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  • Dicas de Sedução de Harvey Weinstein

    1 – Trancar sempre à chave o quarto do hotel em Beverly Hills onde realizar as reuniões

    2 – Escolher suítes com completo isolamento acústico

    3 – Ter sempre à mão um frasco de clorofórmio e um pano para ser embebido na solução.

    4 – Promover “festas surpresa” do cabide – e nunca convidar mais de uma mulher para cada sessão

    5 – Mesmo quando estiver totalmente nu, arrumar um modo de ostentar uma .45 carregada

    6 – Dizer que nunca te ensinaram a diferença entre assédio e cantada – e que portanto não sabia que a frase “você nunca mais vai trabalhar nesta cidade” poderia ser vista por algumas feministas como ameaçadora e não como uma preliminar tipo “50 Tons de Cinza”

    7 – Deixar um advogado de plantão na saída do quarto

    8 – Dizer: “Olha, eu tenho dois projetos aqui para você. Um é o novo filme do Steven Spielberg. O outro é o Sharknado 7. Estou pensando qual deles é mais adequado para teus talentos”

    9 – Mostrar classe, sabendo harmonizar vinhos com doses cavalares de Rohypnol

    Dicas de Sedução de Harvey Weinstein

    1 – Trancar sempre à chave o quarto do hotel em Beverly Hills onde realizar as reuniões

    2 – Escolher suítes com completo isolamento acústico

    3 – Ter sempre à mão um frasco de clorofórmio e um pano para ser embebido na solução.

    4 – Promover “festas surpresa” do cabide – e nunca convidar mais de uma mulher para cada sessão

    5 – Mesmo quando estiver totalmente nu, arrumar um modo de ostentar uma .45 carregada

    6 – Dizer que nunca te ensinaram a diferença entre assédio e cantada – e que portanto não sabia que a frase “você nunca mais vai trabalhar nesta cidade” poderia ser vista por algumas feministas como ameaçadora e não como uma preliminar tipo “50 Tons de Cinza”

    7 – Deixar um advogado de plantão na saída do quarto

    8 – Dizer: “Olha, eu tenho dois projetos aqui para você. Um é o novo filme do Steven Spielberg. O outro é o Sharknado 7. Estou pensando qual deles é mais adequado para teus talentos”

    9 – Mostrar classe, sabendo harmonizar vinhos com doses cavalares de Rohypnol

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    Dicas de Sedução de Harvey Weinstein

    1 – Trancar sempre à chave o quarto do hotel em Beverly Hills onde realizar as reuniões

    2 – Escolher suítes com completo isolamento acústico

    3 – Ter sempre à mão um frasco de clorofórmio e um pano para ser embebido na solução.

    4 – Promover “festas surpresa” do cabide – e nunca convidar mais de uma mulher para cada sessão

    5 – Mesmo quando estiver totalmente nu, arrumar um modo de ostentar uma .45 carregada

    6 – Dizer que nunca te ensinaram a diferença entre assédio e cantada – e que portanto não sabia que a frase “você nunca mais vai trabalhar nesta cidade” poderia ser vista por algumas feministas como ameaçadora e não como uma preliminar tipo “50 Tons de Cinza”

    7 – Deixar um advogado de plantão na saída do quarto

    8 – Dizer: “Olha, eu tenho dois projetos aqui para você. Um é o novo filme do Steven Spielberg. O outro é o Sharknado 7. Estou pensando qual deles é mais adequado para teus talentos”

    9 – Mostrar classe, sabendo harmonizar vinhos com doses cavalares de Rohypnol

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    Depois de adquirir a Fox, Disney compra Brasileirinhas

    Uma série de fusões, compras e hostile takeovers  estão balançando Hollywood e o mercado de entretenimento este final de ano.

    Depois de comprar a Fox – e suas cobiçadas franquias de super-heróis – a Disney acaba de anunciar a aquisição do Estúdio Brasileirinhas.

    A gigante dos parques pretende criar atrações temáticas com os principais heróis da Brasileirinhas.

    O Little Brazilians Girls Magic Kingdom & Bikini Wax, ao lado do Old Magic Kingdom, contará com a Splash Mountain do Kid Bengala, onde as pessoas deslizarão por uma rampa enorme, rígida e cheia de veias. Ao final da aventura, serão recebidos por um banho de creme Nívea no rosto, no melhor estilo Bukake.

    A roda gigante Soraya Carioca terá o maior diâmetro já desenhado e será capaz de receber dezenas de visitantes ao mesmo tempo.

    Na casa assombrada de Alexandre Frota o cliente verá anúncios publicitários do Partido Nazista e de Jair Bolsonaro. A trilha sonora será uma leitura do clássico Mein Kampf ao som de Wagner. Quem não concordar com a visão política do astro do MBL levará uma porrada na orelha de brinde na saída.

    Havia a proposta de criar a pizzaria Rocha Loures, da qual o cliente sairia com uma mala de dólares para Michel Temer. Mas a Disney desistiu do projeto ao saber que Rocha Loures e Temer não são personagens da Brasileirinhas e também porque a proposta conflitava com a severa política de compliance e decência instituída por Walt Disney – além do risco de canibalizar outra atração estrelada por bandidos e saqueadores – a já estabelecida franquia “Os Piratas do Caribe”.

    Depois de adquirir a Fox, Disney compra Brasileirinhas

    Uma série de fusões, compras e hostile takeovers  estão balançando Hollywood e o mercado de entretenimento este final de ano.

    Depois de comprar a Fox – e suas cobiçadas franquias de super-heróis – a Disney acaba de anunciar a aquisição do Estúdio Brasileirinhas.

    A gigante dos parques pretende criar atrações temáticas com os principais heróis da Brasileirinhas.

    O Little Brazilians Girls Magic Kingdom & Bikini Wax, ao lado do Old Magic Kingdom, contará com a Splash Mountain do Kid Bengala, onde as pessoas deslizarão por uma rampa enorme, rígida e cheia de veias. Ao final da aventura, serão recebidos por um banho de creme Nívea no rosto, no melhor estilo Bukake.

    A roda gigante Soraya Carioca terá o maior diâmetro já desenhado e será capaz de receber dezenas de visitantes ao mesmo tempo.

    Na casa assombrada de Alexandre Frota o cliente verá anúncios publicitários do Partido Nazista e de Jair Bolsonaro. A trilha sonora será uma leitura do clássico Mein Kampf ao som de Wagner. Quem não concordar com a visão política do astro do MBL levará uma porrada na orelha de brinde na saída.

    Havia a proposta de criar a pizzaria Rocha Loures, da qual o cliente sairia com uma mala de dólares para Michel Temer. Mas a Disney desistiu do projeto ao saber que Rocha Loures e Temer não são personagens da Brasileirinhas e também porque a proposta conflitava com a severa política de compliance e decência instituída por Walt Disney – além do risco de canibalizar outra atração estrelada por bandidos e saqueadores – a já estabelecida franquia “Os Piratas do Caribe”.

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    Depois de adquirir a Fox, Disney compra Brasileirinhas

    Uma série de fusões, compras e hostile takeovers  estão balançando Hollywood e o mercado de entretenimento este final de ano.

    Depois de comprar a Fox – e suas cobiçadas franquias de super-heróis – a Disney acaba de anunciar a aquisição do Estúdio Brasileirinhas.

    A gigante dos parques pretende criar atrações temáticas com os principais heróis da Brasileirinhas.

    O Little Brazilians Girls Magic Kingdom & Bikini Wax, ao lado do Old Magic Kingdom, contará com a Splash Mountain do Kid Bengala, onde as pessoas deslizarão por uma rampa enorme, rígida e cheia de veias. Ao final da aventura, serão recebidos por um banho de creme Nívea no rosto, no melhor estilo Bukake.

    A roda gigante Soraya Carioca terá o maior diâmetro já desenhado e será capaz de receber dezenas de visitantes ao mesmo tempo.

    Na casa assombrada de Alexandre Frota o cliente verá anúncios publicitários do Partido Nazista e de Jair Bolsonaro. A trilha sonora será uma leitura do clássico Mein Kampf ao som de Wagner. Quem não concordar com a visão política do astro do MBL levará uma porrada na orelha de brinde na saída.

    Havia a proposta de criar a pizzaria Rocha Loures, da qual o cliente sairia com uma mala de dólares para Michel Temer. Mas a Disney desistiu do projeto ao saber que Rocha Loures e Temer não são personagens da Brasileirinhas e também porque a proposta conflitava com a severa política de compliance e decência instituída por Walt Disney – além do risco de canibalizar outra atração estrelada por bandidos e saqueadores – a já estabelecida franquia “Os Piratas do Caribe”.

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    Pela milésima vez, os contos de natal do Titio Renzo…

    Claus (à moda de Stephen King)

    Anoiteceu.

    O sino gemeu.

    Não tanto quanto eu, é claro, quando coloquei a pá no chão e me apoiei nela, depois de cavar por duas horas. Um mau escritor diria que as órbitas vazias me olhavam. Mas órbitas vazias não olham e nem o pior dos escritores estaria aqui como eu, às três da manhã, desenterrando um corpo em um cemitério municipal. Ela devia ter sido uma mulher bonita, a julgar pela foto preto e branco na lápide. Entre a estrela e a cruz, contavam-se 27 anos. Mas os quatro meses decorridos desde seu falecimento tinham feito um belo estrago. Prendo a respiração, o que é inútil face ao terrível cheiro de carne em putrefação. Abraço o cadáver para tirá-lo do caixão. Vermes caem em minha vasta barba branca. Dobro o corpo o melhor que consigo e o coloco em meu saco. Aquele cheiro, imagino, deve inutilizar meu saco para sempre, sem falar de meu uniforme vermelho. Olho para os lados, checando se alguém me observa, e então corro o máximo que consigo até meu transporte. Estou cansado. Velho demais para esse trabalho. As renas reclamam do meu peso e do cheiro quando finalmente sento-me no trenó. Chicoteio-as e alço voo. Meu destino é a casa do Pedrinho, o pequeno órfão de 7 anos que se comportou bem o ano inteiro e que pediu ao Papai Noel que sua mãe passasse o Natal com ele. Entro pela chaminé e ajeito o corpo o melhor que posso na poltrona da sala. Moscas varejeiras começam a cercá-lo, com um zunido irritante. Tento endireitar o corpo, mas, sem firmeza, ela cai para os lados. O tempo é crucial. Não dá para fazer melhor. Olho o corpo da mãe do Pedrinho na poltrona e congratulo-me por mais um serviço bem feito. Saio. Quando as renas começam a voar, ouço um grito histérico e infantil vindo da casa. Porra, essa criançada de hoje reclama de tudo…

     

    Claus (à Moda de Raymond Chandler)

    Anoiteceu.

    O sino gemeu.

    Gemeu como uma piranha de vinte dólares, tentando excitar um cliente bêbado de gim barato. A gente ficou, feliz a cantar. Sim, como em todo bar do mundo no dia 24 de dezembro. Papai Noel, vê se você tem… E dá-lhe presentinhos, pedidos, o caralho a quatro. Olho o relógio e falta uma hora para eu entrar em ação. Peço mais um uísque batizado e acaricio meu colt .45 por cima da ridícula e puída roupa vermelha. Estou engordando. Ficando velho demais para essa merda. Os botões da parte superior do uniforme não fecham, expondo minha ceroula que já foi branca. Todo ano eu digo que é a última vez. Ano que vem eu paro. Mas aqui estou eu de volta. Viro o uísque barato, que cai rasgando minha garganta, deixo dois dólares na mesa e saio para a rua. A vizinhança é barra pesada. Gangues. Garotos drogados. Prostitutas adolescentes. Vendedores de seguros. Gente desesperada oferecendo cartões de crédito da C&A.  Ainda assim, ninguém me incomoda. Eles me conhecem desde a infância deles. Sabem que é melhor não ficar no meu caminho. Especialmente hoje. Pena. “Provoquem” digo eu entre os dentes. Mas nada me detém e eu tenho que seguir com o plano. Revejo o mapa. 58 casas na vizinhança. Zezinho brigou com a irmã. Risco seu nome. Uma casa a menos. Joãozinho, do sobrado bege com a tinta descascando, viu TV depois das 10. Ainda por cima, sodomizou dois coleguinhas do grupo Escolar com os índios do Forte Apache que ganhou DE MIM no ano passado. Joãozinho é alto e forte para seus 9 anos de idade. Não vai ficar feliz quando vir que seu trenzinho elétrico não vai aparecer debaixo da árvore. Não é impossível que a coisa fique feia. E se ficar, sou eu ou ele. São 365 dias por ano. Os outros 364, estes são do jeito deles. Mas esta é a minha noite. Serginho, da casa de três cômodos, ajudou uma ceguinha a atravessar a rua no mês passado. Filho da Puta. Vou ter que perder meu tempo entregando o maldito carrinho elétrico. Que, é claro, com a movimentação, ficará no fundo do saco, me fazendo perder valiosos minutos em uma operação onde tudo é rigorosamente cronometrado. Odeio os bonzinhos. Eles me dão nojo. Minha barba fede à Acqua Velva e cebola. Olho o relógio e faltam 45 minutos. Pode ser que eu tenha sorte. Alguém que se coloque no meu caminho e me dê a desculpa que eu preciso para não trabalhar. Um bêbado valentão. Um assaltante. Alguém que não acredite em mim. Checo o tambor do .45 e estou pronto para eles. Sento no meu transporte. As renas reclamam do meu peso. Fodam-se. Não vou ser o único a me estourar esta noite. Ninguém fica no meu caminho e já é quase meia noite. Chicoteio as renas e alço voo. A casa de Joãozinho, o sodomita mirim, surge no horizonte. Chegou a hora do confronto. Respiro fundo, apalpo minha arma e entro pela chaminé.

     

    Claus (à moda de Franz Kafka)

    Anoiteceu.

    O sino gemeu.

    Com o som do sino, Santa Claus acordou de sonhos intranquilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num inseto monstruoso. Não se importou. Tinha um trabalho para fazer. Colocou o saco de presentes nas costas em formato de asas e rumou para a primeira casa. Conferiu a lista. Joãozinho tinha sido um bom menino e pedia um Nintendo Wii. Entrou com alguma dificuldade pela chaminé e rumava para a árvore decorada com luzes quando foi interrompido por um grito feminino. Identificou a voz da mãe de Joãozinho. “Uma barata nos presentes. Mata. ” Em seguida, o pai de Joãozinho toma seu chinelo havaianas calibre 44 e ruma em sua direção. Ergue e ele vê as luzes da árvore borrando e formando um clarão cegante…

     

    Claus (à moda de Jorge Amado)

    Anoiteceu.

    O sino gemeu preguiçosamente.

    Na verdade, meu rei, era quase um bocejo, já que mesmo à meia noite fazia um calor da porra. Entrei pela janela, já que não tem chaminé aqui em Ilhéus. Um mininu de seus quatro anos me espera perto da árvore. Sei que tem um presente com o nome dele no saco, mas me deu uma leseira da porra e peguei o primeiro que apareceu. “Painho Noel, num é isso não que eu pedi. Isso é uma botinha da Carla Perez e eu pedi o carrinho da Batman” diz ele. “Ah, meu reizinho, então vai tomar no seu cuzinho” respondo eu antes de sair para a noite asfixiante. Porra, essa criançada de hoje reclama de tudo…

    Pela milésima vez, os contos de natal do Titio Renzo…

    Claus (à moda de Stephen King)

    Anoiteceu.

    O sino gemeu.

    Não tanto quanto eu, é claro, quando coloquei a pá no chão e me apoiei nela, depois de cavar por duas horas. Um mau escritor diria que as órbitas vazias me olhavam. Mas órbitas vazias não olham e nem o pior dos escritores estaria aqui como eu, às três da manhã, desenterrando um corpo em um cemitério municipal. Ela devia ter sido uma mulher bonita, a julgar pela foto preto e branco na lápide. Entre a estrela e a cruz, contavam-se 27 anos. Mas os quatro meses decorridos desde seu falecimento tinham feito um belo estrago. Prendo a respiração, o que é inútil face ao terrível cheiro de carne em putrefação. Abraço o cadáver para tirá-lo do caixão. Vermes caem em minha vasta barba branca. Dobro o corpo o melhor que consigo e o coloco em meu saco. Aquele cheiro, imagino, deve inutilizar meu saco para sempre, sem falar de meu uniforme vermelho. Olho para os lados, checando se alguém me observa, e então corro o máximo que consigo até meu transporte. Estou cansado. Velho demais para esse trabalho. As renas reclamam do meu peso e do cheiro quando finalmente sento-me no trenó. Chicoteio-as e alço voo. Meu destino é a casa do Pedrinho, o pequeno órfão de 7 anos que se comportou bem o ano inteiro e que pediu ao Papai Noel que sua mãe passasse o Natal com ele. Entro pela chaminé e ajeito o corpo o melhor que posso na poltrona da sala. Moscas varejeiras começam a cercá-lo, com um zunido irritante. Tento endireitar o corpo, mas, sem firmeza, ela cai para os lados. O tempo é crucial. Não dá para fazer melhor. Olho o corpo da mãe do Pedrinho na poltrona e congratulo-me por mais um serviço bem feito. Saio. Quando as renas começam a voar, ouço um grito histérico e infantil vindo da casa. Porra, essa criançada de hoje reclama de tudo…

     

    Claus (à Moda de Raymond Chandler)

    Anoiteceu.

    O sino gemeu.

    Gemeu como uma piranha de vinte dólares, tentando excitar um cliente bêbado de gim barato. A gente ficou, feliz a cantar. Sim, como em todo bar do mundo no dia 24 de dezembro. Papai Noel, vê se você tem… E dá-lhe presentinhos, pedidos, o caralho a quatro. Olho o relógio e falta uma hora para eu entrar em ação. Peço mais um uísque batizado e acaricio meu colt .45 por cima da ridícula e puída roupa vermelha. Estou engordando. Ficando velho demais para essa merda. Os botões da parte superior do uniforme não fecham, expondo minha ceroula que já foi branca. Todo ano eu digo que é a última vez. Ano que vem eu paro. Mas aqui estou eu de volta. Viro o uísque barato, que cai rasgando minha garganta, deixo dois dólares na mesa e saio para a rua. A vizinhança é barra pesada. Gangues. Garotos drogados. Prostitutas adolescentes. Vendedores de seguros. Gente desesperada oferecendo cartões de crédito da C&A.  Ainda assim, ninguém me incomoda. Eles me conhecem desde a infância deles. Sabem que é melhor não ficar no meu caminho. Especialmente hoje. Pena. “Provoquem” digo eu entre os dentes. Mas nada me detém e eu tenho que seguir com o plano. Revejo o mapa. 58 casas na vizinhança. Zezinho brigou com a irmã. Risco seu nome. Uma casa a menos. Joãozinho, do sobrado bege com a tinta descascando, viu TV depois das 10. Ainda por cima, sodomizou dois coleguinhas do grupo Escolar com os índios do Forte Apache que ganhou DE MIM no ano passado. Joãozinho é alto e forte para seus 9 anos de idade. Não vai ficar feliz quando vir que seu trenzinho elétrico não vai aparecer debaixo da árvore. Não é impossível que a coisa fique feia. E se ficar, sou eu ou ele. São 365 dias por ano. Os outros 364, estes são do jeito deles. Mas esta é a minha noite. Serginho, da casa de três cômodos, ajudou uma ceguinha a atravessar a rua no mês passado. Filho da Puta. Vou ter que perder meu tempo entregando o maldito carrinho elétrico. Que, é claro, com a movimentação, ficará no fundo do saco, me fazendo perder valiosos minutos em uma operação onde tudo é rigorosamente cronometrado. Odeio os bonzinhos. Eles me dão nojo. Minha barba fede à Acqua Velva e cebola. Olho o relógio e faltam 45 minutos. Pode ser que eu tenha sorte. Alguém que se coloque no meu caminho e me dê a desculpa que eu preciso para não trabalhar. Um bêbado valentão. Um assaltante. Alguém que não acredite em mim. Checo o tambor do .45 e estou pronto para eles. Sento no meu transporte. As renas reclamam do meu peso. Fodam-se. Não vou ser o único a me estourar esta noite. Ninguém fica no meu caminho e já é quase meia noite. Chicoteio as renas e alço voo. A casa de Joãozinho, o sodomita mirim, surge no horizonte. Chegou a hora do confronto. Respiro fundo, apalpo minha arma e entro pela chaminé.

     

    Claus (à moda de Franz Kafka)

    Anoiteceu.

    O sino gemeu.

    Com o som do sino, Santa Claus acordou de sonhos intranquilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num inseto monstruoso. Não se importou. Tinha um trabalho para fazer. Colocou o saco de presentes nas costas em formato de asas e rumou para a primeira casa. Conferiu a lista. Joãozinho tinha sido um bom menino e pedia um Nintendo Wii. Entrou com alguma dificuldade pela chaminé e rumava para a árvore decorada com luzes quando foi interrompido por um grito feminino. Identificou a voz da mãe de Joãozinho. “Uma barata nos presentes. Mata. ” Em seguida, o pai de Joãozinho toma seu chinelo havaianas calibre 44 e ruma em sua direção. Ergue e ele vê as luzes da árvore borrando e formando um clarão cegante…

     

    Claus (à moda de Jorge Amado)

    Anoiteceu.

    O sino gemeu preguiçosamente.

    Na verdade, meu rei, era quase um bocejo, já que mesmo à meia noite fazia um calor da porra. Entrei pela janela, já que não tem chaminé aqui em Ilhéus. Um mininu de seus quatro anos me espera perto da árvore. Sei que tem um presente com o nome dele no saco, mas me deu uma leseira da porra e peguei o primeiro que apareceu. “Painho Noel, num é isso não que eu pedi. Isso é uma botinha da Carla Perez e eu pedi o carrinho da Batman” diz ele. “Ah, meu reizinho, então vai tomar no seu cuzinho” respondo eu antes de sair para a noite asfixiante. Porra, essa criançada de hoje reclama de tudo…

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    Pela milésima vez, os contos de natal do Titio Renzo…

    Claus (à moda de Stephen King)

    Anoiteceu.

    O sino gemeu.

    Não tanto quanto eu, é claro, quando coloquei a pá no chão e me apoiei nela, depois de cavar por duas horas. Um mau escritor diria que as órbitas vazias me olhavam. Mas órbitas vazias não olham e nem o pior dos escritores estaria aqui como eu, às três da manhã, desenterrando um corpo em um cemitério municipal. Ela devia ter sido uma mulher bonita, a julgar pela foto preto e branco na lápide. Entre a estrela e a cruz, contavam-se 27 anos. Mas os quatro meses decorridos desde seu falecimento tinham feito um belo estrago. Prendo a respiração, o que é inútil face ao terrível cheiro de carne em putrefação. Abraço o cadáver para tirá-lo do caixão. Vermes caem em minha vasta barba branca. Dobro o corpo o melhor que consigo e o coloco em meu saco. Aquele cheiro, imagino, deve inutilizar meu saco para sempre, sem falar de meu uniforme vermelho. Olho para os lados, checando se alguém me observa, e então corro o máximo que consigo até meu transporte. Estou cansado. Velho demais para esse trabalho. As renas reclamam do meu peso e do cheiro quando finalmente sento-me no trenó. Chicoteio-as e alço voo. Meu destino é a casa do Pedrinho, o pequeno órfão de 7 anos que se comportou bem o ano inteiro e que pediu ao Papai Noel que sua mãe passasse o Natal com ele. Entro pela chaminé e ajeito o corpo o melhor que posso na poltrona da sala. Moscas varejeiras começam a cercá-lo, com um zunido irritante. Tento endireitar o corpo, mas, sem firmeza, ela cai para os lados. O tempo é crucial. Não dá para fazer melhor. Olho o corpo da mãe do Pedrinho na poltrona e congratulo-me por mais um serviço bem feito. Saio. Quando as renas começam a voar, ouço um grito histérico e infantil vindo da casa. Porra, essa criançada de hoje reclama de tudo…

     

    Claus (à Moda de Raymond Chandler)

    Anoiteceu.

    O sino gemeu.

    Gemeu como uma piranha de vinte dólares, tentando excitar um cliente bêbado de gim barato. A gente ficou, feliz a cantar. Sim, como em todo bar do mundo no dia 24 de dezembro. Papai Noel, vê se você tem… E dá-lhe presentinhos, pedidos, o caralho a quatro. Olho o relógio e falta uma hora para eu entrar em ação. Peço mais um uísque batizado e acaricio meu colt .45 por cima da ridícula e puída roupa vermelha. Estou engordando. Ficando velho demais para essa merda. Os botões da parte superior do uniforme não fecham, expondo minha ceroula que já foi branca. Todo ano eu digo que é a última vez. Ano que vem eu paro. Mas aqui estou eu de volta. Viro o uísque barato, que cai rasgando minha garganta, deixo dois dólares na mesa e saio para a rua. A vizinhança é barra pesada. Gangues. Garotos drogados. Prostitutas adolescentes. Vendedores de seguros. Gente desesperada oferecendo cartões de crédito da C&A.  Ainda assim, ninguém me incomoda. Eles me conhecem desde a infância deles. Sabem que é melhor não ficar no meu caminho. Especialmente hoje. Pena. “Provoquem” digo eu entre os dentes. Mas nada me detém e eu tenho que seguir com o plano. Revejo o mapa. 58 casas na vizinhança. Zezinho brigou com a irmã. Risco seu nome. Uma casa a menos. Joãozinho, do sobrado bege com a tinta descascando, viu TV depois das 10. Ainda por cima, sodomizou dois coleguinhas do grupo Escolar com os índios do Forte Apache que ganhou DE MIM no ano passado. Joãozinho é alto e forte para seus 9 anos de idade. Não vai ficar feliz quando vir que seu trenzinho elétrico não vai aparecer debaixo da árvore. Não é impossível que a coisa fique feia. E se ficar, sou eu ou ele. São 365 dias por ano. Os outros 364, estes são do jeito deles. Mas esta é a minha noite. Serginho, da casa de três cômodos, ajudou uma ceguinha a atravessar a rua no mês passado. Filho da Puta. Vou ter que perder meu tempo entregando o maldito carrinho elétrico. Que, é claro, com a movimentação, ficará no fundo do saco, me fazendo perder valiosos minutos em uma operação onde tudo é rigorosamente cronometrado. Odeio os bonzinhos. Eles me dão nojo. Minha barba fede à Acqua Velva e cebola. Olho o relógio e faltam 45 minutos. Pode ser que eu tenha sorte. Alguém que se coloque no meu caminho e me dê a desculpa que eu preciso para não trabalhar. Um bêbado valentão. Um assaltante. Alguém que não acredite em mim. Checo o tambor do .45 e estou pronto para eles. Sento no meu transporte. As renas reclamam do meu peso. Fodam-se. Não vou ser o único a me estourar esta noite. Ninguém fica no meu caminho e já é quase meia noite. Chicoteio as renas e alço voo. A casa de Joãozinho, o sodomita mirim, surge no horizonte. Chegou a hora do confronto. Respiro fundo, apalpo minha arma e entro pela chaminé.

     

    Claus (à moda de Franz Kafka)

    Anoiteceu.

    O sino gemeu.

    Com o som do sino, Santa Claus acordou de sonhos intranquilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num inseto monstruoso. Não se importou. Tinha um trabalho para fazer. Colocou o saco de presentes nas costas em formato de asas e rumou para a primeira casa. Conferiu a lista. Joãozinho tinha sido um bom menino e pedia um Nintendo Wii. Entrou com alguma dificuldade pela chaminé e rumava para a árvore decorada com luzes quando foi interrompido por um grito feminino. Identificou a voz da mãe de Joãozinho. “Uma barata nos presentes. Mata. ” Em seguida, o pai de Joãozinho toma seu chinelo havaianas calibre 44 e ruma em sua direção. Ergue e ele vê as luzes da árvore borrando e formando um clarão cegante…

     

    Claus (à moda de Jorge Amado)

    Anoiteceu.

    O sino gemeu preguiçosamente.

    Na verdade, meu rei, era quase um bocejo, já que mesmo à meia noite fazia um calor da porra. Entrei pela janela, já que não tem chaminé aqui em Ilhéus. Um mininu de seus quatro anos me espera perto da árvore. Sei que tem um presente com o nome dele no saco, mas me deu uma leseira da porra e peguei o primeiro que apareceu. “Painho Noel, num é isso não que eu pedi. Isso é uma botinha da Carla Perez e eu pedi o carrinho da Batman” diz ele. “Ah, meu reizinho, então vai tomar no seu cuzinho” respondo eu antes de sair para a noite asfixiante. Porra, essa criançada de hoje reclama de tudo…

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    Renzo Mora Recua E Volta a Apoiar Jorge Maykon

    Em surpreendente reviravolta, o escritor, polemista, intelectual e símbolo sexual do Instituto Padre Chico para cegos, Renzo Mora, voltou a apoiar a candidatura de Jorge Maykon.

    “Investiguei bem e trata-se do candidato mais bem informado” declarou Mora com ar de desânimo.

    Perguntado sobre o que Jorge Maykon era bem informado, o prestigiado colunista do República dos Bananas não quis comentar – mas informações de bastidores dizem que as informações de Jorge Maykon envolvem a pouco convencional vida sexual do seu antigo desafeto, Renzo Mora, e seus passeios pela noite carioca tendo por guia o ator Alexandre Borges.

    Mora não comenta o assunto e diz que vai assessorar Jorge Maykon nas questões econômicas e de diversidade sexual.

    Perguntado se diversidade sexual não era coisa de viado, Mora deixou a sala da coletiva chorando e foi telefonar para Alexandre Borges

    Renzo Mora Recua E Volta a Apoiar Jorge Maykon

    Em surpreendente reviravolta, o escritor, polemista, intelectual e símbolo sexual do Instituto Padre Chico para cegos, Renzo Mora, voltou a apoiar a candidatura de Jorge Maykon.

    “Investiguei bem e trata-se do candidato mais bem informado” declarou Mora com ar de desânimo.

    Perguntado sobre o que Jorge Maykon era bem informado, o prestigiado colunista do República dos Bananas não quis comentar – mas informações de bastidores dizem que as informações de Jorge Maykon envolvem a pouco convencional vida sexual do seu antigo desafeto, Renzo Mora, e seus passeios pela noite carioca tendo por guia o ator Alexandre Borges.

    Mora não comenta o assunto e diz que vai assessorar Jorge Maykon nas questões econômicas e de diversidade sexual.

    Perguntado se diversidade sexual não era coisa de viado, Mora deixou a sala da coletiva chorando e foi telefonar para Alexandre Borges

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    Renzo Mora Recua E Volta a Apoiar Jorge Maykon

    Em surpreendente reviravolta, o escritor, polemista, intelectual e símbolo sexual do Instituto Padre Chico para cegos, Renzo Mora, voltou a apoiar a candidatura de Jorge Maykon.

    “Investiguei bem e trata-se do candidato mais bem informado” declarou Mora com ar de desânimo.

    Perguntado sobre o que Jorge Maykon era bem informado, o prestigiado colunista do República dos Bananas não quis comentar – mas informações de bastidores dizem que as informações de Jorge Maykon envolvem a pouco convencional vida sexual do seu antigo desafeto, Renzo Mora, e seus passeios pela noite carioca tendo por guia o ator Alexandre Borges.

    Mora não comenta o assunto e diz que vai assessorar Jorge Maykon nas questões econômicas e de diversidade sexual.

    Perguntado se diversidade sexual não era coisa de viado, Mora deixou a sala da coletiva chorando e foi telefonar para Alexandre Borges

    [ssba url="http://www.republicadosbananas.com.br/renzo-mora-recua-e-volta-a-apoiar-jorge-maykon/"]

    Renzo Mora Rompe Com Jorge Maykon e Adere a Dr. Rey

    Minha adesão imediata à campanha de Jorge Maykon Presidente tinha um caráter político, religioso, psicológico, psiquiátrico, interno e externo, além de pessoal.

    Conheço Maykon desde que ele trabalhava na casa de saliências de sua mãe em Pirapora Pequena.

    Era um empreendimento pequeno, com paredes de barro, luz vermelha de lampião, um São Jorge iluminado por velas, invocando a proteção eterna do Santo Guerreiro cuja imagem adorna a imorrível lua. No começo, a casa de Dona Maria Joana Maykon da Silva Cruzes era um pequeno empreendimento.

    Ela mesma atendia aos clientes, ao lado do então jovem Maykon e de sua irmã Virgulina.

    Frequentei muito aquela pequena porém aconchegante casa, onde – por módicos R$ 20,00 – eu me sentia amado, acarinhado e livre da solidão e das doloridas blue balls que fazem parte da vida de qualquer adolescente.

    Mais de uma vez, fui atendido pessoalmente pelo próprio Jorge, por quem desenvolvi enorme carinho, respeito e admiração – além de algumas doenças venéreas em fase de tratamento.

    Logo, era natural que eu fosse o primeiro a embarcar em sua nau vitoriosa rumo ao Palácio do Planalto.

    Fui um dos padrinhos de seu pouco ortodoxo matrimônio com a trans Veruska Suellen Pintusgrandus – e não apenas por ter mantido um breve porém intenso romance com seu irmão/irmã Pammella April Pintusgrandus.

    Mas a política muda os homens, torna irreconhecíveis seus padrões afetivos e morais.

    Como digital influencer respeitado que sou, basicamente uma Gabriela Pugliesi alfabetizada, impus a meus seguidores a candidatura de Jorginho.

    Mas eis que, com sua subida nas pesquisas, Jorge me vira-me o rosto e abandona suas propostas de campanha – sendo uma delas a de que eu seria o Chefe da Casa Civil do futuro governo.

    Ora, se um candidato me oferece uma posição e desfaz da promessa no dia seguinte, do que mais será capaz essa criatura?

    Foi bom enquanto durou.

    A partir de agora, sou Dr. Rey, que me prometeu um lifting nas pálpebras. Candidato sexualmente ambíguo por candidato sexualmente ambíguo, pelo menos Dr. Rey já fez meu olho direito.

    O esquerdo aguarda sua vitória, da qual estou certo.

    Arrepender-te-ás de ter me virado as costas. No fundo (e eu conheço seu fundo, Jorge Maykon!!!) não diferes dos demais candidatos.

    As lágrimas que derramo hoje servirão de diesel aditivado para movimentar o motor de minha máquina em favor de Dr. Rey, nosso futuro Presidente.

     

    Renzo Mora Rompe Com Jorge Maykon e Adere a Dr. Rey

    Minha adesão imediata à campanha de Jorge Maykon Presidente tinha um caráter político, religioso, psicológico, psiquiátrico, interno e externo, além de pessoal.

    Conheço Maykon desde que ele trabalhava na casa de saliências de sua mãe em Pirapora Pequena.

    Era um empreendimento pequeno, com paredes de barro, luz vermelha de lampião, um São Jorge iluminado por velas, invocando a proteção eterna do Santo Guerreiro cuja imagem adorna a imorrível lua. No começo, a casa de Dona Maria Joana Maykon da Silva Cruzes era um pequeno empreendimento.

    Ela mesma atendia aos clientes, ao lado do então jovem Maykon e de sua irmã Virgulina.

    Frequentei muito aquela pequena porém aconchegante casa, onde – por módicos R$ 20,00 – eu me sentia amado, acarinhado e livre da solidão e das doloridas blue balls que fazem parte da vida de qualquer adolescente.

    Mais de uma vez, fui atendido pessoalmente pelo próprio Jorge, por quem desenvolvi enorme carinho, respeito e admiração – além de algumas doenças venéreas em fase de tratamento.

    Logo, era natural que eu fosse o primeiro a embarcar em sua nau vitoriosa rumo ao Palácio do Planalto.

    Fui um dos padrinhos de seu pouco ortodoxo matrimônio com a trans Veruska Suellen Pintusgrandus – e não apenas por ter mantido um breve porém intenso romance com seu irmão/irmã Pammella April Pintusgrandus.

    Mas a política muda os homens, torna irreconhecíveis seus padrões afetivos e morais.

    Como digital influencer respeitado que sou, basicamente uma Gabriela Pugliesi alfabetizada, impus a meus seguidores a candidatura de Jorginho.

    Mas eis que, com sua subida nas pesquisas, Jorge me vira-me o rosto e abandona suas propostas de campanha – sendo uma delas a de que eu seria o Chefe da Casa Civil do futuro governo.

    Ora, se um candidato me oferece uma posição e desfaz da promessa no dia seguinte, do que mais será capaz essa criatura?

    Foi bom enquanto durou.

    A partir de agora, sou Dr. Rey, que me prometeu um lifting nas pálpebras. Candidato sexualmente ambíguo por candidato sexualmente ambíguo, pelo menos Dr. Rey já fez meu olho direito.

    O esquerdo aguarda sua vitória, da qual estou certo.

    Arrepender-te-ás de ter me virado as costas. No fundo (e eu conheço seu fundo, Jorge Maykon!!!) não diferes dos demais candidatos.

    As lágrimas que derramo hoje servirão de diesel aditivado para movimentar o motor de minha máquina em favor de Dr. Rey, nosso futuro Presidente.

     

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    Renzo Mora Rompe Com Jorge Maykon e Adere a Dr. Rey

    Minha adesão imediata à campanha de Jorge Maykon Presidente tinha um caráter político, religioso, psicológico, psiquiátrico, interno e externo, além de pessoal.

    Conheço Maykon desde que ele trabalhava na casa de saliências de sua mãe em Pirapora Pequena.

    Era um empreendimento pequeno, com paredes de barro, luz vermelha de lampião, um São Jorge iluminado por velas, invocando a proteção eterna do Santo Guerreiro cuja imagem adorna a imorrível lua. No começo, a casa de Dona Maria Joana Maykon da Silva Cruzes era um pequeno empreendimento.

    Ela mesma atendia aos clientes, ao lado do então jovem Maykon e de sua irmã Virgulina.

    Frequentei muito aquela pequena porém aconchegante casa, onde – por módicos R$ 20,00 – eu me sentia amado, acarinhado e livre da solidão e das doloridas blue balls que fazem parte da vida de qualquer adolescente.

    Mais de uma vez, fui atendido pessoalmente pelo próprio Jorge, por quem desenvolvi enorme carinho, respeito e admiração – além de algumas doenças venéreas em fase de tratamento.

    Logo, era natural que eu fosse o primeiro a embarcar em sua nau vitoriosa rumo ao Palácio do Planalto.

    Fui um dos padrinhos de seu pouco ortodoxo matrimônio com a trans Veruska Suellen Pintusgrandus – e não apenas por ter mantido um breve porém intenso romance com seu irmão/irmã Pammella April Pintusgrandus.

    Mas a política muda os homens, torna irreconhecíveis seus padrões afetivos e morais.

    Como digital influencer respeitado que sou, basicamente uma Gabriela Pugliesi alfabetizada, impus a meus seguidores a candidatura de Jorginho.

    Mas eis que, com sua subida nas pesquisas, Jorge me vira-me o rosto e abandona suas propostas de campanha – sendo uma delas a de que eu seria o Chefe da Casa Civil do futuro governo.

    Ora, se um candidato me oferece uma posição e desfaz da promessa no dia seguinte, do que mais será capaz essa criatura?

    Foi bom enquanto durou.

    A partir de agora, sou Dr. Rey, que me prometeu um lifting nas pálpebras. Candidato sexualmente ambíguo por candidato sexualmente ambíguo, pelo menos Dr. Rey já fez meu olho direito.

    O esquerdo aguarda sua vitória, da qual estou certo.

    Arrepender-te-ás de ter me virado as costas. No fundo (e eu conheço seu fundo, Jorge Maykon!!!) não diferes dos demais candidatos.

    As lágrimas que derramo hoje servirão de diesel aditivado para movimentar o motor de minha máquina em favor de Dr. Rey, nosso futuro Presidente.

     

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    Quem é maior? Laurence Olivier ou Ivo Holanda?

    Parece absurdo comparar os atores Laurence Olivier e Ivo Holanda.

    Não que Olivier seja de todo ruim, mas ele habita um terreno conhecido. Cada peça, cada filme, cada papel que Laurence fez, ele caminhava por uma seara antecipadamente familiar. Toda vez que Hamlet fazia uma pergunta, ele sabia exatamente que resposta receberia. Cada atitude tinha impactos planejados e traçados anteriormente. Olivier nunca se deparou com o inédito, o inesperado. As palavras de Shakespeare já eram conhecidas muito antes de Laurence dar seu grito inicial, no hoje distante 22 de maio de 1907 – em Dorking, Surrey, Inglaterra.

    Não há uma palavra, um gesto, um elemento de desconhecido, do improvável que é a grande magia da existência.

    Cada vez que subiu ao palco, Olivier sabia que a sina de Hamlet era morrer – e que suas palavras finais seriam infinitamente “O resto é silêncio”.

    Já o caminho de Ivo Holanda é o desconhecido, o sangue quente de toda atuação.

    Ao contrário de outros artistas do improviso, que estão ao lado de profissionais igualmente preparados, Holanda cria sua arte diante de nós.

    Qual um Picasso que desenhasse na areia diante de nossos pés, este nativo de Herculândia, onde nasceu aos 22 dias do mês de junho de 1935, segue criando e adaptando cada traço ao sabor imprevisível das ondas, das marés, dos movimentos da lua..

    Holanda extrai performances de pessoas comuns. São amadores como eu e você que moldamos seus gestos, suas respostas e damos a moldura para abrigar sua arte.

    Quando Holanda apanha, ele está sofrendo por sua arte. Está caminhando a fina linha que o acaso desenha para ele – que, como um equilibrista, sente a direção do vento, a força da gravidade – e não sai do personagem.

    Como Pauline Kael, a reverenciada crítica da New Yorker, eu pessoalmente também prefiro “a vitalidade ao refinamento; o irregular ao proporcional; a agressividade estridente da cultura pop americana à austeridade contida de certas formas de arte europeia”.

    Neste sentido, Kael sem dúvida reconheceria em Holanda um ator superior a Olivier, muito mais arrojado, disposto a correr riscos que Olivier sequer imaginaria em sua redoma dourada no Britain’s National Theatre.

    Holanda tem por palco as ruas mal pavimentadas de nossas cidades, seus Cláudios, Polónios, Laertes, Horácios, Fertibrás e até mesmo suas Ofélias estão nas ruas neste momento, para serem  surpreendidos por mais uma de suas intervenções que desarranjam a rotina, reconstroem o espaço urbano, reconfiguram a vida cotidiana.

    Richard Burton dizia que seu maior mérito como ator era reconhecer que ele – assim como Brando – eram piadas cósmicas.

    Holanda parece compartilhar desta visão. Mas isto não o torna menor. Ao contrário, ele olha altivo para a poeira de estrelas de que somos feitos e, aleatoriamente, nos embosca para um estrelato que não supomos nos aguardar nem pensamos ser digno de nós.

    E, mesmo que muitos de nós o espanquemos – real e metaforicamente – ele continua caçando parceiros improváveis e mancos para seus pas de deux nas ruas por onde pisamos astros distraídos.

    Mais que isso: ele vê estrelas em cada um de nós.

    E nos tira para dançar!

    Quem é maior? Laurence Olivier ou Ivo Holanda?

    Parece absurdo comparar os atores Laurence Olivier e Ivo Holanda.

    Não que Olivier seja de todo ruim, mas ele habita um terreno conhecido. Cada peça, cada filme, cada papel que Laurence fez, ele caminhava por uma seara antecipadamente familiar. Toda vez que Hamlet fazia uma pergunta, ele sabia exatamente que resposta receberia. Cada atitude tinha impactos planejados e traçados anteriormente. Olivier nunca se deparou com o inédito, o inesperado. As palavras de Shakespeare já eram conhecidas muito antes de Laurence dar seu grito inicial, no hoje distante 22 de maio de 1907 – em Dorking, Surrey, Inglaterra.

    Não há uma palavra, um gesto, um elemento de desconhecido, do improvável que é a grande magia da existência.

    Cada vez que subiu ao palco, Olivier sabia que a sina de Hamlet era morrer – e que suas palavras finais seriam infinitamente “O resto é silêncio”.

    Já o caminho de Ivo Holanda é o desconhecido, o sangue quente de toda atuação.

    Ao contrário de outros artistas do improviso, que estão ao lado de profissionais igualmente preparados, Holanda cria sua arte diante de nós.

    Qual um Picasso que desenhasse na areia diante de nossos pés, este nativo de Herculândia, onde nasceu aos 22 dias do mês de junho de 1935, segue criando e adaptando cada traço ao sabor imprevisível das ondas, das marés, dos movimentos da lua..

    Holanda extrai performances de pessoas comuns. São amadores como eu e você que moldamos seus gestos, suas respostas e damos a moldura para abrigar sua arte.

    Quando Holanda apanha, ele está sofrendo por sua arte. Está caminhando a fina linha que o acaso desenha para ele – que, como um equilibrista, sente a direção do vento, a força da gravidade – e não sai do personagem.

    Como Pauline Kael, a reverenciada crítica da New Yorker, eu pessoalmente também prefiro “a vitalidade ao refinamento; o irregular ao proporcional; a agressividade estridente da cultura pop americana à austeridade contida de certas formas de arte europeia”.

    Neste sentido, Kael sem dúvida reconheceria em Holanda um ator superior a Olivier, muito mais arrojado, disposto a correr riscos que Olivier sequer imaginaria em sua redoma dourada no Britain’s National Theatre.

    Holanda tem por palco as ruas mal pavimentadas de nossas cidades, seus Cláudios, Polónios, Laertes, Horácios, Fertibrás e até mesmo suas Ofélias estão nas ruas neste momento, para serem  surpreendidos por mais uma de suas intervenções que desarranjam a rotina, reconstroem o espaço urbano, reconfiguram a vida cotidiana.

    Richard Burton dizia que seu maior mérito como ator era reconhecer que ele – assim como Brando – eram piadas cósmicas.

    Holanda parece compartilhar desta visão. Mas isto não o torna menor. Ao contrário, ele olha altivo para a poeira de estrelas de que somos feitos e, aleatoriamente, nos embosca para um estrelato que não supomos nos aguardar nem pensamos ser digno de nós.

    E, mesmo que muitos de nós o espanquemos – real e metaforicamente – ele continua caçando parceiros improváveis e mancos para seus pas de deux nas ruas por onde pisamos astros distraídos.

    Mais que isso: ele vê estrelas em cada um de nós.

    E nos tira para dançar!

    [ssba]

    Quem é maior? Laurence Olivier ou Ivo Holanda?

    Parece absurdo comparar os atores Laurence Olivier e Ivo Holanda.

    Não que Olivier seja de todo ruim, mas ele habita um terreno conhecido. Cada peça, cada filme, cada papel que Laurence fez, ele caminhava por uma seara antecipadamente familiar. Toda vez que Hamlet fazia uma pergunta, ele sabia exatamente que resposta receberia. Cada atitude tinha impactos planejados e traçados anteriormente. Olivier nunca se deparou com o inédito, o inesperado. As palavras de Shakespeare já eram conhecidas muito antes de Laurence dar seu grito inicial, no hoje distante 22 de maio de 1907 – em Dorking, Surrey, Inglaterra.

    Não há uma palavra, um gesto, um elemento de desconhecido, do improvável que é a grande magia da existência.

    Cada vez que subiu ao palco, Olivier sabia que a sina de Hamlet era morrer – e que suas palavras finais seriam infinitamente “O resto é silêncio”.

    Já o caminho de Ivo Holanda é o desconhecido, o sangue quente de toda atuação.

    Ao contrário de outros artistas do improviso, que estão ao lado de profissionais igualmente preparados, Holanda cria sua arte diante de nós.

    Qual um Picasso que desenhasse na areia diante de nossos pés, este nativo de Herculândia, onde nasceu aos 22 dias do mês de junho de 1935, segue criando e adaptando cada traço ao sabor imprevisível das ondas, das marés, dos movimentos da lua..

    Holanda extrai performances de pessoas comuns. São amadores como eu e você que moldamos seus gestos, suas respostas e damos a moldura para abrigar sua arte.

    Quando Holanda apanha, ele está sofrendo por sua arte. Está caminhando a fina linha que o acaso desenha para ele – que, como um equilibrista, sente a direção do vento, a força da gravidade – e não sai do personagem.

    Como Pauline Kael, a reverenciada crítica da New Yorker, eu pessoalmente também prefiro “a vitalidade ao refinamento; o irregular ao proporcional; a agressividade estridente da cultura pop americana à austeridade contida de certas formas de arte europeia”.

    Neste sentido, Kael sem dúvida reconheceria em Holanda um ator superior a Olivier, muito mais arrojado, disposto a correr riscos que Olivier sequer imaginaria em sua redoma dourada no Britain’s National Theatre.

    Holanda tem por palco as ruas mal pavimentadas de nossas cidades, seus Cláudios, Polónios, Laertes, Horácios, Fertibrás e até mesmo suas Ofélias estão nas ruas neste momento, para serem  surpreendidos por mais uma de suas intervenções que desarranjam a rotina, reconstroem o espaço urbano, reconfiguram a vida cotidiana.

    Richard Burton dizia que seu maior mérito como ator era reconhecer que ele – assim como Brando – eram piadas cósmicas.

    Holanda parece compartilhar desta visão. Mas isto não o torna menor. Ao contrário, ele olha altivo para a poeira de estrelas de que somos feitos e, aleatoriamente, nos embosca para um estrelato que não supomos nos aguardar nem pensamos ser digno de nós.

    E, mesmo que muitos de nós o espanquemos – real e metaforicamente – ele continua caçando parceiros improváveis e mancos para seus pas de deux nas ruas por onde pisamos astros distraídos.

    Mais que isso: ele vê estrelas em cada um de nós.

    E nos tira para dançar!

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    Jorge Maycon e a Isonomia entre a distribuição de Oportunidades

    Jorge Maycon é o único candidato à Presidência do Bananão (digo, da Ilha de Vera Cruz, da terra da zuiera never ends… Enfim – saporra aqui) que NUNCA roubou.

    Comprovadamente.

    Quer dizer, sua ficha criminal mostra diversos furtos – alguns qualificados, outros totalmente desqualificados – mas todos em lojas, grandes magazines, empórios, mercearias, disk-pizzas, concessionárias de patinetes, um fraldário geriátrico hospitalar em Pirapora, a seção de remédios para disfunção erétil da Farmácia “Vai com Deus” no Capão Redondo – “desde 1974 atendendo bem para atender sempre” –  e, estranhamente, na ala de distribuição gratuita de agasalhos da Cruz Vermelha.

    Mas grana dos impostos? Nunca!

    Por que Jorge Maykon nunca roubou o patrimônio público?

    Por diversas razões.

    Respeito a você.

    Respeito pelas cores de nossa bandeira.

    Respeito pela nação.

    E – principalmente – porque nunca teve oportunidade.

    Sem nunca ter sido eleito para porra nenhuma, Jorge Maykon viu os cofres públicos se fecharem à sua sede insaciável por dinheiro alheio, por patrimônio ilegal, por caixas 2, 3 e 4, joias sergiocabralescas, sítios lulísticos, extorsões aécianas, fundos partidários bolsonarescos, fundos de jovens musculosos meirellianos.

    É justo que Jorge Maycon seja mantido á distância do dinheiro dos impostos? É justo que Jorge Maykon tenha que ostentar uma honestidade que não é sua vocação de vida, seu chamado existencial – que é furtar dos pobres para se auto recompensar-se a si mesmo?

    Jorge Maykon merece passar vexame com guardanapos na cabeça em restaurantes de Paris. Merece ter um tríplex em Guarujá. Merece cheirar cocaína nas noites de embalo do baixo Leblon. Merece ter espaço para torturar desafetos em porões abafados, como nos sonhos lúbricos e molhados de Jairzinho, o Terrível.

    Jorge Maycon quer mais que seu voto.

    Ele quer isonomia com os demais candidatos.

    Jorge Maykon combina o charme inebriante alckiminiano com a vasta cultura luliana e bolsonaresca.

    Jorge Maykon anseia pelo dia em que seja retratado por Romero Britto qual o casal Doria, esta referência de bom gosto tipicamente paulistana.

    Não apenas dê seu voto a Jorge Maykon.

    Deixe que ele roube um pouco.

    Deixe que ele exerça o poder despoticamente.

    Deixe que ele ameace seus inimigos de tortura.

    Deixe que seus auxiliares recebam malas com 500 mil reais na Pizzaria Camelo.

    Deixe que ele pratique extorsão contra empresários.

    Deixe que ele discurse na ONU para a atenção de rigorosamente ninguém.

    Deixe ele ser nosso presidente.

    Sejamos francos:

    Nesta altura dos acontecimentos, vai fazer alguma diferença?

     

    Jorge Maycon e a Isonomia entre a distribuição de Oportunidades

    Jorge Maycon é o único candidato à Presidência do Bananão (digo, da Ilha de Vera Cruz, da terra da zuiera never ends… Enfim – saporra aqui) que NUNCA roubou.

    Comprovadamente.

    Quer dizer, sua ficha criminal mostra diversos furtos – alguns qualificados, outros totalmente desqualificados – mas todos em lojas, grandes magazines, empórios, mercearias, disk-pizzas, concessionárias de patinetes, um fraldário geriátrico hospitalar em Pirapora, a seção de remédios para disfunção erétil da Farmácia “Vai com Deus” no Capão Redondo – “desde 1974 atendendo bem para atender sempre” –  e, estranhamente, na ala de distribuição gratuita de agasalhos da Cruz Vermelha.

    Mas grana dos impostos? Nunca!

    Por que Jorge Maykon nunca roubou o patrimônio público?

    Por diversas razões.

    Respeito a você.

    Respeito pelas cores de nossa bandeira.

    Respeito pela nação.

    E – principalmente – porque nunca teve oportunidade.

    Sem nunca ter sido eleito para porra nenhuma, Jorge Maykon viu os cofres públicos se fecharem à sua sede insaciável por dinheiro alheio, por patrimônio ilegal, por caixas 2, 3 e 4, joias sergiocabralescas, sítios lulísticos, extorsões aécianas, fundos partidários bolsonarescos, fundos de jovens musculosos meirellianos.

    É justo que Jorge Maycon seja mantido á distância do dinheiro dos impostos? É justo que Jorge Maykon tenha que ostentar uma honestidade que não é sua vocação de vida, seu chamado existencial – que é furtar dos pobres para se auto recompensar-se a si mesmo?

    Jorge Maykon merece passar vexame com guardanapos na cabeça em restaurantes de Paris. Merece ter um tríplex em Guarujá. Merece cheirar cocaína nas noites de embalo do baixo Leblon. Merece ter espaço para torturar desafetos em porões abafados, como nos sonhos lúbricos e molhados de Jairzinho, o Terrível.

    Jorge Maycon quer mais que seu voto.

    Ele quer isonomia com os demais candidatos.

    Jorge Maykon combina o charme inebriante alckiminiano com a vasta cultura luliana e bolsonaresca.

    Jorge Maykon anseia pelo dia em que seja retratado por Romero Britto qual o casal Doria, esta referência de bom gosto tipicamente paulistana.

    Não apenas dê seu voto a Jorge Maykon.

    Deixe que ele roube um pouco.

    Deixe que ele exerça o poder despoticamente.

    Deixe que ele ameace seus inimigos de tortura.

    Deixe que seus auxiliares recebam malas com 500 mil reais na Pizzaria Camelo.

    Deixe que ele pratique extorsão contra empresários.

    Deixe que ele discurse na ONU para a atenção de rigorosamente ninguém.

    Deixe ele ser nosso presidente.

    Sejamos francos:

    Nesta altura dos acontecimentos, vai fazer alguma diferença?

     

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    Jorge Maycon e a Isonomia entre a distribuição de Oportunidades

    Jorge Maycon é o único candidato à Presidência do Bananão (digo, da Ilha de Vera Cruz, da terra da zuiera never ends… Enfim – saporra aqui) que NUNCA roubou.

    Comprovadamente.

    Quer dizer, sua ficha criminal mostra diversos furtos – alguns qualificados, outros totalmente desqualificados – mas todos em lojas, grandes magazines, empórios, mercearias, disk-pizzas, concessionárias de patinetes, um fraldário geriátrico hospitalar em Pirapora, a seção de remédios para disfunção erétil da Farmácia “Vai com Deus” no Capão Redondo – “desde 1974 atendendo bem para atender sempre” –  e, estranhamente, na ala de distribuição gratuita de agasalhos da Cruz Vermelha.

    Mas grana dos impostos? Nunca!

    Por que Jorge Maykon nunca roubou o patrimônio público?

    Por diversas razões.

    Respeito a você.

    Respeito pelas cores de nossa bandeira.

    Respeito pela nação.

    E – principalmente – porque nunca teve oportunidade.

    Sem nunca ter sido eleito para porra nenhuma, Jorge Maykon viu os cofres públicos se fecharem à sua sede insaciável por dinheiro alheio, por patrimônio ilegal, por caixas 2, 3 e 4, joias sergiocabralescas, sítios lulísticos, extorsões aécianas, fundos partidários bolsonarescos, fundos de jovens musculosos meirellianos.

    É justo que Jorge Maycon seja mantido á distância do dinheiro dos impostos? É justo que Jorge Maykon tenha que ostentar uma honestidade que não é sua vocação de vida, seu chamado existencial – que é furtar dos pobres para se auto recompensar-se a si mesmo?

    Jorge Maykon merece passar vexame com guardanapos na cabeça em restaurantes de Paris. Merece ter um tríplex em Guarujá. Merece cheirar cocaína nas noites de embalo do baixo Leblon. Merece ter espaço para torturar desafetos em porões abafados, como nos sonhos lúbricos e molhados de Jairzinho, o Terrível.

    Jorge Maycon quer mais que seu voto.

    Ele quer isonomia com os demais candidatos.

    Jorge Maykon combina o charme inebriante alckiminiano com a vasta cultura luliana e bolsonaresca.

    Jorge Maykon anseia pelo dia em que seja retratado por Romero Britto qual o casal Doria, esta referência de bom gosto tipicamente paulistana.

    Não apenas dê seu voto a Jorge Maykon.

    Deixe que ele roube um pouco.

    Deixe que ele exerça o poder despoticamente.

    Deixe que ele ameace seus inimigos de tortura.

    Deixe que seus auxiliares recebam malas com 500 mil reais na Pizzaria Camelo.

    Deixe que ele pratique extorsão contra empresários.

    Deixe que ele discurse na ONU para a atenção de rigorosamente ninguém.

    Deixe ele ser nosso presidente.

    Sejamos francos:

    Nesta altura dos acontecimentos, vai fazer alguma diferença?

     

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    O Primeiro Debate Econômico com os Candidatos a Presidente

    RdB – O Brasil passa por uma profunda crise moral, econômica e estrutural que…

    Luciano Huck – Loucura, loucura, loucura…

    Henrique Meirelles – Eu gosto de mulher. E muito. Meu negócio é racha, não adiante dizer que…

    Bolsonaro – Tem o lance do nióbio que…

    Lula – O Lula não veio, mas eu sou o amigo dele e…

    RdB – Lula, a gente está vendo que é você. Bem, o tripé macroeconômico e…

    Huck – Olha, o Brazilian Wax é a solução. É a única invenção brasileira que deu certo. Minha ministra será a Tiazinha, que entende dessas paradas. Vamos recolher os royalties do Brazilian Wax e…

    Henrique Meirelles – Adoro a Tiazinha. Aquele peitoral cabeludo, aquele pomo de adão. Meu negócio é mulher. Adoro mulher, não adianta dizer que…

    Bolsonaro – Tem o lance do nióbio que, se a gente olhar bem, vai…

    Lula – Se o Lula estivesse aqui, ele diria que a elite e a mídia golpista está…

    RdB – Temos o inchaço do estado que…

    Luciano Huck – Olha, a depilação brasileira tira os excessos do inchaço, fica aquela pata de camelo lisinha que…

    Meirelles – Adoro pata de camelo. Principalmente quando tem um príncipe saudita musculoso e  viril montado no camelo. A pata nem acho tão legal assim… quer dizer, meu lance é mulher. Adoro fêmea, com aquela ereção…. quer dizer, ereção clitoridiana, claro, porque…

    Bolsonaro – A gente vende o nióbio e depois…

    Lula – Olha, meu amigo Lula, se estivesse aqui e não nos braços do povo na maior caravana que este país já viu, ele ia querer dizer que a elite é contra a população e a mídia. Aliás, a República dos Bananas é produto dessa mídia golpista que…

    Meirelles – Vocês tinham que colocar umas mulher naquele site de merda. Claro, se ela tiver um namorado bonito, musculoso, o cara pode aparecer também, talvez com destaque. Talvez sem a namorada…

    Bolsonaro – E segurando o nióbio. Porque não tem saída senão matar os criminosos tudo. Jogando nióbio na cabeça dos estupradores, dos viado tudo, porque essa raça…

    Luciano Huck – A reestruturação passa pelo comércio internacional. Vamos começar pelos royalties do Brazilian Wax que…

    RdB – Temos a questão do déficit fiscal que…

    Meirelles – Tem déficit sabe do que? De mulher. Eu adoro aquele cheiro de fêmea, a testosterona que…

    Bolsonaro – Sabe do que o Brasil não tem déficit? De nióbio que é a saída para a gente sair. Quer dizer, tem que sair pela saída, que é o nióbio, que… Quer dizer, mata os viado e os bandido, que querem destruir a família. E depois a gente dá nióbio pra família. Tipo “Meu Nióbio, Minha Vida”

    Huck – Olha, temos que transformar o Brasil numa Miami. A gente coloca umas gostosa depilando os cara, importa umas palmeiras, planta na rua, um lance art déco com uma pegada de Romero Britto.

    Lula – Meu amigo Lula acha que não tem saída com essa elite golpista que odeia o povo e a Globo com os jornalista tudo racista que diz que…

    Meirelles – Tem umas mulher aí? Porque meu lance é xavasca. Eu caio de boca e engulo tudo. Pode ter 30 centímetros que eu…

    Bolsonaro – Sabe quanto vale 30 centímetros de nióbio?

    Lula – Esses nióbio deve ser tudo coisa de elite. Porque o povo não come nióbio, eles querem pão e…

    Huck – Depilação! Pão e depilação! Essa é minha plataforma!

    Lula – Cadê o entrevistador golpista? Foi embora, né? Porque a grande mídia quando encontra eu, quer dizer, meu amigo, ela foge…

    Bolsonaro – Volta aqui, meu. tem uns nióbio procê…

    Meirelles – E traz umas mina bem gostosa. Com barba por fazer.

     

    O Primeiro Debate Econômico com os Candidatos a Presidente

    RdB – O Brasil passa por uma profunda crise moral, econômica e estrutural que…

    Luciano Huck – Loucura, loucura, loucura…

    Henrique Meirelles – Eu gosto de mulher. E muito. Meu negócio é racha, não adiante dizer que…

    Bolsonaro – Tem o lance do nióbio que…

    Lula – O Lula não veio, mas eu sou o amigo dele e…

    RdB – Lula, a gente está vendo que é você. Bem, o tripé macroeconômico e…

    Huck – Olha, o Brazilian Wax é a solução. É a única invenção brasileira que deu certo. Minha ministra será a Tiazinha, que entende dessas paradas. Vamos recolher os royalties do Brazilian Wax e…

    Henrique Meirelles – Adoro a Tiazinha. Aquele peitoral cabeludo, aquele pomo de adão. Meu negócio é mulher. Adoro mulher, não adianta dizer que…

    Bolsonaro – Tem o lance do nióbio que, se a gente olhar bem, vai…

    Lula – Se o Lula estivesse aqui, ele diria que a elite e a mídia golpista está…

    RdB – Temos o inchaço do estado que…

    Luciano Huck – Olha, a depilação brasileira tira os excessos do inchaço, fica aquela pata de camelo lisinha que…

    Meirelles – Adoro pata de camelo. Principalmente quando tem um príncipe saudita musculoso e  viril montado no camelo. A pata nem acho tão legal assim… quer dizer, meu lance é mulher. Adoro fêmea, com aquela ereção…. quer dizer, ereção clitoridiana, claro, porque…

    Bolsonaro – A gente vende o nióbio e depois…

    Lula – Olha, meu amigo Lula, se estivesse aqui e não nos braços do povo na maior caravana que este país já viu, ele ia querer dizer que a elite é contra a população e a mídia. Aliás, a República dos Bananas é produto dessa mídia golpista que…

    Meirelles – Vocês tinham que colocar umas mulher naquele site de merda. Claro, se ela tiver um namorado bonito, musculoso, o cara pode aparecer também, talvez com destaque. Talvez sem a namorada…

    Bolsonaro – E segurando o nióbio. Porque não tem saída senão matar os criminosos tudo. Jogando nióbio na cabeça dos estupradores, dos viado tudo, porque essa raça…

    Luciano Huck – A reestruturação passa pelo comércio internacional. Vamos começar pelos royalties do Brazilian Wax que…

    RdB – Temos a questão do déficit fiscal que…

    Meirelles – Tem déficit sabe do que? De mulher. Eu adoro aquele cheiro de fêmea, a testosterona que…

    Bolsonaro – Sabe do que o Brasil não tem déficit? De nióbio que é a saída para a gente sair. Quer dizer, tem que sair pela saída, que é o nióbio, que… Quer dizer, mata os viado e os bandido, que querem destruir a família. E depois a gente dá nióbio pra família. Tipo “Meu Nióbio, Minha Vida”

    Huck – Olha, temos que transformar o Brasil numa Miami. A gente coloca umas gostosa depilando os cara, importa umas palmeiras, planta na rua, um lance art déco com uma pegada de Romero Britto.

    Lula – Meu amigo Lula acha que não tem saída com essa elite golpista que odeia o povo e a Globo com os jornalista tudo racista que diz que…

    Meirelles – Tem umas mulher aí? Porque meu lance é xavasca. Eu caio de boca e engulo tudo. Pode ter 30 centímetros que eu…

    Bolsonaro – Sabe quanto vale 30 centímetros de nióbio?

    Lula – Esses nióbio deve ser tudo coisa de elite. Porque o povo não come nióbio, eles querem pão e…

    Huck – Depilação! Pão e depilação! Essa é minha plataforma!

    Lula – Cadê o entrevistador golpista? Foi embora, né? Porque a grande mídia quando encontra eu, quer dizer, meu amigo, ela foge…

    Bolsonaro – Volta aqui, meu. tem uns nióbio procê…

    Meirelles – E traz umas mina bem gostosa. Com barba por fazer.

     

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    O Primeiro Debate Econômico com os Candidatos a Presidente

    RdB – O Brasil passa por uma profunda crise moral, econômica e estrutural que…

    Luciano Huck – Loucura, loucura, loucura…

    Henrique Meirelles – Eu gosto de mulher. E muito. Meu negócio é racha, não adiante dizer que…

    Bolsonaro – Tem o lance do nióbio que…

    Lula – O Lula não veio, mas eu sou o amigo dele e…

    RdB – Lula, a gente está vendo que é você. Bem, o tripé macroeconômico e…

    Huck – Olha, o Brazilian Wax é a solução. É a única invenção brasileira que deu certo. Minha ministra será a Tiazinha, que entende dessas paradas. Vamos recolher os royalties do Brazilian Wax e…

    Henrique Meirelles – Adoro a Tiazinha. Aquele peitoral cabeludo, aquele pomo de adão. Meu negócio é mulher. Adoro mulher, não adianta dizer que…

    Bolsonaro – Tem o lance do nióbio que, se a gente olhar bem, vai…

    Lula – Se o Lula estivesse aqui, ele diria que a elite e a mídia golpista está…

    RdB – Temos o inchaço do estado que…

    Luciano Huck – Olha, a depilação brasileira tira os excessos do inchaço, fica aquela pata de camelo lisinha que…

    Meirelles – Adoro pata de camelo. Principalmente quando tem um príncipe saudita musculoso e  viril montado no camelo. A pata nem acho tão legal assim… quer dizer, meu lance é mulher. Adoro fêmea, com aquela ereção…. quer dizer, ereção clitoridiana, claro, porque…

    Bolsonaro – A gente vende o nióbio e depois…

    Lula – Olha, meu amigo Lula, se estivesse aqui e não nos braços do povo na maior caravana que este país já viu, ele ia querer dizer que a elite é contra a população e a mídia. Aliás, a República dos Bananas é produto dessa mídia golpista que…

    Meirelles – Vocês tinham que colocar umas mulher naquele site de merda. Claro, se ela tiver um namorado bonito, musculoso, o cara pode aparecer também, talvez com destaque. Talvez sem a namorada…

    Bolsonaro – E segurando o nióbio. Porque não tem saída senão matar os criminosos tudo. Jogando nióbio na cabeça dos estupradores, dos viado tudo, porque essa raça…

    Luciano Huck – A reestruturação passa pelo comércio internacional. Vamos começar pelos royalties do Brazilian Wax que…

    RdB – Temos a questão do déficit fiscal que…

    Meirelles – Tem déficit sabe do que? De mulher. Eu adoro aquele cheiro de fêmea, a testosterona que…

    Bolsonaro – Sabe do que o Brasil não tem déficit? De nióbio que é a saída para a gente sair. Quer dizer, tem que sair pela saída, que é o nióbio, que… Quer dizer, mata os viado e os bandido, que querem destruir a família. E depois a gente dá nióbio pra família. Tipo “Meu Nióbio, Minha Vida”

    Huck – Olha, temos que transformar o Brasil numa Miami. A gente coloca umas gostosa depilando os cara, importa umas palmeiras, planta na rua, um lance art déco com uma pegada de Romero Britto.

    Lula – Meu amigo Lula acha que não tem saída com essa elite golpista que odeia o povo e a Globo com os jornalista tudo racista que diz que…

    Meirelles – Tem umas mulher aí? Porque meu lance é xavasca. Eu caio de boca e engulo tudo. Pode ter 30 centímetros que eu…

    Bolsonaro – Sabe quanto vale 30 centímetros de nióbio?

    Lula – Esses nióbio deve ser tudo coisa de elite. Porque o povo não come nióbio, eles querem pão e…

    Huck – Depilação! Pão e depilação! Essa é minha plataforma!

    Lula – Cadê o entrevistador golpista? Foi embora, né? Porque a grande mídia quando encontra eu, quer dizer, meu amigo, ela foge…

    Bolsonaro – Volta aqui, meu. tem uns nióbio procê…

    Meirelles – E traz umas mina bem gostosa. Com barba por fazer.

     

    [ssba url="http://www.republicadosbananas.com.br/o-primeiro-debate-economico-com-os-candidatos-a-presidente/"]

    Frota mostra Tripé Econômico Para Bolsonaro

    A entrevista do deputado federal e pré-candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSC-RJ) à jornalista Mariana Godoy, na RedeTV! (praticamente uma espécie de rede de televisão) tem repercutido bastante nas redes sociais.

    Em primeiro lugar, o país não sabia que a Mariana tinha aqueles coxão tudo. Eu não sei vocês, mas eu sou chegado. Quem gosta de osso é cachorro e arqueólogo. Eu, não sendo nenhum dos dois, gosto é de fartura.

    Mas, para além das pernas da celebrada jornalista, o parlamentar foi questionado sobre assuntos econômicos e, depois de mostrar total desconhecimento na área, acabou sendo contestado pela apresentadora depois de elogiar a economia do governo militar.

    Godoy questionou o deputado a respeito do “tripé macroeconômico” [meta fiscal, câmbio flutuante e controle de inflação].

    Bolsonaro disse que seu único conhecimento de tripé vem de suas relações mais que amistosas com o performer pornô Alexandre Frota – e acrescentou que o tripé do astro está longe de ser econômico.

    Frota tornou-se um defensor apaixonado do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-SP), a quem inclusive entrevistou para seu programa na web, “Boa Noite, com Alexandre Frota”, onde talvez Bolsonaro tenha tido o primeiro contato com o tripé de Frota.

    Frota mostra Tripé Econômico Para Bolsonaro

    A entrevista do deputado federal e pré-candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSC-RJ) à jornalista Mariana Godoy, na RedeTV! (praticamente uma espécie de rede de televisão) tem repercutido bastante nas redes sociais.

    Em primeiro lugar, o país não sabia que a Mariana tinha aqueles coxão tudo. Eu não sei vocês, mas eu sou chegado. Quem gosta de osso é cachorro e arqueólogo. Eu, não sendo nenhum dos dois, gosto é de fartura.

    Mas, para além das pernas da celebrada jornalista, o parlamentar foi questionado sobre assuntos econômicos e, depois de mostrar total desconhecimento na área, acabou sendo contestado pela apresentadora depois de elogiar a economia do governo militar.

    Godoy questionou o deputado a respeito do “tripé macroeconômico” [meta fiscal, câmbio flutuante e controle de inflação].

    Bolsonaro disse que seu único conhecimento de tripé vem de suas relações mais que amistosas com o performer pornô Alexandre Frota – e acrescentou que o tripé do astro está longe de ser econômico.

    Frota tornou-se um defensor apaixonado do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-SP), a quem inclusive entrevistou para seu programa na web, “Boa Noite, com Alexandre Frota”, onde talvez Bolsonaro tenha tido o primeiro contato com o tripé de Frota.

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    Frota mostra Tripé Econômico Para Bolsonaro

    A entrevista do deputado federal e pré-candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSC-RJ) à jornalista Mariana Godoy, na RedeTV! (praticamente uma espécie de rede de televisão) tem repercutido bastante nas redes sociais.

    Em primeiro lugar, o país não sabia que a Mariana tinha aqueles coxão tudo. Eu não sei vocês, mas eu sou chegado. Quem gosta de osso é cachorro e arqueólogo. Eu, não sendo nenhum dos dois, gosto é de fartura.

    Mas, para além das pernas da celebrada jornalista, o parlamentar foi questionado sobre assuntos econômicos e, depois de mostrar total desconhecimento na área, acabou sendo contestado pela apresentadora depois de elogiar a economia do governo militar.

    Godoy questionou o deputado a respeito do “tripé macroeconômico” [meta fiscal, câmbio flutuante e controle de inflação].

    Bolsonaro disse que seu único conhecimento de tripé vem de suas relações mais que amistosas com o performer pornô Alexandre Frota – e acrescentou que o tripé do astro está longe de ser econômico.

    Frota tornou-se um defensor apaixonado do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-SP), a quem inclusive entrevistou para seu programa na web, “Boa Noite, com Alexandre Frota”, onde talvez Bolsonaro tenha tido o primeiro contato com o tripé de Frota.

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    Loucura, loucura, loucura – Temos o Discurso de Posse do Presidente Luciano Huck

    Loucura, loucura, loucura.

    Eu sou o presidente dessa bagaça toda.

    Acho que vocês escolheram bem. Puta sacada, meu.

    Bom, olha só.

    O Brasil, ao contrário do que falei na campanha, vai atravessar uma fase de dor excruciante, de ultraje, de humilhação pública, de lágrimas e ranger de dentes.

    Mas, pelo lado positivo, eu sei bem como lidar com isso.

    Isso é mais ou menos como uma depilação masculina.

    Lembram quando eu fazia a Tiazinha depilar adolescentes em rede nacional? Pois é, doía para caralho, eles eram humilhados, levavam chicotadas e mesmo assim faziam fila para passar por aquilo.

    É isso.

    Se não podemos, como nação e como irmãos, passar esta fase ultrajante de dor e humilhação, vamos tentar torná-la divertida.

    Vamos fazer do BDSM, dominance-submission, sadism-masochism, o esporte nacional.

    Vocês não sabem o que é isso, porque são pobres e não viajam, mas na minha casa em Miami eu descobri que é uma puta tendência legal.

    BDSM é o novo preto.

    Todos os meus amigos descolados estão nessa. Até teve uma treta. Um comprou um plug anal de cristais Swarovski. Um dos cristais descolou e foi um puta problema.  Meu, uma semana no Mount Sinai de Miami.

    Mas vocês são pobres e também não sabem o que é isso.

    Porra, tá complicado achar um common ground com vocês.

    Vamos parar com essa porra de futebol como esporte nacional. Lá em Miami eles acham soccer tão anos 70. Coisa de chicano, sabe cumé? Tipo o Chaves, que vocês continuam assistindo. Excentricidade de pobre sem apuro estético. Bem diferente do meu programa, que tem cultura, concurso de soletrar, essas porra toda.

    Meu adversário, o Bolsonaro, dizia que as riquezas nacionais como o nióbio iam salvar o país. Ele estava errado. Nióbio não serve para porra nenhuma. Falei com meus parça em Miami e ninguém sabe que porra é nióbio. Eles pensaram que fosse uma banda grunge. E grunge é tipo super anos 80!

    Eu sei que nossas verdadeiras riquezas são nossas bundas.

    Eu posso dizer isso porque criei a Tiazinha, a Feiticeira e a Dany Bananinha. Elas eram moças suburbanas, lá de Belford Roxo, Caxias, um desses países do nordeste, como Trancoso. Eu fiz delas estrelas!

    Vou criar uma aliança comercial global para exportar nossas bundas.

    Não aquela porra siliconada da Kim Kardashian ou aquela bunca caída da JLo, mas um material de primeira linha.

    Se eu conseguir colocar nas nossas bundas no mercado nacional por peso de arroba, seremos uma nação de primeiro mundo bem rapidinho.

    Eu disse que iria consertar Brasília.

    Eu já fiz isso no meu quadro “Lata Velha”. Peguei uma Brasília 1987 e deixei joinha. Ela não anda, não dá a partida, mas ficou lindona, meu.

    Dizem “Orra, meu, isso é assistencialismo demagógico”.

    Picas. Eu gosto pra cacete de carro. Estou reformando pra mim um Jaguar 1956. E olha que eu já tenho outros 127 carros na garagem. Não é porque eu preciso, meu, é porque eu posso e sou fodão.

    Estética é importante. É parte do meu projeto. O Brasil pode se tornar uma imensa Barra da Tijuca, com letreiros em inglês por toda parte.

    Seremos a inveja do mundo.

    Bom, legal, vou nessa que esse final de semana tem o niver do Garneiro em Miami Beach. Mas em três meses no máximo eu tô de volta.  O Doria, meu vice, vai comigo. Mas ele tem prática em administrar por Skype, então cês podem ficar de boas aqui.

    Nas palavras imortais do Kennedy, um deles, não sei qual, acho que aquele que eles mataram “Não pergunte o que seu país pode fazer por você”.

    Até porque não vamos fazer porra nenhuma mesmo.

    Tchau.

    Mulherada, vamos malhando esses glúteos que vai valer a pena.

    Ah, eu já falei “loucura, loucura, loucura”?

     

    Loucura, loucura, loucura – Temos o Discurso de Posse do Presidente Luciano Huck

    Loucura, loucura, loucura.

    Eu sou o presidente dessa bagaça toda.

    Acho que vocês escolheram bem. Puta sacada, meu.

    Bom, olha só.

    O Brasil, ao contrário do que falei na campanha, vai atravessar uma fase de dor excruciante, de ultraje, de humilhação pública, de lágrimas e ranger de dentes.

    Mas, pelo lado positivo, eu sei bem como lidar com isso.

    Isso é mais ou menos como uma depilação masculina.

    Lembram quando eu fazia a Tiazinha depilar adolescentes em rede nacional? Pois é, doía para caralho, eles eram humilhados, levavam chicotadas e mesmo assim faziam fila para passar por aquilo.

    É isso.

    Se não podemos, como nação e como irmãos, passar esta fase ultrajante de dor e humilhação, vamos tentar torná-la divertida.

    Vamos fazer do BDSM, dominance-submission, sadism-masochism, o esporte nacional.

    Vocês não sabem o que é isso, porque são pobres e não viajam, mas na minha casa em Miami eu descobri que é uma puta tendência legal.

    BDSM é o novo preto.

    Todos os meus amigos descolados estão nessa. Até teve uma treta. Um comprou um plug anal de cristais Swarovski. Um dos cristais descolou e foi um puta problema.  Meu, uma semana no Mount Sinai de Miami.

    Mas vocês são pobres e também não sabem o que é isso.

    Porra, tá complicado achar um common ground com vocês.

    Vamos parar com essa porra de futebol como esporte nacional. Lá em Miami eles acham soccer tão anos 70. Coisa de chicano, sabe cumé? Tipo o Chaves, que vocês continuam assistindo. Excentricidade de pobre sem apuro estético. Bem diferente do meu programa, que tem cultura, concurso de soletrar, essas porra toda.

    Meu adversário, o Bolsonaro, dizia que as riquezas nacionais como o nióbio iam salvar o país. Ele estava errado. Nióbio não serve para porra nenhuma. Falei com meus parça em Miami e ninguém sabe que porra é nióbio. Eles pensaram que fosse uma banda grunge. E grunge é tipo super anos 80!

    Eu sei que nossas verdadeiras riquezas são nossas bundas.

    Eu posso dizer isso porque criei a Tiazinha, a Feiticeira e a Dany Bananinha. Elas eram moças suburbanas, lá de Belford Roxo, Caxias, um desses países do nordeste, como Trancoso. Eu fiz delas estrelas!

    Vou criar uma aliança comercial global para exportar nossas bundas.

    Não aquela porra siliconada da Kim Kardashian ou aquela bunca caída da JLo, mas um material de primeira linha.

    Se eu conseguir colocar nas nossas bundas no mercado nacional por peso de arroba, seremos uma nação de primeiro mundo bem rapidinho.

    Eu disse que iria consertar Brasília.

    Eu já fiz isso no meu quadro “Lata Velha”. Peguei uma Brasília 1987 e deixei joinha. Ela não anda, não dá a partida, mas ficou lindona, meu.

    Dizem “Orra, meu, isso é assistencialismo demagógico”.

    Picas. Eu gosto pra cacete de carro. Estou reformando pra mim um Jaguar 1956. E olha que eu já tenho outros 127 carros na garagem. Não é porque eu preciso, meu, é porque eu posso e sou fodão.

    Estética é importante. É parte do meu projeto. O Brasil pode se tornar uma imensa Barra da Tijuca, com letreiros em inglês por toda parte.

    Seremos a inveja do mundo.

    Bom, legal, vou nessa que esse final de semana tem o niver do Garneiro em Miami Beach. Mas em três meses no máximo eu tô de volta.  O Doria, meu vice, vai comigo. Mas ele tem prática em administrar por Skype, então cês podem ficar de boas aqui.

    Nas palavras imortais do Kennedy, um deles, não sei qual, acho que aquele que eles mataram “Não pergunte o que seu país pode fazer por você”.

    Até porque não vamos fazer porra nenhuma mesmo.

    Tchau.

    Mulherada, vamos malhando esses glúteos que vai valer a pena.

    Ah, eu já falei “loucura, loucura, loucura”?

     

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    Loucura, loucura, loucura – Temos o Discurso de Posse do Presidente Luciano Huck

    Loucura, loucura, loucura.

    Eu sou o presidente dessa bagaça toda.

    Acho que vocês escolheram bem. Puta sacada, meu.

    Bom, olha só.

    O Brasil, ao contrário do que falei na campanha, vai atravessar uma fase de dor excruciante, de ultraje, de humilhação pública, de lágrimas e ranger de dentes.

    Mas, pelo lado positivo, eu sei bem como lidar com isso.

    Isso é mais ou menos como uma depilação masculina.

    Lembram quando eu fazia a Tiazinha depilar adolescentes em rede nacional? Pois é, doía para caralho, eles eram humilhados, levavam chicotadas e mesmo assim faziam fila para passar por aquilo.

    É isso.

    Se não podemos, como nação e como irmãos, passar esta fase ultrajante de dor e humilhação, vamos tentar torná-la divertida.

    Vamos fazer do BDSM, dominance-submission, sadism-masochism, o esporte nacional.

    Vocês não sabem o que é isso, porque são pobres e não viajam, mas na minha casa em Miami eu descobri que é uma puta tendência legal.

    BDSM é o novo preto.

    Todos os meus amigos descolados estão nessa. Até teve uma treta. Um comprou um plug anal de cristais Swarovski. Um dos cristais descolou e foi um puta problema.  Meu, uma semana no Mount Sinai de Miami.

    Mas vocês são pobres e também não sabem o que é isso.

    Porra, tá complicado achar um common ground com vocês.

    Vamos parar com essa porra de futebol como esporte nacional. Lá em Miami eles acham soccer tão anos 70. Coisa de chicano, sabe cumé? Tipo o Chaves, que vocês continuam assistindo. Excentricidade de pobre sem apuro estético. Bem diferente do meu programa, que tem cultura, concurso de soletrar, essas porra toda.

    Meu adversário, o Bolsonaro, dizia que as riquezas nacionais como o nióbio iam salvar o país. Ele estava errado. Nióbio não serve para porra nenhuma. Falei com meus parça em Miami e ninguém sabe que porra é nióbio. Eles pensaram que fosse uma banda grunge. E grunge é tipo super anos 80!

    Eu sei que nossas verdadeiras riquezas são nossas bundas.

    Eu posso dizer isso porque criei a Tiazinha, a Feiticeira e a Dany Bananinha. Elas eram moças suburbanas, lá de Belford Roxo, Caxias, um desses países do nordeste, como Trancoso. Eu fiz delas estrelas!

    Vou criar uma aliança comercial global para exportar nossas bundas.

    Não aquela porra siliconada da Kim Kardashian ou aquela bunca caída da JLo, mas um material de primeira linha.

    Se eu conseguir colocar nas nossas bundas no mercado nacional por peso de arroba, seremos uma nação de primeiro mundo bem rapidinho.

    Eu disse que iria consertar Brasília.

    Eu já fiz isso no meu quadro “Lata Velha”. Peguei uma Brasília 1987 e deixei joinha. Ela não anda, não dá a partida, mas ficou lindona, meu.

    Dizem “Orra, meu, isso é assistencialismo demagógico”.

    Picas. Eu gosto pra cacete de carro. Estou reformando pra mim um Jaguar 1956. E olha que eu já tenho outros 127 carros na garagem. Não é porque eu preciso, meu, é porque eu posso e sou fodão.

    Estética é importante. É parte do meu projeto. O Brasil pode se tornar uma imensa Barra da Tijuca, com letreiros em inglês por toda parte.

    Seremos a inveja do mundo.

    Bom, legal, vou nessa que esse final de semana tem o niver do Garneiro em Miami Beach. Mas em três meses no máximo eu tô de volta.  O Doria, meu vice, vai comigo. Mas ele tem prática em administrar por Skype, então cês podem ficar de boas aqui.

    Nas palavras imortais do Kennedy, um deles, não sei qual, acho que aquele que eles mataram “Não pergunte o que seu país pode fazer por você”.

    Até porque não vamos fazer porra nenhuma mesmo.

    Tchau.

    Mulherada, vamos malhando esses glúteos que vai valer a pena.

    Ah, eu já falei “loucura, loucura, loucura”?

     

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    Bond, James Bond. 92 Anos.

    O almirante James Bond, agente retirado do MI-6, entra na sede da inteligência britânica para uma reunião com M. Ele está com 92 anos e alguns dizem que mostrando traços de demência senil. Ou só anda mal-humorado. M tem 42 anos, é um burocrata que nunca atuou em campo – e tem a triste tarefa de repreender o funcionário ancião.

    São 11 da manhã e o antigo 007 já tomou 4 dry martinis (“shaken, not stirred” – embora ele às vezes confunda as instruções para o bartender do pub na King’s Road, no Chelsea, onde ele continua vivendo sozinho) antes de aparecer na sede.

    Ele entra na sala de M, toda em mogno escuro.

    M se levanta:

    – Almirante Bond, o senhor sabe o respeito que todos nós temos pelo Senhor

    Bond recusa a mão estendida.

    – É tua obrigação. Eu salvei esse reino umas 20 vezes. Aliás, eu treinei seu pai. Um agente de merda…

    – O senhor já me disse isso. 30 vezes, aliás…

    – Você sabia que ele só conseguiu o posto porque comia a bunda do Rei Eduardo VIII, antes de ele fugir com a mulher sapata

    – Não há provas disso, Almirante…

    – Acredite em mim. Bom, que porra você quer? Tem uma missão?

    – Almirante, com todo o respeito, o senhor não pode aparecer aqui toda hora e dizer aos agentes que estão hackeando o sistema nuclear da Coreia do Norte que mexer com computador é coisa de mulherzinha…

    Bond (indignado): Eu nunca falei que era coisa de mulherzinha!!!. Eu disse que era coisa de viado. Aliás, você sabia que eu comi a Moneypenny em cima dessa mesa que você ocupa.

    M (exasperado): O Senhor me contou isso também. Desde então, a mesa já foi desinfetada com creolina umas 7 vezes. O mogno ficou todo manchado…

    Bond (sonhador): Moneypenny… Era feia mas fodia pra caralho. Quase como a sua mãe.

    M: Sim, Almirante. Eu já perguntei isso para ela e ela não quis confirmar nem negar. Foi um Natal bem desconfortável aquele ano em casa….

    Bond: Quer dizer que eu já salvei essa merda milhares de vezes e não posso aparecer aqui para ver como estão as coisas?

    M: Almirante, sua visita é uma honra e uma inspiração para nossos homens, mas eles têm um serviço para fazer…

    Bond: Serviço de viado. Ficar naquela máquina de escrever elétrica

    M: Computador, Almirante…

    Bond: É a mesma merda…

    M olha pela janela de sua sala, com vista para o Big Ben. Londres está cinzenta como seu ânimo. Vai ser um dia daqueles, ele sabe.

    Bond interrompe sua distração

    – Eu já disse que comi sua mãe?

    – Ela nunca confirmou, almirante

    – Chupava pra cacete…

    Começa a chover. M tem uma reunião com o Primeiro Ministro depois do almoço. Na pauta, corte de gastos. Vai ser um daqueles dias….

     

     

    Bond, James Bond. 92 Anos.

    O almirante James Bond, agente retirado do MI-6, entra na sede da inteligência britânica para uma reunião com M. Ele está com 92 anos e alguns dizem que mostrando traços de demência senil. Ou só anda mal-humorado. M tem 42 anos, é um burocrata que nunca atuou em campo – e tem a triste tarefa de repreender o funcionário ancião.

    São 11 da manhã e o antigo 007 já tomou 4 dry martinis (“shaken, not stirred” – embora ele às vezes confunda as instruções para o bartender do pub na King’s Road, no Chelsea, onde ele continua vivendo sozinho) antes de aparecer na sede.

    Ele entra na sala de M, toda em mogno escuro.

    M se levanta:

    – Almirante Bond, o senhor sabe o respeito que todos nós temos pelo Senhor

    Bond recusa a mão estendida.

    – É tua obrigação. Eu salvei esse reino umas 20 vezes. Aliás, eu treinei seu pai. Um agente de merda…

    – O senhor já me disse isso. 30 vezes, aliás…

    – Você sabia que ele só conseguiu o posto porque comia a bunda do Rei Eduardo VIII, antes de ele fugir com a mulher sapata

    – Não há provas disso, Almirante…

    – Acredite em mim. Bom, que porra você quer? Tem uma missão?

    – Almirante, com todo o respeito, o senhor não pode aparecer aqui toda hora e dizer aos agentes que estão hackeando o sistema nuclear da Coreia do Norte que mexer com computador é coisa de mulherzinha…

    Bond (indignado): Eu nunca falei que era coisa de mulherzinha!!!. Eu disse que era coisa de viado. Aliás, você sabia que eu comi a Moneypenny em cima dessa mesa que você ocupa.

    M (exasperado): O Senhor me contou isso também. Desde então, a mesa já foi desinfetada com creolina umas 7 vezes. O mogno ficou todo manchado…

    Bond (sonhador): Moneypenny… Era feia mas fodia pra caralho. Quase como a sua mãe.

    M: Sim, Almirante. Eu já perguntei isso para ela e ela não quis confirmar nem negar. Foi um Natal bem desconfortável aquele ano em casa….

    Bond: Quer dizer que eu já salvei essa merda milhares de vezes e não posso aparecer aqui para ver como estão as coisas?

    M: Almirante, sua visita é uma honra e uma inspiração para nossos homens, mas eles têm um serviço para fazer…

    Bond: Serviço de viado. Ficar naquela máquina de escrever elétrica

    M: Computador, Almirante…

    Bond: É a mesma merda…

    M olha pela janela de sua sala, com vista para o Big Ben. Londres está cinzenta como seu ânimo. Vai ser um dia daqueles, ele sabe.

    Bond interrompe sua distração

    – Eu já disse que comi sua mãe?

    – Ela nunca confirmou, almirante

    – Chupava pra cacete…

    Começa a chover. M tem uma reunião com o Primeiro Ministro depois do almoço. Na pauta, corte de gastos. Vai ser um daqueles dias….

     

     

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    Bond, James Bond. 92 Anos.

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    O almirante James Bond, agente retirado do MI-6, entra na sede da inteligência britânica para uma reunião com M. Ele está com 92 anos e alguns dizem que mostrando traços de demência senil. Ou só anda mal-humorado. M tem 42 anos, é um burocrata que nunca atuou em campo – e tem a triste tarefa de repreender o funcionário ancião.

    São 11 da manhã e o antigo 007 já tomou 4 dry martinis (“shaken, not stirred” – embora ele às vezes confunda as instruções para o bartender do pub na King’s Road, no Chelsea, onde ele continua vivendo sozinho) antes de aparecer na sede.

    Ele entra na sala de M, toda em mogno escuro.

    M se levanta:

    – Almirante Bond, o senhor sabe o respeito que todos nós temos pelo Senhor

    Bond recusa a mão estendida.

    – É tua obrigação. Eu salvei esse reino umas 20 vezes. Aliás, eu treinei seu pai. Um agente de merda…

    – O senhor já me disse isso. 30 vezes, aliás…

    – Você sabia que ele só conseguiu o posto porque comia a bunda do Rei Eduardo VIII, antes de ele fugir com a mulher sapata

    – Não há provas disso, Almirante…

    – Acredite em mim. Bom, que porra você quer? Tem uma missão?

    – Almirante, com todo o respeito, o senhor não pode aparecer aqui toda hora e dizer aos agentes que estão hackeando o sistema nuclear da Coreia do Norte que mexer com computador é coisa de mulherzinha…

    Bond (indignado): Eu nunca falei que era coisa de mulherzinha!!!. Eu disse que era coisa de viado. Aliás, você sabia que eu comi a Moneypenny em cima dessa mesa que você ocupa.

    M (exasperado): O Senhor me contou isso também. Desde então, a mesa já foi desinfetada com creolina umas 7 vezes. O mogno ficou todo manchado…

    Bond (sonhador): Moneypenny… Era feia mas fodia pra caralho. Quase como a sua mãe.

    M: Sim, Almirante. Eu já perguntei isso para ela e ela não quis confirmar nem negar. Foi um Natal bem desconfortável aquele ano em casa….

    Bond: Quer dizer que eu já salvei essa merda milhares de vezes e não posso aparecer aqui para ver como estão as coisas?

    M: Almirante, sua visita é uma honra e uma inspiração para nossos homens, mas eles têm um serviço para fazer…

    Bond: Serviço de viado. Ficar naquela máquina de escrever elétrica

    M: Computador, Almirante…

    Bond: É a mesma merda…

    M olha pela janela de sua sala, com vista para o Big Ben. Londres está cinzenta como seu ânimo. Vai ser um dia daqueles, ele sabe.

    Bond interrompe sua distração

    – Eu já disse que comi sua mãe?

    – Ela nunca confirmou, almirante

    – Chupava pra cacete…

    Começa a chover. M tem uma reunião com o Primeiro Ministro depois do almoço. Na pauta, corte de gastos. Vai ser um daqueles dias….

     

     

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    Mulher de Aécio Apela ao STF: Mantenham Meu Marido em Casa à Noite!

    A esposa de Aécio Neves recebeu com tristeza e incredulidade a notícia de que o STF liberou seu marido para sair à noite. A ação para permitir suas saídas depois do anoitecer foi movida pelo sindicato dos bares do Baixo Leblon, preocupado com o efeito da medida sobre sua lucratividade. “Agora ele sai por aí e volta de madrugada, depois de tomar sei lá o que com sei lá quem. O STF quer acabar com meu casamento” declarou a esposa do conhecido senador carioca.

    Ela recebeu a solidariedade da mulher de João Dória “Nóis é assim. Quando a gente pensa que nosso marido arrumou um empreguinho público, vai ficar mais tranquilo, ele some e só vamos saber que ele está fora do país pelo jornal. O Macron sabe mais da agenda do meu marido que eu” disse a afamada artista plástica – cujas obras seguem desconhecidas do grande público, da crítica e de todo o planeta.

    Mulher de Aécio Apela ao STF: Mantenham Meu Marido em Casa à Noite!

    A esposa de Aécio Neves recebeu com tristeza e incredulidade a notícia de que o STF liberou seu marido para sair à noite. A ação para permitir suas saídas depois do anoitecer foi movida pelo sindicato dos bares do Baixo Leblon, preocupado com o efeito da medida sobre sua lucratividade. “Agora ele sai por aí e volta de madrugada, depois de tomar sei lá o que com sei lá quem. O STF quer acabar com meu casamento” declarou a esposa do conhecido senador carioca.

    Ela recebeu a solidariedade da mulher de João Dória “Nóis é assim. Quando a gente pensa que nosso marido arrumou um empreguinho público, vai ficar mais tranquilo, ele some e só vamos saber que ele está fora do país pelo jornal. O Macron sabe mais da agenda do meu marido que eu” disse a afamada artista plástica – cujas obras seguem desconhecidas do grande público, da crítica e de todo o planeta.

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    A esposa de Aécio Neves recebeu com tristeza e incredulidade a notícia de que o STF liberou seu marido para sair à noite. A ação para permitir suas saídas depois do anoitecer foi movida pelo sindicato dos bares do Baixo Leblon, preocupado com o efeito da medida sobre sua lucratividade. “Agora ele sai por aí e volta de madrugada, depois de tomar sei lá o que com sei lá quem. O STF quer acabar com meu casamento” declarou a esposa do conhecido senador carioca.

    Ela recebeu a solidariedade da mulher de João Dória “Nóis é assim. Quando a gente pensa que nosso marido arrumou um empreguinho público, vai ficar mais tranquilo, ele some e só vamos saber que ele está fora do país pelo jornal. O Macron sabe mais da agenda do meu marido que eu” disse a afamada artista plástica – cujas obras seguem desconhecidas do grande público, da crítica e de todo o planeta.

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