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  • O Primeiro Debate Econômico com os Candidatos a Presidente

    RdB – O Brasil passa por uma profunda crise moral, econômica e estrutural que…

    Luciano Huck – Loucura, loucura, loucura…

    Henrique Meirelles – Eu gosto de mulher. E muito. Meu negócio é racha, não adiante dizer que…

    Bolsonaro – Tem o lance do nióbio que…

    Lula – O Lula não veio, mas eu sou o amigo dele e…

    RdB – Lula, a gente está vendo que é você. Bem, o tripé macroeconômico e…

    Huck – Olha, o Brazilian Wax é a solução. É a única invenção brasileira que deu certo. Minha ministra será a Tiazinha, que entende dessas paradas. Vamos recolher os royalties do Brazilian Wax e…

    Henrique Meirelles – Adoro a Tiazinha. Aquele peitoral cabeludo, aquele pomo de adão. Meu negócio é mulher. Adoro mulher, não adianta dizer que…

    Bolsonaro – Tem o lance do nióbio que, se a gente olhar bem, vai…

    Lula – Se o Lula estivesse aqui, ele diria que a elite e a mídia golpista está…

    RdB – Temos o inchaço do estado que…

    Luciano Huck – Olha, a depilação brasileira tira os excessos do inchaço, fica aquela pata de camelo lisinha que…

    Meirelles – Adoro pata de camelo. Principalmente quando tem um príncipe saudita musculoso e  viril montado no camelo. A pata nem acho tão legal assim… quer dizer, meu lance é mulher. Adoro fêmea, com aquela ereção…. quer dizer, ereção clitoridiana, claro, porque…

    Bolsonaro – A gente vende o nióbio e depois…

    Lula – Olha, meu amigo Lula, se estivesse aqui e não nos braços do povo na maior caravana que este país já viu, ele ia querer dizer que a elite é contra a população e a mídia. Aliás, a República dos Bananas é produto dessa mídia golpista que…

    Meirelles – Vocês tinham que colocar umas mulher naquele site de merda. Claro, se ela tiver um namorado bonito, musculoso, o cara pode aparecer também, talvez com destaque. Talvez sem a namorada…

    Bolsonaro – E segurando o nióbio. Porque não tem saída senão matar os criminosos tudo. Jogando nióbio na cabeça dos estupradores, dos viado tudo, porque essa raça…

    Luciano Huck – A reestruturação passa pelo comércio internacional. Vamos começar pelos royalties do Brazilian Wax que…

    RdB – Temos a questão do déficit fiscal que…

    Meirelles – Tem déficit sabe do que? De mulher. Eu adoro aquele cheiro de fêmea, a testosterona que…

    Bolsonaro – Sabe do que o Brasil não tem déficit? De nióbio que é a saída para a gente sair. Quer dizer, tem que sair pela saída, que é o nióbio, que… Quer dizer, mata os viado e os bandido, que querem destruir a família. E depois a gente dá nióbio pra família. Tipo “Meu Nióbio, Minha Vida”

    Huck – Olha, temos que transformar o Brasil numa Miami. A gente coloca umas gostosa depilando os cara, importa umas palmeiras, planta na rua, um lance art déco com uma pegada de Romero Britto.

    Lula – Meu amigo Lula acha que não tem saída com essa elite golpista que odeia o povo e a Globo com os jornalista tudo racista que diz que…

    Meirelles – Tem umas mulher aí? Porque meu lance é xavasca. Eu caio de boca e engulo tudo. Pode ter 30 centímetros que eu…

    Bolsonaro – Sabe quanto vale 30 centímetros de nióbio?

    Lula – Esses nióbio deve ser tudo coisa de elite. Porque o povo não come nióbio, eles querem pão e…

    Huck – Depilação! Pão e depilação! Essa é minha plataforma!

    Lula – Cadê o entrevistador golpista? Foi embora, né? Porque a grande mídia quando encontra eu, quer dizer, meu amigo, ela foge…

    Bolsonaro – Volta aqui, meu. tem uns nióbio procê…

    Meirelles – E traz umas mina bem gostosa. Com barba por fazer.

     

    O Primeiro Debate Econômico com os Candidatos a Presidente

    RdB – O Brasil passa por uma profunda crise moral, econômica e estrutural que…

    Luciano Huck – Loucura, loucura, loucura…

    Henrique Meirelles – Eu gosto de mulher. E muito. Meu negócio é racha, não adiante dizer que…

    Bolsonaro – Tem o lance do nióbio que…

    Lula – O Lula não veio, mas eu sou o amigo dele e…

    RdB – Lula, a gente está vendo que é você. Bem, o tripé macroeconômico e…

    Huck – Olha, o Brazilian Wax é a solução. É a única invenção brasileira que deu certo. Minha ministra será a Tiazinha, que entende dessas paradas. Vamos recolher os royalties do Brazilian Wax e…

    Henrique Meirelles – Adoro a Tiazinha. Aquele peitoral cabeludo, aquele pomo de adão. Meu negócio é mulher. Adoro mulher, não adianta dizer que…

    Bolsonaro – Tem o lance do nióbio que, se a gente olhar bem, vai…

    Lula – Se o Lula estivesse aqui, ele diria que a elite e a mídia golpista está…

    RdB – Temos o inchaço do estado que…

    Luciano Huck – Olha, a depilação brasileira tira os excessos do inchaço, fica aquela pata de camelo lisinha que…

    Meirelles – Adoro pata de camelo. Principalmente quando tem um príncipe saudita musculoso e  viril montado no camelo. A pata nem acho tão legal assim… quer dizer, meu lance é mulher. Adoro fêmea, com aquela ereção…. quer dizer, ereção clitoridiana, claro, porque…

    Bolsonaro – A gente vende o nióbio e depois…

    Lula – Olha, meu amigo Lula, se estivesse aqui e não nos braços do povo na maior caravana que este país já viu, ele ia querer dizer que a elite é contra a população e a mídia. Aliás, a República dos Bananas é produto dessa mídia golpista que…

    Meirelles – Vocês tinham que colocar umas mulher naquele site de merda. Claro, se ela tiver um namorado bonito, musculoso, o cara pode aparecer também, talvez com destaque. Talvez sem a namorada…

    Bolsonaro – E segurando o nióbio. Porque não tem saída senão matar os criminosos tudo. Jogando nióbio na cabeça dos estupradores, dos viado tudo, porque essa raça…

    Luciano Huck – A reestruturação passa pelo comércio internacional. Vamos começar pelos royalties do Brazilian Wax que…

    RdB – Temos a questão do déficit fiscal que…

    Meirelles – Tem déficit sabe do que? De mulher. Eu adoro aquele cheiro de fêmea, a testosterona que…

    Bolsonaro – Sabe do que o Brasil não tem déficit? De nióbio que é a saída para a gente sair. Quer dizer, tem que sair pela saída, que é o nióbio, que… Quer dizer, mata os viado e os bandido, que querem destruir a família. E depois a gente dá nióbio pra família. Tipo “Meu Nióbio, Minha Vida”

    Huck – Olha, temos que transformar o Brasil numa Miami. A gente coloca umas gostosa depilando os cara, importa umas palmeiras, planta na rua, um lance art déco com uma pegada de Romero Britto.

    Lula – Meu amigo Lula acha que não tem saída com essa elite golpista que odeia o povo e a Globo com os jornalista tudo racista que diz que…

    Meirelles – Tem umas mulher aí? Porque meu lance é xavasca. Eu caio de boca e engulo tudo. Pode ter 30 centímetros que eu…

    Bolsonaro – Sabe quanto vale 30 centímetros de nióbio?

    Lula – Esses nióbio deve ser tudo coisa de elite. Porque o povo não come nióbio, eles querem pão e…

    Huck – Depilação! Pão e depilação! Essa é minha plataforma!

    Lula – Cadê o entrevistador golpista? Foi embora, né? Porque a grande mídia quando encontra eu, quer dizer, meu amigo, ela foge…

    Bolsonaro – Volta aqui, meu. tem uns nióbio procê…

    Meirelles – E traz umas mina bem gostosa. Com barba por fazer.

     

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    O Primeiro Debate Econômico com os Candidatos a Presidente

    RdB – O Brasil passa por uma profunda crise moral, econômica e estrutural que…

    Luciano Huck – Loucura, loucura, loucura…

    Henrique Meirelles – Eu gosto de mulher. E muito. Meu negócio é racha, não adiante dizer que…

    Bolsonaro – Tem o lance do nióbio que…

    Lula – O Lula não veio, mas eu sou o amigo dele e…

    RdB – Lula, a gente está vendo que é você. Bem, o tripé macroeconômico e…

    Huck – Olha, o Brazilian Wax é a solução. É a única invenção brasileira que deu certo. Minha ministra será a Tiazinha, que entende dessas paradas. Vamos recolher os royalties do Brazilian Wax e…

    Henrique Meirelles – Adoro a Tiazinha. Aquele peitoral cabeludo, aquele pomo de adão. Meu negócio é mulher. Adoro mulher, não adianta dizer que…

    Bolsonaro – Tem o lance do nióbio que, se a gente olhar bem, vai…

    Lula – Se o Lula estivesse aqui, ele diria que a elite e a mídia golpista está…

    RdB – Temos o inchaço do estado que…

    Luciano Huck – Olha, a depilação brasileira tira os excessos do inchaço, fica aquela pata de camelo lisinha que…

    Meirelles – Adoro pata de camelo. Principalmente quando tem um príncipe saudita musculoso e  viril montado no camelo. A pata nem acho tão legal assim… quer dizer, meu lance é mulher. Adoro fêmea, com aquela ereção…. quer dizer, ereção clitoridiana, claro, porque…

    Bolsonaro – A gente vende o nióbio e depois…

    Lula – Olha, meu amigo Lula, se estivesse aqui e não nos braços do povo na maior caravana que este país já viu, ele ia querer dizer que a elite é contra a população e a mídia. Aliás, a República dos Bananas é produto dessa mídia golpista que…

    Meirelles – Vocês tinham que colocar umas mulher naquele site de merda. Claro, se ela tiver um namorado bonito, musculoso, o cara pode aparecer também, talvez com destaque. Talvez sem a namorada…

    Bolsonaro – E segurando o nióbio. Porque não tem saída senão matar os criminosos tudo. Jogando nióbio na cabeça dos estupradores, dos viado tudo, porque essa raça…

    Luciano Huck – A reestruturação passa pelo comércio internacional. Vamos começar pelos royalties do Brazilian Wax que…

    RdB – Temos a questão do déficit fiscal que…

    Meirelles – Tem déficit sabe do que? De mulher. Eu adoro aquele cheiro de fêmea, a testosterona que…

    Bolsonaro – Sabe do que o Brasil não tem déficit? De nióbio que é a saída para a gente sair. Quer dizer, tem que sair pela saída, que é o nióbio, que… Quer dizer, mata os viado e os bandido, que querem destruir a família. E depois a gente dá nióbio pra família. Tipo “Meu Nióbio, Minha Vida”

    Huck – Olha, temos que transformar o Brasil numa Miami. A gente coloca umas gostosa depilando os cara, importa umas palmeiras, planta na rua, um lance art déco com uma pegada de Romero Britto.

    Lula – Meu amigo Lula acha que não tem saída com essa elite golpista que odeia o povo e a Globo com os jornalista tudo racista que diz que…

    Meirelles – Tem umas mulher aí? Porque meu lance é xavasca. Eu caio de boca e engulo tudo. Pode ter 30 centímetros que eu…

    Bolsonaro – Sabe quanto vale 30 centímetros de nióbio?

    Lula – Esses nióbio deve ser tudo coisa de elite. Porque o povo não come nióbio, eles querem pão e…

    Huck – Depilação! Pão e depilação! Essa é minha plataforma!

    Lula – Cadê o entrevistador golpista? Foi embora, né? Porque a grande mídia quando encontra eu, quer dizer, meu amigo, ela foge…

    Bolsonaro – Volta aqui, meu. tem uns nióbio procê…

    Meirelles – E traz umas mina bem gostosa. Com barba por fazer.

     

    [ssba url="http://www.republicadosbananas.com.br/o-primeiro-debate-economico-com-os-candidatos-a-presidente/"]

    Frota mostra Tripé Econômico Para Bolsonaro

    A entrevista do deputado federal e pré-candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSC-RJ) à jornalista Mariana Godoy, na RedeTV! (praticamente uma espécie de rede de televisão) tem repercutido bastante nas redes sociais.

    Em primeiro lugar, o país não sabia que a Mariana tinha aqueles coxão tudo. Eu não sei vocês, mas eu sou chegado. Quem gosta de osso é cachorro e arqueólogo. Eu, não sendo nenhum dos dois, gosto é de fartura.

    Mas, para além das pernas da celebrada jornalista, o parlamentar foi questionado sobre assuntos econômicos e, depois de mostrar total desconhecimento na área, acabou sendo contestado pela apresentadora depois de elogiar a economia do governo militar.

    Godoy questionou o deputado a respeito do “tripé macroeconômico” [meta fiscal, câmbio flutuante e controle de inflação].

    Bolsonaro disse que seu único conhecimento de tripé vem de suas relações mais que amistosas com o performer pornô Alexandre Frota – e acrescentou que o tripé do astro está longe de ser econômico.

    Frota tornou-se um defensor apaixonado do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-SP), a quem inclusive entrevistou para seu programa na web, “Boa Noite, com Alexandre Frota”, onde talvez Bolsonaro tenha tido o primeiro contato com o tripé de Frota.

    Frota mostra Tripé Econômico Para Bolsonaro

    A entrevista do deputado federal e pré-candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSC-RJ) à jornalista Mariana Godoy, na RedeTV! (praticamente uma espécie de rede de televisão) tem repercutido bastante nas redes sociais.

    Em primeiro lugar, o país não sabia que a Mariana tinha aqueles coxão tudo. Eu não sei vocês, mas eu sou chegado. Quem gosta de osso é cachorro e arqueólogo. Eu, não sendo nenhum dos dois, gosto é de fartura.

    Mas, para além das pernas da celebrada jornalista, o parlamentar foi questionado sobre assuntos econômicos e, depois de mostrar total desconhecimento na área, acabou sendo contestado pela apresentadora depois de elogiar a economia do governo militar.

    Godoy questionou o deputado a respeito do “tripé macroeconômico” [meta fiscal, câmbio flutuante e controle de inflação].

    Bolsonaro disse que seu único conhecimento de tripé vem de suas relações mais que amistosas com o performer pornô Alexandre Frota – e acrescentou que o tripé do astro está longe de ser econômico.

    Frota tornou-se um defensor apaixonado do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-SP), a quem inclusive entrevistou para seu programa na web, “Boa Noite, com Alexandre Frota”, onde talvez Bolsonaro tenha tido o primeiro contato com o tripé de Frota.

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    Frota mostra Tripé Econômico Para Bolsonaro

    A entrevista do deputado federal e pré-candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSC-RJ) à jornalista Mariana Godoy, na RedeTV! (praticamente uma espécie de rede de televisão) tem repercutido bastante nas redes sociais.

    Em primeiro lugar, o país não sabia que a Mariana tinha aqueles coxão tudo. Eu não sei vocês, mas eu sou chegado. Quem gosta de osso é cachorro e arqueólogo. Eu, não sendo nenhum dos dois, gosto é de fartura.

    Mas, para além das pernas da celebrada jornalista, o parlamentar foi questionado sobre assuntos econômicos e, depois de mostrar total desconhecimento na área, acabou sendo contestado pela apresentadora depois de elogiar a economia do governo militar.

    Godoy questionou o deputado a respeito do “tripé macroeconômico” [meta fiscal, câmbio flutuante e controle de inflação].

    Bolsonaro disse que seu único conhecimento de tripé vem de suas relações mais que amistosas com o performer pornô Alexandre Frota – e acrescentou que o tripé do astro está longe de ser econômico.

    Frota tornou-se um defensor apaixonado do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-SP), a quem inclusive entrevistou para seu programa na web, “Boa Noite, com Alexandre Frota”, onde talvez Bolsonaro tenha tido o primeiro contato com o tripé de Frota.

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    Loucura, loucura, loucura – Temos o Discurso de Posse do Presidente Luciano Huck

    Loucura, loucura, loucura.

    Eu sou o presidente dessa bagaça toda.

    Acho que vocês escolheram bem. Puta sacada, meu.

    Bom, olha só.

    O Brasil, ao contrário do que falei na campanha, vai atravessar uma fase de dor excruciante, de ultraje, de humilhação pública, de lágrimas e ranger de dentes.

    Mas, pelo lado positivo, eu sei bem como lidar com isso.

    Isso é mais ou menos como uma depilação masculina.

    Lembram quando eu fazia a Tiazinha depilar adolescentes em rede nacional? Pois é, doía para caralho, eles eram humilhados, levavam chicotadas e mesmo assim faziam fila para passar por aquilo.

    É isso.

    Se não podemos, como nação e como irmãos, passar esta fase ultrajante de dor e humilhação, vamos tentar torná-la divertida.

    Vamos fazer do BDSM, dominance-submission, sadism-masochism, o esporte nacional.

    Vocês não sabem o que é isso, porque são pobres e não viajam, mas na minha casa em Miami eu descobri que é uma puta tendência legal.

    BDSM é o novo preto.

    Todos os meus amigos descolados estão nessa. Até teve uma treta. Um comprou um plug anal de cristais Swarovski. Um dos cristais descolou e foi um puta problema.  Meu, uma semana no Mount Sinai de Miami.

    Mas vocês são pobres e também não sabem o que é isso.

    Porra, tá complicado achar um common ground com vocês.

    Vamos parar com essa porra de futebol como esporte nacional. Lá em Miami eles acham soccer tão anos 70. Coisa de chicano, sabe cumé? Tipo o Chaves, que vocês continuam assistindo. Excentricidade de pobre sem apuro estético. Bem diferente do meu programa, que tem cultura, concurso de soletrar, essas porra toda.

    Meu adversário, o Bolsonaro, dizia que as riquezas nacionais como o nióbio iam salvar o país. Ele estava errado. Nióbio não serve para porra nenhuma. Falei com meus parça em Miami e ninguém sabe que porra é nióbio. Eles pensaram que fosse uma banda grunge. E grunge é tipo super anos 80!

    Eu sei que nossas verdadeiras riquezas são nossas bundas.

    Eu posso dizer isso porque criei a Tiazinha, a Feiticeira e a Dany Bananinha. Elas eram moças suburbanas, lá de Belford Roxo, Caxias, um desses países do nordeste, como Trancoso. Eu fiz delas estrelas!

    Vou criar uma aliança comercial global para exportar nossas bundas.

    Não aquela porra siliconada da Kim Kardashian ou aquela bunca caída da JLo, mas um material de primeira linha.

    Se eu conseguir colocar nas nossas bundas no mercado nacional por peso de arroba, seremos uma nação de primeiro mundo bem rapidinho.

    Eu disse que iria consertar Brasília.

    Eu já fiz isso no meu quadro “Lata Velha”. Peguei uma Brasília 1987 e deixei joinha. Ela não anda, não dá a partida, mas ficou lindona, meu.

    Dizem “Orra, meu, isso é assistencialismo demagógico”.

    Picas. Eu gosto pra cacete de carro. Estou reformando pra mim um Jaguar 1956. E olha que eu já tenho outros 127 carros na garagem. Não é porque eu preciso, meu, é porque eu posso e sou fodão.

    Estética é importante. É parte do meu projeto. O Brasil pode se tornar uma imensa Barra da Tijuca, com letreiros em inglês por toda parte.

    Seremos a inveja do mundo.

    Bom, legal, vou nessa que esse final de semana tem o niver do Garneiro em Miami Beach. Mas em três meses no máximo eu tô de volta.  O Doria, meu vice, vai comigo. Mas ele tem prática em administrar por Skype, então cês podem ficar de boas aqui.

    Nas palavras imortais do Kennedy, um deles, não sei qual, acho que aquele que eles mataram “Não pergunte o que seu país pode fazer por você”.

    Até porque não vamos fazer porra nenhuma mesmo.

    Tchau.

    Mulherada, vamos malhando esses glúteos que vai valer a pena.

    Ah, eu já falei “loucura, loucura, loucura”?

     

    Loucura, loucura, loucura – Temos o Discurso de Posse do Presidente Luciano Huck

    Loucura, loucura, loucura.

    Eu sou o presidente dessa bagaça toda.

    Acho que vocês escolheram bem. Puta sacada, meu.

    Bom, olha só.

    O Brasil, ao contrário do que falei na campanha, vai atravessar uma fase de dor excruciante, de ultraje, de humilhação pública, de lágrimas e ranger de dentes.

    Mas, pelo lado positivo, eu sei bem como lidar com isso.

    Isso é mais ou menos como uma depilação masculina.

    Lembram quando eu fazia a Tiazinha depilar adolescentes em rede nacional? Pois é, doía para caralho, eles eram humilhados, levavam chicotadas e mesmo assim faziam fila para passar por aquilo.

    É isso.

    Se não podemos, como nação e como irmãos, passar esta fase ultrajante de dor e humilhação, vamos tentar torná-la divertida.

    Vamos fazer do BDSM, dominance-submission, sadism-masochism, o esporte nacional.

    Vocês não sabem o que é isso, porque são pobres e não viajam, mas na minha casa em Miami eu descobri que é uma puta tendência legal.

    BDSM é o novo preto.

    Todos os meus amigos descolados estão nessa. Até teve uma treta. Um comprou um plug anal de cristais Swarovski. Um dos cristais descolou e foi um puta problema.  Meu, uma semana no Mount Sinai de Miami.

    Mas vocês são pobres e também não sabem o que é isso.

    Porra, tá complicado achar um common ground com vocês.

    Vamos parar com essa porra de futebol como esporte nacional. Lá em Miami eles acham soccer tão anos 70. Coisa de chicano, sabe cumé? Tipo o Chaves, que vocês continuam assistindo. Excentricidade de pobre sem apuro estético. Bem diferente do meu programa, que tem cultura, concurso de soletrar, essas porra toda.

    Meu adversário, o Bolsonaro, dizia que as riquezas nacionais como o nióbio iam salvar o país. Ele estava errado. Nióbio não serve para porra nenhuma. Falei com meus parça em Miami e ninguém sabe que porra é nióbio. Eles pensaram que fosse uma banda grunge. E grunge é tipo super anos 80!

    Eu sei que nossas verdadeiras riquezas são nossas bundas.

    Eu posso dizer isso porque criei a Tiazinha, a Feiticeira e a Dany Bananinha. Elas eram moças suburbanas, lá de Belford Roxo, Caxias, um desses países do nordeste, como Trancoso. Eu fiz delas estrelas!

    Vou criar uma aliança comercial global para exportar nossas bundas.

    Não aquela porra siliconada da Kim Kardashian ou aquela bunca caída da JLo, mas um material de primeira linha.

    Se eu conseguir colocar nas nossas bundas no mercado nacional por peso de arroba, seremos uma nação de primeiro mundo bem rapidinho.

    Eu disse que iria consertar Brasília.

    Eu já fiz isso no meu quadro “Lata Velha”. Peguei uma Brasília 1987 e deixei joinha. Ela não anda, não dá a partida, mas ficou lindona, meu.

    Dizem “Orra, meu, isso é assistencialismo demagógico”.

    Picas. Eu gosto pra cacete de carro. Estou reformando pra mim um Jaguar 1956. E olha que eu já tenho outros 127 carros na garagem. Não é porque eu preciso, meu, é porque eu posso e sou fodão.

    Estética é importante. É parte do meu projeto. O Brasil pode se tornar uma imensa Barra da Tijuca, com letreiros em inglês por toda parte.

    Seremos a inveja do mundo.

    Bom, legal, vou nessa que esse final de semana tem o niver do Garneiro em Miami Beach. Mas em três meses no máximo eu tô de volta.  O Doria, meu vice, vai comigo. Mas ele tem prática em administrar por Skype, então cês podem ficar de boas aqui.

    Nas palavras imortais do Kennedy, um deles, não sei qual, acho que aquele que eles mataram “Não pergunte o que seu país pode fazer por você”.

    Até porque não vamos fazer porra nenhuma mesmo.

    Tchau.

    Mulherada, vamos malhando esses glúteos que vai valer a pena.

    Ah, eu já falei “loucura, loucura, loucura”?

     

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    Loucura, loucura, loucura.

    Eu sou o presidente dessa bagaça toda.

    Acho que vocês escolheram bem. Puta sacada, meu.

    Bom, olha só.

    O Brasil, ao contrário do que falei na campanha, vai atravessar uma fase de dor excruciante, de ultraje, de humilhação pública, de lágrimas e ranger de dentes.

    Mas, pelo lado positivo, eu sei bem como lidar com isso.

    Isso é mais ou menos como uma depilação masculina.

    Lembram quando eu fazia a Tiazinha depilar adolescentes em rede nacional? Pois é, doía para caralho, eles eram humilhados, levavam chicotadas e mesmo assim faziam fila para passar por aquilo.

    É isso.

    Se não podemos, como nação e como irmãos, passar esta fase ultrajante de dor e humilhação, vamos tentar torná-la divertida.

    Vamos fazer do BDSM, dominance-submission, sadism-masochism, o esporte nacional.

    Vocês não sabem o que é isso, porque são pobres e não viajam, mas na minha casa em Miami eu descobri que é uma puta tendência legal.

    BDSM é o novo preto.

    Todos os meus amigos descolados estão nessa. Até teve uma treta. Um comprou um plug anal de cristais Swarovski. Um dos cristais descolou e foi um puta problema.  Meu, uma semana no Mount Sinai de Miami.

    Mas vocês são pobres e também não sabem o que é isso.

    Porra, tá complicado achar um common ground com vocês.

    Vamos parar com essa porra de futebol como esporte nacional. Lá em Miami eles acham soccer tão anos 70. Coisa de chicano, sabe cumé? Tipo o Chaves, que vocês continuam assistindo. Excentricidade de pobre sem apuro estético. Bem diferente do meu programa, que tem cultura, concurso de soletrar, essas porra toda.

    Meu adversário, o Bolsonaro, dizia que as riquezas nacionais como o nióbio iam salvar o país. Ele estava errado. Nióbio não serve para porra nenhuma. Falei com meus parça em Miami e ninguém sabe que porra é nióbio. Eles pensaram que fosse uma banda grunge. E grunge é tipo super anos 80!

    Eu sei que nossas verdadeiras riquezas são nossas bundas.

    Eu posso dizer isso porque criei a Tiazinha, a Feiticeira e a Dany Bananinha. Elas eram moças suburbanas, lá de Belford Roxo, Caxias, um desses países do nordeste, como Trancoso. Eu fiz delas estrelas!

    Vou criar uma aliança comercial global para exportar nossas bundas.

    Não aquela porra siliconada da Kim Kardashian ou aquela bunca caída da JLo, mas um material de primeira linha.

    Se eu conseguir colocar nas nossas bundas no mercado nacional por peso de arroba, seremos uma nação de primeiro mundo bem rapidinho.

    Eu disse que iria consertar Brasília.

    Eu já fiz isso no meu quadro “Lata Velha”. Peguei uma Brasília 1987 e deixei joinha. Ela não anda, não dá a partida, mas ficou lindona, meu.

    Dizem “Orra, meu, isso é assistencialismo demagógico”.

    Picas. Eu gosto pra cacete de carro. Estou reformando pra mim um Jaguar 1956. E olha que eu já tenho outros 127 carros na garagem. Não é porque eu preciso, meu, é porque eu posso e sou fodão.

    Estética é importante. É parte do meu projeto. O Brasil pode se tornar uma imensa Barra da Tijuca, com letreiros em inglês por toda parte.

    Seremos a inveja do mundo.

    Bom, legal, vou nessa que esse final de semana tem o niver do Garneiro em Miami Beach. Mas em três meses no máximo eu tô de volta.  O Doria, meu vice, vai comigo. Mas ele tem prática em administrar por Skype, então cês podem ficar de boas aqui.

    Nas palavras imortais do Kennedy, um deles, não sei qual, acho que aquele que eles mataram “Não pergunte o que seu país pode fazer por você”.

    Até porque não vamos fazer porra nenhuma mesmo.

    Tchau.

    Mulherada, vamos malhando esses glúteos que vai valer a pena.

    Ah, eu já falei “loucura, loucura, loucura”?

     

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    Bond, James Bond. 92 Anos.

    O almirante James Bond, agente retirado do MI-6, entra na sede da inteligência britânica para uma reunião com M. Ele está com 92 anos e alguns dizem que mostrando traços de demência senil. Ou só anda mal-humorado. M tem 42 anos, é um burocrata que nunca atuou em campo – e tem a triste tarefa de repreender o funcionário ancião.

    São 11 da manhã e o antigo 007 já tomou 4 dry martinis (“shaken, not stirred” – embora ele às vezes confunda as instruções para o bartender do pub na King’s Road, no Chelsea, onde ele continua vivendo sozinho) antes de aparecer na sede.

    Ele entra na sala de M, toda em mogno escuro.

    M se levanta:

    – Almirante Bond, o senhor sabe o respeito que todos nós temos pelo Senhor

    Bond recusa a mão estendida.

    – É tua obrigação. Eu salvei esse reino umas 20 vezes. Aliás, eu treinei seu pai. Um agente de merda…

    – O senhor já me disse isso. 30 vezes, aliás…

    – Você sabia que ele só conseguiu o posto porque comia a bunda do Rei Eduardo VIII, antes de ele fugir com a mulher sapata

    – Não há provas disso, Almirante…

    – Acredite em mim. Bom, que porra você quer? Tem uma missão?

    – Almirante, com todo o respeito, o senhor não pode aparecer aqui toda hora e dizer aos agentes que estão hackeando o sistema nuclear da Coreia do Norte que mexer com computador é coisa de mulherzinha…

    Bond (indignado): Eu nunca falei que era coisa de mulherzinha!!!. Eu disse que era coisa de viado. Aliás, você sabia que eu comi a Moneypenny em cima dessa mesa que você ocupa.

    M (exasperado): O Senhor me contou isso também. Desde então, a mesa já foi desinfetada com creolina umas 7 vezes. O mogno ficou todo manchado…

    Bond (sonhador): Moneypenny… Era feia mas fodia pra caralho. Quase como a sua mãe.

    M: Sim, Almirante. Eu já perguntei isso para ela e ela não quis confirmar nem negar. Foi um Natal bem desconfortável aquele ano em casa….

    Bond: Quer dizer que eu já salvei essa merda milhares de vezes e não posso aparecer aqui para ver como estão as coisas?

    M: Almirante, sua visita é uma honra e uma inspiração para nossos homens, mas eles têm um serviço para fazer…

    Bond: Serviço de viado. Ficar naquela máquina de escrever elétrica

    M: Computador, Almirante…

    Bond: É a mesma merda…

    M olha pela janela de sua sala, com vista para o Big Ben. Londres está cinzenta como seu ânimo. Vai ser um dia daqueles, ele sabe.

    Bond interrompe sua distração

    – Eu já disse que comi sua mãe?

    – Ela nunca confirmou, almirante

    – Chupava pra cacete…

    Começa a chover. M tem uma reunião com o Primeiro Ministro depois do almoço. Na pauta, corte de gastos. Vai ser um daqueles dias….

     

     

    Bond, James Bond. 92 Anos.

    O almirante James Bond, agente retirado do MI-6, entra na sede da inteligência britânica para uma reunião com M. Ele está com 92 anos e alguns dizem que mostrando traços de demência senil. Ou só anda mal-humorado. M tem 42 anos, é um burocrata que nunca atuou em campo – e tem a triste tarefa de repreender o funcionário ancião.

    São 11 da manhã e o antigo 007 já tomou 4 dry martinis (“shaken, not stirred” – embora ele às vezes confunda as instruções para o bartender do pub na King’s Road, no Chelsea, onde ele continua vivendo sozinho) antes de aparecer na sede.

    Ele entra na sala de M, toda em mogno escuro.

    M se levanta:

    – Almirante Bond, o senhor sabe o respeito que todos nós temos pelo Senhor

    Bond recusa a mão estendida.

    – É tua obrigação. Eu salvei esse reino umas 20 vezes. Aliás, eu treinei seu pai. Um agente de merda…

    – O senhor já me disse isso. 30 vezes, aliás…

    – Você sabia que ele só conseguiu o posto porque comia a bunda do Rei Eduardo VIII, antes de ele fugir com a mulher sapata

    – Não há provas disso, Almirante…

    – Acredite em mim. Bom, que porra você quer? Tem uma missão?

    – Almirante, com todo o respeito, o senhor não pode aparecer aqui toda hora e dizer aos agentes que estão hackeando o sistema nuclear da Coreia do Norte que mexer com computador é coisa de mulherzinha…

    Bond (indignado): Eu nunca falei que era coisa de mulherzinha!!!. Eu disse que era coisa de viado. Aliás, você sabia que eu comi a Moneypenny em cima dessa mesa que você ocupa.

    M (exasperado): O Senhor me contou isso também. Desde então, a mesa já foi desinfetada com creolina umas 7 vezes. O mogno ficou todo manchado…

    Bond (sonhador): Moneypenny… Era feia mas fodia pra caralho. Quase como a sua mãe.

    M: Sim, Almirante. Eu já perguntei isso para ela e ela não quis confirmar nem negar. Foi um Natal bem desconfortável aquele ano em casa….

    Bond: Quer dizer que eu já salvei essa merda milhares de vezes e não posso aparecer aqui para ver como estão as coisas?

    M: Almirante, sua visita é uma honra e uma inspiração para nossos homens, mas eles têm um serviço para fazer…

    Bond: Serviço de viado. Ficar naquela máquina de escrever elétrica

    M: Computador, Almirante…

    Bond: É a mesma merda…

    M olha pela janela de sua sala, com vista para o Big Ben. Londres está cinzenta como seu ânimo. Vai ser um dia daqueles, ele sabe.

    Bond interrompe sua distração

    – Eu já disse que comi sua mãe?

    – Ela nunca confirmou, almirante

    – Chupava pra cacete…

    Começa a chover. M tem uma reunião com o Primeiro Ministro depois do almoço. Na pauta, corte de gastos. Vai ser um daqueles dias….

     

     

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    O almirante James Bond, agente retirado do MI-6, entra na sede da inteligência britânica para uma reunião com M. Ele está com 92 anos e alguns dizem que mostrando traços de demência senil. Ou só anda mal-humorado. M tem 42 anos, é um burocrata que nunca atuou em campo – e tem a triste tarefa de repreender o funcionário ancião.

    São 11 da manhã e o antigo 007 já tomou 4 dry martinis (“shaken, not stirred” – embora ele às vezes confunda as instruções para o bartender do pub na King’s Road, no Chelsea, onde ele continua vivendo sozinho) antes de aparecer na sede.

    Ele entra na sala de M, toda em mogno escuro.

    M se levanta:

    – Almirante Bond, o senhor sabe o respeito que todos nós temos pelo Senhor

    Bond recusa a mão estendida.

    – É tua obrigação. Eu salvei esse reino umas 20 vezes. Aliás, eu treinei seu pai. Um agente de merda…

    – O senhor já me disse isso. 30 vezes, aliás…

    – Você sabia que ele só conseguiu o posto porque comia a bunda do Rei Eduardo VIII, antes de ele fugir com a mulher sapata

    – Não há provas disso, Almirante…

    – Acredite em mim. Bom, que porra você quer? Tem uma missão?

    – Almirante, com todo o respeito, o senhor não pode aparecer aqui toda hora e dizer aos agentes que estão hackeando o sistema nuclear da Coreia do Norte que mexer com computador é coisa de mulherzinha…

    Bond (indignado): Eu nunca falei que era coisa de mulherzinha!!!. Eu disse que era coisa de viado. Aliás, você sabia que eu comi a Moneypenny em cima dessa mesa que você ocupa.

    M (exasperado): O Senhor me contou isso também. Desde então, a mesa já foi desinfetada com creolina umas 7 vezes. O mogno ficou todo manchado…

    Bond (sonhador): Moneypenny… Era feia mas fodia pra caralho. Quase como a sua mãe.

    M: Sim, Almirante. Eu já perguntei isso para ela e ela não quis confirmar nem negar. Foi um Natal bem desconfortável aquele ano em casa….

    Bond: Quer dizer que eu já salvei essa merda milhares de vezes e não posso aparecer aqui para ver como estão as coisas?

    M: Almirante, sua visita é uma honra e uma inspiração para nossos homens, mas eles têm um serviço para fazer…

    Bond: Serviço de viado. Ficar naquela máquina de escrever elétrica

    M: Computador, Almirante…

    Bond: É a mesma merda…

    M olha pela janela de sua sala, com vista para o Big Ben. Londres está cinzenta como seu ânimo. Vai ser um dia daqueles, ele sabe.

    Bond interrompe sua distração

    – Eu já disse que comi sua mãe?

    – Ela nunca confirmou, almirante

    – Chupava pra cacete…

    Começa a chover. M tem uma reunião com o Primeiro Ministro depois do almoço. Na pauta, corte de gastos. Vai ser um daqueles dias….

     

     

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    Mulher de Aécio Apela ao STF: Mantenham Meu Marido em Casa à Noite!

    A esposa de Aécio Neves recebeu com tristeza e incredulidade a notícia de que o STF liberou seu marido para sair à noite. A ação para permitir suas saídas depois do anoitecer foi movida pelo sindicato dos bares do Baixo Leblon, preocupado com o efeito da medida sobre sua lucratividade. “Agora ele sai por aí e volta de madrugada, depois de tomar sei lá o que com sei lá quem. O STF quer acabar com meu casamento” declarou a esposa do conhecido senador carioca.

    Ela recebeu a solidariedade da mulher de João Dória “Nóis é assim. Quando a gente pensa que nosso marido arrumou um empreguinho público, vai ficar mais tranquilo, ele some e só vamos saber que ele está fora do país pelo jornal. O Macron sabe mais da agenda do meu marido que eu” disse a afamada artista plástica – cujas obras seguem desconhecidas do grande público, da crítica e de todo o planeta.

    Mulher de Aécio Apela ao STF: Mantenham Meu Marido em Casa à Noite!

    A esposa de Aécio Neves recebeu com tristeza e incredulidade a notícia de que o STF liberou seu marido para sair à noite. A ação para permitir suas saídas depois do anoitecer foi movida pelo sindicato dos bares do Baixo Leblon, preocupado com o efeito da medida sobre sua lucratividade. “Agora ele sai por aí e volta de madrugada, depois de tomar sei lá o que com sei lá quem. O STF quer acabar com meu casamento” declarou a esposa do conhecido senador carioca.

    Ela recebeu a solidariedade da mulher de João Dória “Nóis é assim. Quando a gente pensa que nosso marido arrumou um empreguinho público, vai ficar mais tranquilo, ele some e só vamos saber que ele está fora do país pelo jornal. O Macron sabe mais da agenda do meu marido que eu” disse a afamada artista plástica – cujas obras seguem desconhecidas do grande público, da crítica e de todo o planeta.

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    A esposa de Aécio Neves recebeu com tristeza e incredulidade a notícia de que o STF liberou seu marido para sair à noite. A ação para permitir suas saídas depois do anoitecer foi movida pelo sindicato dos bares do Baixo Leblon, preocupado com o efeito da medida sobre sua lucratividade. “Agora ele sai por aí e volta de madrugada, depois de tomar sei lá o que com sei lá quem. O STF quer acabar com meu casamento” declarou a esposa do conhecido senador carioca.

    Ela recebeu a solidariedade da mulher de João Dória “Nóis é assim. Quando a gente pensa que nosso marido arrumou um empreguinho público, vai ficar mais tranquilo, ele some e só vamos saber que ele está fora do país pelo jornal. O Macron sabe mais da agenda do meu marido que eu” disse a afamada artista plástica – cujas obras seguem desconhecidas do grande público, da crítica e de todo o planeta.

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    Edson Aran não entende nada de cinema (Pronto, Falei!)

    Não é todo mundo que se insurge corajosamente contra o próprio patrão, o milionário mago da comunicação Edson Aran, dono do Império República dos Bananas e seu braço “History Channel”, o Marcha da História.

    Mas eu sou f@d@o e vou fazê-lo.

    Aran não gostou do remake de Blade Runner.

    Eu discordo absoluta e frontalmente (aliás, lateralmente também!).

    Assisti à obra prima ‘Laid Runner’ e acho o filme muito mais contundente, radical e penetrante que o Blade Runner original, aquela coisa escura e insossa.

    Estrelado pelo indefectível James Deen no papel de Dick Reckard, “Laid Runner’ traz ainda as desinibidas modelos Vuko & Lily Bergman no papel de Pris & Rachael. “Laid Runner’ abandona aquela porra de fingir que é um roteiro de Raymond Chandler filmado no futuro e foca no emocional e romântico envolvimento entre os protagonistas. Eles são replicantes? Eles são seres humanos? Eles sonham com unicórnios? F@d@-sem estas questões marginais. E mais: As protagonistas são muito mais flexíveis que as intérpretes originais.

    Quer me demitir, demita, Aran.

    Ninguém calará minha voz. A não ser o genial James Deen, que tem um método pouco ortodoxo de calar os outros, usando uma parte do corpo que não vou revelar para não dar spoiler desta refinada obra-prima!

    “Laid Runner” é, desde já, o filme do ano!

    Edson Aran não entende nada de cinema (Pronto, Falei!)

    Não é todo mundo que se insurge corajosamente contra o próprio patrão, o milionário mago da comunicação Edson Aran, dono do Império República dos Bananas e seu braço “History Channel”, o Marcha da História.

    Mas eu sou f@d@o e vou fazê-lo.

    Aran não gostou do remake de Blade Runner.

    Eu discordo absoluta e frontalmente (aliás, lateralmente também!).

    Assisti à obra prima ‘Laid Runner’ e acho o filme muito mais contundente, radical e penetrante que o Blade Runner original, aquela coisa escura e insossa.

    Estrelado pelo indefectível James Deen no papel de Dick Reckard, “Laid Runner’ traz ainda as desinibidas modelos Vuko & Lily Bergman no papel de Pris & Rachael. “Laid Runner’ abandona aquela porra de fingir que é um roteiro de Raymond Chandler filmado no futuro e foca no emocional e romântico envolvimento entre os protagonistas. Eles são replicantes? Eles são seres humanos? Eles sonham com unicórnios? F@d@-sem estas questões marginais. E mais: As protagonistas são muito mais flexíveis que as intérpretes originais.

    Quer me demitir, demita, Aran.

    Ninguém calará minha voz. A não ser o genial James Deen, que tem um método pouco ortodoxo de calar os outros, usando uma parte do corpo que não vou revelar para não dar spoiler desta refinada obra-prima!

    “Laid Runner” é, desde já, o filme do ano!

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    Edson Aran não entende nada de cinema (Pronto, Falei!)

    Não é todo mundo que se insurge corajosamente contra o próprio patrão, o milionário mago da comunicação Edson Aran, dono do Império República dos Bananas e seu braço “History Channel”, o Marcha da História.

    Mas eu sou f@d@o e vou fazê-lo.

    Aran não gostou do remake de Blade Runner.

    Eu discordo absoluta e frontalmente (aliás, lateralmente também!).

    Assisti à obra prima ‘Laid Runner’ e acho o filme muito mais contundente, radical e penetrante que o Blade Runner original, aquela coisa escura e insossa.

    Estrelado pelo indefectível James Deen no papel de Dick Reckard, “Laid Runner’ traz ainda as desinibidas modelos Vuko & Lily Bergman no papel de Pris & Rachael. “Laid Runner’ abandona aquela porra de fingir que é um roteiro de Raymond Chandler filmado no futuro e foca no emocional e romântico envolvimento entre os protagonistas. Eles são replicantes? Eles são seres humanos? Eles sonham com unicórnios? F@d@-sem estas questões marginais. E mais: As protagonistas são muito mais flexíveis que as intérpretes originais.

    Quer me demitir, demita, Aran.

    Ninguém calará minha voz. A não ser o genial James Deen, que tem um método pouco ortodoxo de calar os outros, usando uma parte do corpo que não vou revelar para não dar spoiler desta refinada obra-prima!

    “Laid Runner” é, desde já, o filme do ano!

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    Formulário de Permissão Para Masturbação #SemanaDaEmpoderada

    Algumas feministas lançaram uma proposta: Que homens deveriam pedir permissão às mulheres antes de se masturbarem pensando nelas.

    Não sei por que o contrário não vale: as mulheres nos consultarem antes de uma siriricada básica pensando ninóis.

    Mas,  como estamos na #SemanaDaEmpoderada, aqui vai um Template de autorização.

    E sim: quem quiser siriricar se inspirando na gente, tá liberado. Só manda um nude para formalizar a transação.

    TEMPLATE DE AUTORIZAÇÃO

    Prezada ____________________

    Meu nome é _____________________ e estou prestes a homenagear vossa senhoria.

    Antes disso, entretanto, gostaria de receber vossa permissão expressa.

    Antes que a Senhora responda, permita-me contextualizar o cenário que envolve, cerca e circunda a cerimônia planejada.

    Entre seus inumeráveis tributos – cada um deles digno de uma homenagem em separado, tivesse eu saúde para tanto –  está sua cultura. Desta forma, sei que vossa senhoria está ciente de que as musas (ou Μοῦσα, no original, que Vossa Senhoria merece), na mitologia grega, eram entidades a quem era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística ou científica. Eram as nove filhas de Mnemósine (“Memória”) e Zeus. O templo das musas era o Museion, termo que deu origem à palavra museu nas diversas línguas indo-europeias como local de cultivo e preservação das artes e ciências.

    Ao homenagear Vossa Senhoria, a incluo (merecidamente, note-se) entre as filhas da Memória com Zeus. No caso específico desta homenagem, mais precisamente uma celebração do encontro da memória com minhas mãos e outras partes de meu corpo que prefiro não citar no momento.

    Já que estou pedindo sua permissão para usar sua perfeição com objetivos extásicos e dionisíacos, atrevo-me a dizer que talvez minha memória não seja suficiente para celebrar com precisão sua epopeica beleza. Desta forma, seria uma ajuda colossal receber um nude personalizado para inspirar a homenagem em epígrafe.

    Lembro que tal homenagem vem acompanhada do sacrifício e morte de milhões de espermatozoides. Minha disposição de extinguir estes potenciais filhos dá a exata dimensão da honra que Vossa Senhoria estará recebendo em caso de consentimento. Sacrifícios humanos, reconheço, estão um tanto quanto fora de moda nestes tempos politicamente corretos, mas o que é a morte de milhões desde que inspirados em sua monumental beleza? Vamos resgatar a tradição dos Maias, que já ocupavam a América antes da revoltante apropriação ibérica.

    Com a ajuda de Zeus e de outros deuses, já que estamos no terreno dos gregos, sabes que Odisseu enfrentou mares e tempestades para saudar sua amada esposa Penélope. Vossa Senhoria, cujos atributos excedem em muito o da mitológica Penélope, merece a morte de alguns milhares de seres potenciais em um ritual privado e específico. Um deles poderia ser um novo Picasso, um novo Einstein? Pouco importa. Honrar seus inesquecíveis atributos excede em importância estes detalhes.

    Fica claro que, caso Vossa Senhoria recuse a gentil permissão, aceito deste já substituir a homenagem honrosa (ainda que solitária) por uma conjunção pessoal (ou mais de uma – Vossa Senhoria certamente faz jus a mais do que uma homenagem – ainda mais pessoalmente).

    Aguardando seu retorno, respeitosamente, subscrevo estas mal traçadas linhas.

    PS – Sei que quem suplica não está em posição de fazer exigências, mas seria muito bom se sua resposta chegasse nos próximos 5 minutos. 

    Formulário de Permissão Para Masturbação #SemanaDaEmpoderada

    Algumas feministas lançaram uma proposta: Que homens deveriam pedir permissão às mulheres antes de se masturbarem pensando nelas.

    Não sei por que o contrário não vale: as mulheres nos consultarem antes de uma siriricada básica pensando ninóis.

    Mas,  como estamos na #SemanaDaEmpoderada, aqui vai um Template de autorização.

    E sim: quem quiser siriricar se inspirando na gente, tá liberado. Só manda um nude para formalizar a transação.

    TEMPLATE DE AUTORIZAÇÃO

    Prezada ____________________

    Meu nome é _____________________ e estou prestes a homenagear vossa senhoria.

    Antes disso, entretanto, gostaria de receber vossa permissão expressa.

    Antes que a Senhora responda, permita-me contextualizar o cenário que envolve, cerca e circunda a cerimônia planejada.

    Entre seus inumeráveis tributos – cada um deles digno de uma homenagem em separado, tivesse eu saúde para tanto –  está sua cultura. Desta forma, sei que vossa senhoria está ciente de que as musas (ou Μοῦσα, no original, que Vossa Senhoria merece), na mitologia grega, eram entidades a quem era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística ou científica. Eram as nove filhas de Mnemósine (“Memória”) e Zeus. O templo das musas era o Museion, termo que deu origem à palavra museu nas diversas línguas indo-europeias como local de cultivo e preservação das artes e ciências.

    Ao homenagear Vossa Senhoria, a incluo (merecidamente, note-se) entre as filhas da Memória com Zeus. No caso específico desta homenagem, mais precisamente uma celebração do encontro da memória com minhas mãos e outras partes de meu corpo que prefiro não citar no momento.

    Já que estou pedindo sua permissão para usar sua perfeição com objetivos extásicos e dionisíacos, atrevo-me a dizer que talvez minha memória não seja suficiente para celebrar com precisão sua epopeica beleza. Desta forma, seria uma ajuda colossal receber um nude personalizado para inspirar a homenagem em epígrafe.

    Lembro que tal homenagem vem acompanhada do sacrifício e morte de milhões de espermatozoides. Minha disposição de extinguir estes potenciais filhos dá a exata dimensão da honra que Vossa Senhoria estará recebendo em caso de consentimento. Sacrifícios humanos, reconheço, estão um tanto quanto fora de moda nestes tempos politicamente corretos, mas o que é a morte de milhões desde que inspirados em sua monumental beleza? Vamos resgatar a tradição dos Maias, que já ocupavam a América antes da revoltante apropriação ibérica.

    Com a ajuda de Zeus e de outros deuses, já que estamos no terreno dos gregos, sabes que Odisseu enfrentou mares e tempestades para saudar sua amada esposa Penélope. Vossa Senhoria, cujos atributos excedem em muito o da mitológica Penélope, merece a morte de alguns milhares de seres potenciais em um ritual privado e específico. Um deles poderia ser um novo Picasso, um novo Einstein? Pouco importa. Honrar seus inesquecíveis atributos excede em importância estes detalhes.

    Fica claro que, caso Vossa Senhoria recuse a gentil permissão, aceito deste já substituir a homenagem honrosa (ainda que solitária) por uma conjunção pessoal (ou mais de uma – Vossa Senhoria certamente faz jus a mais do que uma homenagem – ainda mais pessoalmente).

    Aguardando seu retorno, respeitosamente, subscrevo estas mal traçadas linhas.

    PS – Sei que quem suplica não está em posição de fazer exigências, mas seria muito bom se sua resposta chegasse nos próximos 5 minutos. 

    [ssba]
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    Algumas feministas lançaram uma proposta: Que homens deveriam pedir permissão às mulheres antes de se masturbarem pensando nelas.

    Não sei por que o contrário não vale: as mulheres nos consultarem antes de uma siriricada básica pensando ninóis.

    Mas,  como estamos na #SemanaDaEmpoderada, aqui vai um Template de autorização.

    E sim: quem quiser siriricar se inspirando na gente, tá liberado. Só manda um nude para formalizar a transação.

    TEMPLATE DE AUTORIZAÇÃO

    Prezada ____________________

    Meu nome é _____________________ e estou prestes a homenagear vossa senhoria.

    Antes disso, entretanto, gostaria de receber vossa permissão expressa.

    Antes que a Senhora responda, permita-me contextualizar o cenário que envolve, cerca e circunda a cerimônia planejada.

    Entre seus inumeráveis tributos – cada um deles digno de uma homenagem em separado, tivesse eu saúde para tanto –  está sua cultura. Desta forma, sei que vossa senhoria está ciente de que as musas (ou Μοῦσα, no original, que Vossa Senhoria merece), na mitologia grega, eram entidades a quem era atribuída a capacidade de inspirar a criação artística ou científica. Eram as nove filhas de Mnemósine (“Memória”) e Zeus. O templo das musas era o Museion, termo que deu origem à palavra museu nas diversas línguas indo-europeias como local de cultivo e preservação das artes e ciências.

    Ao homenagear Vossa Senhoria, a incluo (merecidamente, note-se) entre as filhas da Memória com Zeus. No caso específico desta homenagem, mais precisamente uma celebração do encontro da memória com minhas mãos e outras partes de meu corpo que prefiro não citar no momento.

    Já que estou pedindo sua permissão para usar sua perfeição com objetivos extásicos e dionisíacos, atrevo-me a dizer que talvez minha memória não seja suficiente para celebrar com precisão sua epopeica beleza. Desta forma, seria uma ajuda colossal receber um nude personalizado para inspirar a homenagem em epígrafe.

    Lembro que tal homenagem vem acompanhada do sacrifício e morte de milhões de espermatozoides. Minha disposição de extinguir estes potenciais filhos dá a exata dimensão da honra que Vossa Senhoria estará recebendo em caso de consentimento. Sacrifícios humanos, reconheço, estão um tanto quanto fora de moda nestes tempos politicamente corretos, mas o que é a morte de milhões desde que inspirados em sua monumental beleza? Vamos resgatar a tradição dos Maias, que já ocupavam a América antes da revoltante apropriação ibérica.

    Com a ajuda de Zeus e de outros deuses, já que estamos no terreno dos gregos, sabes que Odisseu enfrentou mares e tempestades para saudar sua amada esposa Penélope. Vossa Senhoria, cujos atributos excedem em muito o da mitológica Penélope, merece a morte de alguns milhares de seres potenciais em um ritual privado e específico. Um deles poderia ser um novo Picasso, um novo Einstein? Pouco importa. Honrar seus inesquecíveis atributos excede em importância estes detalhes.

    Fica claro que, caso Vossa Senhoria recuse a gentil permissão, aceito deste já substituir a homenagem honrosa (ainda que solitária) por uma conjunção pessoal (ou mais de uma – Vossa Senhoria certamente faz jus a mais do que uma homenagem – ainda mais pessoalmente).

    Aguardando seu retorno, respeitosamente, subscrevo estas mal traçadas linhas.

    PS – Sei que quem suplica não está em posição de fazer exigências, mas seria muito bom se sua resposta chegasse nos próximos 5 minutos. 

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    República Fashion: O que usar para sambar na cara das inimigas e mostrar empoderamento!

    1 – Usar Glitter na Perereca

    Fonte: https://oglobo.globo.com/ela/gente/comportamento/uso-de-pilula-de-glitter-na-vagina-a-nova-moda-bizarra-na-hora-do-sexo-21553129

    “Passion Dust” é a nova tendência entre as empoderadas. Faz a perereca ganhar aquele brilho de ouro, como quem diz “olha o valor da minha prexeca!!!”. Para os religiosos, a aura em torno da perseguida a torna quase que um templo santificado, uma auréola como a dos santos católicos. Tudo bem que ela pode gerar alergias, infecções e outros. Mas mulher que é empoderada de verdade não recua diante dessas coisas.

    2 – Postar no Instagram foto com o pé na pia

    Fonte: http://revistaglamour.globo.com/Celebridades/noticia/2017/10/foto-com-o-pe-na-pia-e-nova-moda-entre-famosas-no-instagram.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=post

    Empoderadas como Camila Coutinho e Sabrina Sato já colocaram suas fotos no Instagram com o pé na pia do banheiro. Em um país onde 43% das casas não tem saneamento básico, mostrar que você tem um banheiro (e com pia!!!) já te diferencia da plebe ignara. Fora isso, mostra que você não usa tornozeleira eletrônica e ainda não foi presa pela lava-jato. Um charme!

    3 – Usar esmalte de perereca

    Fonte: http://delas.ig.com.br/beleza/2017-08-23/unhas-vagina.html

    O mercado não está fácil. Com a proliferação de similares, ostentar uma vagina na unha é quase um selo de autenticidade, mostrar que você veio equipada com o original de fábrica. É o equivalente de gênero similar ao Royal Warrant of Appointment emitido pela casa de Windsor para os produtos certificados pela monarquia. Melhor: se seu namorado tem pau pequeno, pode usar a prexequinha da unha ao invés da tradicional.

    4 – Enforcadores

    Fonte: https://dysfunctionaldoll.com/collections/chokers

    Pode parecer contraditório uma mulher empoderada usar um enforcador como se fosse um Pitbull. Mas veja bem: se você colocar a coleira em suas mãos passa um recado claro de empoderamento: Só eu posso me enforcar quando estiver furiosa.

    5 – Botas com ponta dupla

    Fonte: http://footwearnews.com/2016/runway/designers/hood-by-air-double-western-boots-spring-2017-runway-show-new-york-fashion-week-nyfw-photos-255696/

    Com essa double-faced Western boots você diz ao mundo que pode confundir seus stalkers, que jamais saberão como seguir seus passos. Mais do que isso: vai dizer que tem stalkers, o que já é tremendamente empoderado e chique!

    6 – Clear Plastic Jeans

    Fonte: http://www.businessinsider.com/topshops-clear-plastic-jeans-are-the-latest-weird-trend-2017-4

    Quantas vezes você, mulher empoderada, já passou por um marronzinho em dia de chuva e disse “eu queria estar usando aquela roupa!!”. Pois bem, isso acabou. Graças aos gênios da moda, agora você pode usar o Clear Plastic Jeans. E, para ficar ainda mais poderosa, pode fingir que está multando os carros na avenida.

    República Fashion: O que usar para sambar na cara das inimigas e mostrar empoderamento!

    1 – Usar Glitter na Perereca

    Fonte: https://oglobo.globo.com/ela/gente/comportamento/uso-de-pilula-de-glitter-na-vagina-a-nova-moda-bizarra-na-hora-do-sexo-21553129

    “Passion Dust” é a nova tendência entre as empoderadas. Faz a perereca ganhar aquele brilho de ouro, como quem diz “olha o valor da minha prexeca!!!”. Para os religiosos, a aura em torno da perseguida a torna quase que um templo santificado, uma auréola como a dos santos católicos. Tudo bem que ela pode gerar alergias, infecções e outros. Mas mulher que é empoderada de verdade não recua diante dessas coisas.

    2 – Postar no Instagram foto com o pé na pia

    Fonte: http://revistaglamour.globo.com/Celebridades/noticia/2017/10/foto-com-o-pe-na-pia-e-nova-moda-entre-famosas-no-instagram.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=post

    Empoderadas como Camila Coutinho e Sabrina Sato já colocaram suas fotos no Instagram com o pé na pia do banheiro. Em um país onde 43% das casas não tem saneamento básico, mostrar que você tem um banheiro (e com pia!!!) já te diferencia da plebe ignara. Fora isso, mostra que você não usa tornozeleira eletrônica e ainda não foi presa pela lava-jato. Um charme!

    3 – Usar esmalte de perereca

    Fonte: http://delas.ig.com.br/beleza/2017-08-23/unhas-vagina.html

    O mercado não está fácil. Com a proliferação de similares, ostentar uma vagina na unha é quase um selo de autenticidade, mostrar que você veio equipada com o original de fábrica. É o equivalente de gênero similar ao Royal Warrant of Appointment emitido pela casa de Windsor para os produtos certificados pela monarquia. Melhor: se seu namorado tem pau pequeno, pode usar a prexequinha da unha ao invés da tradicional.

    4 – Enforcadores

    Fonte: https://dysfunctionaldoll.com/collections/chokers

    Pode parecer contraditório uma mulher empoderada usar um enforcador como se fosse um Pitbull. Mas veja bem: se você colocar a coleira em suas mãos passa um recado claro de empoderamento: Só eu posso me enforcar quando estiver furiosa.

    5 – Botas com ponta dupla

    Fonte: http://footwearnews.com/2016/runway/designers/hood-by-air-double-western-boots-spring-2017-runway-show-new-york-fashion-week-nyfw-photos-255696/

    Com essa double-faced Western boots você diz ao mundo que pode confundir seus stalkers, que jamais saberão como seguir seus passos. Mais do que isso: vai dizer que tem stalkers, o que já é tremendamente empoderado e chique!

    6 – Clear Plastic Jeans

    Fonte: http://www.businessinsider.com/topshops-clear-plastic-jeans-are-the-latest-weird-trend-2017-4

    Quantas vezes você, mulher empoderada, já passou por um marronzinho em dia de chuva e disse “eu queria estar usando aquela roupa!!”. Pois bem, isso acabou. Graças aos gênios da moda, agora você pode usar o Clear Plastic Jeans. E, para ficar ainda mais poderosa, pode fingir que está multando os carros na avenida.

    [ssba]
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    República Fashion: O que usar para sambar na cara das inimigas e mostrar empoderamento!

    1 – Usar Glitter na Perereca

    Fonte: https://oglobo.globo.com/ela/gente/comportamento/uso-de-pilula-de-glitter-na-vagina-a-nova-moda-bizarra-na-hora-do-sexo-21553129

    “Passion Dust” é a nova tendência entre as empoderadas. Faz a perereca ganhar aquele brilho de ouro, como quem diz “olha o valor da minha prexeca!!!”. Para os religiosos, a aura em torno da perseguida a torna quase que um templo santificado, uma auréola como a dos santos católicos. Tudo bem que ela pode gerar alergias, infecções e outros. Mas mulher que é empoderada de verdade não recua diante dessas coisas.

    2 – Postar no Instagram foto com o pé na pia

    Fonte: http://revistaglamour.globo.com/Celebridades/noticia/2017/10/foto-com-o-pe-na-pia-e-nova-moda-entre-famosas-no-instagram.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=post

    Empoderadas como Camila Coutinho e Sabrina Sato já colocaram suas fotos no Instagram com o pé na pia do banheiro. Em um país onde 43% das casas não tem saneamento básico, mostrar que você tem um banheiro (e com pia!!!) já te diferencia da plebe ignara. Fora isso, mostra que você não usa tornozeleira eletrônica e ainda não foi presa pela lava-jato. Um charme!

    3 – Usar esmalte de perereca

    Fonte: http://delas.ig.com.br/beleza/2017-08-23/unhas-vagina.html

    O mercado não está fácil. Com a proliferação de similares, ostentar uma vagina na unha é quase um selo de autenticidade, mostrar que você veio equipada com o original de fábrica. É o equivalente de gênero similar ao Royal Warrant of Appointment emitido pela casa de Windsor para os produtos certificados pela monarquia. Melhor: se seu namorado tem pau pequeno, pode usar a prexequinha da unha ao invés da tradicional.

    4 – Enforcadores

    Fonte: https://dysfunctionaldoll.com/collections/chokers

    Pode parecer contraditório uma mulher empoderada usar um enforcador como se fosse um Pitbull. Mas veja bem: se você colocar a coleira em suas mãos passa um recado claro de empoderamento: Só eu posso me enforcar quando estiver furiosa.

    5 – Botas com ponta dupla

    Fonte: http://footwearnews.com/2016/runway/designers/hood-by-air-double-western-boots-spring-2017-runway-show-new-york-fashion-week-nyfw-photos-255696/

    Com essa double-faced Western boots você diz ao mundo que pode confundir seus stalkers, que jamais saberão como seguir seus passos. Mais do que isso: vai dizer que tem stalkers, o que já é tremendamente empoderado e chique!

    6 – Clear Plastic Jeans

    Fonte: http://www.businessinsider.com/topshops-clear-plastic-jeans-are-the-latest-weird-trend-2017-4

    Quantas vezes você, mulher empoderada, já passou por um marronzinho em dia de chuva e disse “eu queria estar usando aquela roupa!!”. Pois bem, isso acabou. Graças aos gênios da moda, agora você pode usar o Clear Plastic Jeans. E, para ficar ainda mais poderosa, pode fingir que está multando os carros na avenida.

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    O poder malemolenga do soft power do Brasil!

    A Política de boa vizinhança (ou Good Neighbor Police, em língua inglesa) foi uma invenção do governo dos Estados Unidos presidido por Franklin D. Roosevelt durante a Conferência Pan-americana de Montevideo, em dezembro de 1933, capitaneada pelo mega-über- trilionário Nelson Rockefeller, responsável pelo Office of the Coordinator of Inter-American Affairs (OCIAA). Ela se desenrolou com os países da América Latina entre 1933 até 1945 trazendo o soft-power americano para dentro do Bananão.

    Dentre os resultados da iniciativa, estão um filme de Orson Welles – que nunca foi lançado e que todo mundo que não assistiu acha ótimo –  e o Zé Carioca.

    Diante da insignificância atual do Bananão (ninguém quer aparecer ao lado de Temer em fotos ou encontros bilaterais. Trump não faz a mais remota ideia de quem ele seja e nunca o cita em seus tweets, nem que seja para ofender. Mike Pence, o vice norte-americano, fez um giro pela América-Latina, passou por Panamá, Colômbia, Argentina e Chile e não parou no Brasil nem para reabastecer. O Papa veio por aqui – visitou Equador, Bolívia e Paraguai e nem tchuns para a terra do coqueiro que dá coco -nas palavras imortais de Ary Barroso) temos que nos movimentar!

    Este é o momento! É imperativo agir – e rapidamente!

    Esta insignificância do Brasil pode ser revertida com a ação de nosso soft power.

    A última demonstração do poder cultural do Brasil veio no magnifico filme Lambada, A Dança Proibida, estrelado pela ex-Miss EUA, Laura Harring em 1990. Nesta excepcional película Nisa (Laura Harring), uma bela princesa amazônica do Brasil, que se preocupa em acabar com a destruição de sua vila e da floresta tropical por uma grande corporação multinacional, viaja para Los Angeles para se encontrar com Benjamin Maxwell (Richard Lynch), o presidente da empresa. Mas sua visita é em vão, ela é avisada para marcar um encontro. Desanimada e desencorajada, Nisa aceita um emprego como empregada doméstica para se manter na América e finalmente ter o encontro. Porém ela se apaixona por Jason (Jeff James), o belo filho dos patrões. Ela decide ensiná-lo a apaixonada e erótica dança de sua terra… Lambada. Juntos eles decidem que a única maneira da mensagem chegar ao povo americano é entrando num concurso de Lambada. Mas Ashley (Barbra Brighton), a ex-namorada de Jason, se une a Benjamin Maxwell, ele para impedir que sua empresa seja denunciada e ela para se vingar por ter sido preterida por Nisa. Jason e Nisa estão dispostos a não se deterem em nada que os mantenha fora da pista de dança.

    Usar a lambada para deter o desmatamento da floresta tropical!!! Como ninguém pensou nisso na vida real? Talvez por não fazer nenhum sentido, mas por que não tentar ao menos? No mínimo, teríamos um revival da dança proibida e da Sarajane, de “Vamos abrir a roda”! Ok, a rodinha e a musculatura do esfíncter de Sarajane talvez não tenham mais o mesmo poder de contração, mas a Vênus de Milo não tem os braços e isso não afeta os negócios do Louvre!.

    Temos que reacender a chama da política da boa vizinhança.

    Isso implica em não fazer barulho depois das 21 horas, inibir nossa vocação irreverente e não tocar a campainha do vizinho e sair correndo, além de e não pendurar roupas para secar no magistral muro que Trump erguerá na fronteira mexicana para o separar dos cucarachas (incluindo nós. Brasileiro tem a mania de achar que porque não fala espanhol é menos cucaracha).

    Aquela porra não é o edifício San Vito!

    Mas há iniciativas no campo artístico também.

    A re-reunião do Tchan, um dos eventos mais importante da música mundial depois da reunião dos Beatles – que nunca houve – poderia ser a ponta de lança. Compadre Washington no Carnegie Hall poderia ter o efeito que o malfadado show da bossa nova teve no mesmo templo musical em 21 de novembro de 1962.

    Podemos – em nome da integração – pegar o casting das Brasileirinhas para interagir com a Evil Angel. Imaginem Patrícia Kimberly, Mônica Mattos, Tony Tigrão e Kid Bengala trabalhando para – sei lá – a mesma produtora de Jenna Jameson?

    O stand up brasileiro, que vem em um crescendo notável, poderia mandar Lula e Marina Silva para shows no Comedy Cellar de Nova York, ao lado de Louis C.K. e Jerry Seinfeld? (Claro, há barreiras linguísticas. Os americanos não falam português – e nem o Lula e a Marina. Mas nada que uma legenda não resolva)

    Podemos fazer lobby para criar um feriado em homenagem ao brazilian wax, nossa criação de maior impacto no mercado americano!

    Chega de não levar o Brasil a sério.

    Isso nós brasileiros já fazemos há anos e claramente não está funcionando!

     

    O poder malemolenga do soft power do Brasil!

    A Política de boa vizinhança (ou Good Neighbor Police, em língua inglesa) foi uma invenção do governo dos Estados Unidos presidido por Franklin D. Roosevelt durante a Conferência Pan-americana de Montevideo, em dezembro de 1933, capitaneada pelo mega-über- trilionário Nelson Rockefeller, responsável pelo Office of the Coordinator of Inter-American Affairs (OCIAA). Ela se desenrolou com os países da América Latina entre 1933 até 1945 trazendo o soft-power americano para dentro do Bananão.

    Dentre os resultados da iniciativa, estão um filme de Orson Welles – que nunca foi lançado e que todo mundo que não assistiu acha ótimo –  e o Zé Carioca.

    Diante da insignificância atual do Bananão (ninguém quer aparecer ao lado de Temer em fotos ou encontros bilaterais. Trump não faz a mais remota ideia de quem ele seja e nunca o cita em seus tweets, nem que seja para ofender. Mike Pence, o vice norte-americano, fez um giro pela América-Latina, passou por Panamá, Colômbia, Argentina e Chile e não parou no Brasil nem para reabastecer. O Papa veio por aqui – visitou Equador, Bolívia e Paraguai e nem tchuns para a terra do coqueiro que dá coco -nas palavras imortais de Ary Barroso) temos que nos movimentar!

    Este é o momento! É imperativo agir – e rapidamente!

    Esta insignificância do Brasil pode ser revertida com a ação de nosso soft power.

    A última demonstração do poder cultural do Brasil veio no magnifico filme Lambada, A Dança Proibida, estrelado pela ex-Miss EUA, Laura Harring em 1990. Nesta excepcional película Nisa (Laura Harring), uma bela princesa amazônica do Brasil, que se preocupa em acabar com a destruição de sua vila e da floresta tropical por uma grande corporação multinacional, viaja para Los Angeles para se encontrar com Benjamin Maxwell (Richard Lynch), o presidente da empresa. Mas sua visita é em vão, ela é avisada para marcar um encontro. Desanimada e desencorajada, Nisa aceita um emprego como empregada doméstica para se manter na América e finalmente ter o encontro. Porém ela se apaixona por Jason (Jeff James), o belo filho dos patrões. Ela decide ensiná-lo a apaixonada e erótica dança de sua terra… Lambada. Juntos eles decidem que a única maneira da mensagem chegar ao povo americano é entrando num concurso de Lambada. Mas Ashley (Barbra Brighton), a ex-namorada de Jason, se une a Benjamin Maxwell, ele para impedir que sua empresa seja denunciada e ela para se vingar por ter sido preterida por Nisa. Jason e Nisa estão dispostos a não se deterem em nada que os mantenha fora da pista de dança.

    Usar a lambada para deter o desmatamento da floresta tropical!!! Como ninguém pensou nisso na vida real? Talvez por não fazer nenhum sentido, mas por que não tentar ao menos? No mínimo, teríamos um revival da dança proibida e da Sarajane, de “Vamos abrir a roda”! Ok, a rodinha e a musculatura do esfíncter de Sarajane talvez não tenham mais o mesmo poder de contração, mas a Vênus de Milo não tem os braços e isso não afeta os negócios do Louvre!.

    Temos que reacender a chama da política da boa vizinhança.

    Isso implica em não fazer barulho depois das 21 horas, inibir nossa vocação irreverente e não tocar a campainha do vizinho e sair correndo, além de e não pendurar roupas para secar no magistral muro que Trump erguerá na fronteira mexicana para o separar dos cucarachas (incluindo nós. Brasileiro tem a mania de achar que porque não fala espanhol é menos cucaracha).

    Aquela porra não é o edifício San Vito!

    Mas há iniciativas no campo artístico também.

    A re-reunião do Tchan, um dos eventos mais importante da música mundial depois da reunião dos Beatles – que nunca houve – poderia ser a ponta de lança. Compadre Washington no Carnegie Hall poderia ter o efeito que o malfadado show da bossa nova teve no mesmo templo musical em 21 de novembro de 1962.

    Podemos – em nome da integração – pegar o casting das Brasileirinhas para interagir com a Evil Angel. Imaginem Patrícia Kimberly, Mônica Mattos, Tony Tigrão e Kid Bengala trabalhando para – sei lá – a mesma produtora de Jenna Jameson?

    O stand up brasileiro, que vem em um crescendo notável, poderia mandar Lula e Marina Silva para shows no Comedy Cellar de Nova York, ao lado de Louis C.K. e Jerry Seinfeld? (Claro, há barreiras linguísticas. Os americanos não falam português – e nem o Lula e a Marina. Mas nada que uma legenda não resolva)

    Podemos fazer lobby para criar um feriado em homenagem ao brazilian wax, nossa criação de maior impacto no mercado americano!

    Chega de não levar o Brasil a sério.

    Isso nós brasileiros já fazemos há anos e claramente não está funcionando!

     

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    A Política de boa vizinhança (ou Good Neighbor Police, em língua inglesa) foi uma invenção do governo dos Estados Unidos presidido por Franklin D. Roosevelt durante a Conferência Pan-americana de Montevideo, em dezembro de 1933, capitaneada pelo mega-über- trilionário Nelson Rockefeller, responsável pelo Office of the Coordinator of Inter-American Affairs (OCIAA). Ela se desenrolou com os países da América Latina entre 1933 até 1945 trazendo o soft-power americano para dentro do Bananão.

    Dentre os resultados da iniciativa, estão um filme de Orson Welles – que nunca foi lançado e que todo mundo que não assistiu acha ótimo –  e o Zé Carioca.

    Diante da insignificância atual do Bananão (ninguém quer aparecer ao lado de Temer em fotos ou encontros bilaterais. Trump não faz a mais remota ideia de quem ele seja e nunca o cita em seus tweets, nem que seja para ofender. Mike Pence, o vice norte-americano, fez um giro pela América-Latina, passou por Panamá, Colômbia, Argentina e Chile e não parou no Brasil nem para reabastecer. O Papa veio por aqui – visitou Equador, Bolívia e Paraguai e nem tchuns para a terra do coqueiro que dá coco -nas palavras imortais de Ary Barroso) temos que nos movimentar!

    Este é o momento! É imperativo agir – e rapidamente!

    Esta insignificância do Brasil pode ser revertida com a ação de nosso soft power.

    A última demonstração do poder cultural do Brasil veio no magnifico filme Lambada, A Dança Proibida, estrelado pela ex-Miss EUA, Laura Harring em 1990. Nesta excepcional película Nisa (Laura Harring), uma bela princesa amazônica do Brasil, que se preocupa em acabar com a destruição de sua vila e da floresta tropical por uma grande corporação multinacional, viaja para Los Angeles para se encontrar com Benjamin Maxwell (Richard Lynch), o presidente da empresa. Mas sua visita é em vão, ela é avisada para marcar um encontro. Desanimada e desencorajada, Nisa aceita um emprego como empregada doméstica para se manter na América e finalmente ter o encontro. Porém ela se apaixona por Jason (Jeff James), o belo filho dos patrões. Ela decide ensiná-lo a apaixonada e erótica dança de sua terra… Lambada. Juntos eles decidem que a única maneira da mensagem chegar ao povo americano é entrando num concurso de Lambada. Mas Ashley (Barbra Brighton), a ex-namorada de Jason, se une a Benjamin Maxwell, ele para impedir que sua empresa seja denunciada e ela para se vingar por ter sido preterida por Nisa. Jason e Nisa estão dispostos a não se deterem em nada que os mantenha fora da pista de dança.

    Usar a lambada para deter o desmatamento da floresta tropical!!! Como ninguém pensou nisso na vida real? Talvez por não fazer nenhum sentido, mas por que não tentar ao menos? No mínimo, teríamos um revival da dança proibida e da Sarajane, de “Vamos abrir a roda”! Ok, a rodinha e a musculatura do esfíncter de Sarajane talvez não tenham mais o mesmo poder de contração, mas a Vênus de Milo não tem os braços e isso não afeta os negócios do Louvre!.

    Temos que reacender a chama da política da boa vizinhança.

    Isso implica em não fazer barulho depois das 21 horas, inibir nossa vocação irreverente e não tocar a campainha do vizinho e sair correndo, além de e não pendurar roupas para secar no magistral muro que Trump erguerá na fronteira mexicana para o separar dos cucarachas (incluindo nós. Brasileiro tem a mania de achar que porque não fala espanhol é menos cucaracha).

    Aquela porra não é o edifício San Vito!

    Mas há iniciativas no campo artístico também.

    A re-reunião do Tchan, um dos eventos mais importante da música mundial depois da reunião dos Beatles – que nunca houve – poderia ser a ponta de lança. Compadre Washington no Carnegie Hall poderia ter o efeito que o malfadado show da bossa nova teve no mesmo templo musical em 21 de novembro de 1962.

    Podemos – em nome da integração – pegar o casting das Brasileirinhas para interagir com a Evil Angel. Imaginem Patrícia Kimberly, Mônica Mattos, Tony Tigrão e Kid Bengala trabalhando para – sei lá – a mesma produtora de Jenna Jameson?

    O stand up brasileiro, que vem em um crescendo notável, poderia mandar Lula e Marina Silva para shows no Comedy Cellar de Nova York, ao lado de Louis C.K. e Jerry Seinfeld? (Claro, há barreiras linguísticas. Os americanos não falam português – e nem o Lula e a Marina. Mas nada que uma legenda não resolva)

    Podemos fazer lobby para criar um feriado em homenagem ao brazilian wax, nossa criação de maior impacto no mercado americano!

    Chega de não levar o Brasil a sério.

    Isso nós brasileiros já fazemos há anos e claramente não está funcionando!

     

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    República dos Bananas Boicota Exposição de Romero Britto

    Buscando publicidade barata e polêmica de baixo nível, o braço social do Coletivo República dos Bananas se une a respeitadas instituições como o Movimento Brasil Livre e a TFP – todas com pouca coisa útil para fazer na vida – com o objetivo de promover um boicote contra a exposição de Romero Britto organizada pelo Banco Rabobank International. “Banco que usa o nome de Rabo está querendo sacanagem” diz Renzo Mora, responsável pelo boicote.

    Mora acrescentou “Não faço isso por mim ou para buscar mídia gratuita”.

    Depois de posar nu para os fotógrafos – que sem seu conhecimento e, entre risotas maliciosas, o apelidaram de “A Nana Gouvêa dos Museus” – Mora complementou “Faço isso pelas crianças que são influenciáveis e podem pensar que saaporra é arte. Isso é basicamente um estrupro visual e estrupro de criança é pedofilia” disse, mostrando que valoriza os princípios morais e familiares e que desvaloriza a norma culta da língua portuguesa.

    O  Banco Rabobank International pediu desculpas pelo nome da instituição, por promover o trabalho de Britto e principalmente pela presença do artista multimídia Renzo Mora no espaço cultural da instituição completamente sem roupa.

    República dos Bananas Boicota Exposição de Romero Britto

    Buscando publicidade barata e polêmica de baixo nível, o braço social do Coletivo República dos Bananas se une a respeitadas instituições como o Movimento Brasil Livre e a TFP – todas com pouca coisa útil para fazer na vida – com o objetivo de promover um boicote contra a exposição de Romero Britto organizada pelo Banco Rabobank International. “Banco que usa o nome de Rabo está querendo sacanagem” diz Renzo Mora, responsável pelo boicote.

    Mora acrescentou “Não faço isso por mim ou para buscar mídia gratuita”.

    Depois de posar nu para os fotógrafos – que sem seu conhecimento e, entre risotas maliciosas, o apelidaram de “A Nana Gouvêa dos Museus” – Mora complementou “Faço isso pelas crianças que são influenciáveis e podem pensar que saaporra é arte. Isso é basicamente um estrupro visual e estrupro de criança é pedofilia” disse, mostrando que valoriza os princípios morais e familiares e que desvaloriza a norma culta da língua portuguesa.

    O  Banco Rabobank International pediu desculpas pelo nome da instituição, por promover o trabalho de Britto e principalmente pela presença do artista multimídia Renzo Mora no espaço cultural da instituição completamente sem roupa.

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    República dos Bananas Boicota Exposição de Romero Britto

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    Mora acrescentou “Não faço isso por mim ou para buscar mídia gratuita”.

    Depois de posar nu para os fotógrafos – que sem seu conhecimento e, entre risotas maliciosas, o apelidaram de “A Nana Gouvêa dos Museus” – Mora complementou “Faço isso pelas crianças que são influenciáveis e podem pensar que saaporra é arte. Isso é basicamente um estrupro visual e estrupro de criança é pedofilia” disse, mostrando que valoriza os princípios morais e familiares e que desvaloriza a norma culta da língua portuguesa.

    O  Banco Rabobank International pediu desculpas pelo nome da instituição, por promover o trabalho de Britto e principalmente pela presença do artista multimídia Renzo Mora no espaço cultural da instituição completamente sem roupa.

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    Justiça Decreta Prisão do Brasil para País Deixar de Ser Trouxa

    Diante da constatação de que o Brasil continua votando em Calheiros, Jucá e Geddel; chamando político de mito e ouvindo sertanejo como se fosse música, a justiça decretou sua prisão provisória para ver se o país “se liga e deixa de ser idiota”, conforme se lê na sentença.

    O conhecido “Gigante Adormecido” dividirá a cela com o ejaculador do ônibus. “Quem sabe com uma porrada no pescoço ele aprende” disse o juiz.

    “A recuperação é pouco provável, mas alguma coisa tinha que ser feita” declararam as autoridades.

    Justiça Decreta Prisão do Brasil para País Deixar de Ser Trouxa

    Diante da constatação de que o Brasil continua votando em Calheiros, Jucá e Geddel; chamando político de mito e ouvindo sertanejo como se fosse música, a justiça decretou sua prisão provisória para ver se o país “se liga e deixa de ser idiota”, conforme se lê na sentença.

    O conhecido “Gigante Adormecido” dividirá a cela com o ejaculador do ônibus. “Quem sabe com uma porrada no pescoço ele aprende” disse o juiz.

    “A recuperação é pouco provável, mas alguma coisa tinha que ser feita” declararam as autoridades.

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    Justiça Decreta Prisão do Brasil para País Deixar de Ser Trouxa

    Diante da constatação de que o Brasil continua votando em Calheiros, Jucá e Geddel; chamando político de mito e ouvindo sertanejo como se fosse música, a justiça decretou sua prisão provisória para ver se o país “se liga e deixa de ser idiota”, conforme se lê na sentença.

    O conhecido “Gigante Adormecido” dividirá a cela com o ejaculador do ônibus. “Quem sabe com uma porrada no pescoço ele aprende” disse o juiz.

    “A recuperação é pouco provável, mas alguma coisa tinha que ser feita” declararam as autoridades.

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    Montagem de Hamlet de Alexandre Frota Inova a Linguagem do Bardo de Stratford-upon-Avon

    Por Renzo Mora, a Barbara Heliodora da República dos Bananas, direto de Carazinho do Sul

    O Teatro Municipal de Carazinho do Sul teve casa lotada ontem na estreia da montagem de “Hamlet” estrelada por Alexandre Frota. O ator, que também assina a direção, disse que sua expectativa era conferir alguma contemporaneidade ao texto, acrescentando sobre os originais do bardo: “véio, não entendia porra nenhuma do que aquele americano escrevia”

    Regininha Poltergeist faz Ofélia – e, estranhamente, o fantasma do pai de Hamlet. “O Alexandre achou que meu sobrenome tinha tudo a ver com o papel” justificou a louraça Belzebu.

    Talvez a escolha mais polêmica de casting envolva colocar Serginho Mallandro no papel de Cláudio, não apenas pela pequena diferença de idade entre ele e Frota, mas também pelo fato do intérprete incluir seu hit “Vem Fazer Glú Glú” ao final das falas.

    Gertrudes é vivida por Rita Cadilac e causa espécie ao rebolar freneticamente cada vez que Mallandro canta seu velho sucesso, colocando-se de costas para a plateia.

    O cantor Ovelha faz Fortinbrás. Quando Alexandre, ao morrer na cena final, diz: “Porra, véio, fudeu, agora o resto é silêncio”, Ovelha diz: “Silêncio nada. Vamos cantar”.

    Neste momento o elenco se levanta e canta em coro “Te amo, que mais posso dizer?”, canção de sucesso na voz do cantor, versão de “More Than I Can Say”. “O final anterior era muito baixo astral, meu” justificou o protagonista e diretor Frota.

    O dançarino Lacraia tem participação inexpressiva como a caveira de Yorick, mas o diretor diz ser intencional: “Porra, meu, o cara tá morto. Ele é uma caveira, tá ligado?”

    Montagem de Hamlet de Alexandre Frota Inova a Linguagem do Bardo de Stratford-upon-Avon

    Por Renzo Mora, a Barbara Heliodora da República dos Bananas, direto de Carazinho do Sul

    O Teatro Municipal de Carazinho do Sul teve casa lotada ontem na estreia da montagem de “Hamlet” estrelada por Alexandre Frota. O ator, que também assina a direção, disse que sua expectativa era conferir alguma contemporaneidade ao texto, acrescentando sobre os originais do bardo: “véio, não entendia porra nenhuma do que aquele americano escrevia”

    Regininha Poltergeist faz Ofélia – e, estranhamente, o fantasma do pai de Hamlet. “O Alexandre achou que meu sobrenome tinha tudo a ver com o papel” justificou a louraça Belzebu.

    Talvez a escolha mais polêmica de casting envolva colocar Serginho Mallandro no papel de Cláudio, não apenas pela pequena diferença de idade entre ele e Frota, mas também pelo fato do intérprete incluir seu hit “Vem Fazer Glú Glú” ao final das falas.

    Gertrudes é vivida por Rita Cadilac e causa espécie ao rebolar freneticamente cada vez que Mallandro canta seu velho sucesso, colocando-se de costas para a plateia.

    O cantor Ovelha faz Fortinbrás. Quando Alexandre, ao morrer na cena final, diz: “Porra, véio, fudeu, agora o resto é silêncio”, Ovelha diz: “Silêncio nada. Vamos cantar”.

    Neste momento o elenco se levanta e canta em coro “Te amo, que mais posso dizer?”, canção de sucesso na voz do cantor, versão de “More Than I Can Say”. “O final anterior era muito baixo astral, meu” justificou o protagonista e diretor Frota.

    O dançarino Lacraia tem participação inexpressiva como a caveira de Yorick, mas o diretor diz ser intencional: “Porra, meu, o cara tá morto. Ele é uma caveira, tá ligado?”

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    Montagem de Hamlet de Alexandre Frota Inova a Linguagem do Bardo de Stratford-upon-Avon

    Por Renzo Mora, a Barbara Heliodora da República dos Bananas, direto de Carazinho do Sul

    O Teatro Municipal de Carazinho do Sul teve casa lotada ontem na estreia da montagem de “Hamlet” estrelada por Alexandre Frota. O ator, que também assina a direção, disse que sua expectativa era conferir alguma contemporaneidade ao texto, acrescentando sobre os originais do bardo: “véio, não entendia porra nenhuma do que aquele americano escrevia”

    Regininha Poltergeist faz Ofélia – e, estranhamente, o fantasma do pai de Hamlet. “O Alexandre achou que meu sobrenome tinha tudo a ver com o papel” justificou a louraça Belzebu.

    Talvez a escolha mais polêmica de casting envolva colocar Serginho Mallandro no papel de Cláudio, não apenas pela pequena diferença de idade entre ele e Frota, mas também pelo fato do intérprete incluir seu hit “Vem Fazer Glú Glú” ao final das falas.

    Gertrudes é vivida por Rita Cadilac e causa espécie ao rebolar freneticamente cada vez que Mallandro canta seu velho sucesso, colocando-se de costas para a plateia.

    O cantor Ovelha faz Fortinbrás. Quando Alexandre, ao morrer na cena final, diz: “Porra, véio, fudeu, agora o resto é silêncio”, Ovelha diz: “Silêncio nada. Vamos cantar”.

    Neste momento o elenco se levanta e canta em coro “Te amo, que mais posso dizer?”, canção de sucesso na voz do cantor, versão de “More Than I Can Say”. “O final anterior era muito baixo astral, meu” justificou o protagonista e diretor Frota.

    O dançarino Lacraia tem participação inexpressiva como a caveira de Yorick, mas o diretor diz ser intencional: “Porra, meu, o cara tá morto. Ele é uma caveira, tá ligado?”

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