João)
    Delcídio: Este é um espaço sagrado, Jô. Aqui não se fala de dinheiro. Aqui é um ambiente de amor, no molde dos greco-romanos….
    João: Olha, minha pressão tá caindo com o calor. Vamos sair daqui…
    Delcídio o cala com um cálido beijo de língua.
    Delcídio: Se isso der merda e a gente terminar preso, é melhor a gente se acostumar com o amor que não ousa dizer seu nome… Você curte Oscar Wilde?

    João: Olha, eu vejo de vez em quando. Mas essas premiações de Hollywood são uma prova da decadência capitalista. Eu sou mais a Palma de Ouro. Vamos sair daqui?

    Delcídio: A porta está trancada. E Você ganha um doce se adivinhar onde eu enfiei a chave!!!
    João: Mônica! Socorro!!!!
    Delcídio: Ela está contando dólares lá fora. Você conhece a Mô. Quando ela está contando dinheiro ela esquece do mundo…
    Externa
    Casa do Delcídio
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    O Segredo de Brasília Mountain

    Notícia do R7: A marqueteira Mônica Moura contou em sua delação premiada que a negociação da campanha do ex-senador Delcídio do Amaral no ano de 2002 foi feita em uma conversa com os dois – ele e João Santana – dentro de uma sauna na casa do político. “Tudo o que eles conversaram a respeito de campanha foi feito em uma conversa entre os dois, sem roupa”, revelou.
    Recriação Cinematográfica do Momento à Moda de “O Segredo de Brokeback Mountain”

    Interna
    Noite
    Sauna
    Delcídio: Está calor para você, João?
    João: Não. Tô de boas…
    Delcídio: Eu queria te agradecer por tudo o que você tem feito pelo partido.
    João: Não é nada…
    Delcídio: Sério. Você sabe que às vezes a Dilma até parece um ser humano na televisão…
    João: A gente contratou o mesmo pessoal que fez o monstrinho do Senhor dos Anéis. A gente captura as expressões de um ator e insere digitalmente no rosto dela. Sério, não é nada demais. Como diz a Feiticeira, não é magia, é tecnologia…
    Delcídio: Não seja modesto. Você é um Mestre da Comunicação.
    João: Não é nada…
    Delcídio: Posso te dar um abraço?
    João: É que a gente pelado aqui na sauna… pode parecer esquisito
    Delcídio: Se vivemos em um mundo em que dois homens absolutamente heterossexuais pelados em uma sauna não podem se abraçar sem que levem para o lado errado, não sei se este é um mundo em que eu quero viver…
    João: Podemos apertar as mãos. É que eu não sou especialista, mas daqui isso tá parecendo uma ereção.
    Delcídio: É o vapor, tolinho. E um aperto de mão não é suficiente. Você merece mais. Um abraço. Um cheiro no cangote…
    João: É que eu tô meio suado agora.
    Delcídio: Bobinho, é para isso que serve a sauna. Para brotarem, como eu chamo,  as gotinhas do amor
    João: Vamos discutir o pagamento da campanha. Eu tenho uma conta na Suíça e podemos fazer os depósitos em três parcelas e…
    (Delcídio coloca o dedo sobre os lábios úmidos de João)
    Delcídio: Este é um espaço sagrado, Jô. Aqui não se fala de dinheiro. Aqui é um ambiente de amor, no molde dos greco-romanos….
    João: Olha, minha pressão tá caindo com o calor. Vamos sair daqui…
    Delcídio o cala com um cálido beijo de língua.
    Delcídio: Se isso der merda e a gente terminar preso, é melhor a gente se acostumar com o amor que não ousa dizer seu nome… Você curte Oscar Wilde?

    João: Olha, eu vejo de vez em quando. Mas essas premiações de Hollywood são uma prova da decadência capitalista. Eu sou mais a Palma de Ouro. Vamos sair daqui?

    Delcídio: A porta está trancada. E Você ganha um doce se adivinhar onde eu enfiei a chave!!!
    João: Mônica! Socorro!!!!
    Delcídio: Ela está contando dólares lá fora. Você conhece a Mô. Quando ela está contando dinheiro ela esquece do mundo…
    Externa
    Casa do Delcídio
    Lá fora, a lua dos amantes joga sua luz pálida sobre os prédios de Niemeyer
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    Batalha de Titãs (O Confronto Astrológico em Curitiba)

    untitled

    (Baseado em uma notícia real, publicada na imprensa – acredite se quiser)
    Lula é de escorpião com ascendente em touro. É um signo intenso, telúrico, com energia sensual, sexy e um domínio verbal que domina todas as suas verbalizações, principalmente as expressas com a boca através das cordas vocais. Não é de se estranhar que pertença à mesma casa astrológica que o comediante Tião Macalé, o Bispo Sardinha (que tinha o estranho hobby de servir de entrada nos jantares indígenas), Pato Donald, o Papa João Paulo I, Martinha (o queijinho de Minas), Nelson Ned, o escritor de livros criptografados que sumiu no Acre (e por que diabos vocês nem falam mais dele?) o vizinho de porta do Trump na torre nova-iorquina que leva seu nome (o do Trump, não o do vizinho), Jack o estripador, Cosme (estranhamente, seu gêmeo xipófago – Damião –  é de Aquário)  e Antônio Carlos Pereira Costa (meu açougueiro, você não conhece).
    Já Moro é de leão, signo dominante do horóscopo e símbolo da Metro Goldwin Mayer. Leoninos são territoriais (mais de uma vez Moro já foi visto urinando nos cantos da sala do tribunal para marcar terreno), machos-alfa e geralmente usam juba, o que os leva com frequência acima do normal ao barbeiro. São de Leão figuras como o Apóstolo Paulo, o cantor Ovelha, a cartunista Laerte, Chico Picadinho, Cebolinha e o ET Bilú, além do casal Sandy e Júnior.
    Hoje a lua está na casa de virgem, que era o signo da Sandy (antigamente, óbvio) e da Dóris Day nas comédias em que contracenava com Rock Hudson. Também pode ser vista no céu, se não estiver nublado – mas só à noite, um exemplo de como o astro é caprichoso.
    Quando em oposição à saturno, escorpianos e leoninos podem atuar de forma a trazer consequências inesperadas. Não será surpresa se Lula cuspir na cara de Moro enquanto tenta articular sua defesa. Mais formal, não será surpresa se Moro aparecer togado e sentar na cadeira do juiz.
    A troca do dia do depoimento não é surpresa. Leoninos como Moro preferem trabalhar depois do dia 10, quando já caiu a primeira parcela do salário.
    Mas o que Moro não esperava é que Lula, escorpiano astuto, levasse com ele Dilma Rousseff, de Aquário, signo da eloquência, das mensagens cifradas e das descobertas – como a de que a corrupção é provocada pelo dinheiro e de que é impossível estocar vento.
    Aquarianos são românticos e tendem a namorar com gays americanos para esfregar na cara das inimiga. Com Marte entrando na casa do Cruzeiro do Sul a partir das 20 horas de 16 de agosto de 2027, qualquer previsão a esta altura do campeonato é inútil.
    Os dois times, acusação e defesa, parecem estar preparados, têm o apoio de suas respectivas torcidas, mas treino é treino e jogo é jogo. A notícia de que o advogado de Lula estaria contundido e não entraria em campo hoje chegou a circular, mas o preparador físico do time desmente – embora ele tenha sido visto com um pacote de gelo na virilha depois de circular pela animada noite curitibana (ainda tem o Gruta Azul por lá?).
    Essas variáveis astrológicas são importantes porque mostram que tudo pode acontecer – inclusive o oposto.

    Para uma análise ainda mais completa, vale lembrar que, no horóscopo chinês, Lula é ornitorrinco e Moro é demônio da Tasmânia. Isso acumula camadas de incertezas sobre os rumos do aguardado confronto de estrelas em Curitiba.

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    Batalha de Titãs (O Confronto Astrológico em Curitiba)

    (Baseado em uma notícia real, publicada na imprensa – acredite se quiser)
    Lula é de escorpião com ascendente em touro. É um signo intenso, telúrico, com energia sensual, sexy e um domínio verbal que domina todas as suas verbalizações, principalmente as expressas com a boca através das cordas vocais. Não é de se estranhar que pertença à mesma casa astrológica que o comediante Tião Macalé, o Bispo Sardinha (que tinha o estranho hobby de servir de entrada nos jantares indígenas), Pato Donald, o Papa João Paulo I, Martinha (o queijinho de Minas), Nelson Ned, o escritor de livros criptografados que sumiu no Acre (e por que diabos vocês nem falam mais dele?) o vizinho de porta do Trump na torre nova-iorquina que leva seu nome (o do Trump, não o do vizinho), Jack o estripador, Cosme (estranhamente, seu gêmeo xipófago – Damião –  é de Aquário)  e Antônio Carlos Pereira Costa (meu açougueiro, você não conhece).
    Já Moro é de leão, signo dominante do horóscopo e símbolo da Metro Goldwin Mayer. Leoninos são territoriais (mais de uma vez Moro já foi visto urinando nos cantos da sala do tribunal para marcar terreno), machos-alfa e geralmente usam juba, o que os leva com frequência acima do normal ao barbeiro. São de Leão figuras como o Apóstolo Paulo, o cantor Ovelha, a cartunista Laerte, Chico Picadinho, Cebolinha e o ET Bilú, além do casal Sandy e Júnior.
    Hoje a lua está na casa de virgem, que era o signo da Sandy (antigamente, óbvio) e da Dóris Day nas comédias em que contracenava com Rock Hudson. Também pode ser vista no céu, se não estiver nublado – mas só à noite, um exemplo de como o astro é caprichoso.
    Quando em oposição à saturno, escorpianos e leoninos podem atuar de forma a trazer consequências inesperadas. Não será surpresa se Lula cuspir na cara de Moro enquanto tenta articular sua defesa. Mais formal, não será surpresa se Moro aparecer togado e sentar na cadeira do juiz.
    A troca do dia do depoimento não é surpresa. Leoninos como Moro preferem trabalhar depois do dia 10, quando já caiu a primeira parcela do salário.
    Mas o que Moro não esperava é que Lula, escorpiano astuto, levasse com ele Dilma Rousseff, de Aquário, signo da eloquência, das mensagens cifradas e das descobertas – como a de que a corrupção é provocada pelo dinheiro e de que é impossível estocar vento.
    Aquarianos são românticos e tendem a namorar com gays americanos para esfregar na cara das inimiga. Com Marte entrando na casa do Cruzeiro do Sul a partir das 20 horas de 16 de agosto de 2027, qualquer previsão a esta altura do campeonato é inútil.
    Os dois times, acusação e defesa, parecem estar preparados, têm o apoio de suas respectivas torcidas, mas treino é treino e jogo é jogo. A notícia de que o advogado de Lula estaria contundido e não entraria em campo hoje chegou a circular, mas o preparador físico do time desmente – embora ele tenha sido visto com um pacote de gelo na virilha depois de circular pela animada noite curitibana (ainda tem o Gruta Azul por lá?).
    Essas variáveis astrológicas são importantes porque mostram que tudo pode acontecer – inclusive o oposto.

    Para uma análise ainda mais completa, vale lembrar que, no horóscopo chinês, Lula é ornitorrinco e Moro é demônio da Tasmânia. Isso acumula camadas de incertezas sobre os rumos do aguardado confronto de estrelas em Curitiba.

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    (Baseado em uma notícia real, publicada na imprensa – acredite se quiser)
    Lula é de escorpião com ascendente em touro. É um signo intenso, telúrico, com energia sensual, sexy e um domínio verbal que domina todas as suas verbalizações, principalmente as expressas com a boca através das cordas vocais. Não é de se estranhar que pertença à mesma casa astrológica que o comediante Tião Macalé, o Bispo Sardinha (que tinha o estranho hobby de servir de entrada nos jantares indígenas), Pato Donald, o Papa João Paulo I, Martinha (o queijinho de Minas), Nelson Ned, o escritor de livros criptografados que sumiu no Acre (e por que diabos vocês nem falam mais dele?) o vizinho de porta do Trump na torre nova-iorquina que leva seu nome (o do Trump, não o do vizinho), Jack o estripador, Cosme (estranhamente, seu gêmeo xipófago – Damião –  é de Aquário)  e Antônio Carlos Pereira Costa (meu açougueiro, você não conhece).
    Já Moro é de leão, signo dominante do horóscopo e símbolo da Metro Goldwin Mayer. Leoninos são territoriais (mais de uma vez Moro já foi visto urinando nos cantos da sala do tribunal para marcar terreno), machos-alfa e geralmente usam juba, o que os leva com frequência acima do normal ao barbeiro. São de Leão figuras como o Apóstolo Paulo, o cantor Ovelha, a cartunista Laerte, Chico Picadinho, Cebolinha e o ET Bilú, além do casal Sandy e Júnior.
    Hoje a lua está na casa de virgem, que era o signo da Sandy (antigamente, óbvio) e da Dóris Day nas comédias em que contracenava com Rock Hudson. Também pode ser vista no céu, se não estiver nublado – mas só à noite, um exemplo de como o astro é caprichoso.
    Quando em oposição à saturno, escorpianos e leoninos podem atuar de forma a trazer consequências inesperadas. Não será surpresa se Lula cuspir na cara de Moro enquanto tenta articular sua defesa. Mais formal, não será surpresa se Moro aparecer togado e sentar na cadeira do juiz.
    A troca do dia do depoimento não é surpresa. Leoninos como Moro preferem trabalhar depois do dia 10, quando já caiu a primeira parcela do salário.
    Mas o que Moro não esperava é que Lula, escorpiano astuto, levasse com ele Dilma Rousseff, de Aquário, signo da eloquência, das mensagens cifradas e das descobertas – como a de que a corrupção é provocada pelo dinheiro e de que é impossível estocar vento.
    Aquarianos são românticos e tendem a namorar com gays americanos para esfregar na cara das inimiga. Com Marte entrando na casa do Cruzeiro do Sul a partir das 20 horas de 16 de agosto de 2027, qualquer previsão a esta altura do campeonato é inútil.
    Os dois times, acusação e defesa, parecem estar preparados, têm o apoio de suas respectivas torcidas, mas treino é treino e jogo é jogo. A notícia de que o advogado de Lula estaria contundido e não entraria em campo hoje chegou a circular, mas o preparador físico do time desmente – embora ele tenha sido visto com um pacote de gelo na virilha depois de circular pela animada noite curitibana (ainda tem o Gruta Azul por lá?).
    Essas variáveis astrológicas são importantes porque mostram que tudo pode acontecer – inclusive o oposto.

    Para uma análise ainda mais completa, vale lembrar que, no horóscopo chinês, Lula é ornitorrinco e Moro é demônio da Tasmânia. Isso acumula camadas de incertezas sobre os rumos do aguardado confronto de estrelas em Curitiba.

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    Deus dá depoimento sobre a Odebrecht

    250px-Cima_da_Conegliano,_God_the_Father

    “Juiz Moro:
    Confesso que subcontratei a Odebrecht para fazer o mundo. Mas existem atenuantes que devem ser levadas em conta. Tinha a exiguidade do prazo. Me deram 7 dias e pelas normas do sindicato eu tinha que folgar no sétimo dia. Nem eu entendo a razão dessa pressa toda. Afinal, antes do Big Bang não havia nem tempo nem espaço. Mas parece que ia ficar bem na Bíblia. Sem falar que eu tinha um assistente, o Lúcifer, que era de confiança e abandonou o cargo para entrar no grupo dos “Anjos Caídos”. Parece que ele foi recrutado por um satanista famoso, um certo Temer, mas isso são especulações. Tenho que admitir que a obra ficou bem longe das especificações. Tinha áreas com terremoto, vulcões, sujeitas à furacões. Tinha até um tal de Acre, vê se pode?
    Eu mesmo fiquei meio pu… digo, irado, com os aditamentos ao projeto. Em dado momento, há 144 milhões de anos, eu mesmo mandei um asteroide para destruir o que tinha lá e recomeçar. Essa é a atitude que mais me arrependo. Tinha uns lagartinhos lá que eu gostava muito e eles acabaram.
    Mas minhas relações com a Odebrecht sempre foram marcadas pelo mais elevado patriotismo e por conversas republicanas. Eles reformaram um pedaço do céu para fazer um campo de golfe? Sim, mas não era para mim, era para as visitas. Eu mesmo odeio golfe e até mandei o Tiger Woods para ver se eu acabava com essa mer… digo, com esse esporte chato, que nem dá pra acompanhar pela TV. Mas tem um pessoal que gosta. E quem não gostava agora acha legal porque tem um pervertido jogando. Esse pessoal da Terra é Fo… fogo. Saudades do tempo em que eu transformava eles em estátuas de sal. Mas agora, com o politicamente correto, nem pensar.
    Se eu e o Emílio somos amigos? Bem, para dizer a verdade, ele tem me procurado muito nos últimos meses. Alguma coisa a ver com lavagem de carro ou um posto em Curitiba. Eu sempre digo que não estou. É que com essa posse do Trump eu ando trabalhando feito um louco. Você imagina quantas vezes eu tirei o dedo dele do botão nuclear? E ainda colocaram um Papa argentino para falar por mim. Dá pra acreditar? Argentino!!!!. Eu ando tão desconcentrado que nos últimos tempos tentei matar o Valdomiro Chapeludo duas vezes, com faca, com barco, e falhei. Sabe lá o que é o cara passar o dia pedindo grana no teu nome? Pior é que ele diz que sobreviveu porque eu ajudei o cara. Ou seja, além do fracasso, vem a difamação.

    Mas a Odebrecht. Vamos lá. É bem verdade que o Emílio prometeu alguns dízimos e não pagou todos. Questões conjunturais, diz ele. Parece que secaram as fontes de financiamento. Alguma coisa a ver com um tal de BNDES. Sei lá que porra é isso. Sabe lá o que é ter que cuidar da Síria e de posto de gasolina em Curitiba ao mesmo tempo?
    No Brasil, eu só ouço as orações da Dilma. Não para atender, mas porque o português dela é hilariante. Eu também preciso me divertir de vez em quando.
    Os defeitos do planeta não foram corrigidos como previa o contrato, é fato, mas eles dizem que era o primeiro mundo que eles faziam e que nos próximos eles vão caprichar mais.
    Mas eu tô cansando desse troço de fazer mundo. Acho que eu já tô velho demais para isso. Sabe, quando a gente faz a Letícia Spiller  ninguém elogia. Daí sai um Nestor Cerveró da linha de montagem e é só cacetada.
    Mas, se mudar de opinião,  não sei se voltaria a contratar eles. Me falaram de uma tal de OAS. Sua excelência sabe se eles são melhores?”

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    Deus dá depoimento sobre a Odebrecht

    “Juiz Moro:
    Confesso que subcontratei a Odebrecht para fazer o mundo. Mas existem atenuantes que devem ser levadas em conta. Tinha a exiguidade do prazo. Me deram 7 dias e pelas normas do sindicato eu tinha que folgar no sétimo dia. Nem eu entendo a razão dessa pressa toda. Afinal, antes do Big Bang não havia nem tempo nem espaço. Mas parece que ia ficar bem na Bíblia. Sem falar que eu tinha um assistente, o Lúcifer, que era de confiança e abandonou o cargo para entrar no grupo dos “Anjos Caídos”. Parece que ele foi recrutado por um satanista famoso, um certo Temer, mas isso são especulações. Tenho que admitir que a obra ficou bem longe das especificações. Tinha áreas com terremoto, vulcões, sujeitas à furacões. Tinha até um tal de Acre, vê se pode?
    Eu mesmo fiquei meio pu… digo, irado, com os aditamentos ao projeto. Em dado momento, há 144 milhões de anos, eu mesmo mandei um asteroide para destruir o que tinha lá e recomeçar. Essa é a atitude que mais me arrependo. Tinha uns lagartinhos lá que eu gostava muito e eles acabaram.
    Mas minhas relações com a Odebrecht sempre foram marcadas pelo mais elevado patriotismo e por conversas republicanas. Eles reformaram um pedaço do céu para fazer um campo de golfe? Sim, mas não era para mim, era para as visitas. Eu mesmo odeio golfe e até mandei o Tiger Woods para ver se eu acabava com essa mer… digo, com esse esporte chato, que nem dá pra acompanhar pela TV. Mas tem um pessoal que gosta. E quem não gostava agora acha legal porque tem um pervertido jogando. Esse pessoal da Terra é Fo… fogo. Saudades do tempo em que eu transformava eles em estátuas de sal. Mas agora, com o politicamente correto, nem pensar.
    Se eu e o Emílio somos amigos? Bem, para dizer a verdade, ele tem me procurado muito nos últimos meses. Alguma coisa a ver com lavagem de carro ou um posto em Curitiba. Eu sempre digo que não estou. É que com essa posse do Trump eu ando trabalhando feito um louco. Você imagina quantas vezes eu tirei o dedo dele do botão nuclear? E ainda colocaram um Papa argentino para falar por mim. Dá pra acreditar? Argentino!!!!. Eu ando tão desconcentrado que nos últimos tempos tentei matar o Valdomiro Chapeludo duas vezes, com faca, com barco, e falhei. Sabe lá o que é o cara passar o dia pedindo grana no teu nome? Pior é que ele diz que sobreviveu porque eu ajudei o cara. Ou seja, além do fracasso, vem a difamação.

    Mas a Odebrecht. Vamos lá. É bem verdade que o Emílio prometeu alguns dízimos e não pagou todos. Questões conjunturais, diz ele. Parece que secaram as fontes de financiamento. Alguma coisa a ver com um tal de BNDES. Sei lá que porra é isso. Sabe lá o que é ter que cuidar da Síria e de posto de gasolina em Curitiba ao mesmo tempo?
    No Brasil, eu só ouço as orações da Dilma. Não para atender, mas porque o português dela é hilariante. Eu também preciso me divertir de vez em quando.
    Os defeitos do planeta não foram corrigidos como previa o contrato, é fato, mas eles dizem que era o primeiro mundo que eles faziam e que nos próximos eles vão caprichar mais.
    Mas eu tô cansando desse troço de fazer mundo. Acho que eu já tô velho demais para isso. Sabe, quando a gente faz a Letícia Spiller  ninguém elogia. Daí sai um Nestor Cerveró da linha de montagem e é só cacetada.
    Mas, se mudar de opinião,  não sei se voltaria a contratar eles. Me falaram de uma tal de OAS. Sua excelência sabe se eles são melhores?”

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    Deus dá depoimento sobre a Odebrecht

    “Juiz Moro:
    Confesso que subcontratei a Odebrecht para fazer o mundo. Mas existem atenuantes que devem ser levadas em conta. Tinha a exiguidade do prazo. Me deram 7 dias e pelas normas do sindicato eu tinha que folgar no sétimo dia. Nem eu entendo a razão dessa pressa toda. Afinal, antes do Big Bang não havia nem tempo nem espaço. Mas parece que ia ficar bem na Bíblia. Sem falar que eu tinha um assistente, o Lúcifer, que era de confiança e abandonou o cargo para entrar no grupo dos “Anjos Caídos”. Parece que ele foi recrutado por um satanista famoso, um certo Temer, mas isso são especulações. Tenho que admitir que a obra ficou bem longe das especificações. Tinha áreas com terremoto, vulcões, sujeitas à furacões. Tinha até um tal de Acre, vê se pode?
    Eu mesmo fiquei meio pu… digo, irado, com os aditamentos ao projeto. Em dado momento, há 144 milhões de anos, eu mesmo mandei um asteroide para destruir o que tinha lá e recomeçar. Essa é a atitude que mais me arrependo. Tinha uns lagartinhos lá que eu gostava muito e eles acabaram.
    Mas minhas relações com a Odebrecht sempre foram marcadas pelo mais elevado patriotismo e por conversas republicanas. Eles reformaram um pedaço do céu para fazer um campo de golfe? Sim, mas não era para mim, era para as visitas. Eu mesmo odeio golfe e até mandei o Tiger Woods para ver se eu acabava com essa mer… digo, com esse esporte chato, que nem dá pra acompanhar pela TV. Mas tem um pessoal que gosta. E quem não gostava agora acha legal porque tem um pervertido jogando. Esse pessoal da Terra é Fo… fogo. Saudades do tempo em que eu transformava eles em estátuas de sal. Mas agora, com o politicamente correto, nem pensar.
    Se eu e o Emílio somos amigos? Bem, para dizer a verdade, ele tem me procurado muito nos últimos meses. Alguma coisa a ver com lavagem de carro ou um posto em Curitiba. Eu sempre digo que não estou. É que com essa posse do Trump eu ando trabalhando feito um louco. Você imagina quantas vezes eu tirei o dedo dele do botão nuclear? E ainda colocaram um Papa argentino para falar por mim. Dá pra acreditar? Argentino!!!!. Eu ando tão desconcentrado que nos últimos tempos tentei matar o Valdomiro Chapeludo duas vezes, com faca, com barco, e falhei. Sabe lá o que é o cara passar o dia pedindo grana no teu nome? Pior é que ele diz que sobreviveu porque eu ajudei o cara. Ou seja, além do fracasso, vem a difamação.

    Mas a Odebrecht. Vamos lá. É bem verdade que o Emílio prometeu alguns dízimos e não pagou todos. Questões conjunturais, diz ele. Parece que secaram as fontes de financiamento. Alguma coisa a ver com um tal de BNDES. Sei lá que porra é isso. Sabe lá o que é ter que cuidar da Síria e de posto de gasolina em Curitiba ao mesmo tempo?
    No Brasil, eu só ouço as orações da Dilma. Não para atender, mas porque o português dela é hilariante. Eu também preciso me divertir de vez em quando.
    Os defeitos do planeta não foram corrigidos como previa o contrato, é fato, mas eles dizem que era o primeiro mundo que eles faziam e que nos próximos eles vão caprichar mais.
    Mas eu tô cansando desse troço de fazer mundo. Acho que eu já tô velho demais para isso. Sabe, quando a gente faz a Letícia Spiller  ninguém elogia. Daí sai um Nestor Cerveró da linha de montagem e é só cacetada.
    Mas, se mudar de opinião,  não sei se voltaria a contratar eles. Me falaram de uma tal de OAS. Sua excelência sabe se eles são melhores?”

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    Denúncia: A Promíscua Relação entre a Odebrecht e a República dos Bananas

    download (1)

    Vazamento do depoimento de Renzo Mora em Curitiba

    “Bom, Excelência, é o seguinte:

    Com o disfarce de blog “satírico”, todos sabem que a República dos Bananas é um instrumento do establishment para manter o status quo e favorecer as roubalheiras que assolam nosso pátria amada.

    Foi desta forma que Edson Aran, o líder desta organização criminosa, me encarregou de encontrar com o líder da Odebrecht, o Príncipe Marcelo. Com sua impagável (reconheço) imitação de Genival Inácio da Silva, o “Vavá”, o mais velho dos seis irmãos do presidente Lula, Aran disse: “Vê se arruma dois pau pra eu”.

    Com essa orientação, segui para a paradisíaca mansão de Marcelinho. Estranhei a ausência do mordomo, assim como a lareira acesa. Porra, tava um calor do caralho.

    Marcelinho é um sedutor.

    Exibiu sua exclusiva coleção de DVDs da série “The Real Housewives of Orange County”, que me provocou inveja e admiração. Porra, o Príncipe tem um bom gosto da porra. Depois, sentados em sua chaise longue, o que nos aproximava de forma sedutora e erótica, ele tomou em suas mãos o livro de Michel Temer. Notei uma carinhosa dedicatória: “Marce-lo-ei: Sê-lo-ei sempre seu amigo. Temer. PS – Vê se arruma 10 milhões pra eu e pro PMDB”.

    Livro em punho, Marcelo, com sua voz cálida, leu os poemas do então vice-presidente.

    “Embarquei na tua nau

    Sem rumo. Eu e tu.

    Tu, porque não sabias

    Para onde querias ir.

    Eu, porque já tomei muitos rumos

    Sem chegar a lugar nenhum”

    Não sei se foi a lareira, a voz de Marcelo, o lirismo de Temer, o desconforto daquela porra de chaise longue, mas súbito esqueci a grana e me atirei em seus braços. Seguiu-se um beijo molhado. Nossos corpos eram um só.

    “Renzo, eu tenho gostos peculiares, você não entenderia” disse Marcelo.

    “Mostra-me, meu Christian Grey subnutrido” disse eu.

    Ele então me levou a uma sala decorada exclusivamente com maquetes do Itaquerão.

    “Isso vai ficar uma merda, hein” comentei eu.

    Depois de uma noite de amor, romance e uso pornográfico de peças da maquete do Instituto Lula, que prefiro não detalhar, voltei para a redação do República dos Bananas.

    “Cadê a grana? ” Perguntou-me Aran.

    “O que é a grana perto do amor verdadeiro?” disse eu.

    Aran me encheu de porrada e não fala comigo desde aquele episódio.

    É isso, caro Moro.  Se amar é crime, prenda-me juiz.”

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    Denúncia: A Promíscua Relação entre a Odebrecht e a República dos Bananas

    Vazamento do depoimento de Renzo Mora em Curitiba

    “Bom, Excelência, é o seguinte:

    Com o disfarce de blog “satírico”, todos sabem que a República dos Bananas é um instrumento do establishment para manter o status quo e favorecer as roubalheiras que assolam nosso pátria amada.

    Foi desta forma que Edson Aran, o líder desta organização criminosa, me encarregou de encontrar com o líder da Odebrecht, o Príncipe Marcelo. Com sua impagável (reconheço) imitação de Genival Inácio da Silva, o “Vavá”, o mais velho dos seis irmãos do presidente Lula, Aran disse: “Vê se arruma dois pau pra eu”.

    Com essa orientação, segui para a paradisíaca mansão de Marcelinho. Estranhei a ausência do mordomo, assim como a lareira acesa. Porra, tava um calor do caralho.

    Marcelinho é um sedutor.

    Exibiu sua exclusiva coleção de DVDs da série “The Real Housewives of Orange County”, que me provocou inveja e admiração. Porra, o Príncipe tem um bom gosto da porra. Depois, sentados em sua chaise longue, o que nos aproximava de forma sedutora e erótica, ele tomou em suas mãos o livro de Michel Temer. Notei uma carinhosa dedicatória: “Marce-lo-ei: Sê-lo-ei sempre seu amigo. Temer. PS – Vê se arruma 10 milhões pra eu e pro PMDB”.

    Livro em punho, Marcelo, com sua voz cálida, leu os poemas do então vice-presidente.

    “Embarquei na tua nau

    Sem rumo. Eu e tu.

    Tu, porque não sabias

    Para onde querias ir.

    Eu, porque já tomei muitos rumos

    Sem chegar a lugar nenhum”

    Não sei se foi a lareira, a voz de Marcelo, o lirismo de Temer, o desconforto daquela porra de chaise longue, mas súbito esqueci a grana e me atirei em seus braços. Seguiu-se um beijo molhado. Nossos corpos eram um só.

    “Renzo, eu tenho gostos peculiares, você não entenderia” disse Marcelo.

    “Mostra-me, meu Christian Grey subnutrido” disse eu.

    Ele então me levou a uma sala decorada exclusivamente com maquetes do Itaquerão.

    “Isso vai ficar uma merda, hein” comentei eu.

    Depois de uma noite de amor, romance e uso pornográfico de peças da maquete do Instituto Lula, que prefiro não detalhar, voltei para a redação do República dos Bananas.

    “Cadê a grana? ” Perguntou-me Aran.

    “O que é a grana perto do amor verdadeiro?” disse eu.

    Aran me encheu de porrada e não fala comigo desde aquele episódio.

    É isso, caro Moro.  Se amar é crime, prenda-me juiz.”

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    Denúncia: A Promíscua Relação entre a Odebrecht e a República dos Bananas

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    “Bom, Excelência, é o seguinte:

    Com o disfarce de blog “satírico”, todos sabem que a República dos Bananas é um instrumento do establishment para manter o status quo e favorecer as roubalheiras que assolam nosso pátria amada.

    Foi desta forma que Edson Aran, o líder desta organização criminosa, me encarregou de encontrar com o líder da Odebrecht, o Príncipe Marcelo. Com sua impagável (reconheço) imitação de Genival Inácio da Silva, o “Vavá”, o mais velho dos seis irmãos do presidente Lula, Aran disse: “Vê se arruma dois pau pra eu”.

    Com essa orientação, segui para a paradisíaca mansão de Marcelinho. Estranhei a ausência do mordomo, assim como a lareira acesa. Porra, tava um calor do caralho.

    Marcelinho é um sedutor.

    Exibiu sua exclusiva coleção de DVDs da série “The Real Housewives of Orange County”, que me provocou inveja e admiração. Porra, o Príncipe tem um bom gosto da porra. Depois, sentados em sua chaise longue, o que nos aproximava de forma sedutora e erótica, ele tomou em suas mãos o livro de Michel Temer. Notei uma carinhosa dedicatória: “Marce-lo-ei: Sê-lo-ei sempre seu amigo. Temer. PS – Vê se arruma 10 milhões pra eu e pro PMDB”.

    Livro em punho, Marcelo, com sua voz cálida, leu os poemas do então vice-presidente.

    “Embarquei na tua nau

    Sem rumo. Eu e tu.

    Tu, porque não sabias

    Para onde querias ir.

    Eu, porque já tomei muitos rumos

    Sem chegar a lugar nenhum”

    Não sei se foi a lareira, a voz de Marcelo, o lirismo de Temer, o desconforto daquela porra de chaise longue, mas súbito esqueci a grana e me atirei em seus braços. Seguiu-se um beijo molhado. Nossos corpos eram um só.

    “Renzo, eu tenho gostos peculiares, você não entenderia” disse Marcelo.

    “Mostra-me, meu Christian Grey subnutrido” disse eu.

    Ele então me levou a uma sala decorada exclusivamente com maquetes do Itaquerão.

    “Isso vai ficar uma merda, hein” comentei eu.

    Depois de uma noite de amor, romance e uso pornográfico de peças da maquete do Instituto Lula, que prefiro não detalhar, voltei para a redação do República dos Bananas.

    “Cadê a grana? ” Perguntou-me Aran.

    “O que é a grana perto do amor verdadeiro?” disse eu.

    Aran me encheu de porrada e não fala comigo desde aquele episódio.

    É isso, caro Moro.  Se amar é crime, prenda-me juiz.”

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    Renzo Mora resenha “A Vida Sexual De Jesus Cristo”, de Edson Aran

    32972

    O livro e candidato à best seller de Edson Aran, “A Vida Sexual de Jesus Cristo”,  retoma uma longa tradição de romancear a vida de JC – uma linha em que Norman Mailer (em “O Evangelho Segundo o Filho”), José Saramago (“O Evangelho segundo Jesus Cristo”), Nikos Kazantsakis (“A Última Tentação de Cristo”) e J.J. Benítez (“Operação Cavalo de Troia”) já entraram e  quebraram unanimemente  a cara.

    Mas não Edson Aran.

    Não por ser meu chefe no “República dos Bananas” – longe disso, não sou puxa saco – reforço que  o fato de eu considerá-lo o maior autor de todos os tempos e ainda por cima um gato não tem nada a ver com minha subordinação hierárquica – mas os originais inéditos a que tive acesso de Aran superam largamente os demais competidores.

    A cena em que Cristo leva Maria Madalena para tomar uma água em sua choupana e dá um porre de vinho na moça como instrumento de sedução é antológica.

    O autor me confidenciou que a cena não foi inventada e que consta nos “evangelhos apócrifos“, a coletânea de textos – alguns dos quais anônimos – escritos nos primeiros séculos do cristianismo, vetados no Primeiro Concílio de Niceia. Em nome da objetividade jornalistica, tenho que revelar que ele disse isso depois de tomar 15 uísques, me dizer que era um inca venuziano e que tinha sequestrado o garoto do Acre.

    O capítulo em que Jesus está pregado na cruz e canta uma fiel (“não faça nenhum plano para daqui a três dias que eu vou voltar fervendo”), embora não esteja nos cânones bíblicos clássicos, é uma extrapolação literária de extraordinária beleza.

    O Cristo de Aran mostra um raro senso de humor (em uma cena, diante da perspectiva de crucificação, ele diz aos legionários romanos “me tira dessa que não sou chegado a ficar perto de pau”).

    Quando o diabo tenta o Salvador por quarenta dias no deserto, ele diz “se você jogar a Letícia Spiller e um Iphone 7 vermelho na parada, tô dentro”. A negociação não avança porque nenhum dos dois havia sido inventado na ocasião.

    Aran vem enfrentando resistências para publicar sua obra. O Papa Francisco comentou em uma reunião com bispos na Santa Sé “o livro de Aran é sacrílego, pecaminoso e digno do fogo do inferno. Mas eu ri pra caralho”

    Espero que essas resistências sejam vencidas e o livro publicado.

    Ou, se não forem vencidas e o livro publicado, que o Salman Rushdie arrume um quartinho em seu apartamento londrino para acolher o comandante  da nau capitânia  “República das Bananas”.

     

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    Renzo Mora resenha “A Vida Sexual De Jesus Cristo”, de Edson Aran

    O livro e candidato à best seller de Edson Aran, “A Vida Sexual de Jesus Cristo”,  retoma uma longa tradição de romancear a vida de JC – uma linha em que Norman Mailer (em “O Evangelho Segundo o Filho”), José Saramago (“O Evangelho segundo Jesus Cristo”), Nikos Kazantsakis (“A Última Tentação de Cristo”) e J.J. Benítez (“Operação Cavalo de Troia”) já entraram e  quebraram unanimemente  a cara.

    Mas não Edson Aran.

    Não por ser meu chefe no “República dos Bananas” – longe disso, não sou puxa saco – reforço que  o fato de eu considerá-lo o maior autor de todos os tempos e ainda por cima um gato não tem nada a ver com minha subordinação hierárquica – mas os originais inéditos a que tive acesso de Aran superam largamente os demais competidores.

    A cena em que Cristo leva Maria Madalena para tomar uma água em sua choupana e dá um porre de vinho na moça como instrumento de sedução é antológica.

    O autor me confidenciou que a cena não foi inventada e que consta nos “evangelhos apócrifos“, a coletânea de textos – alguns dos quais anônimos – escritos nos primeiros séculos do cristianismo, vetados no Primeiro Concílio de Niceia. Em nome da objetividade jornalistica, tenho que revelar que ele disse isso depois de tomar 15 uísques, me dizer que era um inca venuziano e que tinha sequestrado o garoto do Acre.

    O capítulo em que Jesus está pregado na cruz e canta uma fiel (“não faça nenhum plano para daqui a três dias que eu vou voltar fervendo”), embora não esteja nos cânones bíblicos clássicos, é uma extrapolação literária de extraordinária beleza.

    O Cristo de Aran mostra um raro senso de humor (em uma cena, diante da perspectiva de crucificação, ele diz aos legionários romanos “me tira dessa que não sou chegado a ficar perto de pau”).

    Quando o diabo tenta o Salvador por quarenta dias no deserto, ele diz “se você jogar a Letícia Spiller e um Iphone 7 vermelho na parada, tô dentro”. A negociação não avança porque nenhum dos dois havia sido inventado na ocasião.

    Aran vem enfrentando resistências para publicar sua obra. O Papa Francisco comentou em uma reunião com bispos na Santa Sé “o livro de Aran é sacrílego, pecaminoso e digno do fogo do inferno. Mas eu ri pra caralho”

    Espero que essas resistências sejam vencidas e o livro publicado.

    Ou, se não forem vencidas e o livro publicado, que o Salman Rushdie arrume um quartinho em seu apartamento londrino para acolher o comandante  da nau capitânia  “República das Bananas”.

     

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    Renzo Mora resenha “A Vida Sexual De Jesus Cristo”, de Edson Aran

    O livro e candidato à best seller de Edson Aran, “A Vida Sexual de Jesus Cristo”,  retoma uma longa tradição de romancear a vida de JC – uma linha em que Norman Mailer (em “O Evangelho Segundo o Filho”), José Saramago (“O Evangelho segundo Jesus Cristo”), Nikos Kazantsakis (“A Última Tentação de Cristo”) e J.J. Benítez (“Operação Cavalo de Troia”) já entraram e  quebraram unanimemente  a cara.

    Mas não Edson Aran.

    Não por ser meu chefe no “República dos Bananas” – longe disso, não sou puxa saco – reforço que  o fato de eu considerá-lo o maior autor de todos os tempos e ainda por cima um gato não tem nada a ver com minha subordinação hierárquica – mas os originais inéditos a que tive acesso de Aran superam largamente os demais competidores.

    A cena em que Cristo leva Maria Madalena para tomar uma água em sua choupana e dá um porre de vinho na moça como instrumento de sedução é antológica.

    O autor me confidenciou que a cena não foi inventada e que consta nos “evangelhos apócrifos“, a coletânea de textos – alguns dos quais anônimos – escritos nos primeiros séculos do cristianismo, vetados no Primeiro Concílio de Niceia. Em nome da objetividade jornalistica, tenho que revelar que ele disse isso depois de tomar 15 uísques, me dizer que era um inca venuziano e que tinha sequestrado o garoto do Acre.

    O capítulo em que Jesus está pregado na cruz e canta uma fiel (“não faça nenhum plano para daqui a três dias que eu vou voltar fervendo”), embora não esteja nos cânones bíblicos clássicos, é uma extrapolação literária de extraordinária beleza.

    O Cristo de Aran mostra um raro senso de humor (em uma cena, diante da perspectiva de crucificação, ele diz aos legionários romanos “me tira dessa que não sou chegado a ficar perto de pau”).

    Quando o diabo tenta o Salvador por quarenta dias no deserto, ele diz “se você jogar a Letícia Spiller e um Iphone 7 vermelho na parada, tô dentro”. A negociação não avança porque nenhum dos dois havia sido inventado na ocasião.

    Aran vem enfrentando resistências para publicar sua obra. O Papa Francisco comentou em uma reunião com bispos na Santa Sé “o livro de Aran é sacrílego, pecaminoso e digno do fogo do inferno. Mas eu ri pra caralho”

    Espero que essas resistências sejam vencidas e o livro publicado.

    Ou, se não forem vencidas e o livro publicado, que o Salman Rushdie arrume um quartinho em seu apartamento londrino para acolher o comandante  da nau capitânia  “República das Bananas”.

     

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    Kid Bengala avalia o Oscarizado “O Apartamento”

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    O respeitado “República dos Bananas”, levando em conta minha vasta experiência cinematográfica, me convidou para resenhar os filmes cabeça em exibição.

    Renzo Mora, o colunista esquisitão do site, deu as mãos para mim e me levou até o Cine Belas Artes ver a obra iraquiana, iraniana, ariana … sei lá, uma porra dessas …  “O Apartamento”.

    Perdi o começo porque o respeitado autor, redator e articulista ficou do meu lado no mictório fingindo urinar só para ficar olhando meu pau. Dei umas porradas no renomado intelectual e finalmente sentamos – o “manja rola” bem longe de mim, claro.

    O filme, devo confessar, é uma merda.

    O casal encena “A Morte do Caixeiro Viajante”, de Arthur Miller. Meus, os caras são muito mané. Imagina se existe uma peça com esse nome? Quem é idiota que escreveria uma peça que conta o final no título? Mas tudo bem, continuei vendo.

    Cinema, afinal,  é a suspensão da incredulidade.

    Daí cai uma porra de um edifício e pode-se ver que Asghar Farhadi, o diretor, tenta traçar um paralelo com grande aderência entre arte e vida, sendo que a peça e a vida dos atores convergem para um mesmo ponto, digamos,  singular.

    Tudo isso acontece sem ninguém comer ninguém. Nos meus filmes, eu já teria traçado o casal, o diretor, o Caixeiro Viajante e o tal do Arthur Miller. E teria derrubado o edifício com a caceta, tipo Vingadores.

    Mas nada. Nem um picirico.

    Emad e Rana, o casal chato pra cacete, acabam sendo obrigados a deixar o edifício em que moram, que ameaça desabar por problemas na estrutura e precisa ser demolido.

    Me identifico.

    Uma vez fiz um filme com a Patrícia Kimberly e a Soraya Carioca em que quebramos a cama e ela teve de ser jogada fora. A cama, não a Soraya Carioca.

    Manjo dessas coisas de infraestrutura terceiro-mundista.

    Eles vão para um apartamento vago.

    “Lá vem a putaria”, penso eu. Apartamento vago, o casalzinho desamparado, aquele climão.

    Picas.

    Não acontece nada.

    A antiga moradora do local deixou alguns pertences pessoais trancados em um cômodo, o que incomoda a mocinha.

    Ela quer ver o que tem lá. Mulher é foda. Curiosa pra caralho. Pode ser iraniana, brasileira, freira.

    Lá dentro deve ter um consolo de uns 40 centímetros, imagino. Ou uma lâmpada mágica de onde sai um cara como eu fantasiado de gênio e traça todo mundo. Filme iraniano, né. As mil e uma noites. Jeannie é um gênio. Aquelas coisas orientais. Aliás, já fiz um filme assim. “As mil e uma noites de pirocadas”. Puta filme. Eu pareço o Shazam do desenho animado. Figurino show.

    Mas não.

    Ninguém sabe o que tem lá.

    A porra do apartamento é invadido e a mocinha finalmente vai ser comida, imagino, já que o marido não cumpre a função.

    Não – ela vai parar no hospital.

    Me identifico.

    Cismaram de fazer um filme comigo e uma anã e ela teve que ir para o hospital com descolamento das amídalas.

    Manjo dessas coisas de anatomia.

    Bom, no mínimo vai entrar no quarto da personagem no hospital uma enfermeira de decotão e calcinha preta. Já fiz uns cinco filmes assim. Em um deles, para efeito cômico, coloco o estetoscópio balançando na piroca.

    Mas não.

    Lembro de que disseram que o interesse narrativo de Farhadi está sempre “no vago, no ausente, no silêncio, pois é essa falta de informações que fomenta toda a trama, de modo que sua câmera aqui é muito empregada em espaços mortos, ambientes vazios, nunca chegando de fato a alcançar os momentos-chave reveladores”.

    Ou seja, os caras pagam pau para essa porra de câmera apontando para a parede. E acham isso legal. A narrativa do ausente. Ah, vai chupoar uma piroca.

    Os chatos continuam discutindo uma porra de uma peça.

    Talvez o filme melhore no final, mas depois de meia hora sem ninguém comer ninguém, saí do cinema, não sem antes dar mais umas porradas no tal de Renzo Mora, aquele manja rola do caralho.

    Enfim, pra olhar para parede de apartamento eu fico em casa.

    Sem pagar ingresso e sem ser visto ao lado do tal de Renzo Mora.

    Filme de merda.

    Vão dar meia hora de bunda para… bem, para mim mesmo.

    Comentário de Renzo Mora: Nosso publisher, o Sr. Edson Aran, plagiando a Folha de São Paulo, adotou uma nova política editorial em que todos os fatos devem ser checados antes da publicação. “Sua excelência, o leitor” diz ele. Argumentei que sua excelência é o caralho já que eles leem essa porra de graça. Fui voto vencido. E ainda fui obrigado a ir no cinema com o Kid Bengala – ou alguém bem parecido. Em nome desta política, compete a mim informar que não tenho certeza se o crítico era realmente o Kid Bengala. Tentei averiguar no banheiro, mas foi impossível devido a fatos que não vou detalhar. Só para resumir, estou proibido de entrar no Belas Artes. Minha foto está ao lado da bilheteria. Tudo bem. Enfia o cinema no cu. Nem 3D eles têm naquela porra.

    Kid, me liga.

    Está tudo perdoado.

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    Kid Bengala avalia o Oscarizado “O Apartamento”

    O respeitado “República dos Bananas”, levando em conta minha vasta experiência cinematográfica, me convidou para resenhar os filmes cabeça em exibição.

    Renzo Mora, o colunista esquisitão do site, deu as mãos para mim e me levou até o Cine Belas Artes ver a obra iraquiana, iraniana, ariana … sei lá, uma porra dessas …  “O Apartamento”.

    Perdi o começo porque o respeitado autor, redator e articulista ficou do meu lado no mictório fingindo urinar só para ficar olhando meu pau. Dei umas porradas no renomado intelectual e finalmente sentamos – o “manja rola” bem longe de mim, claro.

    O filme, devo confessar, é uma merda.

    O casal encena “A Morte do Caixeiro Viajante”, de Arthur Miller. Meus, os caras são muito mané. Imagina se existe uma peça com esse nome? Quem é idiota que escreveria uma peça que conta o final no título? Mas tudo bem, continuei vendo.

    Cinema, afinal,  é a suspensão da incredulidade.

    Daí cai uma porra de um edifício e pode-se ver que Asghar Farhadi, o diretor, tenta traçar um paralelo com grande aderência entre arte e vida, sendo que a peça e a vida dos atores convergem para um mesmo ponto, digamos,  singular.

    Tudo isso acontece sem ninguém comer ninguém. Nos meus filmes, eu já teria traçado o casal, o diretor, o Caixeiro Viajante e o tal do Arthur Miller. E teria derrubado o edifício com a caceta, tipo Vingadores.

    Mas nada. Nem um picirico.

    Emad e Rana, o casal chato pra cacete, acabam sendo obrigados a deixar o edifício em que moram, que ameaça desabar por problemas na estrutura e precisa ser demolido.

    Me identifico.

    Uma vez fiz um filme com a Patrícia Kimberly e a Soraya Carioca em que quebramos a cama e ela teve de ser jogada fora. A cama, não a Soraya Carioca.

    Manjo dessas coisas de infraestrutura terceiro-mundista.

    Eles vão para um apartamento vago.

    “Lá vem a putaria”, penso eu. Apartamento vago, o casalzinho desamparado, aquele climão.

    Picas.

    Não acontece nada.

    A antiga moradora do local deixou alguns pertences pessoais trancados em um cômodo, o que incomoda a mocinha.

    Ela quer ver o que tem lá. Mulher é foda. Curiosa pra caralho. Pode ser iraniana, brasileira, freira.

    Lá dentro deve ter um consolo de uns 40 centímetros, imagino. Ou uma lâmpada mágica de onde sai um cara como eu fantasiado de gênio e traça todo mundo. Filme iraniano, né. As mil e uma noites. Jeannie é um gênio. Aquelas coisas orientais. Aliás, já fiz um filme assim. “As mil e uma noites de pirocadas”. Puta filme. Eu pareço o Shazam do desenho animado. Figurino show.

    Mas não.

    Ninguém sabe o que tem lá.

    A porra do apartamento é invadido e a mocinha finalmente vai ser comida, imagino, já que o marido não cumpre a função.

    Não – ela vai parar no hospital.

    Me identifico.

    Cismaram de fazer um filme comigo e uma anã e ela teve que ir para o hospital com descolamento das amídalas.

    Manjo dessas coisas de anatomia.

    Bom, no mínimo vai entrar no quarto da personagem no hospital uma enfermeira de decotão e calcinha preta. Já fiz uns cinco filmes assim. Em um deles, para efeito cômico, coloco o estetoscópio balançando na piroca.

    Mas não.

    Lembro de que disseram que o interesse narrativo de Farhadi está sempre “no vago, no ausente, no silêncio, pois é essa falta de informações que fomenta toda a trama, de modo que sua câmera aqui é muito empregada em espaços mortos, ambientes vazios, nunca chegando de fato a alcançar os momentos-chave reveladores”.

    Ou seja, os caras pagam pau para essa porra de câmera apontando para a parede. E acham isso legal. A narrativa do ausente. Ah, vai chupoar uma piroca.

    Os chatos continuam discutindo uma porra de uma peça.

    Talvez o filme melhore no final, mas depois de meia hora sem ninguém comer ninguém, saí do cinema, não sem antes dar mais umas porradas no tal de Renzo Mora, aquele manja rola do caralho.

    Enfim, pra olhar para parede de apartamento eu fico em casa.

    Sem pagar ingresso e sem ser visto ao lado do tal de Renzo Mora.

    Filme de merda.

    Vão dar meia hora de bunda para… bem, para mim mesmo.

    Comentário de Renzo Mora: Nosso publisher, o Sr. Edson Aran, plagiando a Folha de São Paulo, adotou uma nova política editorial em que todos os fatos devem ser checados antes da publicação. “Sua excelência, o leitor” diz ele. Argumentei que sua excelência é o caralho já que eles leem essa porra de graça. Fui voto vencido. E ainda fui obrigado a ir no cinema com o Kid Bengala – ou alguém bem parecido. Em nome desta política, compete a mim informar que não tenho certeza se o crítico era realmente o Kid Bengala. Tentei averiguar no banheiro, mas foi impossível devido a fatos que não vou detalhar. Só para resumir, estou proibido de entrar no Belas Artes. Minha foto está ao lado da bilheteria. Tudo bem. Enfia o cinema no cu. Nem 3D eles têm naquela porra.

    Kid, me liga.

    Está tudo perdoado.

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    Kid Bengala avalia o Oscarizado “O Apartamento”

    O respeitado “República dos Bananas”, levando em conta minha vasta experiência cinematográfica, me convidou para resenhar os filmes cabeça em exibição.

    Renzo Mora, o colunista esquisitão do site, deu as mãos para mim e me levou até o Cine Belas Artes ver a obra iraquiana, iraniana, ariana … sei lá, uma porra dessas …  “O Apartamento”.

    Perdi o começo porque o respeitado autor, redator e articulista ficou do meu lado no mictório fingindo urinar só para ficar olhando meu pau. Dei umas porradas no renomado intelectual e finalmente sentamos – o “manja rola” bem longe de mim, claro.

    O filme, devo confessar, é uma merda.

    O casal encena “A Morte do Caixeiro Viajante”, de Arthur Miller. Meus, os caras são muito mané. Imagina se existe uma peça com esse nome? Quem é idiota que escreveria uma peça que conta o final no título? Mas tudo bem, continuei vendo.

    Cinema, afinal,  é a suspensão da incredulidade.

    Daí cai uma porra de um edifício e pode-se ver que Asghar Farhadi, o diretor, tenta traçar um paralelo com grande aderência entre arte e vida, sendo que a peça e a vida dos atores convergem para um mesmo ponto, digamos,  singular.

    Tudo isso acontece sem ninguém comer ninguém. Nos meus filmes, eu já teria traçado o casal, o diretor, o Caixeiro Viajante e o tal do Arthur Miller. E teria derrubado o edifício com a caceta, tipo Vingadores.

    Mas nada. Nem um picirico.

    Emad e Rana, o casal chato pra cacete, acabam sendo obrigados a deixar o edifício em que moram, que ameaça desabar por problemas na estrutura e precisa ser demolido.

    Me identifico.

    Uma vez fiz um filme com a Patrícia Kimberly e a Soraya Carioca em que quebramos a cama e ela teve de ser jogada fora. A cama, não a Soraya Carioca.

    Manjo dessas coisas de infraestrutura terceiro-mundista.

    Eles vão para um apartamento vago.

    “Lá vem a putaria”, penso eu. Apartamento vago, o casalzinho desamparado, aquele climão.

    Picas.

    Não acontece nada.

    A antiga moradora do local deixou alguns pertences pessoais trancados em um cômodo, o que incomoda a mocinha.

    Ela quer ver o que tem lá. Mulher é foda. Curiosa pra caralho. Pode ser iraniana, brasileira, freira.

    Lá dentro deve ter um consolo de uns 40 centímetros, imagino. Ou uma lâmpada mágica de onde sai um cara como eu fantasiado de gênio e traça todo mundo. Filme iraniano, né. As mil e uma noites. Jeannie é um gênio. Aquelas coisas orientais. Aliás, já fiz um filme assim. “As mil e uma noites de pirocadas”. Puta filme. Eu pareço o Shazam do desenho animado. Figurino show.

    Mas não.

    Ninguém sabe o que tem lá.

    A porra do apartamento é invadido e a mocinha finalmente vai ser comida, imagino, já que o marido não cumpre a função.

    Não – ela vai parar no hospital.

    Me identifico.

    Cismaram de fazer um filme comigo e uma anã e ela teve que ir para o hospital com descolamento das amídalas.

    Manjo dessas coisas de anatomia.

    Bom, no mínimo vai entrar no quarto da personagem no hospital uma enfermeira de decotão e calcinha preta. Já fiz uns cinco filmes assim. Em um deles, para efeito cômico, coloco o estetoscópio balançando na piroca.

    Mas não.

    Lembro de que disseram que o interesse narrativo de Farhadi está sempre “no vago, no ausente, no silêncio, pois é essa falta de informações que fomenta toda a trama, de modo que sua câmera aqui é muito empregada em espaços mortos, ambientes vazios, nunca chegando de fato a alcançar os momentos-chave reveladores”.

    Ou seja, os caras pagam pau para essa porra de câmera apontando para a parede. E acham isso legal. A narrativa do ausente. Ah, vai chupoar uma piroca.

    Os chatos continuam discutindo uma porra de uma peça.

    Talvez o filme melhore no final, mas depois de meia hora sem ninguém comer ninguém, saí do cinema, não sem antes dar mais umas porradas no tal de Renzo Mora, aquele manja rola do caralho.

    Enfim, pra olhar para parede de apartamento eu fico em casa.

    Sem pagar ingresso e sem ser visto ao lado do tal de Renzo Mora.

    Filme de merda.

    Vão dar meia hora de bunda para… bem, para mim mesmo.

    Comentário de Renzo Mora: Nosso publisher, o Sr. Edson Aran, plagiando a Folha de São Paulo, adotou uma nova política editorial em que todos os fatos devem ser checados antes da publicação. “Sua excelência, o leitor” diz ele. Argumentei que sua excelência é o caralho já que eles leem essa porra de graça. Fui voto vencido. E ainda fui obrigado a ir no cinema com o Kid Bengala – ou alguém bem parecido. Em nome desta política, compete a mim informar que não tenho certeza se o crítico era realmente o Kid Bengala. Tentei averiguar no banheiro, mas foi impossível devido a fatos que não vou detalhar. Só para resumir, estou proibido de entrar no Belas Artes. Minha foto está ao lado da bilheteria. Tudo bem. Enfia o cinema no cu. Nem 3D eles têm naquela porra.

    Kid, me liga.

    Está tudo perdoado.

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    Cantadas do Kid Bengala Para Pegar Feministas

    KID290

    Atenção: Essas cantadas valem exclusivamente para o Kid Bengala. Ou para o Ron Jeremy.
    1 – “Ninguém nasce mulher: torna-se mulher”, já dizia a Simone de Beauvoir. Mas só eu posso te pegar no colo, te deitar no solo e te fazer mulher com 45 centímetros
    2 – É detestável que gente como o Donald Trump seja machista a ponto de achar que pode agarrar mulheres pela genitália só porque é rico e famoso. Não concordo com isso, mas só para você saber: se eu quisesse tocar tua genitália, podia fazer isso a 45 centímetros de distância e sem usar as mãos.
    3 – Clarice Lispector é que tinha razão. “Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.” Falando nisso, já mergulhaste em 45 centímetros?
    4 – A Anaïs Nin dizia: “Ajusto-me a mim, não ao mundo”. Tem muita sabedoria nisso. Por exemplo, só pra você saber, para se ajustar a mim tem que se ajustar a 45 centímetros…
    5 – Eu sempre leio a Elizabeth Gould Davis que diz que o homem é uma fêmea imperfeita. Tá certa ela. Não que eu queira fazer propaganda, mas para ser uma fêmea perfeita eu ia ter que cortar 45 centímetros…
    6 – Uma mulher sem um homem é como um peixe sem uma bicicleta, já dizia a Gloria Steinem. Por sinal, você quer ver uma bicicleta com um guidão de 45 centímetros?
    7 – Nenhuma mulher tem um orgasmo a limpar o chão da cozinha, dizia a Betty Friedan. Mas só para você saber, eu consigo limpar o chão da cozinha sem usar esfregão usando uma parte do meu corpo que também serve pra dar orgasmo.
    8 – Eu sempre fico comovido com aquela frase da Virginia Woolf, de que as mulheres têm servido todos esses séculos como óculos para ver possuindo o poder mágico e delicioso de refletir a figura do homem com o dobro do seu tamanho natural. Mas só para tua informação, com os óculos dela eu tenho quase um metro…

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    Cantadas do Kid Bengala Para Pegar Feministas

    Atenção: Essas cantadas valem exclusivamente para o Kid Bengala. Ou para o Ron Jeremy.
    1 – “Ninguém nasce mulher: torna-se mulher”, já dizia a Simone de Beauvoir. Mas só eu posso te pegar no colo, te deitar no solo e te fazer mulher com 45 centímetros
    2 – É detestável que gente como o Donald Trump seja machista a ponto de achar que pode agarrar mulheres pela genitália só porque é rico e famoso. Não concordo com isso, mas só para você saber: se eu quisesse tocar tua genitália, podia fazer isso a 45 centímetros de distância e sem usar as mãos.
    3 – Clarice Lispector é que tinha razão. “Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.” Falando nisso, já mergulhaste em 45 centímetros?
    4 – A Anaïs Nin dizia: “Ajusto-me a mim, não ao mundo”. Tem muita sabedoria nisso. Por exemplo, só pra você saber, para se ajustar a mim tem que se ajustar a 45 centímetros…
    5 – Eu sempre leio a Elizabeth Gould Davis que diz que o homem é uma fêmea imperfeita. Tá certa ela. Não que eu queira fazer propaganda, mas para ser uma fêmea perfeita eu ia ter que cortar 45 centímetros…
    6 – Uma mulher sem um homem é como um peixe sem uma bicicleta, já dizia a Gloria Steinem. Por sinal, você quer ver uma bicicleta com um guidão de 45 centímetros?
    7 – Nenhuma mulher tem um orgasmo a limpar o chão da cozinha, dizia a Betty Friedan. Mas só para você saber, eu consigo limpar o chão da cozinha sem usar esfregão usando uma parte do meu corpo que também serve pra dar orgasmo.
    8 – Eu sempre fico comovido com aquela frase da Virginia Woolf, de que as mulheres têm servido todos esses séculos como óculos para ver possuindo o poder mágico e delicioso de refletir a figura do homem com o dobro do seu tamanho natural. Mas só para tua informação, com os óculos dela eu tenho quase um metro…

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    Cantadas do Kid Bengala Para Pegar Feministas

    Atenção: Essas cantadas valem exclusivamente para o Kid Bengala. Ou para o Ron Jeremy.
    1 – “Ninguém nasce mulher: torna-se mulher”, já dizia a Simone de Beauvoir. Mas só eu posso te pegar no colo, te deitar no solo e te fazer mulher com 45 centímetros
    2 – É detestável que gente como o Donald Trump seja machista a ponto de achar que pode agarrar mulheres pela genitália só porque é rico e famoso. Não concordo com isso, mas só para você saber: se eu quisesse tocar tua genitália, podia fazer isso a 45 centímetros de distância e sem usar as mãos.
    3 – Clarice Lispector é que tinha razão. “Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.” Falando nisso, já mergulhaste em 45 centímetros?
    4 – A Anaïs Nin dizia: “Ajusto-me a mim, não ao mundo”. Tem muita sabedoria nisso. Por exemplo, só pra você saber, para se ajustar a mim tem que se ajustar a 45 centímetros…
    5 – Eu sempre leio a Elizabeth Gould Davis que diz que o homem é uma fêmea imperfeita. Tá certa ela. Não que eu queira fazer propaganda, mas para ser uma fêmea perfeita eu ia ter que cortar 45 centímetros…
    6 – Uma mulher sem um homem é como um peixe sem uma bicicleta, já dizia a Gloria Steinem. Por sinal, você quer ver uma bicicleta com um guidão de 45 centímetros?
    7 – Nenhuma mulher tem um orgasmo a limpar o chão da cozinha, dizia a Betty Friedan. Mas só para você saber, eu consigo limpar o chão da cozinha sem usar esfregão usando uma parte do meu corpo que também serve pra dar orgasmo.
    8 – Eu sempre fico comovido com aquela frase da Virginia Woolf, de que as mulheres têm servido todos esses séculos como óculos para ver possuindo o poder mágico e delicioso de refletir a figura do homem com o dobro do seu tamanho natural. Mas só para tua informação, com os óculos dela eu tenho quase um metro…

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