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  • República dos Bananas Boicota Exposição de Romero Britto

    Buscando publicidade barata e polêmica de baixo nível, o braço social do Coletivo República dos Bananas se une a respeitadas instituições como o Movimento Brasil Livre e a TFP – todas com pouca coisa útil para fazer na vida – com o objetivo de promover um boicote contra a exposição de Romero Britto organizada pelo Banco Rabobank International. “Banco que usa o nome de Rabo está querendo sacanagem” diz Renzo Mora, responsável pelo boicote.

    Mora acrescentou “Não faço isso por mim ou para buscar mídia gratuita”.

    Depois de posar nu para os fotógrafos – que sem seu conhecimento e, entre risotas maliciosas, o apelidaram de “A Nana Gouvêa dos Museus” – Mora complementou “Faço isso pelas crianças que são influenciáveis e podem pensar que saaporra é arte. Isso é basicamente um estrupro visual e estrupro de criança é pedofilia” disse, mostrando que valoriza os princípios morais e familiares e que desvaloriza a norma culta da língua portuguesa.

    O  Banco Rabobank International pediu desculpas pelo nome da instituição, por promover o trabalho de Britto e principalmente pela presença do artista multimídia Renzo Mora no espaço cultural da instituição completamente sem roupa.

    República dos Bananas Boicota Exposição de Romero Britto

    Buscando publicidade barata e polêmica de baixo nível, o braço social do Coletivo República dos Bananas se une a respeitadas instituições como o Movimento Brasil Livre e a TFP – todas com pouca coisa útil para fazer na vida – com o objetivo de promover um boicote contra a exposição de Romero Britto organizada pelo Banco Rabobank International. “Banco que usa o nome de Rabo está querendo sacanagem” diz Renzo Mora, responsável pelo boicote.

    Mora acrescentou “Não faço isso por mim ou para buscar mídia gratuita”.

    Depois de posar nu para os fotógrafos – que sem seu conhecimento e, entre risotas maliciosas, o apelidaram de “A Nana Gouvêa dos Museus” – Mora complementou “Faço isso pelas crianças que são influenciáveis e podem pensar que saaporra é arte. Isso é basicamente um estrupro visual e estrupro de criança é pedofilia” disse, mostrando que valoriza os princípios morais e familiares e que desvaloriza a norma culta da língua portuguesa.

    O  Banco Rabobank International pediu desculpas pelo nome da instituição, por promover o trabalho de Britto e principalmente pela presença do artista multimídia Renzo Mora no espaço cultural da instituição completamente sem roupa.

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    República dos Bananas Boicota Exposição de Romero Britto

    Buscando publicidade barata e polêmica de baixo nível, o braço social do Coletivo República dos Bananas se une a respeitadas instituições como o Movimento Brasil Livre e a TFP – todas com pouca coisa útil para fazer na vida – com o objetivo de promover um boicote contra a exposição de Romero Britto organizada pelo Banco Rabobank International. “Banco que usa o nome de Rabo está querendo sacanagem” diz Renzo Mora, responsável pelo boicote.

    Mora acrescentou “Não faço isso por mim ou para buscar mídia gratuita”.

    Depois de posar nu para os fotógrafos – que sem seu conhecimento e, entre risotas maliciosas, o apelidaram de “A Nana Gouvêa dos Museus” – Mora complementou “Faço isso pelas crianças que são influenciáveis e podem pensar que saaporra é arte. Isso é basicamente um estrupro visual e estrupro de criança é pedofilia” disse, mostrando que valoriza os princípios morais e familiares e que desvaloriza a norma culta da língua portuguesa.

    O  Banco Rabobank International pediu desculpas pelo nome da instituição, por promover o trabalho de Britto e principalmente pela presença do artista multimídia Renzo Mora no espaço cultural da instituição completamente sem roupa.

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    Justiça Decreta Prisão do Brasil para País Deixar de Ser Trouxa

    Diante da constatação de que o Brasil continua votando em Calheiros, Jucá e Geddel; chamando político de mito e ouvindo sertanejo como se fosse música, a justiça decretou sua prisão provisória para ver se o país “se liga e deixa de ser idiota”, conforme se lê na sentença.

    O conhecido “Gigante Adormecido” dividirá a cela com o ejaculador do ônibus. “Quem sabe com uma porrada no pescoço ele aprende” disse o juiz.

    “A recuperação é pouco provável, mas alguma coisa tinha que ser feita” declararam as autoridades.

    Justiça Decreta Prisão do Brasil para País Deixar de Ser Trouxa

    Diante da constatação de que o Brasil continua votando em Calheiros, Jucá e Geddel; chamando político de mito e ouvindo sertanejo como se fosse música, a justiça decretou sua prisão provisória para ver se o país “se liga e deixa de ser idiota”, conforme se lê na sentença.

    O conhecido “Gigante Adormecido” dividirá a cela com o ejaculador do ônibus. “Quem sabe com uma porrada no pescoço ele aprende” disse o juiz.

    “A recuperação é pouco provável, mas alguma coisa tinha que ser feita” declararam as autoridades.

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    Justiça Decreta Prisão do Brasil para País Deixar de Ser Trouxa

    Diante da constatação de que o Brasil continua votando em Calheiros, Jucá e Geddel; chamando político de mito e ouvindo sertanejo como se fosse música, a justiça decretou sua prisão provisória para ver se o país “se liga e deixa de ser idiota”, conforme se lê na sentença.

    O conhecido “Gigante Adormecido” dividirá a cela com o ejaculador do ônibus. “Quem sabe com uma porrada no pescoço ele aprende” disse o juiz.

    “A recuperação é pouco provável, mas alguma coisa tinha que ser feita” declararam as autoridades.

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    Montagem de Hamlet de Alexandre Frota Inova a Linguagem do Bardo de Stratford-upon-Avon

    Por Renzo Mora, a Barbara Heliodora da República dos Bananas, direto de Carazinho do Sul

    O Teatro Municipal de Carazinho do Sul teve casa lotada ontem na estreia da montagem de “Hamlet” estrelada por Alexandre Frota. O ator, que também assina a direção, disse que sua expectativa era conferir alguma contemporaneidade ao texto, acrescentando sobre os originais do bardo: “véio, não entendia porra nenhuma do que aquele americano escrevia”

    Regininha Poltergeist faz Ofélia – e, estranhamente, o fantasma do pai de Hamlet. “O Alexandre achou que meu sobrenome tinha tudo a ver com o papel” justificou a louraça Belzebu.

    Talvez a escolha mais polêmica de casting envolva colocar Serginho Mallandro no papel de Cláudio, não apenas pela pequena diferença de idade entre ele e Frota, mas também pelo fato do intérprete incluir seu hit “Vem Fazer Glú Glú” ao final das falas.

    Gertrudes é vivida por Rita Cadilac e causa espécie ao rebolar freneticamente cada vez que Mallandro canta seu velho sucesso, colocando-se de costas para a plateia.

    O cantor Ovelha faz Fortinbrás. Quando Alexandre, ao morrer na cena final, diz: “Porra, véio, fudeu, agora o resto é silêncio”, Ovelha diz: “Silêncio nada. Vamos cantar”.

    Neste momento o elenco se levanta e canta em coro “Te amo, que mais posso dizer?”, canção de sucesso na voz do cantor, versão de “More Than I Can Say”. “O final anterior era muito baixo astral, meu” justificou o protagonista e diretor Frota.

    O dançarino Lacraia tem participação inexpressiva como a caveira de Yorick, mas o diretor diz ser intencional: “Porra, meu, o cara tá morto. Ele é uma caveira, tá ligado?”

    Montagem de Hamlet de Alexandre Frota Inova a Linguagem do Bardo de Stratford-upon-Avon

    Por Renzo Mora, a Barbara Heliodora da República dos Bananas, direto de Carazinho do Sul

    O Teatro Municipal de Carazinho do Sul teve casa lotada ontem na estreia da montagem de “Hamlet” estrelada por Alexandre Frota. O ator, que também assina a direção, disse que sua expectativa era conferir alguma contemporaneidade ao texto, acrescentando sobre os originais do bardo: “véio, não entendia porra nenhuma do que aquele americano escrevia”

    Regininha Poltergeist faz Ofélia – e, estranhamente, o fantasma do pai de Hamlet. “O Alexandre achou que meu sobrenome tinha tudo a ver com o papel” justificou a louraça Belzebu.

    Talvez a escolha mais polêmica de casting envolva colocar Serginho Mallandro no papel de Cláudio, não apenas pela pequena diferença de idade entre ele e Frota, mas também pelo fato do intérprete incluir seu hit “Vem Fazer Glú Glú” ao final das falas.

    Gertrudes é vivida por Rita Cadilac e causa espécie ao rebolar freneticamente cada vez que Mallandro canta seu velho sucesso, colocando-se de costas para a plateia.

    O cantor Ovelha faz Fortinbrás. Quando Alexandre, ao morrer na cena final, diz: “Porra, véio, fudeu, agora o resto é silêncio”, Ovelha diz: “Silêncio nada. Vamos cantar”.

    Neste momento o elenco se levanta e canta em coro “Te amo, que mais posso dizer?”, canção de sucesso na voz do cantor, versão de “More Than I Can Say”. “O final anterior era muito baixo astral, meu” justificou o protagonista e diretor Frota.

    O dançarino Lacraia tem participação inexpressiva como a caveira de Yorick, mas o diretor diz ser intencional: “Porra, meu, o cara tá morto. Ele é uma caveira, tá ligado?”

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    Montagem de Hamlet de Alexandre Frota Inova a Linguagem do Bardo de Stratford-upon-Avon

    Por Renzo Mora, a Barbara Heliodora da República dos Bananas, direto de Carazinho do Sul

    O Teatro Municipal de Carazinho do Sul teve casa lotada ontem na estreia da montagem de “Hamlet” estrelada por Alexandre Frota. O ator, que também assina a direção, disse que sua expectativa era conferir alguma contemporaneidade ao texto, acrescentando sobre os originais do bardo: “véio, não entendia porra nenhuma do que aquele americano escrevia”

    Regininha Poltergeist faz Ofélia – e, estranhamente, o fantasma do pai de Hamlet. “O Alexandre achou que meu sobrenome tinha tudo a ver com o papel” justificou a louraça Belzebu.

    Talvez a escolha mais polêmica de casting envolva colocar Serginho Mallandro no papel de Cláudio, não apenas pela pequena diferença de idade entre ele e Frota, mas também pelo fato do intérprete incluir seu hit “Vem Fazer Glú Glú” ao final das falas.

    Gertrudes é vivida por Rita Cadilac e causa espécie ao rebolar freneticamente cada vez que Mallandro canta seu velho sucesso, colocando-se de costas para a plateia.

    O cantor Ovelha faz Fortinbrás. Quando Alexandre, ao morrer na cena final, diz: “Porra, véio, fudeu, agora o resto é silêncio”, Ovelha diz: “Silêncio nada. Vamos cantar”.

    Neste momento o elenco se levanta e canta em coro “Te amo, que mais posso dizer?”, canção de sucesso na voz do cantor, versão de “More Than I Can Say”. “O final anterior era muito baixo astral, meu” justificou o protagonista e diretor Frota.

    O dançarino Lacraia tem participação inexpressiva como a caveira de Yorick, mas o diretor diz ser intencional: “Porra, meu, o cara tá morto. Ele é uma caveira, tá ligado?”

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    Coolidge – o Maior Artista do Século

    Você provavelmente nunca ouviu falar de Cassius Marcellus Coolidge.
    Não faz mal, ele também morreu sem saber quem você era.
    Bem, voltando ao Coolidge, ele é simplesmente o mais importante artista plástico do século XX e também um dos mais injustiçados.
    Coolidge é um destes artistas malditos, cuja obra é tão importante que acabou eclipsando o artista.
    Coolidge nasceu nos Estados Unidos, em 1844 – quase quarenta anos antes que seu maior rival, Pablo Picasso. Este gap provavelmente ajudou Picasso a se tornar mais célebre que Coolidge – única explicação possível, já que a obra do segundo é em todos os aspectos superior ao do superestimado espanhol.
    O que caracteriza o grande artista é a sua capacidade de reinterpretar/reinventar o mundo, esta possibilidade de olhar a realidade e transmutá-la de acordo com as engenhosas e intrincadas exigências de sua criatividade.
    Em 1907 Picasso deu o passo inicial para o cubismo, com as Demoiselles d’Avignon, mostrando as prostitutas de um bordel parisiense. Nele, as moças de vida fácil se fundem com máscaras africanas, naquilo que pretensamente estaria revolucionando a arte de então e que abriu caminho para uma porrada de picaretas ficarem desenhando caixinhas escrotas com nomes pretensiosos, enchendo o saco de gerações de incautos, obrigados pelas namoradas a incluir museus de arte moderna em viagens pela Europa, enquanto eles preferiam estar no Shopping Center comprando coletâneas do Richard Clayderman para mostrar aos amigos que têm bom gosto e sabem apreciar música instrumental de qualidade – o que os separa dos filisteus.
    Picasso foi o principal criador dos quadros para os quais você olha e pensa secretamente “porra, meu sobrinho de seis anos faz a mesma coisa”
    Nada que se compare com o trabalho de Coolidge, que nos anos 20 criou a série dos cães que jogam poker, uma das imagens mais revolucionárias, inovadoras e marcantes do século passado.
    Enquanto Picasso, reconhecidamente misógino, reduzia as prostitutas a figuras quase inumanas, reforçando o conceito de mulher coisificada, mero objeto para prazer do priápico pintor, Coolidge se preocupava com os efeitos perversos do jogo e seu poder de reduzir o viciado a um mero animal, perdendo sua capacidade de arbítrio – revelando uma piedade pela espécie humana que Picasso não exibiu em nenhum momento de seus noventa anos de vida.
    A compaixão de Coolidge pelos jogadores compulsivos gerou uma imagem tão poderosa que por um momento esquecemos que os cachorros – mesmo os mais intensamente treinados – não conseguem sentar em cadeiras, quanto mais segurar cartas de baralho e fumar charutos ou cachimbos, o que nos dá uma dimensão da dificuldade do trabalho do autor em conceber a composição pictórica que alterou para sempre as artes plásticas.
    Coolidge morreu em 1937, na casa dos noventa anos – assim como Picasso. Enquanto o espanhol continuou trabalhando incessantemente, gradativamente infantilizando/simplificando seu trabalho, produzindo muito para gerar caixa que financiasse suas extravagâncias, castelos na Europa e o cacete, Coolidge se negou a prostituir sua arte e parou no auge.
    Mais uma coisa: Coolidge também foi o inventor daqueles quadros de circo com espaço para encaixar a cabeça, que fazem parte da história de nossas vidas (Quem de nós não tem uma foto com o corpo do homem forte? Você não tem ? Porra, você é infeliz pra cacete, hein…) e que, de alguma forma, inaugurou o conceito de arte interagindo com o público e foi uma das instalações de maior sucesso de seu tempo, mesmo antes da palavra instalação se tornar popular entre os críticos.
    Mesmo assim, Coolidge não é encontrado no MOMA de NY, o MASP não tem uma retrospectiva Coolidge, não existem livros com análises de seu trabalho.
    Talvez seja melhor assim.
    Talvez o lugar de sua obra seja em nossos corações, e não nas salas frias dos museus. Mas talvez ele se orgulhe de saber – onde quer que sua alma atormentada esteja – que muitas pessoas, como eu, cada vez que vêem um cão imediatamente o imaginam com uma quadra de reis nas mãos e um charuto na boca.

    Coolidge – o Maior Artista do Século

    Você provavelmente nunca ouviu falar de Cassius Marcellus Coolidge.
    Não faz mal, ele também morreu sem saber quem você era.
    Bem, voltando ao Coolidge, ele é simplesmente o mais importante artista plástico do século XX e também um dos mais injustiçados.
    Coolidge é um destes artistas malditos, cuja obra é tão importante que acabou eclipsando o artista.
    Coolidge nasceu nos Estados Unidos, em 1844 – quase quarenta anos antes que seu maior rival, Pablo Picasso. Este gap provavelmente ajudou Picasso a se tornar mais célebre que Coolidge – única explicação possível, já que a obra do segundo é em todos os aspectos superior ao do superestimado espanhol.
    O que caracteriza o grande artista é a sua capacidade de reinterpretar/reinventar o mundo, esta possibilidade de olhar a realidade e transmutá-la de acordo com as engenhosas e intrincadas exigências de sua criatividade.
    Em 1907 Picasso deu o passo inicial para o cubismo, com as Demoiselles d’Avignon, mostrando as prostitutas de um bordel parisiense. Nele, as moças de vida fácil se fundem com máscaras africanas, naquilo que pretensamente estaria revolucionando a arte de então e que abriu caminho para uma porrada de picaretas ficarem desenhando caixinhas escrotas com nomes pretensiosos, enchendo o saco de gerações de incautos, obrigados pelas namoradas a incluir museus de arte moderna em viagens pela Europa, enquanto eles preferiam estar no Shopping Center comprando coletâneas do Richard Clayderman para mostrar aos amigos que têm bom gosto e sabem apreciar música instrumental de qualidade – o que os separa dos filisteus.
    Picasso foi o principal criador dos quadros para os quais você olha e pensa secretamente “porra, meu sobrinho de seis anos faz a mesma coisa”
    Nada que se compare com o trabalho de Coolidge, que nos anos 20 criou a série dos cães que jogam poker, uma das imagens mais revolucionárias, inovadoras e marcantes do século passado.
    Enquanto Picasso, reconhecidamente misógino, reduzia as prostitutas a figuras quase inumanas, reforçando o conceito de mulher coisificada, mero objeto para prazer do priápico pintor, Coolidge se preocupava com os efeitos perversos do jogo e seu poder de reduzir o viciado a um mero animal, perdendo sua capacidade de arbítrio – revelando uma piedade pela espécie humana que Picasso não exibiu em nenhum momento de seus noventa anos de vida.
    A compaixão de Coolidge pelos jogadores compulsivos gerou uma imagem tão poderosa que por um momento esquecemos que os cachorros – mesmo os mais intensamente treinados – não conseguem sentar em cadeiras, quanto mais segurar cartas de baralho e fumar charutos ou cachimbos, o que nos dá uma dimensão da dificuldade do trabalho do autor em conceber a composição pictórica que alterou para sempre as artes plásticas.
    Coolidge morreu em 1937, na casa dos noventa anos – assim como Picasso. Enquanto o espanhol continuou trabalhando incessantemente, gradativamente infantilizando/simplificando seu trabalho, produzindo muito para gerar caixa que financiasse suas extravagâncias, castelos na Europa e o cacete, Coolidge se negou a prostituir sua arte e parou no auge.
    Mais uma coisa: Coolidge também foi o inventor daqueles quadros de circo com espaço para encaixar a cabeça, que fazem parte da história de nossas vidas (Quem de nós não tem uma foto com o corpo do homem forte? Você não tem ? Porra, você é infeliz pra cacete, hein…) e que, de alguma forma, inaugurou o conceito de arte interagindo com o público e foi uma das instalações de maior sucesso de seu tempo, mesmo antes da palavra instalação se tornar popular entre os críticos.
    Mesmo assim, Coolidge não é encontrado no MOMA de NY, o MASP não tem uma retrospectiva Coolidge, não existem livros com análises de seu trabalho.
    Talvez seja melhor assim.
    Talvez o lugar de sua obra seja em nossos corações, e não nas salas frias dos museus. Mas talvez ele se orgulhe de saber – onde quer que sua alma atormentada esteja – que muitas pessoas, como eu, cada vez que vêem um cão imediatamente o imaginam com uma quadra de reis nas mãos e um charuto na boca.

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    Coolidge – o Maior Artista do Século

    Você provavelmente nunca ouviu falar de Cassius Marcellus Coolidge.
    Não faz mal, ele também morreu sem saber quem você era.
    Bem, voltando ao Coolidge, ele é simplesmente o mais importante artista plástico do século XX e também um dos mais injustiçados.
    Coolidge é um destes artistas malditos, cuja obra é tão importante que acabou eclipsando o artista.
    Coolidge nasceu nos Estados Unidos, em 1844 – quase quarenta anos antes que seu maior rival, Pablo Picasso. Este gap provavelmente ajudou Picasso a se tornar mais célebre que Coolidge – única explicação possível, já que a obra do segundo é em todos os aspectos superior ao do superestimado espanhol.
    O que caracteriza o grande artista é a sua capacidade de reinterpretar/reinventar o mundo, esta possibilidade de olhar a realidade e transmutá-la de acordo com as engenhosas e intrincadas exigências de sua criatividade.
    Em 1907 Picasso deu o passo inicial para o cubismo, com as Demoiselles d’Avignon, mostrando as prostitutas de um bordel parisiense. Nele, as moças de vida fácil se fundem com máscaras africanas, naquilo que pretensamente estaria revolucionando a arte de então e que abriu caminho para uma porrada de picaretas ficarem desenhando caixinhas escrotas com nomes pretensiosos, enchendo o saco de gerações de incautos, obrigados pelas namoradas a incluir museus de arte moderna em viagens pela Europa, enquanto eles preferiam estar no Shopping Center comprando coletâneas do Richard Clayderman para mostrar aos amigos que têm bom gosto e sabem apreciar música instrumental de qualidade – o que os separa dos filisteus.
    Picasso foi o principal criador dos quadros para os quais você olha e pensa secretamente “porra, meu sobrinho de seis anos faz a mesma coisa”
    Nada que se compare com o trabalho de Coolidge, que nos anos 20 criou a série dos cães que jogam poker, uma das imagens mais revolucionárias, inovadoras e marcantes do século passado.
    Enquanto Picasso, reconhecidamente misógino, reduzia as prostitutas a figuras quase inumanas, reforçando o conceito de mulher coisificada, mero objeto para prazer do priápico pintor, Coolidge se preocupava com os efeitos perversos do jogo e seu poder de reduzir o viciado a um mero animal, perdendo sua capacidade de arbítrio – revelando uma piedade pela espécie humana que Picasso não exibiu em nenhum momento de seus noventa anos de vida.
    A compaixão de Coolidge pelos jogadores compulsivos gerou uma imagem tão poderosa que por um momento esquecemos que os cachorros – mesmo os mais intensamente treinados – não conseguem sentar em cadeiras, quanto mais segurar cartas de baralho e fumar charutos ou cachimbos, o que nos dá uma dimensão da dificuldade do trabalho do autor em conceber a composição pictórica que alterou para sempre as artes plásticas.
    Coolidge morreu em 1937, na casa dos noventa anos – assim como Picasso. Enquanto o espanhol continuou trabalhando incessantemente, gradativamente infantilizando/simplificando seu trabalho, produzindo muito para gerar caixa que financiasse suas extravagâncias, castelos na Europa e o cacete, Coolidge se negou a prostituir sua arte e parou no auge.
    Mais uma coisa: Coolidge também foi o inventor daqueles quadros de circo com espaço para encaixar a cabeça, que fazem parte da história de nossas vidas (Quem de nós não tem uma foto com o corpo do homem forte? Você não tem ? Porra, você é infeliz pra cacete, hein…) e que, de alguma forma, inaugurou o conceito de arte interagindo com o público e foi uma das instalações de maior sucesso de seu tempo, mesmo antes da palavra instalação se tornar popular entre os críticos.
    Mesmo assim, Coolidge não é encontrado no MOMA de NY, o MASP não tem uma retrospectiva Coolidge, não existem livros com análises de seu trabalho.
    Talvez seja melhor assim.
    Talvez o lugar de sua obra seja em nossos corações, e não nas salas frias dos museus. Mas talvez ele se orgulhe de saber – onde quer que sua alma atormentada esteja – que muitas pessoas, como eu, cada vez que vêem um cão imediatamente o imaginam com uma quadra de reis nas mãos e um charuto na boca.

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    Depois de libertação, Barata fala com o RdB

    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta quinta-feira habeas corpus para libertar Barata. O República dos Bananas conseguiu uma exclusiva com o inseto ortóptero.

    RdB – E aí, Barata. Como é a liberdade?

    B – O maior barato. Coloca aí que há anos faço essa piada e é um tremendo sucesso.

    RdB – Como você vê sua libertação por Gilmar Mendes

    B – Veja bem, eu sou um inseto que amedronta e enoja as pessoas. Eu acho que o Gil se identificou com isso.

    RdB – O fato de ele ser padrinho do casamento da sua filha não deveria tê-lo feito se declarar impedido?

    B – Vocês acham que ser padrinho de casamento impede alguém de julgar um caso? Vocês acham que isto é relação íntima, como a lei diz? Não precisa responder.

    RdB – Mas o entrevistado é você. Nós não temos que responder nada.

    B – Seguinte. A liberdade dos animais é um lance assim, tipo ecológico, super na moda. O Gil tinha que ser aplaudido. Vocês pagam pau pro Al Gore e destratam o Gil. Vamu para de perseguição.

    RdB – Você tem medo de uma nova prisão?

    B – Olha, eu tenho medo de sandália Havaiana, de sapato bico fino, de DDD e Rodox. Sou amigo do Gilmar e nenhuma prisão vai me segurar. KKKK. Hoje eu tô impossível.

    Depois de libertação, Barata fala com o RdB

    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta quinta-feira habeas corpus para libertar Barata. O República dos Bananas conseguiu uma exclusiva com o inseto ortóptero.

    RdB – E aí, Barata. Como é a liberdade?

    B – O maior barato. Coloca aí que há anos faço essa piada e é um tremendo sucesso.

    RdB – Como você vê sua libertação por Gilmar Mendes

    B – Veja bem, eu sou um inseto que amedronta e enoja as pessoas. Eu acho que o Gil se identificou com isso.

    RdB – O fato de ele ser padrinho do casamento da sua filha não deveria tê-lo feito se declarar impedido?

    B – Vocês acham que ser padrinho de casamento impede alguém de julgar um caso? Vocês acham que isto é relação íntima, como a lei diz? Não precisa responder.

    RdB – Mas o entrevistado é você. Nós não temos que responder nada.

    B – Seguinte. A liberdade dos animais é um lance assim, tipo ecológico, super na moda. O Gil tinha que ser aplaudido. Vocês pagam pau pro Al Gore e destratam o Gil. Vamu para de perseguição.

    RdB – Você tem medo de uma nova prisão?

    B – Olha, eu tenho medo de sandália Havaiana, de sapato bico fino, de DDD e Rodox. Sou amigo do Gilmar e nenhuma prisão vai me segurar. KKKK. Hoje eu tô impossível.

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    Depois de libertação, Barata fala com o RdB

    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta quinta-feira habeas corpus para libertar Barata. O República dos Bananas conseguiu uma exclusiva com o inseto ortóptero.

    RdB – E aí, Barata. Como é a liberdade?

    B – O maior barato. Coloca aí que há anos faço essa piada e é um tremendo sucesso.

    RdB – Como você vê sua libertação por Gilmar Mendes

    B – Veja bem, eu sou um inseto que amedronta e enoja as pessoas. Eu acho que o Gil se identificou com isso.

    RdB – O fato de ele ser padrinho do casamento da sua filha não deveria tê-lo feito se declarar impedido?

    B – Vocês acham que ser padrinho de casamento impede alguém de julgar um caso? Vocês acham que isto é relação íntima, como a lei diz? Não precisa responder.

    RdB – Mas o entrevistado é você. Nós não temos que responder nada.

    B – Seguinte. A liberdade dos animais é um lance assim, tipo ecológico, super na moda. O Gil tinha que ser aplaudido. Vocês pagam pau pro Al Gore e destratam o Gil. Vamu para de perseguição.

    RdB – Você tem medo de uma nova prisão?

    B – Olha, eu tenho medo de sandália Havaiana, de sapato bico fino, de DDD e Rodox. Sou amigo do Gilmar e nenhuma prisão vai me segurar. KKKK. Hoje eu tô impossível.

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    A Covardia de Tulho Andrade

    Não me provoca-me espécie que Tulio Andrade me ataque-me baixa e rasteiramente em seu artigo “RENZO E CHICO DEBAIXO DA ÁRVORE K*I*S*S*I*N*G”, resposta ridícula ao artigo em que celebro o álbum de fotos internético do filho de Sérgio. É o preço que pago por ser um monumento da cultura e – obviamente – o melhor escritor do site República dos Bananas. Mas Túlio (ou Tuglio ou Tulho, sei lá o nome dele) investe também contra o maior artista do ocidente de todos os tempos, o instagramer Francisco Buarque de Holanda, o homem que capturou quase que mediunicamente o espírito feminino em canções imortais e que não morrerão jamais como “Olhos nos Olhos”, “Atrás da Porta” e “Panela Velha”.

    O homem que influenciou Martinho da Vila, Pepe e Neném e – estranhamente – o cabelereiro Jassa.

    Tullio insinua que Chico seja um agente da Cia e um conspirador aliado aos piores porcos capitalistas e os golpistas que tiraram Dilma Rousseff do poder apenas para evitar que ela arruinasse o país, ignorando os ritos constitucionais.

    Turvio ataca, a uma só vez, dois dos mais conceituados intelectuais em atividade – Eu e Chico Buarque. Minha primeira reação foi ignorar as manifestações epistolares e blogueirosas desta vil criatura.

    Perco meu tempo para contestar as insidiosas calúnias de Tuglio não por ele – mas em respeito aos milhões de leitores que dependem de minhas opiniões para balizar suas decisões, qual fosse eu um oráculo de Delfos e que não podem ter sua fé incondicional em minhas palavras abaladas por este risível ataque.

    O faço-o também por outra razão, confesso. Os sedutores olhos de Tuglio, seus músculos que inspiram lúbricas fantasias, seus carnudos lábios que se assemelham-se a pétalas de rosas que Deus plantou em um jardim só seu, onde crescem os mais sagrados e doces frutos de sua criação. Lamento que uma das mais sedutoras criaturas já feitas pelo universo abrigue uma alma tão vil.

    Mas, ainda assim, Turvio, venha para minha casa tomarmos um vinho e deixarmos que a paixão apague, anule a mate nossas diferenças. A vitrola tocará Morena de Angola e embalará o amor que não ousa dizer seu nome.

    Te espero às seis.

    A Covardia de Tulho Andrade

    Não me provoca-me espécie que Tulio Andrade me ataque-me baixa e rasteiramente em seu artigo “RENZO E CHICO DEBAIXO DA ÁRVORE K*I*S*S*I*N*G”, resposta ridícula ao artigo em que celebro o álbum de fotos internético do filho de Sérgio. É o preço que pago por ser um monumento da cultura e – obviamente – o melhor escritor do site República dos Bananas. Mas Túlio (ou Tuglio ou Tulho, sei lá o nome dele) investe também contra o maior artista do ocidente de todos os tempos, o instagramer Francisco Buarque de Holanda, o homem que capturou quase que mediunicamente o espírito feminino em canções imortais e que não morrerão jamais como “Olhos nos Olhos”, “Atrás da Porta” e “Panela Velha”.

    O homem que influenciou Martinho da Vila, Pepe e Neném e – estranhamente – o cabelereiro Jassa.

    Tullio insinua que Chico seja um agente da Cia e um conspirador aliado aos piores porcos capitalistas e os golpistas que tiraram Dilma Rousseff do poder apenas para evitar que ela arruinasse o país, ignorando os ritos constitucionais.

    Turvio ataca, a uma só vez, dois dos mais conceituados intelectuais em atividade – Eu e Chico Buarque. Minha primeira reação foi ignorar as manifestações epistolares e blogueirosas desta vil criatura.

    Perco meu tempo para contestar as insidiosas calúnias de Tuglio não por ele – mas em respeito aos milhões de leitores que dependem de minhas opiniões para balizar suas decisões, qual fosse eu um oráculo de Delfos e que não podem ter sua fé incondicional em minhas palavras abaladas por este risível ataque.

    O faço-o também por outra razão, confesso. Os sedutores olhos de Tuglio, seus músculos que inspiram lúbricas fantasias, seus carnudos lábios que se assemelham-se a pétalas de rosas que Deus plantou em um jardim só seu, onde crescem os mais sagrados e doces frutos de sua criação. Lamento que uma das mais sedutoras criaturas já feitas pelo universo abrigue uma alma tão vil.

    Mas, ainda assim, Turvio, venha para minha casa tomarmos um vinho e deixarmos que a paixão apague, anule a mate nossas diferenças. A vitrola tocará Morena de Angola e embalará o amor que não ousa dizer seu nome.

    Te espero às seis.

    [ssba]

    A Covardia de Tulho Andrade

    A Covardia de Tulho Andrade

    Não me provoca-me espécie que Tulio Andrade me ataque-me baixa e rasteiramente em seu artigo “RENZO E CHICO DEBAIXO DA ÁRVORE K*I*S*S*I*N*G”, resposta ridícula ao artigo em que celebro o álbum de fotos internético do filho de Sérgio. É o preço que pago por ser um monumento da cultura e – obviamente – o melhor escritor do site República dos Bananas. Mas Túlio (ou Tuglio ou Tulho, sei lá o nome dele) investe também contra o maior artista do ocidente de todos os tempos, o instagramer Francisco Buarque de Holanda, o homem que capturou quase que mediunicamente o espírito feminino em canções imortais e que não morrerão jamais como “Olhos nos Olhos”, “Atrás da Porta” e “Panela Velha”.

    O homem que influenciou Martinho da Vila, Pepe e Neném e – estranhamente – o cabelereiro Jassa.

    Tullio insinua que Chico seja um agente da Cia e um conspirador aliado aos piores porcos capitalistas e os golpistas que tiraram Dilma Rousseff do poder apenas para evitar que ela arruinasse o país, ignorando os ritos constitucionais.

    Turvio ataca, a uma só vez, dois dos mais conceituados intelectuais em atividade – Eu e Chico Buarque. Minha primeira reação foi ignorar as manifestações epistolares e blogueirosas desta vil criatura.

    Perco meu tempo para contestar as insidiosas calúnias de Tuglio não por ele – mas em respeito aos milhões de leitores que dependem de minhas opiniões para balizar suas decisões, qual fosse eu um oráculo de Delfos e que não podem ter sua fé incondicional em minhas palavras abaladas por este risível ataque.

    O faço-o também por outra razão, confesso. Os sedutores olhos de Tuglio, seus músculos que inspiram lúbricas fantasias, seus carnudos lábios que se assemelham-se a pétalas de rosas que Deus plantou em um jardim só seu, onde crescem os mais sagrados e doces frutos de sua criação. Lamento que uma das mais sedutoras criaturas já feitas pelo universo abrigue uma alma tão vil.

    Mas, ainda assim, Turvio, venha para minha casa tomarmos um vinho e deixarmos que a paixão apague, anule a mate nossas diferenças. A vitrola tocará Morena de Angola e embalará o amor que não ousa dizer seu nome.

    Te espero às seis.

    [ssba url="http://www.republicadosbananas.com.br/a-covardia-de-tulho-andrade/"]

    Chico Buarque Lança Instagram para derrubar Temer e Rodrigo Hilbert

    Chico Buarque –  compositor, militante, escritor, poeta, crítico, cantor e umidificador de xerecas balzaquianas – decidiu entrar com tudo nas redes sociais. Além de perfil no Tinder (“para passar o rodo geral” esclarece o solitário pilar que sustenta a cultura nacional), Francisco agora estreia no Instagram. O semideus que escreveu “Olhos Nos Olhos”, “A Banda”, “Tornei-me um Ébrio” e “Passei a Noite Procurando Tu” alega que está cansado de ser visto apenas como o filho de Sérgio Buarque e quer finalmente ser reconhecido como símbolo sexual, exibindo todo o esplendor reluzente de seus olhos cor de ardósia que se confundem com o pôr do sol do entardecer no verão carioca.

    Francisco, o intelectual mais importante do Ocidente, o homem que derrubou a ditadura militar no Brasil e no Chile e o artista que influenciou João Gilberto, Supla e – estranhamente – o escultor Victor Brecheret, decidiu entrar para a rede fotográfica – e por que não dizer iconográfica? – como protesto contra o golpe que derrubou de forma ilegítima a presidenta eleita Dilma Rousseff e pelo fato das novas gerações só prestarem atenção no Rodrigo Hilbert.

    Chico promete surpreender – exibindo trechos manuscritos de suas letras, explicar que porra acontece em seu livro Budapeste, colocar sua receita de pizza de escarola (para rebolar sobre o inimigo Hilbert) e partes montáveis de sua gigantesca piroca para deleite de suas milhares de fãs e dos aficionados de quebra-cabeças.

    Ele já conseguiu sua primeira vitória: Fernanda Lima parou de seguir o marido na rede e adicionou a conta dos olhos verdes que encantam gerações. Alguns acreditam que a conta seja apenas uma estratégia para relançar o bonequinho Mug, de quem Chico foi garoto propaganda, mas os fabricantes não confirmam nem desmentem a informação.

     

    Chico Buarque Lança Instagram para derrubar Temer e Rodrigo Hilbert

    Chico Buarque –  compositor, militante, escritor, poeta, crítico, cantor e umidificador de xerecas balzaquianas – decidiu entrar com tudo nas redes sociais. Além de perfil no Tinder (“para passar o rodo geral” esclarece o solitário pilar que sustenta a cultura nacional), Francisco agora estreia no Instagram. O semideus que escreveu “Olhos Nos Olhos”, “A Banda”, “Tornei-me um Ébrio” e “Passei a Noite Procurando Tu” alega que está cansado de ser visto apenas como o filho de Sérgio Buarque e quer finalmente ser reconhecido como símbolo sexual, exibindo todo o esplendor reluzente de seus olhos cor de ardósia que se confundem com o pôr do sol do entardecer no verão carioca.

    Francisco, o intelectual mais importante do Ocidente, o homem que derrubou a ditadura militar no Brasil e no Chile e o artista que influenciou João Gilberto, Supla e – estranhamente – o escultor Victor Brecheret, decidiu entrar para a rede fotográfica – e por que não dizer iconográfica? – como protesto contra o golpe que derrubou de forma ilegítima a presidenta eleita Dilma Rousseff e pelo fato das novas gerações só prestarem atenção no Rodrigo Hilbert.

    Chico promete surpreender – exibindo trechos manuscritos de suas letras, explicar que porra acontece em seu livro Budapeste, colocar sua receita de pizza de escarola (para rebolar sobre o inimigo Hilbert) e partes montáveis de sua gigantesca piroca para deleite de suas milhares de fãs e dos aficionados de quebra-cabeças.

    Ele já conseguiu sua primeira vitória: Fernanda Lima parou de seguir o marido na rede e adicionou a conta dos olhos verdes que encantam gerações. Alguns acreditam que a conta seja apenas uma estratégia para relançar o bonequinho Mug, de quem Chico foi garoto propaganda, mas os fabricantes não confirmam nem desmentem a informação.

     

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    Chico Buarque Lança Instagram para derrubar Temer e Rodrigo Hilbert

    Chico Buarque –  compositor, militante, escritor, poeta, crítico, cantor e umidificador de xerecas balzaquianas – decidiu entrar com tudo nas redes sociais. Além de perfil no Tinder (“para passar o rodo geral” esclarece o solitário pilar que sustenta a cultura nacional), Francisco agora estreia no Instagram. O semideus que escreveu “Olhos Nos Olhos”, “A Banda”, “Tornei-me um Ébrio” e “Passei a Noite Procurando Tu” alega que está cansado de ser visto apenas como o filho de Sérgio Buarque e quer finalmente ser reconhecido como símbolo sexual, exibindo todo o esplendor reluzente de seus olhos cor de ardósia que se confundem com o pôr do sol do entardecer no verão carioca.

    Francisco, o intelectual mais importante do Ocidente, o homem que derrubou a ditadura militar no Brasil e no Chile e o artista que influenciou João Gilberto, Supla e – estranhamente – o escultor Victor Brecheret, decidiu entrar para a rede fotográfica – e por que não dizer iconográfica? – como protesto contra o golpe que derrubou de forma ilegítima a presidenta eleita Dilma Rousseff e pelo fato das novas gerações só prestarem atenção no Rodrigo Hilbert.

    Chico promete surpreender – exibindo trechos manuscritos de suas letras, explicar que porra acontece em seu livro Budapeste, colocar sua receita de pizza de escarola (para rebolar sobre o inimigo Hilbert) e partes montáveis de sua gigantesca piroca para deleite de suas milhares de fãs e dos aficionados de quebra-cabeças.

    Ele já conseguiu sua primeira vitória: Fernanda Lima parou de seguir o marido na rede e adicionou a conta dos olhos verdes que encantam gerações. Alguns acreditam que a conta seja apenas uma estratégia para relançar o bonequinho Mug, de quem Chico foi garoto propaganda, mas os fabricantes não confirmam nem desmentem a informação.

     

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    Curso de Esquerdismo em Chapecó Mudará Os Rumos do Brasil

    O curso de pós-graduação em esquerdismo, a ser realizado na cidade de Chapecó, em Santa Catarina, oferecia 50 vagas – mas já apareceram mais de 500 candidatos.

    Esta é a prova definitiva de que não existe porra nenhuma para se fazer em Chapecó.

    Como há mais candidatos do que vagas, a decisão de quem entra estará apoiada em critérios raciais e de gênero, além de indicação de “entidade ligada à classe trabalhadora” e da “atuação em organização social e política”.

    Desta forma, espera-se pelo menos 5 anões albinos indígenas transgêneros ligados a blogs progressistas nas turmas.

    Idealizada pelo deputado federal Pedro Uczai, o curso terá como professores a ex-presidente Dilma Rousseff e o líder nacional do MST, João Pedro Stédile.

    Dilma repetirá as lições de economia que deu gratuitamente em 2011 na sede do Conselho Europeu, em Bruxelas.  Na ocasião, Dilma aconselhou os chefes de Estado a promoverem investimentos visando a geração de empregos e a estimularem o consumo como forma de aquecer a produção industrial. Despreparados, os líderes europeus desprezaram os conselhos de Dilmão. Constrangidos, alguns dos presentes chegaram a questionar a lucidez da presidente ao sugerir medidas que agravariam o quadro de forte recessão vivido no continente na época. Mas Dilma, com a coragem que é peculiar ao seu “Coração Valente”, também chegou a dar uma dura na chefe do governo alemão, Angela Merkel, sobre sua política de socorro aos bancos e o estímulo ao forte ajuste fiscal dos países da zona do euro.

    Hoje a Europa paga um preço alto por sua ignorância e por zombar das soluções econômicas de líder brasileira.

    Em Chapecó, Dilma explicará porque a Alemanha está afundada na recessão enquanto a economia brasileira está em seu melhor momento desde a chegada de Cabral em 1500. “A mocréia da Angela não me ouviu e deu nisso. Agora Chapecó poderá entender os fundamentos do sucesso global de minha administração” promete a professora.

    O líder nacional do MST, João Pedro Stédile, por sua vez, falará da liderança de multidões.

    Chefe – como disse Lula – de um poderoso exército, Stédile dirá como mobilizou cerca de 6 (seis) petistas para protegerem o prédio de Lula em São Bernardo para evitar sua prisão.

    A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), outra professora, falará sobre a construção de imagem de políticos. Usará como exemplo seu famoso filme mostrando o presidente Lula calmo e sereno ao telefone quando falava com Dilma depois de levado para depor por conta do mandado de condução coercitiva do juiz Sérgio Moro. Entre outras coisas, Lula pedia que enfiassem os presentes presidenciais no cu. “Ele estava falando sobre decoração de interiores” afirmou Jandirão sobre o aparente contraste apresentado em sua transmissão que conquistou as redes sociais.

    O sociólogo Emir Sader também está no corpo docente e ministrará um curso sobre (como ele escreve) o guverno Getulho Vargas. “Escrever Getúlio Vargas é coisa de burguês”, afirmou o intelectual e tuiteiro petista.

    Obrigado pelo Vaticano a manter um “silêncio obsequioso”, Leonardo Boff – o Papai Noel do PCdoB – fará uma apresentação usando apenas a linguagem de libras.

    O ator José de Abreu ministrará uma aula magna sobre bons modos. “Parece coisa de tucano, mas é preciso que as pessoas conheçam a forma adequada de cuspir em mulheres”

    Lula foi convidado para apresentar um curso sobre ética na política. Ele ainda não confirmou sua presença, já que está rindo histericamente até agora.

    Curso de Esquerdismo em Chapecó Mudará Os Rumos do Brasil

    O curso de pós-graduação em esquerdismo, a ser realizado na cidade de Chapecó, em Santa Catarina, oferecia 50 vagas – mas já apareceram mais de 500 candidatos.

    Esta é a prova definitiva de que não existe porra nenhuma para se fazer em Chapecó.

    Como há mais candidatos do que vagas, a decisão de quem entra estará apoiada em critérios raciais e de gênero, além de indicação de “entidade ligada à classe trabalhadora” e da “atuação em organização social e política”.

    Desta forma, espera-se pelo menos 5 anões albinos indígenas transgêneros ligados a blogs progressistas nas turmas.

    Idealizada pelo deputado federal Pedro Uczai, o curso terá como professores a ex-presidente Dilma Rousseff e o líder nacional do MST, João Pedro Stédile.

    Dilma repetirá as lições de economia que deu gratuitamente em 2011 na sede do Conselho Europeu, em Bruxelas.  Na ocasião, Dilma aconselhou os chefes de Estado a promoverem investimentos visando a geração de empregos e a estimularem o consumo como forma de aquecer a produção industrial. Despreparados, os líderes europeus desprezaram os conselhos de Dilmão. Constrangidos, alguns dos presentes chegaram a questionar a lucidez da presidente ao sugerir medidas que agravariam o quadro de forte recessão vivido no continente na época. Mas Dilma, com a coragem que é peculiar ao seu “Coração Valente”, também chegou a dar uma dura na chefe do governo alemão, Angela Merkel, sobre sua política de socorro aos bancos e o estímulo ao forte ajuste fiscal dos países da zona do euro.

    Hoje a Europa paga um preço alto por sua ignorância e por zombar das soluções econômicas de líder brasileira.

    Em Chapecó, Dilma explicará porque a Alemanha está afundada na recessão enquanto a economia brasileira está em seu melhor momento desde a chegada de Cabral em 1500. “A mocréia da Angela não me ouviu e deu nisso. Agora Chapecó poderá entender os fundamentos do sucesso global de minha administração” promete a professora.

    O líder nacional do MST, João Pedro Stédile, por sua vez, falará da liderança de multidões.

    Chefe – como disse Lula – de um poderoso exército, Stédile dirá como mobilizou cerca de 6 (seis) petistas para protegerem o prédio de Lula em São Bernardo para evitar sua prisão.

    A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), outra professora, falará sobre a construção de imagem de políticos. Usará como exemplo seu famoso filme mostrando o presidente Lula calmo e sereno ao telefone quando falava com Dilma depois de levado para depor por conta do mandado de condução coercitiva do juiz Sérgio Moro. Entre outras coisas, Lula pedia que enfiassem os presentes presidenciais no cu. “Ele estava falando sobre decoração de interiores” afirmou Jandirão sobre o aparente contraste apresentado em sua transmissão que conquistou as redes sociais.

    O sociólogo Emir Sader também está no corpo docente e ministrará um curso sobre (como ele escreve) o guverno Getulho Vargas. “Escrever Getúlio Vargas é coisa de burguês”, afirmou o intelectual e tuiteiro petista.

    Obrigado pelo Vaticano a manter um “silêncio obsequioso”, Leonardo Boff – o Papai Noel do PCdoB – fará uma apresentação usando apenas a linguagem de libras.

    O ator José de Abreu ministrará uma aula magna sobre bons modos. “Parece coisa de tucano, mas é preciso que as pessoas conheçam a forma adequada de cuspir em mulheres”

    Lula foi convidado para apresentar um curso sobre ética na política. Ele ainda não confirmou sua presença, já que está rindo histericamente até agora.

    [ssba]

    Curso de Esquerdismo em Chapecó Mudará Os Rumos do Brasil

    O curso de pós-graduação em esquerdismo, a ser realizado na cidade de Chapecó, em Santa Catarina, oferecia 50 vagas – mas já apareceram mais de 500 candidatos.

    Esta é a prova definitiva de que não existe porra nenhuma para se fazer em Chapecó.

    Como há mais candidatos do que vagas, a decisão de quem entra estará apoiada em critérios raciais e de gênero, além de indicação de “entidade ligada à classe trabalhadora” e da “atuação em organização social e política”.

    Desta forma, espera-se pelo menos 5 anões albinos indígenas transgêneros ligados a blogs progressistas nas turmas.

    Idealizada pelo deputado federal Pedro Uczai, o curso terá como professores a ex-presidente Dilma Rousseff e o líder nacional do MST, João Pedro Stédile.

    Dilma repetirá as lições de economia que deu gratuitamente em 2011 na sede do Conselho Europeu, em Bruxelas.  Na ocasião, Dilma aconselhou os chefes de Estado a promoverem investimentos visando a geração de empregos e a estimularem o consumo como forma de aquecer a produção industrial. Despreparados, os líderes europeus desprezaram os conselhos de Dilmão. Constrangidos, alguns dos presentes chegaram a questionar a lucidez da presidente ao sugerir medidas que agravariam o quadro de forte recessão vivido no continente na época. Mas Dilma, com a coragem que é peculiar ao seu “Coração Valente”, também chegou a dar uma dura na chefe do governo alemão, Angela Merkel, sobre sua política de socorro aos bancos e o estímulo ao forte ajuste fiscal dos países da zona do euro.

    Hoje a Europa paga um preço alto por sua ignorância e por zombar das soluções econômicas de líder brasileira.

    Em Chapecó, Dilma explicará porque a Alemanha está afundada na recessão enquanto a economia brasileira está em seu melhor momento desde a chegada de Cabral em 1500. “A mocréia da Angela não me ouviu e deu nisso. Agora Chapecó poderá entender os fundamentos do sucesso global de minha administração” promete a professora.

    O líder nacional do MST, João Pedro Stédile, por sua vez, falará da liderança de multidões.

    Chefe – como disse Lula – de um poderoso exército, Stédile dirá como mobilizou cerca de 6 (seis) petistas para protegerem o prédio de Lula em São Bernardo para evitar sua prisão.

    A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), outra professora, falará sobre a construção de imagem de políticos. Usará como exemplo seu famoso filme mostrando o presidente Lula calmo e sereno ao telefone quando falava com Dilma depois de levado para depor por conta do mandado de condução coercitiva do juiz Sérgio Moro. Entre outras coisas, Lula pedia que enfiassem os presentes presidenciais no cu. “Ele estava falando sobre decoração de interiores” afirmou Jandirão sobre o aparente contraste apresentado em sua transmissão que conquistou as redes sociais.

    O sociólogo Emir Sader também está no corpo docente e ministrará um curso sobre (como ele escreve) o guverno Getulho Vargas. “Escrever Getúlio Vargas é coisa de burguês”, afirmou o intelectual e tuiteiro petista.

    Obrigado pelo Vaticano a manter um “silêncio obsequioso”, Leonardo Boff – o Papai Noel do PCdoB – fará uma apresentação usando apenas a linguagem de libras.

    O ator José de Abreu ministrará uma aula magna sobre bons modos. “Parece coisa de tucano, mas é preciso que as pessoas conheçam a forma adequada de cuspir em mulheres”

    Lula foi convidado para apresentar um curso sobre ética na política. Ele ainda não confirmou sua presença, já que está rindo histericamente até agora.

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    Temer pede para Putin hackear as contas da Globo Golpista para se manter no poder

    Muitos criticaram Temer por sair do Brasil rumo ao G20 enquanto o pau comia aqui no Bananão, com as devastadoras ameaças de denúncias de Palocci, Rocha Loures, Geddel, Eduardo Cunha – e, surpreendentemente – da empregada do Tiririca, que o acusou de assédio sexual.

    Mas agora surge a informação de que a viagem teve por objetivo Temer pedir para Putin resolver seus problemas no Brasil – como ele fez para Trump nos EUA.

    A ideia é hackear as contas da Rede Globo Golpista, especialmente dos Willians (Bonner e Waack), para ver se há alguma informação bombástica prestes a entrar nos jornais. E, já que está com a mão na massa, checar a da Carolina Dieckmann para ver se pintou algum nude novo.

    Putin se sensibilizou com a situação periclitante do colega e já está atuando com os serviços russos de espionagem para descobrir quem é Temer e onde fica o Brasil, mas alertou: “Se essa porra ficar longe do Mar Báltico não vou nem perder tempo com essa merda”.

    Até então, as únicas parcerias entre Putin e o Brasil foram para negociar os direitos de suas fotos de “homão da porra sem camisa ao lado de cavalo” em uma edição especial temática da G magazine.

    As negociações emperraram em razão do cachê pedido pelo cavalo.

    Temer pede para Putin hackear as contas da Globo Golpista para se manter no poder

    Muitos criticaram Temer por sair do Brasil rumo ao G20 enquanto o pau comia aqui no Bananão, com as devastadoras ameaças de denúncias de Palocci, Rocha Loures, Geddel, Eduardo Cunha – e, surpreendentemente – da empregada do Tiririca, que o acusou de assédio sexual.

    Mas agora surge a informação de que a viagem teve por objetivo Temer pedir para Putin resolver seus problemas no Brasil – como ele fez para Trump nos EUA.

    A ideia é hackear as contas da Rede Globo Golpista, especialmente dos Willians (Bonner e Waack), para ver se há alguma informação bombástica prestes a entrar nos jornais. E, já que está com a mão na massa, checar a da Carolina Dieckmann para ver se pintou algum nude novo.

    Putin se sensibilizou com a situação periclitante do colega e já está atuando com os serviços russos de espionagem para descobrir quem é Temer e onde fica o Brasil, mas alertou: “Se essa porra ficar longe do Mar Báltico não vou nem perder tempo com essa merda”.

    Até então, as únicas parcerias entre Putin e o Brasil foram para negociar os direitos de suas fotos de “homão da porra sem camisa ao lado de cavalo” em uma edição especial temática da G magazine.

    As negociações emperraram em razão do cachê pedido pelo cavalo.

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    Temer pede para Putin hackear as contas da Globo Golpista para se manter no poder

    Muitos criticaram Temer por sair do Brasil rumo ao G20 enquanto o pau comia aqui no Bananão, com as devastadoras ameaças de denúncias de Palocci, Rocha Loures, Geddel, Eduardo Cunha – e, surpreendentemente – da empregada do Tiririca, que o acusou de assédio sexual.

    Mas agora surge a informação de que a viagem teve por objetivo Temer pedir para Putin resolver seus problemas no Brasil – como ele fez para Trump nos EUA.

    A ideia é hackear as contas da Rede Globo Golpista, especialmente dos Willians (Bonner e Waack), para ver se há alguma informação bombástica prestes a entrar nos jornais. E, já que está com a mão na massa, checar a da Carolina Dieckmann para ver se pintou algum nude novo.

    Putin se sensibilizou com a situação periclitante do colega e já está atuando com os serviços russos de espionagem para descobrir quem é Temer e onde fica o Brasil, mas alertou: “Se essa porra ficar longe do Mar Báltico não vou nem perder tempo com essa merda”.

    Até então, as únicas parcerias entre Putin e o Brasil foram para negociar os direitos de suas fotos de “homão da porra sem camisa ao lado de cavalo” em uma edição especial temática da G magazine.

    As negociações emperraram em razão do cachê pedido pelo cavalo.

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    Depois de José Serra e Aloysio Nunes, Temer coloca Gretchen no Itamaraty

    O Ministério de Relações Exteriores tem várias funções, embora nenhuma delas sirva para porra nenhuma. E, justamente por isso, o Presidente Temer sente ampla liberdade para experimentar nomes diversos para o cargo. Depois de ter tentado José Serra, agora ele vai substituir Aloysio Nunes por Maria Odete Brito de Miranda Marques, a popular Gretchen. “Já que é impossível melhorar a cara do Brasil, vamos tentar pelo menos dar um upgrade na bunda” declarou nosso primeiro mandatário.

    Analistas veem o gesto como uma tentativa de usar o soft power do país, nossa força cultural e bundal, elemento que anda valorizado desde a inexplicável ascensão de Kim Kardashian no primeiro mundo. “O soft power da Gretchen já foi mais hard, mas ainda dá um caldo, basta colocar um Spandex” disseram consultores da área da cosmética.

    Temer ficou impressionado com a presença de Gretchen em milhares de memes de alcance global, no clipe de Katy Perry e também nos comerciais do Netflix e percebeu que poderia ser um lance de gênio para expandir sua mísera popularidade (ou talvez para conseguir um autógrafo da Katy Perry para a Marcela, o que pintar ele aceita – que ele não anda lá em fase de exigir muito)

    Mais que isso, com centenas de casamentos em seu currículo, Temer entende que ninguém é mais preparada que ela para forjar alianças.

    Além de tudo ela tem um grande jogo de cintura, treinado desde o tempo em que ela integrava “As Melindrosas”, característica essencial para o cargo.

    Sua obra inclui diversos títulos internacionais, entre os quais My Name Is Gretchen (1979), You and Me (1981), Lonely (1982 – álbum gravado durante os 15 penosos minutos que ela viveu solteira), Gretchen (1983) e Latino Americana (1987). “A multilinguaridade de sua vasta obra facilita a integração brasileira, tirando-nos do isolamento imposto pela última flor do lácio, a língua portuguesa, essa porra que ninguém fala” acrescentou Temer em comunicado distribuído para a imprensa.

    A nomeação ainda está pendente – depende de Temer conseguir um passaporte para a nomeada, artigo que anda em falta no Bananão.

    Depois de José Serra e Aloysio Nunes, Temer coloca Gretchen no Itamaraty

    O Ministério de Relações Exteriores tem várias funções, embora nenhuma delas sirva para porra nenhuma. E, justamente por isso, o Presidente Temer sente ampla liberdade para experimentar nomes diversos para o cargo. Depois de ter tentado José Serra, agora ele vai substituir Aloysio Nunes por Maria Odete Brito de Miranda Marques, a popular Gretchen. “Já que é impossível melhorar a cara do Brasil, vamos tentar pelo menos dar um upgrade na bunda” declarou nosso primeiro mandatário.

    Analistas veem o gesto como uma tentativa de usar o soft power do país, nossa força cultural e bundal, elemento que anda valorizado desde a inexplicável ascensão de Kim Kardashian no primeiro mundo. “O soft power da Gretchen já foi mais hard, mas ainda dá um caldo, basta colocar um Spandex” disseram consultores da área da cosmética.

    Temer ficou impressionado com a presença de Gretchen em milhares de memes de alcance global, no clipe de Katy Perry e também nos comerciais do Netflix e percebeu que poderia ser um lance de gênio para expandir sua mísera popularidade (ou talvez para conseguir um autógrafo da Katy Perry para a Marcela, o que pintar ele aceita – que ele não anda lá em fase de exigir muito)

    Mais que isso, com centenas de casamentos em seu currículo, Temer entende que ninguém é mais preparada que ela para forjar alianças.

    Além de tudo ela tem um grande jogo de cintura, treinado desde o tempo em que ela integrava “As Melindrosas”, característica essencial para o cargo.

    Sua obra inclui diversos títulos internacionais, entre os quais My Name Is Gretchen (1979), You and Me (1981), Lonely (1982 – álbum gravado durante os 15 penosos minutos que ela viveu solteira), Gretchen (1983) e Latino Americana (1987). “A multilinguaridade de sua vasta obra facilita a integração brasileira, tirando-nos do isolamento imposto pela última flor do lácio, a língua portuguesa, essa porra que ninguém fala” acrescentou Temer em comunicado distribuído para a imprensa.

    A nomeação ainda está pendente – depende de Temer conseguir um passaporte para a nomeada, artigo que anda em falta no Bananão.

    [ssba]

    Depois de José Serra e Aloysio Nunes, Temer coloca Gretchen no Itamaraty

    O Ministério de Relações Exteriores tem várias funções, embora nenhuma delas sirva para porra nenhuma. E, justamente por isso, o Presidente Temer sente ampla liberdade para experimentar nomes diversos para o cargo. Depois de ter tentado José Serra, agora ele vai substituir Aloysio Nunes por Maria Odete Brito de Miranda Marques, a popular Gretchen. “Já que é impossível melhorar a cara do Brasil, vamos tentar pelo menos dar um upgrade na bunda” declarou nosso primeiro mandatário.

    Analistas veem o gesto como uma tentativa de usar o soft power do país, nossa força cultural e bundal, elemento que anda valorizado desde a inexplicável ascensão de Kim Kardashian no primeiro mundo. “O soft power da Gretchen já foi mais hard, mas ainda dá um caldo, basta colocar um Spandex” disseram consultores da área da cosmética.

    Temer ficou impressionado com a presença de Gretchen em milhares de memes de alcance global, no clipe de Katy Perry e também nos comerciais do Netflix e percebeu que poderia ser um lance de gênio para expandir sua mísera popularidade (ou talvez para conseguir um autógrafo da Katy Perry para a Marcela, o que pintar ele aceita – que ele não anda lá em fase de exigir muito)

    Mais que isso, com centenas de casamentos em seu currículo, Temer entende que ninguém é mais preparada que ela para forjar alianças.

    Além de tudo ela tem um grande jogo de cintura, treinado desde o tempo em que ela integrava “As Melindrosas”, característica essencial para o cargo.

    Sua obra inclui diversos títulos internacionais, entre os quais My Name Is Gretchen (1979), You and Me (1981), Lonely (1982 – álbum gravado durante os 15 penosos minutos que ela viveu solteira), Gretchen (1983) e Latino Americana (1987). “A multilinguaridade de sua vasta obra facilita a integração brasileira, tirando-nos do isolamento imposto pela última flor do lácio, a língua portuguesa, essa porra que ninguém fala” acrescentou Temer em comunicado distribuído para a imprensa.

    A nomeação ainda está pendente – depende de Temer conseguir um passaporte para a nomeada, artigo que anda em falta no Bananão.

    [ssba url="http://www.republicadosbananas.com.br/depois-de-jose-serra-e-aloysio-nunes-temer-coloca-gretchen-no-itamaraty/"]

    50 Tons de Cinza na tintura de cabelo do Temer

    Do noticiário: Temer teve encontro fora da agenda  à noite com Gilmar Mendes: O presidente Michel Temer se reuniu nesta terça-feira (27) à noite, fora da agenda oficial, com o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    No começo, eu estava inseguro. Gilmar era um homem de gostos refinados. O vinho era da safra ideal? Estava na temperatura adequada? Mudei de roupa inúmeras vezes até encontrar o robe de chambre que mais valorizava minhas formas. Afloravam inseguranças que estavam sepultadas desde minha adolescência. Finalmente a campainha tocou e eu sabia de forma quase sobrenatural que era ele. Podia antecipar seu perfume cuidadosamente selecionado no vasto catálogo da Avon. Tentei não mostrar ansiedade, mas desisti. Logo, um fluxo de adrenalina controlava minhas pernas e corri ao seu encontro. Abri a porta e por um minuto nossos olhares se cruzaram. Não dissemos nada. Tudo era silêncio – como apenas as noites tépidas da Capital podem oferecer – mas nossas pupilas e pálpebras diziam mais que mil poemas. Em segundos, ele atravessou o portal do palácio e nos envolvemos em um beijo em que perdíamos as nossas próprias fronteiras. Não havia mais eu e ele separados – apenas uma comunhão de corpos, de desejo, de línguas se roçando e saboreando. “Eu tenho gostos peculiares, você não entenderia - confessei quando nossos corpos se desvencilharam “Então me mostre” disse ele com aqueles lábios flácidos que povoavam meus sonhos e aquela atitude de “homão da porra” que todos desejam ter ao seu lado. Descemos até minha sala particular. Lá estava Rocha Loures com uma mala “O que é isso?” Perguntou ele, rodando a capinha que o tornava quase um George Clooney interpretando o Batman “Nada não. Só uma coisinha que ele trouxe da pizzaria” A noite lá fora respirava plena de promessas e a lua de Brasília proporcionava a luz fugaz adornava nossos corpos sedentos

    50 Tons de Cinza na tintura de cabelo do Temer

    Do noticiário: Temer teve encontro fora da agenda  à noite com Gilmar Mendes: O presidente Michel Temer se reuniu nesta terça-feira (27) à noite, fora da agenda oficial, com o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    No começo, eu estava inseguro. Gilmar era um homem de gostos refinados. O vinho era da safra ideal? Estava na temperatura adequada? Mudei de roupa inúmeras vezes até encontrar o robe de chambre que mais valorizava minhas formas. Afloravam inseguranças que estavam sepultadas desde minha adolescência. Finalmente a campainha tocou e eu sabia de forma quase sobrenatural que era ele. Podia antecipar seu perfume cuidadosamente selecionado no vasto catálogo da Avon. Tentei não mostrar ansiedade, mas desisti. Logo, um fluxo de adrenalina controlava minhas pernas e corri ao seu encontro. Abri a porta e por um minuto nossos olhares se cruzaram. Não dissemos nada. Tudo era silêncio – como apenas as noites tépidas da Capital podem oferecer – mas nossas pupilas e pálpebras diziam mais que mil poemas. Em segundos, ele atravessou o portal do palácio e nos envolvemos em um beijo em que perdíamos as nossas próprias fronteiras. Não havia mais eu e ele separados – apenas uma comunhão de corpos, de desejo, de línguas se roçando e saboreando. “Eu tenho gostos peculiares, você não entenderia - confessei quando nossos corpos se desvencilharam “Então me mostre” disse ele com aqueles lábios flácidos que povoavam meus sonhos e aquela atitude de “homão da porra” que todos desejam ter ao seu lado. Descemos até minha sala particular. Lá estava Rocha Loures com uma mala “O que é isso?” Perguntou ele, rodando a capinha que o tornava quase um George Clooney interpretando o Batman “Nada não. Só uma coisinha que ele trouxe da pizzaria” A noite lá fora respirava plena de promessas e a lua de Brasília proporcionava a luz fugaz adornava nossos corpos sedentos

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    50 Tons de Cinza na tintura de cabelo do Temer

    Do noticiário: Temer teve encontro fora da agenda  à noite com Gilmar Mendes: O presidente Michel Temer se reuniu nesta terça-feira (27) à noite, fora da agenda oficial, com o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    No começo, eu estava inseguro. Gilmar era um homem de gostos refinados. O vinho era da safra ideal? Estava na temperatura adequada? Mudei de roupa inúmeras vezes até encontrar o robe de chambre que mais valorizava minhas formas. Afloravam inseguranças que estavam sepultadas desde minha adolescência. Finalmente a campainha tocou e eu sabia de forma quase sobrenatural que era ele. Podia antecipar seu perfume cuidadosamente selecionado no vasto catálogo da Avon. Tentei não mostrar ansiedade, mas desisti. Logo, um fluxo de adrenalina controlava minhas pernas e corri ao seu encontro. Abri a porta e por um minuto nossos olhares se cruzaram. Não dissemos nada. Tudo era silêncio – como apenas as noites tépidas da Capital podem oferecer – mas nossas pupilas e pálpebras diziam mais que mil poemas. Em segundos, ele atravessou o portal do palácio e nos envolvemos em um beijo em que perdíamos as nossas próprias fronteiras. Não havia mais eu e ele separados – apenas uma comunhão de corpos, de desejo, de línguas se roçando e saboreando. “Eu tenho gostos peculiares, você não entenderia - confessei quando nossos corpos se desvencilharam “Então me mostre” disse ele com aqueles lábios flácidos que povoavam meus sonhos e aquela atitude de “homão da porra” que todos desejam ter ao seu lado. Descemos até minha sala particular. Lá estava Rocha Loures com uma mala “O que é isso?” Perguntou ele, rodando a capinha que o tornava quase um George Clooney interpretando o Batman “Nada não. Só uma coisinha que ele trouxe da pizzaria” A noite lá fora respirava plena de promessas e a lua de Brasília proporcionava a luz fugaz adornava nossos corpos sedentos

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    Carlinhos Brown lança livro de Poesias só com Emojis

    Frequentemente acusado de parco domínio do idioma, Carlinhos Brown cala seus detratores e lança essa semana um livro de poemas apenas com emojis, que –  segundo ele – “lança a poesia transnacionalidades e fronteiras-duty free”.

    As “letras” estão sendo musicadas e podem ser a base do novo álbum dos Tribalistas, grupo que tem entre seus sucessos estrofes de incomparável lirismo multilingual, tais como “Amor, I Love You”.

    Seguem alguns exemplos do que os leitores mais sofisticados encontrarão na publicação

    Adágio Para Um Cavaleiro Triste

    ☹️

    ☹️☹️☹️

    Soneto à mulher que partiu (Dedicado ao menino Ferrugem)

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    Hai Kai à moda do Chefe

    <3

     

    Carlinhos Brown lança livro de Poesias só com Emojis

    Frequentemente acusado de parco domínio do idioma, Carlinhos Brown cala seus detratores e lança essa semana um livro de poemas apenas com emojis, que –  segundo ele – “lança a poesia transnacionalidades e fronteiras-duty free”.

    As “letras” estão sendo musicadas e podem ser a base do novo álbum dos Tribalistas, grupo que tem entre seus sucessos estrofes de incomparável lirismo multilingual, tais como “Amor, I Love You”.

    Seguem alguns exemplos do que os leitores mais sofisticados encontrarão na publicação

    Adágio Para Um Cavaleiro Triste

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    Carlinhos Brown lança livro de Poesias só com Emojis

    Frequentemente acusado de parco domínio do idioma, Carlinhos Brown cala seus detratores e lança essa semana um livro de poemas apenas com emojis, que –  segundo ele – “lança a poesia transnacionalidades e fronteiras-duty free”.

    As “letras” estão sendo musicadas e podem ser a base do novo álbum dos Tribalistas, grupo que tem entre seus sucessos estrofes de incomparável lirismo multilingual, tais como “Amor, I Love You”.

    Seguem alguns exemplos do que os leitores mais sofisticados encontrarão na publicação

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