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  • DIÁRIOS DO ARAN

    PAPA FRANCISCO QUER CONSELHOS SOBRE SUA VIDA SENTIMENTAL

    Domingo, 19 de novembro

    Ligação de Sua Santidade, o Papa Francisco. “Chiquito”, como é conhecido pelos mais íntimos, quer meu conselho numa questão sentimental. Ele conheceu a atriz Ornella Mutti na piscina do Vaticano e o amor, esse deus caprichoso, encheu o coração de ambos com desejos inconfessáveis. No entanto, inexperiente em questões sexuais, o Papa não sabe o que fazer.

    “Mira, Aran, Ornella ainda é muy gostossa, yo lo sei, pero ela é una sexagenária! Com tantos pássaros volando pelos céus de Roma, penso se devo entrar en questa gaiola, compreendes?”

    “Ah, Santidade, mas vale uma paloma na mão do que duas volando”, eu respondo. “Ademais, o cinema italiano anda em desabalada decadência. As atrizes mais jovens já foram todas para Hollywood…”

    O Pontífice agradece minhas sábias palavras e aproveita para falar de política.

    “Mira, Aran, estoy espantado com o Brasil. Todas las personas ficam en las redes sociales hablando que son ‘cristianos’. ‘Yo soy contra el comunismo porque soy cristiano, Yo soy contra la exposiçon en lo MAM porque soy cristiano…’ Como puede?”

    Sua Santidade não entende. Até pouco tempo atrás, 99% dos brasileiros batia tambor pra trazer seu amor de volta em três dias.

    “Que cazzo aconteceu?”, pergunta ele.

    Explico ao Papa que foi uma conversão em massa motivada pela rota destrutiva do planeta Nibiru, que deve se chocar com a Terra muito em breve.

    Tudo mentira, claro. Não tenho a mínima ideia de onde saiu esse troço do “sou cristão”, mas Chiquito acreditou na minha explicação. É fácil enganar essa gente que trabalha no ramo dos Amigos Invisíveis.

     

     

    PAPA FRANCISCO QUER CONSELHOS SOBRE SUA VIDA SENTIMENTAL

    Domingo, 19 de novembro

    Ligação de Sua Santidade, o Papa Francisco. “Chiquito”, como é conhecido pelos mais íntimos, quer meu conselho numa questão sentimental. Ele conheceu a atriz Ornella Mutti na piscina do Vaticano e o amor, esse deus caprichoso, encheu o coração de ambos com desejos inconfessáveis. No entanto, inexperiente em questões sexuais, o Papa não sabe o que fazer.

    “Mira, Aran, Ornella ainda é muy gostossa, yo lo sei, pero ela é una sexagenária! Com tantos pássaros volando pelos céus de Roma, penso se devo entrar en questa gaiola, compreendes?”

    “Ah, Santidade, mas vale uma paloma na mão do que duas volando”, eu respondo. “Ademais, o cinema italiano anda em desabalada decadência. As atrizes mais jovens já foram todas para Hollywood…”

    O Pontífice agradece minhas sábias palavras e aproveita para falar de política.

    “Mira, Aran, estoy espantado com o Brasil. Todas las personas ficam en las redes sociales hablando que son ‘cristianos’. ‘Yo soy contra el comunismo porque soy cristiano, Yo soy contra la exposiçon en lo MAM porque soy cristiano…’ Como puede?”

    Sua Santidade não entende. Até pouco tempo atrás, 99% dos brasileiros batia tambor pra trazer seu amor de volta em três dias.

    “Que cazzo aconteceu?”, pergunta ele.

    Explico ao Papa que foi uma conversão em massa motivada pela rota destrutiva do planeta Nibiru, que deve se chocar com a Terra muito em breve.

    Tudo mentira, claro. Não tenho a mínima ideia de onde saiu esse troço do “sou cristão”, mas Chiquito acreditou na minha explicação. É fácil enganar essa gente que trabalha no ramo dos Amigos Invisíveis.

     

     

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    PAPA FRANCISCO QUER CONSELHOS SOBRE SUA VIDA SENTIMENTAL

    Domingo, 19 de novembro

    Ligação de Sua Santidade, o Papa Francisco. “Chiquito”, como é conhecido pelos mais íntimos, quer meu conselho numa questão sentimental. Ele conheceu a atriz Ornella Mutti na piscina do Vaticano e o amor, esse deus caprichoso, encheu o coração de ambos com desejos inconfessáveis. No entanto, inexperiente em questões sexuais, o Papa não sabe o que fazer.

    “Mira, Aran, Ornella ainda é muy gostossa, yo lo sei, pero ela é una sexagenária! Com tantos pássaros volando pelos céus de Roma, penso se devo entrar en questa gaiola, compreendes?”

    “Ah, Santidade, mas vale uma paloma na mão do que duas volando”, eu respondo. “Ademais, o cinema italiano anda em desabalada decadência. As atrizes mais jovens já foram todas para Hollywood…”

    O Pontífice agradece minhas sábias palavras e aproveita para falar de política.

    “Mira, Aran, estoy espantado com o Brasil. Todas las personas ficam en las redes sociales hablando que son ‘cristianos’. ‘Yo soy contra el comunismo porque soy cristiano, Yo soy contra la exposiçon en lo MAM porque soy cristiano…’ Como puede?”

    Sua Santidade não entende. Até pouco tempo atrás, 99% dos brasileiros batia tambor pra trazer seu amor de volta em três dias.

    “Que cazzo aconteceu?”, pergunta ele.

    Explico ao Papa que foi uma conversão em massa motivada pela rota destrutiva do planeta Nibiru, que deve se chocar com a Terra muito em breve.

    Tudo mentira, claro. Não tenho a mínima ideia de onde saiu esse troço do “sou cristão”, mas Chiquito acreditou na minha explicação. É fácil enganar essa gente que trabalha no ramo dos Amigos Invisíveis.

     

     

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    CONHEÇA JORGE MAYKON, O CANDIDATO QUE O BRASIL PRECISA

    Quinta-feira, 16 de novembro

    Suruba beneficente organizada por cidadãos de bem paulistanos preocupados com a decadência dos costumes. Estava embolado com duas mulheres, um marqueteiro e um anão quando conheci o ilustre Jorge Maykon, um dos organizadores da orgia cívica, abraçado a um arcebispo e um travesti. Homem interessante, o Maykon, especialmente os bigodes.

    Enquanto ele bolinava o anão, me contou que pensa em se lançar presidente para colocar o Brasil nos trilhos. Pediu meu apoio intelectual, mas respondi a ele que já estou comprometido com a candidatura Luciano Huck.

    “Veja bem, o Brasil atingiu um alto patamar com a Marcela Temer, a espevitada Mamá, de primeira-dama”, eu explico. “Não podemos recuar! Nesse momento histórico, Angélica me parece mesmo a melhor opção…” 

    Ia falar como a França decaiu com a ausência da Carla Bruni, mas Jorge Maykon estava mais preocupado em levantar a batina do arcebispo.

    Nós, cidadãos de bem, somos todos católicos e tradicionalistas. Menos eu, que sou adepto do Grande e Impiedoso Cthulhu.

     

    Sexta-feira, 17 de novembro

    Reunião de cúpula no REPÚBLICA DOS BANANAS. Rodrigo, o adorável Orelha de van Gogh, argumenta que, grande organização midiática que somos, precisamos ter nosso próprio candidato, igual à TV Globo.

    Nelson Moraes concorda, mas adverte que tem de ser um candidato comprometido com as causas sociais. Túlio Andrade prefere um candidato que agrade ao mercado, a menos que seja o Pão de Açúcar, que ele não frequenta.

    Eu, intelectual progressista, penso que precisamos de um candidato que encarne os novos tempos e cito o Jorge Maykon. Todo mundo reclama que nunca ouviu falar no cara, menos o Renzo Mora, que sorri maliciosamente e diz: “Ah, Jorge Maykon… comi muito”.

    Nós, cidadãos de bem, vivemos comendo uns aos outros. Menos eu, que sou heterossexual convicto de segunda à sexta e, eventualmente, também aos domingos.

     

    CONHEÇA JORGE MAYKON, O CANDIDATO QUE O BRASIL PRECISA

    Quinta-feira, 16 de novembro

    Suruba beneficente organizada por cidadãos de bem paulistanos preocupados com a decadência dos costumes. Estava embolado com duas mulheres, um marqueteiro e um anão quando conheci o ilustre Jorge Maykon, um dos organizadores da orgia cívica, abraçado a um arcebispo e um travesti. Homem interessante, o Maykon, especialmente os bigodes.

    Enquanto ele bolinava o anão, me contou que pensa em se lançar presidente para colocar o Brasil nos trilhos. Pediu meu apoio intelectual, mas respondi a ele que já estou comprometido com a candidatura Luciano Huck.

    “Veja bem, o Brasil atingiu um alto patamar com a Marcela Temer, a espevitada Mamá, de primeira-dama”, eu explico. “Não podemos recuar! Nesse momento histórico, Angélica me parece mesmo a melhor opção…” 

    Ia falar como a França decaiu com a ausência da Carla Bruni, mas Jorge Maykon estava mais preocupado em levantar a batina do arcebispo.

    Nós, cidadãos de bem, somos todos católicos e tradicionalistas. Menos eu, que sou adepto do Grande e Impiedoso Cthulhu.

     

    Sexta-feira, 17 de novembro

    Reunião de cúpula no REPÚBLICA DOS BANANAS. Rodrigo, o adorável Orelha de van Gogh, argumenta que, grande organização midiática que somos, precisamos ter nosso próprio candidato, igual à TV Globo.

    Nelson Moraes concorda, mas adverte que tem de ser um candidato comprometido com as causas sociais. Túlio Andrade prefere um candidato que agrade ao mercado, a menos que seja o Pão de Açúcar, que ele não frequenta.

    Eu, intelectual progressista, penso que precisamos de um candidato que encarne os novos tempos e cito o Jorge Maykon. Todo mundo reclama que nunca ouviu falar no cara, menos o Renzo Mora, que sorri maliciosamente e diz: “Ah, Jorge Maykon… comi muito”.

    Nós, cidadãos de bem, vivemos comendo uns aos outros. Menos eu, que sou heterossexual convicto de segunda à sexta e, eventualmente, também aos domingos.

     

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    CONHEÇA JORGE MAYKON, O CANDIDATO QUE O BRASIL PRECISA

    Quinta-feira, 16 de novembro

    Suruba beneficente organizada por cidadãos de bem paulistanos preocupados com a decadência dos costumes. Estava embolado com duas mulheres, um marqueteiro e um anão quando conheci o ilustre Jorge Maykon, um dos organizadores da orgia cívica, abraçado a um arcebispo e um travesti. Homem interessante, o Maykon, especialmente os bigodes.

    Enquanto ele bolinava o anão, me contou que pensa em se lançar presidente para colocar o Brasil nos trilhos. Pediu meu apoio intelectual, mas respondi a ele que já estou comprometido com a candidatura Luciano Huck.

    “Veja bem, o Brasil atingiu um alto patamar com a Marcela Temer, a espevitada Mamá, de primeira-dama”, eu explico. “Não podemos recuar! Nesse momento histórico, Angélica me parece mesmo a melhor opção…” 

    Ia falar como a França decaiu com a ausência da Carla Bruni, mas Jorge Maykon estava mais preocupado em levantar a batina do arcebispo.

    Nós, cidadãos de bem, somos todos católicos e tradicionalistas. Menos eu, que sou adepto do Grande e Impiedoso Cthulhu.

     

    Sexta-feira, 17 de novembro

    Reunião de cúpula no REPÚBLICA DOS BANANAS. Rodrigo, o adorável Orelha de van Gogh, argumenta que, grande organização midiática que somos, precisamos ter nosso próprio candidato, igual à TV Globo.

    Nelson Moraes concorda, mas adverte que tem de ser um candidato comprometido com as causas sociais. Túlio Andrade prefere um candidato que agrade ao mercado, a menos que seja o Pão de Açúcar, que ele não frequenta.

    Eu, intelectual progressista, penso que precisamos de um candidato que encarne os novos tempos e cito o Jorge Maykon. Todo mundo reclama que nunca ouviu falar no cara, menos o Renzo Mora, que sorri maliciosamente e diz: “Ah, Jorge Maykon… comi muito”.

    Nós, cidadãos de bem, vivemos comendo uns aos outros. Menos eu, que sou heterossexual convicto de segunda à sexta e, eventualmente, também aos domingos.

     

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    NO GOVERNO HUCK, TODO CIDADÃO TERÁ O DIREITO CONSTITUCIONAL DE SER ARTISTA DA GLOBO

    Quarta-feira, 15 de novembro

    No Brasil inteiro, milhões de pessoas cantam e dançam para comemorar a República!

    Menos eu, o maior intelectual progressista e prafentex da América Latina, que estou reunido com o futuro presidente Luciano Huck na ilha dele, aqui em Angra, para discutir o futuro de Miami.

    Digo, do Brasil. Do Brasil! Bê-erre-a-zê-il-ele. Brasil. Perdão, perdão.

    “Loucura, loucura, loucura!”, diz o Huck. “Aran, na condição de maior intelectual progressista e prafrentex da América Latina , você tem que me ajudar a ganhar a eleição!”

    Em outros tempos, eu teria a fórmula certa pra vencer já no primeiro-turno:  a Bolsa-Tiazinha! Mas hoje em dia ninguém mais sabe quem foi Tiazinha e, além disso, as feministas bloguentas e a direita nojenta andam por aí de tacape pra porrar todo mundo que pensa em sexo. Não tem mais clima.

    Então bebo um gole de scotch e exponho minha nova e sensacional ideia para o incrível Huck.

    “Você precisa de um projeto político. Tipo assim: todo cidadão brasileiro vai ter o direito constitucional de ser artista da Globo!”

    “Loucura, loucura, loucura!”, responde o presidenciável. “Por quê?”

    “Veja bem, meu presidente, vou explicar. Quem são nossos militantes? Os artistas da Globo! Quem são nossos escritores? Os artistas da Globo! Quem pauta o debate? Os artistas da Globo! Quem são nossos presidenciáveis? Os artistas da Globo! Todo mundo que importa é artista da Globo! Portanto, se todo mundo for artista da Globo, teremos finalmente conquistado a tão sonhada igualdade!”

    “Loucura, loucura, loucura!”, responde o Huck. “Com esse plano vamos finalmente pacificar o Brasil e todo mundo vai construir o futuro junto!”

    “Menos o pessoal do SBT, que vai continuar a ser tratado feito cachorro!”, eu concluo.

    Qual é, gente? Numa democracia, é fundamental ter alguém pra jogar a culpa!

     

     

     

    NO GOVERNO HUCK, TODO CIDADÃO TERÁ O DIREITO CONSTITUCIONAL DE SER ARTISTA DA GLOBO

    Quarta-feira, 15 de novembro

    No Brasil inteiro, milhões de pessoas cantam e dançam para comemorar a República!

    Menos eu, o maior intelectual progressista e prafentex da América Latina, que estou reunido com o futuro presidente Luciano Huck na ilha dele, aqui em Angra, para discutir o futuro de Miami.

    Digo, do Brasil. Do Brasil! Bê-erre-a-zê-il-ele. Brasil. Perdão, perdão.

    “Loucura, loucura, loucura!”, diz o Huck. “Aran, na condição de maior intelectual progressista e prafrentex da América Latina , você tem que me ajudar a ganhar a eleição!”

    Em outros tempos, eu teria a fórmula certa pra vencer já no primeiro-turno:  a Bolsa-Tiazinha! Mas hoje em dia ninguém mais sabe quem foi Tiazinha e, além disso, as feministas bloguentas e a direita nojenta andam por aí de tacape pra porrar todo mundo que pensa em sexo. Não tem mais clima.

    Então bebo um gole de scotch e exponho minha nova e sensacional ideia para o incrível Huck.

    “Você precisa de um projeto político. Tipo assim: todo cidadão brasileiro vai ter o direito constitucional de ser artista da Globo!”

    “Loucura, loucura, loucura!”, responde o presidenciável. “Por quê?”

    “Veja bem, meu presidente, vou explicar. Quem são nossos militantes? Os artistas da Globo! Quem são nossos escritores? Os artistas da Globo! Quem pauta o debate? Os artistas da Globo! Quem são nossos presidenciáveis? Os artistas da Globo! Todo mundo que importa é artista da Globo! Portanto, se todo mundo for artista da Globo, teremos finalmente conquistado a tão sonhada igualdade!”

    “Loucura, loucura, loucura!”, responde o Huck. “Com esse plano vamos finalmente pacificar o Brasil e todo mundo vai construir o futuro junto!”

    “Menos o pessoal do SBT, que vai continuar a ser tratado feito cachorro!”, eu concluo.

    Qual é, gente? Numa democracia, é fundamental ter alguém pra jogar a culpa!

     

     

     

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    NO GOVERNO HUCK, TODO CIDADÃO TERÁ O DIREITO CONSTITUCIONAL DE SER ARTISTA DA GLOBO

    Quarta-feira, 15 de novembro

    No Brasil inteiro, milhões de pessoas cantam e dançam para comemorar a República!

    Menos eu, o maior intelectual progressista e prafentex da América Latina, que estou reunido com o futuro presidente Luciano Huck na ilha dele, aqui em Angra, para discutir o futuro de Miami.

    Digo, do Brasil. Do Brasil! Bê-erre-a-zê-il-ele. Brasil. Perdão, perdão.

    “Loucura, loucura, loucura!”, diz o Huck. “Aran, na condição de maior intelectual progressista e prafrentex da América Latina , você tem que me ajudar a ganhar a eleição!”

    Em outros tempos, eu teria a fórmula certa pra vencer já no primeiro-turno:  a Bolsa-Tiazinha! Mas hoje em dia ninguém mais sabe quem foi Tiazinha e, além disso, as feministas bloguentas e a direita nojenta andam por aí de tacape pra porrar todo mundo que pensa em sexo. Não tem mais clima.

    Então bebo um gole de scotch e exponho minha nova e sensacional ideia para o incrível Huck.

    “Você precisa de um projeto político. Tipo assim: todo cidadão brasileiro vai ter o direito constitucional de ser artista da Globo!”

    “Loucura, loucura, loucura!”, responde o presidenciável. “Por quê?”

    “Veja bem, meu presidente, vou explicar. Quem são nossos militantes? Os artistas da Globo! Quem são nossos escritores? Os artistas da Globo! Quem pauta o debate? Os artistas da Globo! Quem são nossos presidenciáveis? Os artistas da Globo! Todo mundo que importa é artista da Globo! Portanto, se todo mundo for artista da Globo, teremos finalmente conquistado a tão sonhada igualdade!”

    “Loucura, loucura, loucura!”, responde o Huck. “Com esse plano vamos finalmente pacificar o Brasil e todo mundo vai construir o futuro junto!”

    “Menos o pessoal do SBT, que vai continuar a ser tratado feito cachorro!”, eu concluo.

    Qual é, gente? Numa democracia, é fundamental ter alguém pra jogar a culpa!

     

     

     

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    DICAS PARA QUE NÃO ROUBEM SUA IDENTIDADE NA INTERNET

    Sexta, 10 de novembro

    Um dos maiores perigos desses tempos modernos é que alguém roube sua identidade para fazer compras online ou, cruz credo, pra deixar comentários do tipo “É isso aí, Bolsa!” na fanpage do Jair Bolsonaro.

    Para evitar esse problema, aí vai uma dica preciosa: jamais – nunca! em hipótese alguma! – corte seu cabelo num lugar público. Dessa forma, ninguém pode roubar um fio para clonar o seu DNA!

    É muito melhor que você mesmo corte o seu cabelo (em casa!) com uma tesoura e um espelho. A tesoura é um artefato cortante de duas pontas.

    Já o espelho é algo polido e reflexivo, muito fácil de encontrar.

    Geralmente, ele fica em silêncio no parque, à beira de um lago, refletindo sobre os descaminhos da humanidade. Para conferir se ele é polido, basta empurra-lo no lago. Se ele disser “meu senhor, como não me viu aqui, tranquilamente refletindo?”, não há dúvida: ele é muito polido.

    Outra coisa que não se deve fazer é uma máscara de borracha que reproduza exatamente as suas feições.

    Sim, eu sei, eu sei, é muito engraçado sair com uma máscara da sua cara em cima da sua cara.

    O risco, porém, é muito grande. Caso sua máscara caia em mãos erradas, alguém pode usá-la para fazer coisas abomináveis, tipo comprar livro de YouTuber na livraria perto da sua casa.

    Também é preciso tomar cuidado com e-mails de bancos que pedem para você se recadastrar. Isso é truque! Tudo o que eles querem é roubar sua identidade.

    Um amigo meu caiu nessa e, quando finalmente acordou, ele estava numa banheira cheia de gelo e tinha virado o Kevin Spacey.

     

     

    DICAS PARA QUE NÃO ROUBEM SUA IDENTIDADE NA INTERNET

    Sexta, 10 de novembro

    Um dos maiores perigos desses tempos modernos é que alguém roube sua identidade para fazer compras online ou, cruz credo, pra deixar comentários do tipo “É isso aí, Bolsa!” na fanpage do Jair Bolsonaro.

    Para evitar esse problema, aí vai uma dica preciosa: jamais – nunca! em hipótese alguma! – corte seu cabelo num lugar público. Dessa forma, ninguém pode roubar um fio para clonar o seu DNA!

    É muito melhor que você mesmo corte o seu cabelo (em casa!) com uma tesoura e um espelho. A tesoura é um artefato cortante de duas pontas.

    Já o espelho é algo polido e reflexivo, muito fácil de encontrar.

    Geralmente, ele fica em silêncio no parque, à beira de um lago, refletindo sobre os descaminhos da humanidade. Para conferir se ele é polido, basta empurra-lo no lago. Se ele disser “meu senhor, como não me viu aqui, tranquilamente refletindo?”, não há dúvida: ele é muito polido.

    Outra coisa que não se deve fazer é uma máscara de borracha que reproduza exatamente as suas feições.

    Sim, eu sei, eu sei, é muito engraçado sair com uma máscara da sua cara em cima da sua cara.

    O risco, porém, é muito grande. Caso sua máscara caia em mãos erradas, alguém pode usá-la para fazer coisas abomináveis, tipo comprar livro de YouTuber na livraria perto da sua casa.

    Também é preciso tomar cuidado com e-mails de bancos que pedem para você se recadastrar. Isso é truque! Tudo o que eles querem é roubar sua identidade.

    Um amigo meu caiu nessa e, quando finalmente acordou, ele estava numa banheira cheia de gelo e tinha virado o Kevin Spacey.

     

     

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    DICAS PARA QUE NÃO ROUBEM SUA IDENTIDADE NA INTERNET

    Sexta, 10 de novembro

    Um dos maiores perigos desses tempos modernos é que alguém roube sua identidade para fazer compras online ou, cruz credo, pra deixar comentários do tipo “É isso aí, Bolsa!” na fanpage do Jair Bolsonaro.

    Para evitar esse problema, aí vai uma dica preciosa: jamais – nunca! em hipótese alguma! – corte seu cabelo num lugar público. Dessa forma, ninguém pode roubar um fio para clonar o seu DNA!

    É muito melhor que você mesmo corte o seu cabelo (em casa!) com uma tesoura e um espelho. A tesoura é um artefato cortante de duas pontas.

    Já o espelho é algo polido e reflexivo, muito fácil de encontrar.

    Geralmente, ele fica em silêncio no parque, à beira de um lago, refletindo sobre os descaminhos da humanidade. Para conferir se ele é polido, basta empurra-lo no lago. Se ele disser “meu senhor, como não me viu aqui, tranquilamente refletindo?”, não há dúvida: ele é muito polido.

    Outra coisa que não se deve fazer é uma máscara de borracha que reproduza exatamente as suas feições.

    Sim, eu sei, eu sei, é muito engraçado sair com uma máscara da sua cara em cima da sua cara.

    O risco, porém, é muito grande. Caso sua máscara caia em mãos erradas, alguém pode usá-la para fazer coisas abomináveis, tipo comprar livro de YouTuber na livraria perto da sua casa.

    Também é preciso tomar cuidado com e-mails de bancos que pedem para você se recadastrar. Isso é truque! Tudo o que eles querem é roubar sua identidade.

    Um amigo meu caiu nessa e, quando finalmente acordou, ele estava numa banheira cheia de gelo e tinha virado o Kevin Spacey.

     

     

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    LOUCURA! LOUCURA! LOUCURA! MONTAMOS O MINISTÉRIO DO PRESIDENTE LUCIANO HUCK

    Terça, 7 de novembro

    Na condição de intelectual progressista mais prafentex do Brasil, fui procurado pela produção, digo comitê eleitoral, do Luciano Huck para ajudar na montagem do futuro ministério.

    Imediatamente, acionei minha brilhante equipe – meus seguidores no Twitter – em busca de nomes.

    Olha só:

    Vice: Batoré

    A escolha visa aumentar o espectro político com o SBT e se contrapor ao discurso do Lula de que “A Grobo fica inventando uns candidato pra vencer eu nas eleição”.

    Abin e Polícia Federal: Pedro Bial (“vamos dar uma espiadinha…”)

    Ministério da Transparência: Cleo Pires

    Ministro da Justiça: Netinho (sugestão de Robzon Barizon)

    Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão: Guy Oseary (sugestão de Angie Dois)

    Ministério da Saúde: Bela Gil (sugestão de Gustavo Martins)

    Ministério do Verde e Meio-Ambiente: Louro José (sugestão de Douglas Nascimento)

    Ministério da Cultura: Wesley Safadão (sugestão do Jão)

    Ministério do Turismo: Bruno de Lucca (sugestão de Cenas Parlamentáveis)

    Ministério das Relações Exteriores: Luciana Gimenez, claro.

    Ministério da Casa Civil: Tiririca, que já tem experiência para negociar com o Congresso (sugestão de Marcelo Bessoni)

    Porta-voz: Galvão Bueno (com comentário do Casagrande)

    Pode não ser grande coisa, mas é muito melhor que o ministério montado pela Dilmer ou pelo Tilma, fala a verdade…

     

    LOUCURA! LOUCURA! LOUCURA! MONTAMOS O MINISTÉRIO DO PRESIDENTE LUCIANO HUCK

    Terça, 7 de novembro

    Na condição de intelectual progressista mais prafentex do Brasil, fui procurado pela produção, digo comitê eleitoral, do Luciano Huck para ajudar na montagem do futuro ministério.

    Imediatamente, acionei minha brilhante equipe – meus seguidores no Twitter – em busca de nomes.

    Olha só:

    Vice: Batoré

    A escolha visa aumentar o espectro político com o SBT e se contrapor ao discurso do Lula de que “A Grobo fica inventando uns candidato pra vencer eu nas eleição”.

    Abin e Polícia Federal: Pedro Bial (“vamos dar uma espiadinha…”)

    Ministério da Transparência: Cleo Pires

    Ministro da Justiça: Netinho (sugestão de Robzon Barizon)

    Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão: Guy Oseary (sugestão de Angie Dois)

    Ministério da Saúde: Bela Gil (sugestão de Gustavo Martins)

    Ministério do Verde e Meio-Ambiente: Louro José (sugestão de Douglas Nascimento)

    Ministério da Cultura: Wesley Safadão (sugestão do Jão)

    Ministério do Turismo: Bruno de Lucca (sugestão de Cenas Parlamentáveis)

    Ministério das Relações Exteriores: Luciana Gimenez, claro.

    Ministério da Casa Civil: Tiririca, que já tem experiência para negociar com o Congresso (sugestão de Marcelo Bessoni)

    Porta-voz: Galvão Bueno (com comentário do Casagrande)

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    LOUCURA! LOUCURA! LOUCURA! MONTAMOS O MINISTÉRIO DO PRESIDENTE LUCIANO HUCK

    Terça, 7 de novembro

    Na condição de intelectual progressista mais prafentex do Brasil, fui procurado pela produção, digo comitê eleitoral, do Luciano Huck para ajudar na montagem do futuro ministério.

    Imediatamente, acionei minha brilhante equipe – meus seguidores no Twitter – em busca de nomes.

    Olha só:

    Vice: Batoré

    A escolha visa aumentar o espectro político com o SBT e se contrapor ao discurso do Lula de que “A Grobo fica inventando uns candidato pra vencer eu nas eleição”.

    Abin e Polícia Federal: Pedro Bial (“vamos dar uma espiadinha…”)

    Ministério da Transparência: Cleo Pires

    Ministro da Justiça: Netinho (sugestão de Robzon Barizon)

    Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão: Guy Oseary (sugestão de Angie Dois)

    Ministério da Saúde: Bela Gil (sugestão de Gustavo Martins)

    Ministério do Verde e Meio-Ambiente: Louro José (sugestão de Douglas Nascimento)

    Ministério da Cultura: Wesley Safadão (sugestão do Jão)

    Ministério do Turismo: Bruno de Lucca (sugestão de Cenas Parlamentáveis)

    Ministério das Relações Exteriores: Luciana Gimenez, claro.

    Ministério da Casa Civil: Tiririca, que já tem experiência para negociar com o Congresso (sugestão de Marcelo Bessoni)

    Porta-voz: Galvão Bueno (com comentário do Casagrande)

    Pode não ser grande coisa, mas é muito melhor que o ministério montado pela Dilmer ou pelo Tilma, fala a verdade…

     

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    100 ANOS DA REVOLUÇÃO RUSSA, A FALÊNCIA DA DEMOCRACIA E O GALVÃO BUENO

    Sábado, 4 de novembro

    Intelectual progressista e prafentex, comemorei com muita com pompa e circunstância os 100 anos da Revolução Russa. Começou com vodca e terminou numa suruba soviética. Como eu era o único convidado, a suruba deu certo trabalho.

    Agora penso em escrever um longo artigo provando que o socialismo é o melhor regime que existe em todo o mundo conhecido. Com exceção da monarquia absolutista, claro. Só que você tem que ser o rei, senão é meio chato.

     

    Domingo, 5 de novembro

    Pelo que leio nos jornais, a democracia liberal faliu, pois só gente que os articulistas não gostam é que é eleita.

    O socialismo funciona muito melhor. É como se fosse uma reunião de condomínio que nunca acaba. Além disso, todo mundo vigia todo mundo, feito uma vizinha fofoqueira. A lambisgóia do 307 está dando pro vagabundo do 408, aquele contrarrevolucionário revisionista.

    Outra coisa legal no socialismo é que a importância da pessoa está no “ser” e não no “ter”. Afinal, ninguém tem dinheiro pra comprar nada.

    Tem ainda um outro aspecto político a se considerar. Joseph Stálin, um dos mais gloriosos líderes da gloriosa União Soviética, foi o cara que mais matou socialistas no mundo. Muito mais que Hitler, Franco ou Mussolini. Olhava feio pro Stálin, ele matava. Esse pessoal toscão que curte o Bolsonauro Rex devia apoiar o socialismo ainda hoje. Ninguém mata mais socialistas do que um socialista empoderado.

     

    Segunda, 6 de novembro

    “Mas tem também o outro lado”, como diria Harvey Weinstein para a jovem atriz em busca do sucesso.  O socialismo é bem bacana, mas a monarquia absolutista tem suas vantagens.

    Justa de cavaleiros, por exemplo.

    Muito mais legal do que jogo de futebol.  Especialmente se narrada pelo Galvão Bueno. “Lá vai Sir Lancelot, é Lancelot, é Lancelot, Lancelot pega a lança, ele pega a lança, ele pega a lança… lá vem o Cavaleiro Negro, o Cavaleiro Negro, vai Lancelot, vai Lance Fenômeno, vai… vai..  e… DERRUBOU! DERRUBOU! Derruboooouuuuuuuuuuuuuuu! Derrubou, Brasil! Lancelot derrubou o Cavaleiro Negro! É da Pérfida Albion, torcida brasileira! Albi-on-on-on! E agora os comentários do Casagrande.”

     

     

    100 ANOS DA REVOLUÇÃO RUSSA, A FALÊNCIA DA DEMOCRACIA E O GALVÃO BUENO

    Sábado, 4 de novembro

    Intelectual progressista e prafentex, comemorei com muita com pompa e circunstância os 100 anos da Revolução Russa. Começou com vodca e terminou numa suruba soviética. Como eu era o único convidado, a suruba deu certo trabalho.

    Agora penso em escrever um longo artigo provando que o socialismo é o melhor regime que existe em todo o mundo conhecido. Com exceção da monarquia absolutista, claro. Só que você tem que ser o rei, senão é meio chato.

     

    Domingo, 5 de novembro

    Pelo que leio nos jornais, a democracia liberal faliu, pois só gente que os articulistas não gostam é que é eleita.

    O socialismo funciona muito melhor. É como se fosse uma reunião de condomínio que nunca acaba. Além disso, todo mundo vigia todo mundo, feito uma vizinha fofoqueira. A lambisgóia do 307 está dando pro vagabundo do 408, aquele contrarrevolucionário revisionista.

    Outra coisa legal no socialismo é que a importância da pessoa está no “ser” e não no “ter”. Afinal, ninguém tem dinheiro pra comprar nada.

    Tem ainda um outro aspecto político a se considerar. Joseph Stálin, um dos mais gloriosos líderes da gloriosa União Soviética, foi o cara que mais matou socialistas no mundo. Muito mais que Hitler, Franco ou Mussolini. Olhava feio pro Stálin, ele matava. Esse pessoal toscão que curte o Bolsonauro Rex devia apoiar o socialismo ainda hoje. Ninguém mata mais socialistas do que um socialista empoderado.

     

    Segunda, 6 de novembro

    “Mas tem também o outro lado”, como diria Harvey Weinstein para a jovem atriz em busca do sucesso.  O socialismo é bem bacana, mas a monarquia absolutista tem suas vantagens.

    Justa de cavaleiros, por exemplo.

    Muito mais legal do que jogo de futebol.  Especialmente se narrada pelo Galvão Bueno. “Lá vai Sir Lancelot, é Lancelot, é Lancelot, Lancelot pega a lança, ele pega a lança, ele pega a lança… lá vem o Cavaleiro Negro, o Cavaleiro Negro, vai Lancelot, vai Lance Fenômeno, vai… vai..  e… DERRUBOU! DERRUBOU! Derruboooouuuuuuuuuuuuuuu! Derrubou, Brasil! Lancelot derrubou o Cavaleiro Negro! É da Pérfida Albion, torcida brasileira! Albi-on-on-on! E agora os comentários do Casagrande.”

     

     

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    100 ANOS DA REVOLUÇÃO RUSSA, A FALÊNCIA DA DEMOCRACIA E O GALVÃO BUENO

    Sábado, 4 de novembro

    Intelectual progressista e prafentex, comemorei com muita com pompa e circunstância os 100 anos da Revolução Russa. Começou com vodca e terminou numa suruba soviética. Como eu era o único convidado, a suruba deu certo trabalho.

    Agora penso em escrever um longo artigo provando que o socialismo é o melhor regime que existe em todo o mundo conhecido. Com exceção da monarquia absolutista, claro. Só que você tem que ser o rei, senão é meio chato.

     

    Domingo, 5 de novembro

    Pelo que leio nos jornais, a democracia liberal faliu, pois só gente que os articulistas não gostam é que é eleita.

    O socialismo funciona muito melhor. É como se fosse uma reunião de condomínio que nunca acaba. Além disso, todo mundo vigia todo mundo, feito uma vizinha fofoqueira. A lambisgóia do 307 está dando pro vagabundo do 408, aquele contrarrevolucionário revisionista.

    Outra coisa legal no socialismo é que a importância da pessoa está no “ser” e não no “ter”. Afinal, ninguém tem dinheiro pra comprar nada.

    Tem ainda um outro aspecto político a se considerar. Joseph Stálin, um dos mais gloriosos líderes da gloriosa União Soviética, foi o cara que mais matou socialistas no mundo. Muito mais que Hitler, Franco ou Mussolini. Olhava feio pro Stálin, ele matava. Esse pessoal toscão que curte o Bolsonauro Rex devia apoiar o socialismo ainda hoje. Ninguém mata mais socialistas do que um socialista empoderado.

     

    Segunda, 6 de novembro

    “Mas tem também o outro lado”, como diria Harvey Weinstein para a jovem atriz em busca do sucesso.  O socialismo é bem bacana, mas a monarquia absolutista tem suas vantagens.

    Justa de cavaleiros, por exemplo.

    Muito mais legal do que jogo de futebol.  Especialmente se narrada pelo Galvão Bueno. “Lá vai Sir Lancelot, é Lancelot, é Lancelot, Lancelot pega a lança, ele pega a lança, ele pega a lança… lá vem o Cavaleiro Negro, o Cavaleiro Negro, vai Lancelot, vai Lance Fenômeno, vai… vai..  e… DERRUBOU! DERRUBOU! Derruboooouuuuuuuuuuuuuuu! Derrubou, Brasil! Lancelot derrubou o Cavaleiro Negro! É da Pérfida Albion, torcida brasileira! Albi-on-on-on! E agora os comentários do Casagrande.”

     

     

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    SAÍMOS NA #ZOMBIEWALK E FOMOS CONFUNDIDOS COM SEM-TETO

    Quinta, 2 de novembro

    Eu, o poeta concreto Oraldo Grunhevaldo; Milena, a Millennial; Olegário Não-Binário e Odisséia, minha secretária do lar, fomos todos participar da #ZombieWalk. Todo mundo babando e falando “braiiinnn”, “braiinnn”, como se fôssemos cidadãos perplexos com as mais recentes pesquisas eleitorais.

    Também convidamos o Irso, meu vizinho energúmeno, mas ele falou que essa coisa de #ZombieWalk é invenção da CIA, igual a “halloween”, “impeachment” e “Lava Jato”. Deixei pra lá. Para argumentar com energúmeno eu tenho o Facebook, não preciso disso em casa.

    A caminhada foi bem divertida até a gente encontrar o Guilherme Boulos, que nos confundiu com lumpemproletariado e ficou andando atrás da gente, tentando nos convencer a participar de uma invasão ocupacional.

    Quando conseguimos nos livrar do mala, demos de cara com o prefeito João Dória que milagrosamente estava em São Paulo.

    Ao nos ver todos andrajosos, o tucano gritou:

    “Ahhhh! Pobres! Socorro! Pau neles!”

    A guarda pretoriana do prefeito caiu de porrada na gente, mas nos recusamos a sair dos personagens e continuamos rastejando e mordendo os milicos, sendo que Olegário Não-Binário, em vez de morder, lambia.

    Despistamos os meganhas e continuamos nossa caminhada, sendo confundidos no processo com manifestações diversas (contra o golpe, a favor do golpe, contra pedofilia, a favor do exibicionismo etc).

    No final, enchemos o saco de ficar falando “braiiinn” e fomos pra casa.

    Não havia mesmo a mínima possibilidade de acharmos “brain” no Brasil de 2017.

    SAÍMOS NA #ZOMBIEWALK E FOMOS CONFUNDIDOS COM SEM-TETO

    Quinta, 2 de novembro

    Eu, o poeta concreto Oraldo Grunhevaldo; Milena, a Millennial; Olegário Não-Binário e Odisséia, minha secretária do lar, fomos todos participar da #ZombieWalk. Todo mundo babando e falando “braiiinnn”, “braiinnn”, como se fôssemos cidadãos perplexos com as mais recentes pesquisas eleitorais.

    Também convidamos o Irso, meu vizinho energúmeno, mas ele falou que essa coisa de #ZombieWalk é invenção da CIA, igual a “halloween”, “impeachment” e “Lava Jato”. Deixei pra lá. Para argumentar com energúmeno eu tenho o Facebook, não preciso disso em casa.

    A caminhada foi bem divertida até a gente encontrar o Guilherme Boulos, que nos confundiu com lumpemproletariado e ficou andando atrás da gente, tentando nos convencer a participar de uma invasão ocupacional.

    Quando conseguimos nos livrar do mala, demos de cara com o prefeito João Dória que milagrosamente estava em São Paulo.

    Ao nos ver todos andrajosos, o tucano gritou:

    “Ahhhh! Pobres! Socorro! Pau neles!”

    A guarda pretoriana do prefeito caiu de porrada na gente, mas nos recusamos a sair dos personagens e continuamos rastejando e mordendo os milicos, sendo que Olegário Não-Binário, em vez de morder, lambia.

    Despistamos os meganhas e continuamos nossa caminhada, sendo confundidos no processo com manifestações diversas (contra o golpe, a favor do golpe, contra pedofilia, a favor do exibicionismo etc).

    No final, enchemos o saco de ficar falando “braiiinn” e fomos pra casa.

    Não havia mesmo a mínima possibilidade de acharmos “brain” no Brasil de 2017.

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    SAÍMOS NA #ZOMBIEWALK E FOMOS CONFUNDIDOS COM SEM-TETO

    Quinta, 2 de novembro

    Eu, o poeta concreto Oraldo Grunhevaldo; Milena, a Millennial; Olegário Não-Binário e Odisséia, minha secretária do lar, fomos todos participar da #ZombieWalk. Todo mundo babando e falando “braiiinnn”, “braiinnn”, como se fôssemos cidadãos perplexos com as mais recentes pesquisas eleitorais.

    Também convidamos o Irso, meu vizinho energúmeno, mas ele falou que essa coisa de #ZombieWalk é invenção da CIA, igual a “halloween”, “impeachment” e “Lava Jato”. Deixei pra lá. Para argumentar com energúmeno eu tenho o Facebook, não preciso disso em casa.

    A caminhada foi bem divertida até a gente encontrar o Guilherme Boulos, que nos confundiu com lumpemproletariado e ficou andando atrás da gente, tentando nos convencer a participar de uma invasão ocupacional.

    Quando conseguimos nos livrar do mala, demos de cara com o prefeito João Dória que milagrosamente estava em São Paulo.

    Ao nos ver todos andrajosos, o tucano gritou:

    “Ahhhh! Pobres! Socorro! Pau neles!”

    A guarda pretoriana do prefeito caiu de porrada na gente, mas nos recusamos a sair dos personagens e continuamos rastejando e mordendo os milicos, sendo que Olegário Não-Binário, em vez de morder, lambia.

    Despistamos os meganhas e continuamos nossa caminhada, sendo confundidos no processo com manifestações diversas (contra o golpe, a favor do golpe, contra pedofilia, a favor do exibicionismo etc).

    No final, enchemos o saco de ficar falando “braiiinn” e fomos pra casa.

    Não havia mesmo a mínima possibilidade de acharmos “brain” no Brasil de 2017.

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    DRUMMOND ZUMBI! A FANTASIA PERFEITA PRA HALLOWEEN E ANIVERSÁRIO DO POETA!

    Terça, 31 de outubro

    Almoço com o poeta concreto Oraldo Grunhevaldo na Bar Delaire (Rua Fada Morgana, 69, Vila Madalena).

    Para comemorar o Halloween e também o aniversário do poeta Carlos Drummond de Andrade, Oraldo foi vestido de Drummond Zumbi.

    O problema é que ele ficou o tempo todo recitando:

    “No meio do caminho tinha um cérebro, cérebro, cérebro

    Cérebro cérebro

    cérebro cérebro

    cérebro cérebro

    CÉREBRO!”

    Além disso, para meu total constrangimento, o literato agarrou uma garçonete de piercing e tatuagem, tendo de ser afastado a golpes de bandeja e cerveja. Ela descia o sarrafo e eu descia a garrafa.

    Finalmente, o Drummond Morto-Vivo largou a moça, mas acabamos expulsos do bar com a garçonete gritando que nos transformaria em dois párias sociais, como o Harvey Weinstein (eu) e o Kevin Spacey (Oraldo).

    Grunhevaldo continuou andando e babando, babando e andando. Ainda bem que estávamos na Vila Madalena, onde esse tipo de coisa é normal. Na esquina da rua Arco-Íris com a Alecrim, eu disfarcei e caí fora, deixando o Drumond Zumbi babando sozinho.

    Falar a verdade, achei a fantasia meio desaforenta. Poeta concreto não vende livro e desconta a mágoa na sociedade. Morto-vivo é uma fantasia bem legal, sendo que o único problema é ser confundido com sem-teto. O Halloween jamais devia ter sido expotado pro Terceiro Mundo.

     

     

    DRUMMOND ZUMBI! A FANTASIA PERFEITA PRA HALLOWEEN E ANIVERSÁRIO DO POETA!

    Terça, 31 de outubro

    Almoço com o poeta concreto Oraldo Grunhevaldo na Bar Delaire (Rua Fada Morgana, 69, Vila Madalena).

    Para comemorar o Halloween e também o aniversário do poeta Carlos Drummond de Andrade, Oraldo foi vestido de Drummond Zumbi.

    O problema é que ele ficou o tempo todo recitando:

    “No meio do caminho tinha um cérebro, cérebro, cérebro

    Cérebro cérebro

    cérebro cérebro

    cérebro cérebro

    CÉREBRO!”

    Além disso, para meu total constrangimento, o literato agarrou uma garçonete de piercing e tatuagem, tendo de ser afastado a golpes de bandeja e cerveja. Ela descia o sarrafo e eu descia a garrafa.

    Finalmente, o Drummond Morto-Vivo largou a moça, mas acabamos expulsos do bar com a garçonete gritando que nos transformaria em dois párias sociais, como o Harvey Weinstein (eu) e o Kevin Spacey (Oraldo).

    Grunhevaldo continuou andando e babando, babando e andando. Ainda bem que estávamos na Vila Madalena, onde esse tipo de coisa é normal. Na esquina da rua Arco-Íris com a Alecrim, eu disfarcei e caí fora, deixando o Drumond Zumbi babando sozinho.

    Falar a verdade, achei a fantasia meio desaforenta. Poeta concreto não vende livro e desconta a mágoa na sociedade. Morto-vivo é uma fantasia bem legal, sendo que o único problema é ser confundido com sem-teto. O Halloween jamais devia ter sido expotado pro Terceiro Mundo.

     

     

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    Terça, 31 de outubro

    Almoço com o poeta concreto Oraldo Grunhevaldo na Bar Delaire (Rua Fada Morgana, 69, Vila Madalena).

    Para comemorar o Halloween e também o aniversário do poeta Carlos Drummond de Andrade, Oraldo foi vestido de Drummond Zumbi.

    O problema é que ele ficou o tempo todo recitando:

    “No meio do caminho tinha um cérebro, cérebro, cérebro

    Cérebro cérebro

    cérebro cérebro

    cérebro cérebro

    CÉREBRO!”

    Além disso, para meu total constrangimento, o literato agarrou uma garçonete de piercing e tatuagem, tendo de ser afastado a golpes de bandeja e cerveja. Ela descia o sarrafo e eu descia a garrafa.

    Finalmente, o Drummond Morto-Vivo largou a moça, mas acabamos expulsos do bar com a garçonete gritando que nos transformaria em dois párias sociais, como o Harvey Weinstein (eu) e o Kevin Spacey (Oraldo).

    Grunhevaldo continuou andando e babando, babando e andando. Ainda bem que estávamos na Vila Madalena, onde esse tipo de coisa é normal. Na esquina da rua Arco-Íris com a Alecrim, eu disfarcei e caí fora, deixando o Drumond Zumbi babando sozinho.

    Falar a verdade, achei a fantasia meio desaforenta. Poeta concreto não vende livro e desconta a mágoa na sociedade. Morto-vivo é uma fantasia bem legal, sendo que o único problema é ser confundido com sem-teto. O Halloween jamais devia ter sido expotado pro Terceiro Mundo.

     

     

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    MEU CAFÉ COM OLEGÁRIO NÃO-BINÁRIO NO “BRUNCH DUBOIS”

    Domingo, 29 de outubro

    Café com meu grande amigo Olegário Não-Binário no Brunch Dubois (Rua Tennessee Williams, 342, Jardim América).

    Olegário Não-Binário se chamava Olegário Correia e era casado com a Silvinha. Ambos jornalistas. Silvinha na Economia, Olegário na Variedades. Os longos pescoções separaram os dois.

    Pescoção é quando o jornalista fica na redação mastigando pizza fria e caçando notícia quente pra edição de domingo, que é fechada na quinta-feira.

    Numa dessas, o Olegário começou a frequentar o Esportes e conheceu o Antenor Piroga.

    Antenor Piroga era corintiano, eleitor do Lula e sexualmente incontrolável. Já tinha passado o rodo no jornal inteiro, incluindo a mulherada do suplemento feminino, que ninguém pegava.

    Pescoção vai, pescoção vem,  e o Antenor acabou pegando o Olegário. O jornalismo é uma coisa muito louca. Pior, só gente de teatro e televisão.

    Olegário largou a Silvinha e mudou o nome pra Olegário Não-Binário.

    “Olegário, como funciona esse caráleo de Não-Binário?”, eu pergunto enquanto devoro um misto quente.

    “É que eu vou com homem e com mulher…”, responde Olegário quanto come um croque monsieur, que é misto quente de gente não-binária.

    “Tá, mas você sempre foi do jornalismo de variedades, qual é a novidade?”, pergunto.

    “É que agora eu posso sair vestido de homem ou de mulher”, ele explica.

    “Tá, mas você sempre escreveu sobre Anitta e Beyoncé, qual é a novidade?”, insisto.

    “É que agora eu não preciso declarar qual é o meu gênero!”, se irrita o Olegário Não-Binário.

    “Tá, mas você sempre gostou de tropicalismo e novela mexicana , qual é a novidade”, continuo.

    “Ah, que saco, Aran, porra! Me deixa!”, explode Olegário Não-Binário. “Eu não sigo o código binário cis-normativo, onde é tudo ou é zero ou é um! Eu atingi a singularidade! Eu não estou preso a essa sociedade careta cis-normativa e patriarcal! Está feliz agora?”

    Termino o misto-quente e respondo como se fosse o Didi Mocó ou filósofo da USP.

    “Uia, óia a Creusa Não-Binária!”

    Olegário Não-Binário fica enfurecido e vai embora. Não quero nem ver o que ele vai escrever sobre a novela das nove no jornal de amanhã.

     

     

    MEU CAFÉ COM OLEGÁRIO NÃO-BINÁRIO NO “BRUNCH DUBOIS”

    Domingo, 29 de outubro

    Café com meu grande amigo Olegário Não-Binário no Brunch Dubois (Rua Tennessee Williams, 342, Jardim América).

    Olegário Não-Binário se chamava Olegário Correia e era casado com a Silvinha. Ambos jornalistas. Silvinha na Economia, Olegário na Variedades. Os longos pescoções separaram os dois.

    Pescoção é quando o jornalista fica na redação mastigando pizza fria e caçando notícia quente pra edição de domingo, que é fechada na quinta-feira.

    Numa dessas, o Olegário começou a frequentar o Esportes e conheceu o Antenor Piroga.

    Antenor Piroga era corintiano, eleitor do Lula e sexualmente incontrolável. Já tinha passado o rodo no jornal inteiro, incluindo a mulherada do suplemento feminino, que ninguém pegava.

    Pescoção vai, pescoção vem,  e o Antenor acabou pegando o Olegário. O jornalismo é uma coisa muito louca. Pior, só gente de teatro e televisão.

    Olegário largou a Silvinha e mudou o nome pra Olegário Não-Binário.

    “Olegário, como funciona esse caráleo de Não-Binário?”, eu pergunto enquanto devoro um misto quente.

    “É que eu vou com homem e com mulher…”, responde Olegário quanto come um croque monsieur, que é misto quente de gente não-binária.

    “Tá, mas você sempre foi do jornalismo de variedades, qual é a novidade?”, pergunto.

    “É que agora eu posso sair vestido de homem ou de mulher”, ele explica.

    “Tá, mas você sempre escreveu sobre Anitta e Beyoncé, qual é a novidade?”, insisto.

    “É que agora eu não preciso declarar qual é o meu gênero!”, se irrita o Olegário Não-Binário.

    “Tá, mas você sempre gostou de tropicalismo e novela mexicana , qual é a novidade”, continuo.

    “Ah, que saco, Aran, porra! Me deixa!”, explode Olegário Não-Binário. “Eu não sigo o código binário cis-normativo, onde é tudo ou é zero ou é um! Eu atingi a singularidade! Eu não estou preso a essa sociedade careta cis-normativa e patriarcal! Está feliz agora?”

    Termino o misto-quente e respondo como se fosse o Didi Mocó ou filósofo da USP.

    “Uia, óia a Creusa Não-Binária!”

    Olegário Não-Binário fica enfurecido e vai embora. Não quero nem ver o que ele vai escrever sobre a novela das nove no jornal de amanhã.

     

     

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    Domingo, 29 de outubro

    Café com meu grande amigo Olegário Não-Binário no Brunch Dubois (Rua Tennessee Williams, 342, Jardim América).

    Olegário Não-Binário se chamava Olegário Correia e era casado com a Silvinha. Ambos jornalistas. Silvinha na Economia, Olegário na Variedades. Os longos pescoções separaram os dois.

    Pescoção é quando o jornalista fica na redação mastigando pizza fria e caçando notícia quente pra edição de domingo, que é fechada na quinta-feira.

    Numa dessas, o Olegário começou a frequentar o Esportes e conheceu o Antenor Piroga.

    Antenor Piroga era corintiano, eleitor do Lula e sexualmente incontrolável. Já tinha passado o rodo no jornal inteiro, incluindo a mulherada do suplemento feminino, que ninguém pegava.

    Pescoção vai, pescoção vem,  e o Antenor acabou pegando o Olegário. O jornalismo é uma coisa muito louca. Pior, só gente de teatro e televisão.

    Olegário largou a Silvinha e mudou o nome pra Olegário Não-Binário.

    “Olegário, como funciona esse caráleo de Não-Binário?”, eu pergunto enquanto devoro um misto quente.

    “É que eu vou com homem e com mulher…”, responde Olegário quanto come um croque monsieur, que é misto quente de gente não-binária.

    “Tá, mas você sempre foi do jornalismo de variedades, qual é a novidade?”, pergunto.

    “É que agora eu posso sair vestido de homem ou de mulher”, ele explica.

    “Tá, mas você sempre escreveu sobre Anitta e Beyoncé, qual é a novidade?”, insisto.

    “É que agora eu não preciso declarar qual é o meu gênero!”, se irrita o Olegário Não-Binário.

    “Tá, mas você sempre gostou de tropicalismo e novela mexicana , qual é a novidade”, continuo.

    “Ah, que saco, Aran, porra! Me deixa!”, explode Olegário Não-Binário. “Eu não sigo o código binário cis-normativo, onde é tudo ou é zero ou é um! Eu atingi a singularidade! Eu não estou preso a essa sociedade careta cis-normativa e patriarcal! Está feliz agora?”

    Termino o misto-quente e respondo como se fosse o Didi Mocó ou filósofo da USP.

    “Uia, óia a Creusa Não-Binária!”

    Olegário Não-Binário fica enfurecido e vai embora. Não quero nem ver o que ele vai escrever sobre a novela das nove no jornal de amanhã.

     

     

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    “VOSSA EXCELÊNCIA, SE FOR MACHO, ME ESPERA NO PÁTIO DEPOIS DESSA IMPORTANTE VOTAÇÃO!”

    Sexta, 27 de Outubro

    A troca de insultos é uma arte literária. Especialmente se você é um juiz do Supremo Tribunal Federal, lugar onde a retórica é tão apreciada.

    Resolvi me antecipar à próxima reunião e sugerir uma pequena lista de ofensas originais aos nobres magistrados.

    “O PROBLEMA, VOSSA EXCELÊNCIA, É QUE EU PONHO PRA DENTRO E VOSSA EXCELÊNCIA QUER PEGAR E POR PRA FORA!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA, EU NÃO VOU PESCAR, ENTÃO NÃO PRECISO DE PINÇA PRA CAÇAR MINHOCA… “

    “MAS DEVIA! VOSSA EXCELÊNCIA DEVIA IR PESCAR NO MATO GROSSO, AQUELE BREJO ALAGADO QUE VOCÊS CHAMAM DE ESTADO!”

    “SIM, VOSSA EXCELÊNCIA, BOM MESMO É O RIO DE JANEIRO, AQUELE FAVELÃO COM VISTA PRO MAR…”

    “AH, É? E A MÃE DE VOSSA EXCELÊNCIA QUE TEM BIGODE, MAS NÃO É PINTORA MEXICANA? ELA TRABALHA É NA CONSTRUÇÃO CIVIL MESMO!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA NÃO COLOQUE A MÃE NO MEIO SENÃO EU COLOCO NO MEIO DA SUA!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA, MÃE É MÃE, PACA É PACA, PIOR É A SENHORA DOUTORA SUA IRMÃ, QUE TODO MUNDO SABE QUE É UMA VACA!”

    “PIOR É O PAI DE VOSSA EXCELÊNCIA QUE É CONHECIDO NA NIGHT COMO OLEGÁRIO-NÃO-BINÁRIO!”

    “AH, TENHA DÓ! VOSSA EXCELÊNCIA SOLTOU O ZÉ DIRCEU! VEM AQUI E PEGA NO MEU!”

    “E VOSSA EXCELÊNCIA É AMIGO DO MICHEL QUE TE COME NO MOTEL!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA FOI ADVOGADO DE BANDIDO INTERNACIONAL, AGORA PEGA NO MEU PAU!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA, SE FOR MACHO, ME ESPERA NO PÁTIO DEPOIS DESSA IMPORTANTE VOTAÇÃO!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA, EU RESPEITO É A CONSTITUIÇÃO, VOU ARREBENTAR ESSE SEU ORELHÃO! “

    Nesse momento, para recuperar o fôlego, é importante dizer que as instituições estão todas funcionando em perfeita harmonia e que o importante é construir a democracia.

     

     

    “VOSSA EXCELÊNCIA, SE FOR MACHO, ME ESPERA NO PÁTIO DEPOIS DESSA IMPORTANTE VOTAÇÃO!”

    Sexta, 27 de Outubro

    A troca de insultos é uma arte literária. Especialmente se você é um juiz do Supremo Tribunal Federal, lugar onde a retórica é tão apreciada.

    Resolvi me antecipar à próxima reunião e sugerir uma pequena lista de ofensas originais aos nobres magistrados.

    “O PROBLEMA, VOSSA EXCELÊNCIA, É QUE EU PONHO PRA DENTRO E VOSSA EXCELÊNCIA QUER PEGAR E POR PRA FORA!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA, EU NÃO VOU PESCAR, ENTÃO NÃO PRECISO DE PINÇA PRA CAÇAR MINHOCA… “

    “MAS DEVIA! VOSSA EXCELÊNCIA DEVIA IR PESCAR NO MATO GROSSO, AQUELE BREJO ALAGADO QUE VOCÊS CHAMAM DE ESTADO!”

    “SIM, VOSSA EXCELÊNCIA, BOM MESMO É O RIO DE JANEIRO, AQUELE FAVELÃO COM VISTA PRO MAR…”

    “AH, É? E A MÃE DE VOSSA EXCELÊNCIA QUE TEM BIGODE, MAS NÃO É PINTORA MEXICANA? ELA TRABALHA É NA CONSTRUÇÃO CIVIL MESMO!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA NÃO COLOQUE A MÃE NO MEIO SENÃO EU COLOCO NO MEIO DA SUA!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA, MÃE É MÃE, PACA É PACA, PIOR É A SENHORA DOUTORA SUA IRMÃ, QUE TODO MUNDO SABE QUE É UMA VACA!”

    “PIOR É O PAI DE VOSSA EXCELÊNCIA QUE É CONHECIDO NA NIGHT COMO OLEGÁRIO-NÃO-BINÁRIO!”

    “AH, TENHA DÓ! VOSSA EXCELÊNCIA SOLTOU O ZÉ DIRCEU! VEM AQUI E PEGA NO MEU!”

    “E VOSSA EXCELÊNCIA É AMIGO DO MICHEL QUE TE COME NO MOTEL!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA FOI ADVOGADO DE BANDIDO INTERNACIONAL, AGORA PEGA NO MEU PAU!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA, SE FOR MACHO, ME ESPERA NO PÁTIO DEPOIS DESSA IMPORTANTE VOTAÇÃO!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA, EU RESPEITO É A CONSTITUIÇÃO, VOU ARREBENTAR ESSE SEU ORELHÃO! “

    Nesse momento, para recuperar o fôlego, é importante dizer que as instituições estão todas funcionando em perfeita harmonia e que o importante é construir a democracia.

     

     

    [ssba]
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    “VOSSA EXCELÊNCIA, SE FOR MACHO, ME ESPERA NO PÁTIO DEPOIS DESSA IMPORTANTE VOTAÇÃO!”

    Sexta, 27 de Outubro

    A troca de insultos é uma arte literária. Especialmente se você é um juiz do Supremo Tribunal Federal, lugar onde a retórica é tão apreciada.

    Resolvi me antecipar à próxima reunião e sugerir uma pequena lista de ofensas originais aos nobres magistrados.

    “O PROBLEMA, VOSSA EXCELÊNCIA, É QUE EU PONHO PRA DENTRO E VOSSA EXCELÊNCIA QUER PEGAR E POR PRA FORA!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA, EU NÃO VOU PESCAR, ENTÃO NÃO PRECISO DE PINÇA PRA CAÇAR MINHOCA… “

    “MAS DEVIA! VOSSA EXCELÊNCIA DEVIA IR PESCAR NO MATO GROSSO, AQUELE BREJO ALAGADO QUE VOCÊS CHAMAM DE ESTADO!”

    “SIM, VOSSA EXCELÊNCIA, BOM MESMO É O RIO DE JANEIRO, AQUELE FAVELÃO COM VISTA PRO MAR…”

    “AH, É? E A MÃE DE VOSSA EXCELÊNCIA QUE TEM BIGODE, MAS NÃO É PINTORA MEXICANA? ELA TRABALHA É NA CONSTRUÇÃO CIVIL MESMO!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA NÃO COLOQUE A MÃE NO MEIO SENÃO EU COLOCO NO MEIO DA SUA!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA, MÃE É MÃE, PACA É PACA, PIOR É A SENHORA DOUTORA SUA IRMÃ, QUE TODO MUNDO SABE QUE É UMA VACA!”

    “PIOR É O PAI DE VOSSA EXCELÊNCIA QUE É CONHECIDO NA NIGHT COMO OLEGÁRIO-NÃO-BINÁRIO!”

    “AH, TENHA DÓ! VOSSA EXCELÊNCIA SOLTOU O ZÉ DIRCEU! VEM AQUI E PEGA NO MEU!”

    “E VOSSA EXCELÊNCIA É AMIGO DO MICHEL QUE TE COME NO MOTEL!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA FOI ADVOGADO DE BANDIDO INTERNACIONAL, AGORA PEGA NO MEU PAU!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA, SE FOR MACHO, ME ESPERA NO PÁTIO DEPOIS DESSA IMPORTANTE VOTAÇÃO!”

    “VOSSA EXCELÊNCIA, EU RESPEITO É A CONSTITUIÇÃO, VOU ARREBENTAR ESSE SEU ORELHÃO! “

    Nesse momento, para recuperar o fôlego, é importante dizer que as instituições estão todas funcionando em perfeita harmonia e que o importante é construir a democracia.

     

     

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    A ESPEVITADA MAMÁ PERDE ÚLTIMA CHANCE DE VOLTAR PRA SÃO PAULO…

    Quarta, 25 de Outubro

    A espevitada Marcela me liga, toda chorosa.

    “Era minha última chance! Agora vou ter que ficar nessa porcaria de Brasília até o fim do ano que vem!”

    Entendo a bronca. Ninguém gosta de morar numa cidade que mais parece maquete feita por aluno da quarta série.

    A não ser que você viva, isto é, more em algum lugar ainda pior, tipo Capão Redondo ou Cidade de Deus.

    Quer dizer, acho. Nunca fui lá nesses cafundós e nem pretendo.

    No entanto, como não quero criar outra crise política num governo já tão fragilizado, tento acalmar a primeira-dama.

    “Fica assim não, Mamá. Brasília não é tão ruim assim…”

    “Aqui não tem JK Iguatemi! Aqui não tem Sephora!”

    Penso em responder “mas está cheio de Saphado“. Desisto, no entanto. Não se usa “ph” por via oral.

    Em vez disso, acalmo Mamá e explico que ninguém sabe o dia de amanhã. Vai que Cunha ou Geddel resolvam soltar os cachorros, né mesmo?

    Afinal, desde 2013 nós estamos vivendo numa telenovela.

    Todo dia tem “Emoções Finais!”

    Todo dia tem “Quem será o verdadeiro líder da facção?”

    Todo dia tem “Uma galera muito louca aprontando altas confusões!”

    Aliviada com minhas sábias palavras, Mamá deixa de mimimi e vai mimi.

    Olha, gente, vou falar uma coisa: Deus é Brasileiro, mas a família oficial é outra. Aqui ele só vem pra zoar.

     

    A ESPEVITADA MAMÁ PERDE ÚLTIMA CHANCE DE VOLTAR PRA SÃO PAULO…

    Quarta, 25 de Outubro

    A espevitada Marcela me liga, toda chorosa.

    “Era minha última chance! Agora vou ter que ficar nessa porcaria de Brasília até o fim do ano que vem!”

    Entendo a bronca. Ninguém gosta de morar numa cidade que mais parece maquete feita por aluno da quarta série.

    A não ser que você viva, isto é, more em algum lugar ainda pior, tipo Capão Redondo ou Cidade de Deus.

    Quer dizer, acho. Nunca fui lá nesses cafundós e nem pretendo.

    No entanto, como não quero criar outra crise política num governo já tão fragilizado, tento acalmar a primeira-dama.

    “Fica assim não, Mamá. Brasília não é tão ruim assim…”

    “Aqui não tem JK Iguatemi! Aqui não tem Sephora!”

    Penso em responder “mas está cheio de Saphado“. Desisto, no entanto. Não se usa “ph” por via oral.

    Em vez disso, acalmo Mamá e explico que ninguém sabe o dia de amanhã. Vai que Cunha ou Geddel resolvam soltar os cachorros, né mesmo?

    Afinal, desde 2013 nós estamos vivendo numa telenovela.

    Todo dia tem “Emoções Finais!”

    Todo dia tem “Quem será o verdadeiro líder da facção?”

    Todo dia tem “Uma galera muito louca aprontando altas confusões!”

    Aliviada com minhas sábias palavras, Mamá deixa de mimimi e vai mimi.

    Olha, gente, vou falar uma coisa: Deus é Brasileiro, mas a família oficial é outra. Aqui ele só vem pra zoar.

     

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    Quarta, 25 de Outubro

    A espevitada Marcela me liga, toda chorosa.

    “Era minha última chance! Agora vou ter que ficar nessa porcaria de Brasília até o fim do ano que vem!”

    Entendo a bronca. Ninguém gosta de morar numa cidade que mais parece maquete feita por aluno da quarta série.

    A não ser que você viva, isto é, more em algum lugar ainda pior, tipo Capão Redondo ou Cidade de Deus.

    Quer dizer, acho. Nunca fui lá nesses cafundós e nem pretendo.

    No entanto, como não quero criar outra crise política num governo já tão fragilizado, tento acalmar a primeira-dama.

    “Fica assim não, Mamá. Brasília não é tão ruim assim…”

    “Aqui não tem JK Iguatemi! Aqui não tem Sephora!”

    Penso em responder “mas está cheio de Saphado“. Desisto, no entanto. Não se usa “ph” por via oral.

    Em vez disso, acalmo Mamá e explico que ninguém sabe o dia de amanhã. Vai que Cunha ou Geddel resolvam soltar os cachorros, né mesmo?

    Afinal, desde 2013 nós estamos vivendo numa telenovela.

    Todo dia tem “Emoções Finais!”

    Todo dia tem “Quem será o verdadeiro líder da facção?”

    Todo dia tem “Uma galera muito louca aprontando altas confusões!”

    Aliviada com minhas sábias palavras, Mamá deixa de mimimi e vai mimi.

    Olha, gente, vou falar uma coisa: Deus é Brasileiro, mas a família oficial é outra. Aqui ele só vem pra zoar.

     

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    CONHEÇA A RESENHA-RETRÔ, QUE CRITICA O PASSADO COM O OLHAR ATIVISTA DE HOJE

    Terça, 24 de outubro

    O bom de viver num país que está numa Era de Ouro da cultura, cheio de Nobéis, Pulitzers, Emmys, Grammys e Oscars, é que o jornalismo cultural não precisa se ocupar do presente e pode resenhar o passado.

    Essa nova modalidade de jornalismo – que eu chamo de Resenha-Retrô – se empenha em analisar produtos culturais de ontem com o olhar enviesado do ativista de hoje.

    Já fizeram isso com “Friends“, programas infantis dos anos 90 , programa infantis dos anos 80  e crítica de costumes.

    E se você procurar bem, certamente vai achar muito mais exemplos por aí.

    (more…)

    CONHEÇA A RESENHA-RETRÔ, QUE CRITICA O PASSADO COM O OLHAR ATIVISTA DE HOJE

    Terça, 24 de outubro

    O bom de viver num país que está numa Era de Ouro da cultura, cheio de Nobéis, Pulitzers, Emmys, Grammys e Oscars, é que o jornalismo cultural não precisa se ocupar do presente e pode resenhar o passado.

    Essa nova modalidade de jornalismo – que eu chamo de Resenha-Retrô – se empenha em analisar produtos culturais de ontem com o olhar enviesado do ativista de hoje.

    Já fizeram isso com “Friends“, programas infantis dos anos 90 , programa infantis dos anos 80  e crítica de costumes.

    E se você procurar bem, certamente vai achar muito mais exemplos por aí.

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    Terça, 24 de outubro

    O bom de viver num país que está numa Era de Ouro da cultura, cheio de Nobéis, Pulitzers, Emmys, Grammys e Oscars, é que o jornalismo cultural não precisa se ocupar do presente e pode resenhar o passado.

    Essa nova modalidade de jornalismo – que eu chamo de Resenha-Retrô – se empenha em analisar produtos culturais de ontem com o olhar enviesado do ativista de hoje.

    Já fizeram isso com “Friends“, programas infantis dos anos 90 , programa infantis dos anos 80  e crítica de costumes.

    E se você procurar bem, certamente vai achar muito mais exemplos por aí.

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