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    Montagem de Hamlet de Alexandre Frota Inova a Linguagem do Bardo de Stratford-upon-Avon

    Por Renzo Mora, a Barbara Heliodora da República dos Bananas, direto de Carazinho do Sul

    O Teatro Municipal de Carazinho do Sul teve casa lotada ontem na estreia da montagem de “Hamlet” estrelada por Alexandre Frota. O ator, que também assina a direção, disse que sua expectativa era conferir alguma contemporaneidade ao texto, acrescentando sobre os originais do bardo: “véio, não entendia porra nenhuma do que aquele americano escrevia”

    Regininha Poltergeist faz Ofélia – e, estranhamente, o fantasma do pai de Hamlet. “O Alexandre achou que meu sobrenome tinha tudo a ver com o papel” justificou a louraça Belzebu.

    Talvez a escolha mais polêmica de casting envolva colocar Serginho Mallandro no papel de Cláudio, não apenas pela pequena diferença de idade entre ele e Frota, mas também pelo fato do intérprete incluir seu hit “Vem Fazer Glú Glú” ao final das falas.

    Gertrudes é vivida por Rita Cadilac e causa espécie ao rebolar freneticamente cada vez que Mallandro canta seu velho sucesso, colocando-se de costas para a plateia.

    O cantor Ovelha faz Fortinbrás. Quando Alexandre, ao morrer na cena final, diz: “Porra, véio, fudeu, agora o resto é silêncio”, Ovelha diz: “Silêncio nada. Vamos cantar”.

    Neste momento o elenco se levanta e canta em coro “Te amo, que mais posso dizer?”, canção de sucesso na voz do cantor, versão de “More Than I Can Say”. “O final anterior era muito baixo astral, meu” justificou o protagonista e diretor Frota.

    O dançarino Lacraia tem participação inexpressiva como a caveira de Yorick, mas o diretor diz ser intencional: “Porra, meu, o cara tá morto. Ele é uma caveira, tá ligado?”

    Montagem de Hamlet de Alexandre Frota Inova a Linguagem do Bardo de Stratford-upon-Avon

    Por Renzo Mora, a Barbara Heliodora da República dos Bananas, direto de Carazinho do Sul

    O Teatro Municipal de Carazinho do Sul teve casa lotada ontem na estreia da montagem de “Hamlet” estrelada por Alexandre Frota. O ator, que também assina a direção, disse que sua expectativa era conferir alguma contemporaneidade ao texto, acrescentando sobre os originais do bardo: “véio, não entendia porra nenhuma do que aquele americano escrevia”

    Regininha Poltergeist faz Ofélia – e, estranhamente, o fantasma do pai de Hamlet. “O Alexandre achou que meu sobrenome tinha tudo a ver com o papel” justificou a louraça Belzebu.

    Talvez a escolha mais polêmica de casting envolva colocar Serginho Mallandro no papel de Cláudio, não apenas pela pequena diferença de idade entre ele e Frota, mas também pelo fato do intérprete incluir seu hit “Vem Fazer Glú Glú” ao final das falas.

    Gertrudes é vivida por Rita Cadilac e causa espécie ao rebolar freneticamente cada vez que Mallandro canta seu velho sucesso, colocando-se de costas para a plateia.

    O cantor Ovelha faz Fortinbrás. Quando Alexandre, ao morrer na cena final, diz: “Porra, véio, fudeu, agora o resto é silêncio”, Ovelha diz: “Silêncio nada. Vamos cantar”.

    Neste momento o elenco se levanta e canta em coro “Te amo, que mais posso dizer?”, canção de sucesso na voz do cantor, versão de “More Than I Can Say”. “O final anterior era muito baixo astral, meu” justificou o protagonista e diretor Frota.

    O dançarino Lacraia tem participação inexpressiva como a caveira de Yorick, mas o diretor diz ser intencional: “Porra, meu, o cara tá morto. Ele é uma caveira, tá ligado?”

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    Montagem de Hamlet de Alexandre Frota Inova a Linguagem do Bardo de Stratford-upon-Avon

    Por Renzo Mora, a Barbara Heliodora da República dos Bananas, direto de Carazinho do Sul

    O Teatro Municipal de Carazinho do Sul teve casa lotada ontem na estreia da montagem de “Hamlet” estrelada por Alexandre Frota. O ator, que também assina a direção, disse que sua expectativa era conferir alguma contemporaneidade ao texto, acrescentando sobre os originais do bardo: “véio, não entendia porra nenhuma do que aquele americano escrevia”

    Regininha Poltergeist faz Ofélia – e, estranhamente, o fantasma do pai de Hamlet. “O Alexandre achou que meu sobrenome tinha tudo a ver com o papel” justificou a louraça Belzebu.

    Talvez a escolha mais polêmica de casting envolva colocar Serginho Mallandro no papel de Cláudio, não apenas pela pequena diferença de idade entre ele e Frota, mas também pelo fato do intérprete incluir seu hit “Vem Fazer Glú Glú” ao final das falas.

    Gertrudes é vivida por Rita Cadilac e causa espécie ao rebolar freneticamente cada vez que Mallandro canta seu velho sucesso, colocando-se de costas para a plateia.

    O cantor Ovelha faz Fortinbrás. Quando Alexandre, ao morrer na cena final, diz: “Porra, véio, fudeu, agora o resto é silêncio”, Ovelha diz: “Silêncio nada. Vamos cantar”.

    Neste momento o elenco se levanta e canta em coro “Te amo, que mais posso dizer?”, canção de sucesso na voz do cantor, versão de “More Than I Can Say”. “O final anterior era muito baixo astral, meu” justificou o protagonista e diretor Frota.

    O dançarino Lacraia tem participação inexpressiva como a caveira de Yorick, mas o diretor diz ser intencional: “Porra, meu, o cara tá morto. Ele é uma caveira, tá ligado?”

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    As Novas Cores dos X-Men: os retornos e progressos dos mutantes

    Os X-Men estão nos quadrinhos há mais de meio século, e a equipe já assumiu diversas formas desde então. Desde os Cinco Originais, passando pela adição de Wolverine e Tempestade no grupo, a loucura de “Dias de um Futuro Esquecido“, a “Saga da Fênix Negra”, a “Dinastia M” (na qual os mutantes foram praticamente extintos) e até os dias atuais, bebendo do sucesso de público no cinema por ser a primeira franquia de herois a realmente engrenar nas telonas… Os mutantes, um dia liderados por Charles Xavier (que Deus o tenha), ganharam o mundo e relevância em sua expansão. (more…)

    As Novas Cores dos X-Men: os retornos e progressos dos mutantes

    Os X-Men estão nos quadrinhos há mais de meio século, e a equipe já assumiu diversas formas desde então. Desde os Cinco Originais, passando pela adição de Wolverine e Tempestade no grupo, a loucura de “Dias de um Futuro Esquecido“, a “Saga da Fênix Negra”, a “Dinastia M” (na qual os mutantes foram praticamente extintos) e até os dias atuais, bebendo do sucesso de público no cinema por ser a primeira franquia de herois a realmente engrenar nas telonas… Os mutantes, um dia liderados por Charles Xavier (que Deus o tenha), ganharam o mundo e relevância em sua expansão. (more…)

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    Review (2014-2017): VOCÊ SÓ TEM UMA VIDA, MAS SERÁ QUE ELA PRESTA?

    Nós temos gente demais revisando livros, quadrinhos, filmes e séries: a cada dois minutos nasce um novo blog inovador na internet para fazer exatamente isso[1]. Mas e quanto à vida? E quanto às experiências que sempre quisemos saber se são boas ou não, mas não conseguimos? Como saber como é ir ao espaço, ou ser líder de uma seita ou atirar no seu próprio filho? Ainda bem que temos Review para estes momentos.

    Para essas e outras dúvidas existenciais, Forrest MacNeil (Andy Daly), o revisor da vida, que vive e avalia essas experiências em uma escala de meia estrela até cinco estrelas. (more…)

    Review (2014-2017): VOCÊ SÓ TEM UMA VIDA, MAS SERÁ QUE ELA PRESTA?

    Nós temos gente demais revisando livros, quadrinhos, filmes e séries: a cada dois minutos nasce um novo blog inovador na internet para fazer exatamente isso[1]. Mas e quanto à vida? E quanto às experiências que sempre quisemos saber se são boas ou não, mas não conseguimos? Como saber como é ir ao espaço, ou ser líder de uma seita ou atirar no seu próprio filho? Ainda bem que temos Review para estes momentos.

    Para essas e outras dúvidas existenciais, Forrest MacNeil (Andy Daly), o revisor da vida, que vive e avalia essas experiências em uma escala de meia estrela até cinco estrelas. (more…)

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    Review (2014-2017): VOCÊ SÓ TEM UMA VIDA, MAS SERÁ QUE ELA PRESTA?

    Nós temos gente demais revisando livros, quadrinhos, filmes e séries: a cada dois minutos nasce um novo blog inovador na internet para fazer exatamente isso[1]. Mas e quanto à vida? E quanto às experiências que sempre quisemos saber se são boas ou não, mas não conseguimos? Como saber como é ir ao espaço, ou ser líder de uma seita ou atirar no seu próprio filho? Ainda bem que temos Review para estes momentos.

    Para essas e outras dúvidas existenciais, Forrest MacNeil (Andy Daly), o revisor da vida, que vive e avalia essas experiências em uma escala de meia estrela até cinco estrelas. (more…)

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    Renzo Mora resenha “A Vida Sexual De Jesus Cristo”, de Edson Aran

    O livro e candidato à best seller de Edson Aran, “A Vida Sexual de Jesus Cristo”,  retoma uma longa tradição de romancear a vida de JC – uma linha em que Norman Mailer (em “O Evangelho Segundo o Filho”), José Saramago (“O Evangelho segundo Jesus Cristo”), Nikos Kazantsakis (“A Última Tentação de Cristo”) e J.J. Benítez (“Operação Cavalo de Troia”) já entraram e  quebraram unanimemente  a cara.

    Mas não Edson Aran.

    Não por ser meu chefe no “República dos Bananas” – longe disso, não sou puxa saco – reforço que  o fato de eu considerá-lo o maior autor de todos os tempos e ainda por cima um gato não tem nada a ver com minha subordinação hierárquica – mas os originais inéditos a que tive acesso de Aran superam largamente os demais competidores.

    A cena em que Cristo leva Maria Madalena para tomar uma água em sua choupana e dá um porre de vinho na moça como instrumento de sedução é antológica.

    O autor me confidenciou que a cena não foi inventada e que consta nos “evangelhos apócrifos“, a coletânea de textos – alguns dos quais anônimos – escritos nos primeiros séculos do cristianismo, vetados no Primeiro Concílio de Niceia. Em nome da objetividade jornalistica, tenho que revelar que ele disse isso depois de tomar 15 uísques, me dizer que era um inca venuziano e que tinha sequestrado o garoto do Acre.

    O capítulo em que Jesus está pregado na cruz e canta uma fiel (“não faça nenhum plano para daqui a três dias que eu vou voltar fervendo”), embora não esteja nos cânones bíblicos clássicos, é uma extrapolação literária de extraordinária beleza.

    O Cristo de Aran mostra um raro senso de humor (em uma cena, diante da perspectiva de crucificação, ele diz aos legionários romanos “me tira dessa que não sou chegado a ficar perto de pau”).

    Quando o diabo tenta o Salvador por quarenta dias no deserto, ele diz “se você jogar a Letícia Spiller e um Iphone 7 vermelho na parada, tô dentro”. A negociação não avança porque nenhum dos dois havia sido inventado na ocasião.

    Aran vem enfrentando resistências para publicar sua obra. O Papa Francisco comentou em uma reunião com bispos na Santa Sé “o livro de Aran é sacrílego, pecaminoso e digno do fogo do inferno. Mas eu ri pra caralho”

    Espero que essas resistências sejam vencidas e o livro publicado.

    Ou, se não forem vencidas e o livro publicado, que o Salman Rushdie arrume um quartinho em seu apartamento londrino para acolher o comandante  da nau capitânia  “República das Bananas”.

     

    Renzo Mora resenha “A Vida Sexual De Jesus Cristo”, de Edson Aran

    O livro e candidato à best seller de Edson Aran, “A Vida Sexual de Jesus Cristo”,  retoma uma longa tradição de romancear a vida de JC – uma linha em que Norman Mailer (em “O Evangelho Segundo o Filho”), José Saramago (“O Evangelho segundo Jesus Cristo”), Nikos Kazantsakis (“A Última Tentação de Cristo”) e J.J. Benítez (“Operação Cavalo de Troia”) já entraram e  quebraram unanimemente  a cara.

    Mas não Edson Aran.

    Não por ser meu chefe no “República dos Bananas” – longe disso, não sou puxa saco – reforço que  o fato de eu considerá-lo o maior autor de todos os tempos e ainda por cima um gato não tem nada a ver com minha subordinação hierárquica – mas os originais inéditos a que tive acesso de Aran superam largamente os demais competidores.

    A cena em que Cristo leva Maria Madalena para tomar uma água em sua choupana e dá um porre de vinho na moça como instrumento de sedução é antológica.

    O autor me confidenciou que a cena não foi inventada e que consta nos “evangelhos apócrifos“, a coletânea de textos – alguns dos quais anônimos – escritos nos primeiros séculos do cristianismo, vetados no Primeiro Concílio de Niceia. Em nome da objetividade jornalistica, tenho que revelar que ele disse isso depois de tomar 15 uísques, me dizer que era um inca venuziano e que tinha sequestrado o garoto do Acre.

    O capítulo em que Jesus está pregado na cruz e canta uma fiel (“não faça nenhum plano para daqui a três dias que eu vou voltar fervendo”), embora não esteja nos cânones bíblicos clássicos, é uma extrapolação literária de extraordinária beleza.

    O Cristo de Aran mostra um raro senso de humor (em uma cena, diante da perspectiva de crucificação, ele diz aos legionários romanos “me tira dessa que não sou chegado a ficar perto de pau”).

    Quando o diabo tenta o Salvador por quarenta dias no deserto, ele diz “se você jogar a Letícia Spiller e um Iphone 7 vermelho na parada, tô dentro”. A negociação não avança porque nenhum dos dois havia sido inventado na ocasião.

    Aran vem enfrentando resistências para publicar sua obra. O Papa Francisco comentou em uma reunião com bispos na Santa Sé “o livro de Aran é sacrílego, pecaminoso e digno do fogo do inferno. Mas eu ri pra caralho”

    Espero que essas resistências sejam vencidas e o livro publicado.

    Ou, se não forem vencidas e o livro publicado, que o Salman Rushdie arrume um quartinho em seu apartamento londrino para acolher o comandante  da nau capitânia  “República das Bananas”.

     

    [ssba]

    Renzo Mora resenha “A Vida Sexual De Jesus Cristo”, de Edson Aran

    O livro e candidato à best seller de Edson Aran, “A Vida Sexual de Jesus Cristo”,  retoma uma longa tradição de romancear a vida de JC – uma linha em que Norman Mailer (em “O Evangelho Segundo o Filho”), José Saramago (“O Evangelho segundo Jesus Cristo”), Nikos Kazantsakis (“A Última Tentação de Cristo”) e J.J. Benítez (“Operação Cavalo de Troia”) já entraram e  quebraram unanimemente  a cara.

    Mas não Edson Aran.

    Não por ser meu chefe no “República dos Bananas” – longe disso, não sou puxa saco – reforço que  o fato de eu considerá-lo o maior autor de todos os tempos e ainda por cima um gato não tem nada a ver com minha subordinação hierárquica – mas os originais inéditos a que tive acesso de Aran superam largamente os demais competidores.

    A cena em que Cristo leva Maria Madalena para tomar uma água em sua choupana e dá um porre de vinho na moça como instrumento de sedução é antológica.

    O autor me confidenciou que a cena não foi inventada e que consta nos “evangelhos apócrifos“, a coletânea de textos – alguns dos quais anônimos – escritos nos primeiros séculos do cristianismo, vetados no Primeiro Concílio de Niceia. Em nome da objetividade jornalistica, tenho que revelar que ele disse isso depois de tomar 15 uísques, me dizer que era um inca venuziano e que tinha sequestrado o garoto do Acre.

    O capítulo em que Jesus está pregado na cruz e canta uma fiel (“não faça nenhum plano para daqui a três dias que eu vou voltar fervendo”), embora não esteja nos cânones bíblicos clássicos, é uma extrapolação literária de extraordinária beleza.

    O Cristo de Aran mostra um raro senso de humor (em uma cena, diante da perspectiva de crucificação, ele diz aos legionários romanos “me tira dessa que não sou chegado a ficar perto de pau”).

    Quando o diabo tenta o Salvador por quarenta dias no deserto, ele diz “se você jogar a Letícia Spiller e um Iphone 7 vermelho na parada, tô dentro”. A negociação não avança porque nenhum dos dois havia sido inventado na ocasião.

    Aran vem enfrentando resistências para publicar sua obra. O Papa Francisco comentou em uma reunião com bispos na Santa Sé “o livro de Aran é sacrílego, pecaminoso e digno do fogo do inferno. Mas eu ri pra caralho”

    Espero que essas resistências sejam vencidas e o livro publicado.

    Ou, se não forem vencidas e o livro publicado, que o Salman Rushdie arrume um quartinho em seu apartamento londrino para acolher o comandante  da nau capitânia  “República das Bananas”.

     

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    Kid Bengala avalia o Oscarizado “O Apartamento”

    O respeitado “República dos Bananas”, levando em conta minha vasta experiência cinematográfica, me convidou para resenhar os filmes cabeça em exibição.

    Renzo Mora, o colunista esquisitão do site, deu as mãos para mim e me levou até o Cine Belas Artes ver a obra iraquiana, iraniana, ariana … sei lá, uma porra dessas …  “O Apartamento”.

    Perdi o começo porque o respeitado autor, redator e articulista ficou do meu lado no mictório fingindo urinar só para ficar olhando meu pau. Dei umas porradas no renomado intelectual e finalmente sentamos – o “manja rola” bem longe de mim, claro.

    O filme, devo confessar, é uma merda.

    O casal encena “A Morte do Caixeiro Viajante”, de Arthur Miller. Meus, os caras são muito mané. Imagina se existe uma peça com esse nome? Quem é idiota que escreveria uma peça que conta o final no título? Mas tudo bem, continuei vendo.

    Cinema, afinal,  é a suspensão da incredulidade.

    Daí cai uma porra de um edifício e pode-se ver que Asghar Farhadi, o diretor, tenta traçar um paralelo com grande aderência entre arte e vida, sendo que a peça e a vida dos atores convergem para um mesmo ponto, digamos,  singular.

    Tudo isso acontece sem ninguém comer ninguém. Nos meus filmes, eu já teria traçado o casal, o diretor, o Caixeiro Viajante e o tal do Arthur Miller. E teria derrubado o edifício com a caceta, tipo Vingadores.

    Mas nada. Nem um picirico.

    Emad e Rana, o casal chato pra cacete, acabam sendo obrigados a deixar o edifício em que moram, que ameaça desabar por problemas na estrutura e precisa ser demolido.

    Me identifico.

    Uma vez fiz um filme com a Patrícia Kimberly e a Soraya Carioca em que quebramos a cama e ela teve de ser jogada fora. A cama, não a Soraya Carioca.

    Manjo dessas coisas de infraestrutura terceiro-mundista.

    Eles vão para um apartamento vago.

    “Lá vem a putaria”, penso eu. Apartamento vago, o casalzinho desamparado, aquele climão.

    Picas.

    Não acontece nada.

    A antiga moradora do local deixou alguns pertences pessoais trancados em um cômodo, o que incomoda a mocinha.

    Ela quer ver o que tem lá. Mulher é foda. Curiosa pra caralho. Pode ser iraniana, brasileira, freira.

    Lá dentro deve ter um consolo de uns 40 centímetros, imagino. Ou uma lâmpada mágica de onde sai um cara como eu fantasiado de gênio e traça todo mundo. Filme iraniano, né. As mil e uma noites. Jeannie é um gênio. Aquelas coisas orientais. Aliás, já fiz um filme assim. “As mil e uma noites de pirocadas”. Puta filme. Eu pareço o Shazam do desenho animado. Figurino show.

    Mas não.

    Ninguém sabe o que tem lá.

    A porra do apartamento é invadido e a mocinha finalmente vai ser comida, imagino, já que o marido não cumpre a função.

    Não – ela vai parar no hospital.

    Me identifico.

    Cismaram de fazer um filme comigo e uma anã e ela teve que ir para o hospital com descolamento das amídalas.

    Manjo dessas coisas de anatomia.

    Bom, no mínimo vai entrar no quarto da personagem no hospital uma enfermeira de decotão e calcinha preta. Já fiz uns cinco filmes assim. Em um deles, para efeito cômico, coloco o estetoscópio balançando na piroca.

    Mas não.

    Lembro de que disseram que o interesse narrativo de Farhadi está sempre “no vago, no ausente, no silêncio, pois é essa falta de informações que fomenta toda a trama, de modo que sua câmera aqui é muito empregada em espaços mortos, ambientes vazios, nunca chegando de fato a alcançar os momentos-chave reveladores”.

    Ou seja, os caras pagam pau para essa porra de câmera apontando para a parede. E acham isso legal. A narrativa do ausente. Ah, vai chupoar uma piroca.

    Os chatos continuam discutindo uma porra de uma peça.

    Talvez o filme melhore no final, mas depois de meia hora sem ninguém comer ninguém, saí do cinema, não sem antes dar mais umas porradas no tal de Renzo Mora, aquele manja rola do caralho.

    Enfim, pra olhar para parede de apartamento eu fico em casa.

    Sem pagar ingresso e sem ser visto ao lado do tal de Renzo Mora.

    Filme de merda.

    Vão dar meia hora de bunda para… bem, para mim mesmo.

    Comentário de Renzo Mora: Nosso publisher, o Sr. Edson Aran, plagiando a Folha de São Paulo, adotou uma nova política editorial em que todos os fatos devem ser checados antes da publicação. “Sua excelência, o leitor” diz ele. Argumentei que sua excelência é o caralho já que eles leem essa porra de graça. Fui voto vencido. E ainda fui obrigado a ir no cinema com o Kid Bengala – ou alguém bem parecido. Em nome desta política, compete a mim informar que não tenho certeza se o crítico era realmente o Kid Bengala. Tentei averiguar no banheiro, mas foi impossível devido a fatos que não vou detalhar. Só para resumir, estou proibido de entrar no Belas Artes. Minha foto está ao lado da bilheteria. Tudo bem. Enfia o cinema no cu. Nem 3D eles têm naquela porra.

    Kid, me liga.

    Está tudo perdoado.

    Kid Bengala avalia o Oscarizado “O Apartamento”

    O respeitado “República dos Bananas”, levando em conta minha vasta experiência cinematográfica, me convidou para resenhar os filmes cabeça em exibição.

    Renzo Mora, o colunista esquisitão do site, deu as mãos para mim e me levou até o Cine Belas Artes ver a obra iraquiana, iraniana, ariana … sei lá, uma porra dessas …  “O Apartamento”.

    Perdi o começo porque o respeitado autor, redator e articulista ficou do meu lado no mictório fingindo urinar só para ficar olhando meu pau. Dei umas porradas no renomado intelectual e finalmente sentamos – o “manja rola” bem longe de mim, claro.

    O filme, devo confessar, é uma merda.

    O casal encena “A Morte do Caixeiro Viajante”, de Arthur Miller. Meus, os caras são muito mané. Imagina se existe uma peça com esse nome? Quem é idiota que escreveria uma peça que conta o final no título? Mas tudo bem, continuei vendo.

    Cinema, afinal,  é a suspensão da incredulidade.

    Daí cai uma porra de um edifício e pode-se ver que Asghar Farhadi, o diretor, tenta traçar um paralelo com grande aderência entre arte e vida, sendo que a peça e a vida dos atores convergem para um mesmo ponto, digamos,  singular.

    Tudo isso acontece sem ninguém comer ninguém. Nos meus filmes, eu já teria traçado o casal, o diretor, o Caixeiro Viajante e o tal do Arthur Miller. E teria derrubado o edifício com a caceta, tipo Vingadores.

    Mas nada. Nem um picirico.

    Emad e Rana, o casal chato pra cacete, acabam sendo obrigados a deixar o edifício em que moram, que ameaça desabar por problemas na estrutura e precisa ser demolido.

    Me identifico.

    Uma vez fiz um filme com a Patrícia Kimberly e a Soraya Carioca em que quebramos a cama e ela teve de ser jogada fora. A cama, não a Soraya Carioca.

    Manjo dessas coisas de infraestrutura terceiro-mundista.

    Eles vão para um apartamento vago.

    “Lá vem a putaria”, penso eu. Apartamento vago, o casalzinho desamparado, aquele climão.

    Picas.

    Não acontece nada.

    A antiga moradora do local deixou alguns pertences pessoais trancados em um cômodo, o que incomoda a mocinha.

    Ela quer ver o que tem lá. Mulher é foda. Curiosa pra caralho. Pode ser iraniana, brasileira, freira.

    Lá dentro deve ter um consolo de uns 40 centímetros, imagino. Ou uma lâmpada mágica de onde sai um cara como eu fantasiado de gênio e traça todo mundo. Filme iraniano, né. As mil e uma noites. Jeannie é um gênio. Aquelas coisas orientais. Aliás, já fiz um filme assim. “As mil e uma noites de pirocadas”. Puta filme. Eu pareço o Shazam do desenho animado. Figurino show.

    Mas não.

    Ninguém sabe o que tem lá.

    A porra do apartamento é invadido e a mocinha finalmente vai ser comida, imagino, já que o marido não cumpre a função.

    Não – ela vai parar no hospital.

    Me identifico.

    Cismaram de fazer um filme comigo e uma anã e ela teve que ir para o hospital com descolamento das amídalas.

    Manjo dessas coisas de anatomia.

    Bom, no mínimo vai entrar no quarto da personagem no hospital uma enfermeira de decotão e calcinha preta. Já fiz uns cinco filmes assim. Em um deles, para efeito cômico, coloco o estetoscópio balançando na piroca.

    Mas não.

    Lembro de que disseram que o interesse narrativo de Farhadi está sempre “no vago, no ausente, no silêncio, pois é essa falta de informações que fomenta toda a trama, de modo que sua câmera aqui é muito empregada em espaços mortos, ambientes vazios, nunca chegando de fato a alcançar os momentos-chave reveladores”.

    Ou seja, os caras pagam pau para essa porra de câmera apontando para a parede. E acham isso legal. A narrativa do ausente. Ah, vai chupoar uma piroca.

    Os chatos continuam discutindo uma porra de uma peça.

    Talvez o filme melhore no final, mas depois de meia hora sem ninguém comer ninguém, saí do cinema, não sem antes dar mais umas porradas no tal de Renzo Mora, aquele manja rola do caralho.

    Enfim, pra olhar para parede de apartamento eu fico em casa.

    Sem pagar ingresso e sem ser visto ao lado do tal de Renzo Mora.

    Filme de merda.

    Vão dar meia hora de bunda para… bem, para mim mesmo.

    Comentário de Renzo Mora: Nosso publisher, o Sr. Edson Aran, plagiando a Folha de São Paulo, adotou uma nova política editorial em que todos os fatos devem ser checados antes da publicação. “Sua excelência, o leitor” diz ele. Argumentei que sua excelência é o caralho já que eles leem essa porra de graça. Fui voto vencido. E ainda fui obrigado a ir no cinema com o Kid Bengala – ou alguém bem parecido. Em nome desta política, compete a mim informar que não tenho certeza se o crítico era realmente o Kid Bengala. Tentei averiguar no banheiro, mas foi impossível devido a fatos que não vou detalhar. Só para resumir, estou proibido de entrar no Belas Artes. Minha foto está ao lado da bilheteria. Tudo bem. Enfia o cinema no cu. Nem 3D eles têm naquela porra.

    Kid, me liga.

    Está tudo perdoado.

    [ssba]

    Kid Bengala avalia o Oscarizado “O Apartamento”

    O respeitado “República dos Bananas”, levando em conta minha vasta experiência cinematográfica, me convidou para resenhar os filmes cabeça em exibição.

    Renzo Mora, o colunista esquisitão do site, deu as mãos para mim e me levou até o Cine Belas Artes ver a obra iraquiana, iraniana, ariana … sei lá, uma porra dessas …  “O Apartamento”.

    Perdi o começo porque o respeitado autor, redator e articulista ficou do meu lado no mictório fingindo urinar só para ficar olhando meu pau. Dei umas porradas no renomado intelectual e finalmente sentamos – o “manja rola” bem longe de mim, claro.

    O filme, devo confessar, é uma merda.

    O casal encena “A Morte do Caixeiro Viajante”, de Arthur Miller. Meus, os caras são muito mané. Imagina se existe uma peça com esse nome? Quem é idiota que escreveria uma peça que conta o final no título? Mas tudo bem, continuei vendo.

    Cinema, afinal,  é a suspensão da incredulidade.

    Daí cai uma porra de um edifício e pode-se ver que Asghar Farhadi, o diretor, tenta traçar um paralelo com grande aderência entre arte e vida, sendo que a peça e a vida dos atores convergem para um mesmo ponto, digamos,  singular.

    Tudo isso acontece sem ninguém comer ninguém. Nos meus filmes, eu já teria traçado o casal, o diretor, o Caixeiro Viajante e o tal do Arthur Miller. E teria derrubado o edifício com a caceta, tipo Vingadores.

    Mas nada. Nem um picirico.

    Emad e Rana, o casal chato pra cacete, acabam sendo obrigados a deixar o edifício em que moram, que ameaça desabar por problemas na estrutura e precisa ser demolido.

    Me identifico.

    Uma vez fiz um filme com a Patrícia Kimberly e a Soraya Carioca em que quebramos a cama e ela teve de ser jogada fora. A cama, não a Soraya Carioca.

    Manjo dessas coisas de infraestrutura terceiro-mundista.

    Eles vão para um apartamento vago.

    “Lá vem a putaria”, penso eu. Apartamento vago, o casalzinho desamparado, aquele climão.

    Picas.

    Não acontece nada.

    A antiga moradora do local deixou alguns pertences pessoais trancados em um cômodo, o que incomoda a mocinha.

    Ela quer ver o que tem lá. Mulher é foda. Curiosa pra caralho. Pode ser iraniana, brasileira, freira.

    Lá dentro deve ter um consolo de uns 40 centímetros, imagino. Ou uma lâmpada mágica de onde sai um cara como eu fantasiado de gênio e traça todo mundo. Filme iraniano, né. As mil e uma noites. Jeannie é um gênio. Aquelas coisas orientais. Aliás, já fiz um filme assim. “As mil e uma noites de pirocadas”. Puta filme. Eu pareço o Shazam do desenho animado. Figurino show.

    Mas não.

    Ninguém sabe o que tem lá.

    A porra do apartamento é invadido e a mocinha finalmente vai ser comida, imagino, já que o marido não cumpre a função.

    Não – ela vai parar no hospital.

    Me identifico.

    Cismaram de fazer um filme comigo e uma anã e ela teve que ir para o hospital com descolamento das amídalas.

    Manjo dessas coisas de anatomia.

    Bom, no mínimo vai entrar no quarto da personagem no hospital uma enfermeira de decotão e calcinha preta. Já fiz uns cinco filmes assim. Em um deles, para efeito cômico, coloco o estetoscópio balançando na piroca.

    Mas não.

    Lembro de que disseram que o interesse narrativo de Farhadi está sempre “no vago, no ausente, no silêncio, pois é essa falta de informações que fomenta toda a trama, de modo que sua câmera aqui é muito empregada em espaços mortos, ambientes vazios, nunca chegando de fato a alcançar os momentos-chave reveladores”.

    Ou seja, os caras pagam pau para essa porra de câmera apontando para a parede. E acham isso legal. A narrativa do ausente. Ah, vai chupoar uma piroca.

    Os chatos continuam discutindo uma porra de uma peça.

    Talvez o filme melhore no final, mas depois de meia hora sem ninguém comer ninguém, saí do cinema, não sem antes dar mais umas porradas no tal de Renzo Mora, aquele manja rola do caralho.

    Enfim, pra olhar para parede de apartamento eu fico em casa.

    Sem pagar ingresso e sem ser visto ao lado do tal de Renzo Mora.

    Filme de merda.

    Vão dar meia hora de bunda para… bem, para mim mesmo.

    Comentário de Renzo Mora: Nosso publisher, o Sr. Edson Aran, plagiando a Folha de São Paulo, adotou uma nova política editorial em que todos os fatos devem ser checados antes da publicação. “Sua excelência, o leitor” diz ele. Argumentei que sua excelência é o caralho já que eles leem essa porra de graça. Fui voto vencido. E ainda fui obrigado a ir no cinema com o Kid Bengala – ou alguém bem parecido. Em nome desta política, compete a mim informar que não tenho certeza se o crítico era realmente o Kid Bengala. Tentei averiguar no banheiro, mas foi impossível devido a fatos que não vou detalhar. Só para resumir, estou proibido de entrar no Belas Artes. Minha foto está ao lado da bilheteria. Tudo bem. Enfia o cinema no cu. Nem 3D eles têm naquela porra.

    Kid, me liga.

    Está tudo perdoado.

    [ssba url="http://www.republicadosbananas.com.br/kid-bengala-avalia-o-oscarizado-o-apartamento/"]

    “SPIRIT”, DO DEPECHE MODE, É INTRIGANTE E ANTENADO

    Vamos pegar uma caneta, tirar aquela lista dos álbuns que queremos ouvir em 2017 do bolso e riscar mais um nome. Isso porque o nome a ser riscado dessa vez é do trio britânico de synthrock Depeche Mode. Intitulado Spirit, o décimo quarto trabalho de estúdio da banda vem com 12 faixas e provando que, apesar do tempo de estrada, Dave Gahan, Martin Gore e Andrew Fletcher, ainda estão em ótima forma. (more…)

    “SPIRIT”, DO DEPECHE MODE, É INTRIGANTE E ANTENADO

    Vamos pegar uma caneta, tirar aquela lista dos álbuns que queremos ouvir em 2017 do bolso e riscar mais um nome. Isso porque o nome a ser riscado dessa vez é do trio britânico de synthrock Depeche Mode. Intitulado Spirit, o décimo quarto trabalho de estúdio da banda vem com 12 faixas e provando que, apesar do tempo de estrada, Dave Gahan, Martin Gore e Andrew Fletcher, ainda estão em ótima forma. (more…)

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    “SPIRIT”, DO DEPECHE MODE, É INTRIGANTE E ANTENADO

    Vamos pegar uma caneta, tirar aquela lista dos álbuns que queremos ouvir em 2017 do bolso e riscar mais um nome. Isso porque o nome a ser riscado dessa vez é do trio britânico de synthrock Depeche Mode. Intitulado Spirit, o décimo quarto trabalho de estúdio da banda vem com 12 faixas e provando que, apesar do tempo de estrada, Dave Gahan, Martin Gore e Andrew Fletcher, ainda estão em ótima forma. (more…)

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    ALGUNS FILMES QUE O OSCAR IGNOROU

    Passada a Copa do Mundo do cinema, vulgo Oscar, vale dar uma lembrada em alguns filmes para os quais a premiação cagou solenemente. Mas, veja muito bem, a ideia aqui não é ser chatão e apontar falhas na Academia (como se fosse necessário), afinal de contas, o mundo dos jurados mais septuagenários do mundo dificilmente irá mudar, então nem vale a pena tentar, ok?

    Todos os nomes da lista estarão linkados a outros textos, caso vocês queiram ler com mais profundidade sobre essas obras.

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    ALGUNS FILMES QUE O OSCAR IGNOROU

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    Uma Rapidinha Sobre Músicas Sensuais

    Recentemente, através do Erik sem C, descobri esta playlist. Basicamente, são músicas que têm uma aura sensual muito marcante. Outra coisa que chama atenção na lista é a sua versatilidade. Apesar de o clima ser sempre o mesmo, as canções vão de Jimi Hendrix a The Weeknd, de Portishead a Led Zeppelin e de NIN à Rihanna, passando por Selena Gomez e inúmeras outras coisas das quais eu nunca ouvi falar, mas que são excelentes. Sinceramente, não sei para que você usaria essa playlist, mas se você gosta de música, recomendo fortemente que você a siga.

    Porém, o que me chamou a atenção de forma bastante surpreendente foi que, de uma certa forma, a maioria das músicas respeita uma determinada estrutura que contribui para o espectro sensual (e, às vezes, sexual) por trás delas. Vejamos algumas dessas coisas. (more…)

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    Porém, o que me chamou a atenção de forma bastante surpreendente foi que, de uma certa forma, a maioria das músicas respeita uma determinada estrutura que contribui para o espectro sensual (e, às vezes, sexual) por trás delas. Vejamos algumas dessas coisas. (more…)

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    Chewing Gum, do NETFLIX, tem humor ácido e desbocado

    A cada ano que passa, o streaming ganha mais força pelo mundo, e nessa mídia um dos maiores destaques é a Netflix, uma das grandes produtoras de conteúdo audiovisual atualmente. Por produzir muito conteúdo original, e vários deles serem grandes sucessos de público e crítica, é normal que alguns passem despercebidos e tenham pouca repercussão. Muitas séries muito boas da produtora são desconhecidas do grande público, como Lovesick ou Cuckoo, e, no dia 31 de outubro de 2016, mais uma dessas séries estreou pelo serviço: Chewing Gum.

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    Chewing Gum, do NETFLIX, tem humor ácido e desbocado

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    “INVASÃO ZUMBI” É O MELHOR FILME DE MORTOS-VIVOS EM MUITO, MUITO TEMPO

    “Eu te levarei de volta à mamãe, custe o que custar.”

    Com um tema bastante batido, “Invasão Zumbi” tem como seu ponto a favor a forma de retratar os zumbis. O longa nos traz as criaturas em uma versão bastante simples. E isso é ótimo. Sok-woo e sua filha Soo-an estão em um trem que os levará de Seul a Busan. Mas, durante a viagem, o comboio é invadido por mortos-vivos!

    Apesar dos zumbis estarem por todos os lugares atualmente, o filme coreano surpreende e consegue ser melhor que muitas produções ocidentais sobre o mesmo tema.

    A ação é insana, simples e sempre impactante. A fluidez da tensão no ambiente, seja tratando da relação dos personagens, ou deles com os zumbis, é bem trabalhada. O roteiro é eficaz em intercalar cenas de drama, ação e até comédia sem nunca perder a naturalidade. Aliás, o filme consegue arrancar facilmente algumas lágrimas dos mais sensíveis.

    Gong Yoo nos entrega um Sok-woo frio mas também sentimental de forma excelente, e cria uma ótima dupla com sua filha (Kim Soo-An) – que rouba a cena nos momentos finais..

    Mais rápidos que os de “The Walking Dead“, mas menos inteligentes ou devastadores que os de “Guerra Mundial Z”, os zumbis coreanos são medonhos. A maquiagem é excepcional e todos o trabalho de movimentação deles são ótimos.

    Empolgante e divertido, “Invasão Zumbi” é um ótimo exemplo de como “mais do mesmo” pode resultar em uma boa obra, desde que bem executado.

    Diretor: Yeon Sang-ho

    Ano: 2016

    Bananas: 9.5/10

     

    ***

    Essa indicação, escrita pelo Lucas, é um oferecimento do PontoJão – um lugar para encontrar textos sobre todas artes, do pop culto ao cult popular.

    “INVASÃO ZUMBI” É O MELHOR FILME DE MORTOS-VIVOS EM MUITO, MUITO TEMPO

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    ***

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    Diretor: Yeon Sang-ho

    Ano: 2016

    Bananas: 9.5/10

     

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    “DEMÔNIO DE NEON” MOSTRA SUPERFICIALIDADE NARCISISTA DO MUNDINHO FASHION

    “Você é comida, ou é sexo?”Muitas pessoas torceram o nariz para Demônio de Neon (The Neon Demon) quando o filme foi apresentado em Cannes. Não era pra menos, nele, o mundo de glamour e beleza da moda é usado como cenário para retratar a supervalorização da aparência — e aqui não estamos falando da necessidade de postar fotos bonitas para ganhar likes no Instagram, mas de comportamentos patológicos para alcançar um ideal de imagem estabelecido pela lucrativa e cruel indústria da moda.

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    O MELHOR DE 2016 SEGUNDO O DEPARTAMENTO CULTURAL DO RdB

    Quem tava vivo sabe: 2016 foi um ano muito loko! (Quem tava morto também). E nesse primeiro ano de indicações do PontoJão aqui na República, vamos dar uma relembrada no que passou de melhor por aqui. Assim, separamos para vocês as indicações em 3 categorias, para caso você tenha perdido algo entre uma twittada e outra. (more…)

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