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  • RdB LANCA O MOVIMENTO DE LIBERTAÇÃO MASCULINA (MLM)

    Cansado da opressão feminista-matriarcal, o REPÚBLICA DOS BANANAS lança Movimento de Liberação Masculina (MLM).

    Nossas propostas são.

    1 – Nós, homens, queremos ser cantados na rua. Toda vez que um de nós passar, queremos ouvir mulheres gritando: “Urrú! Ô lá em casa! Vou te chupar todinho!”

    2 – Nós, homens, queremos que as mulheres valorizem os nossos corpos e não os nossos cérebros. Cérebro só serve pra causar problema e nunca foi o nosso órgão favorito.

    3 – Nós, homens, queremos fazer uma Marcha dos Cafas que é a contraparte ideológica da Marcha das Vadias. O problema é que somos todos heterossexuais convictos e heterossexual convicto só se agrupa pra ir ao estádio de futebol. Esse negócio de marcha, a gente acha que é boiolagem. Precisamos resolver essa contradição dialética. Depois voltamos ao tema.

    4 – Nós, homens, somos contra a apropriação cultural de barbas e pelos por pessoas de outros sexos e tendências. Uma ala mais radical acha que mulher de calça comprida também é um abuso, mas eles são minoria. E baixinho só serve pra levar bilhete pra mulher amada. 

    5 – Nós, homens, achamos que por hora é isso aí. Mas é só o começo. Movimento, afinal, tem que ficar em movimento. Não é que nem o feminismo, que parou no tempo. O nosso vai se mexer porque mexendo é muito mais gostoso.

     

    RdB LANCA O MOVIMENTO DE LIBERTAÇÃO MASCULINA (MLM)

    Cansado da opressão feminista-matriarcal, o REPÚBLICA DOS BANANAS lança Movimento de Liberação Masculina (MLM).

    Nossas propostas são.

    1 – Nós, homens, queremos ser cantados na rua. Toda vez que um de nós passar, queremos ouvir mulheres gritando: “Urrú! Ô lá em casa! Vou te chupar todinho!”

    2 – Nós, homens, queremos que as mulheres valorizem os nossos corpos e não os nossos cérebros. Cérebro só serve pra causar problema e nunca foi o nosso órgão favorito.

    3 – Nós, homens, queremos fazer uma Marcha dos Cafas que é a contraparte ideológica da Marcha das Vadias. O problema é que somos todos heterossexuais convictos e heterossexual convicto só se agrupa pra ir ao estádio de futebol. Esse negócio de marcha, a gente acha que é boiolagem. Precisamos resolver essa contradição dialética. Depois voltamos ao tema.

    4 – Nós, homens, somos contra a apropriação cultural de barbas e pelos por pessoas de outros sexos e tendências. Uma ala mais radical acha que mulher de calça comprida também é um abuso, mas eles são minoria. E baixinho só serve pra levar bilhete pra mulher amada. 

    5 – Nós, homens, achamos que por hora é isso aí. Mas é só o começo. Movimento, afinal, tem que ficar em movimento. Não é que nem o feminismo, que parou no tempo. O nosso vai se mexer porque mexendo é muito mais gostoso.

     

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    RdB LANCA O MOVIMENTO DE LIBERTAÇÃO MASCULINA (MLM)

    Cansado da opressão feminista-matriarcal, o REPÚBLICA DOS BANANAS lança Movimento de Liberação Masculina (MLM).

    Nossas propostas são.

    1 – Nós, homens, queremos ser cantados na rua. Toda vez que um de nós passar, queremos ouvir mulheres gritando: “Urrú! Ô lá em casa! Vou te chupar todinho!”

    2 – Nós, homens, queremos que as mulheres valorizem os nossos corpos e não os nossos cérebros. Cérebro só serve pra causar problema e nunca foi o nosso órgão favorito.

    3 – Nós, homens, queremos fazer uma Marcha dos Cafas que é a contraparte ideológica da Marcha das Vadias. O problema é que somos todos heterossexuais convictos e heterossexual convicto só se agrupa pra ir ao estádio de futebol. Esse negócio de marcha, a gente acha que é boiolagem. Precisamos resolver essa contradição dialética. Depois voltamos ao tema.

    4 – Nós, homens, somos contra a apropriação cultural de barbas e pelos por pessoas de outros sexos e tendências. Uma ala mais radical acha que mulher de calça comprida também é um abuso, mas eles são minoria. E baixinho só serve pra levar bilhete pra mulher amada. 

    5 – Nós, homens, achamos que por hora é isso aí. Mas é só o começo. Movimento, afinal, tem que ficar em movimento. Não é que nem o feminismo, que parou no tempo. O nosso vai se mexer porque mexendo é muito mais gostoso.

     

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    VI ‘POLÍCIA FEDERAL – A LEI É PARA TODOS”. TEM OFF.

    Quarta, 20 de setembro

    Eu a Sra. Aran fomos ver “Polícia Federal – A Lei é Para Todos“. Tem off. Tenho certa implicância com off. Não o repelente de mosquito, que é extremamente necessário nesse país tropical, abençoado por deus e entupido de dengue. Tenho problema é com o outro off, aquela voz que vem de lugar algum, como se fosse sistema de som de aeroporto. Senhor Energúmeno Pascácio, última chamada do voo para Brasília, portão quatro.

    Tenho problema com off e até escrevi um esquete sobre isso pro “Zorra“, meio pra sacanear o “Tropa de Elite“. Woody Allen usa off. Mas, no caso dele, o texto tem um tom de romance russo com stand up, estabelece o set up da história e daí deixa de encher o saco. Não é um off agressivo, que gosta de aparecer. Olha eu aqui, olha eu, eu sou o off, olha eu!

    O problema do off, parceiro, é quando ele é usado, parceiro, pra descrever uma ação, parceiro, que você já está vendo, parceiro. O carro bate. Naquela manhã, parceiro, eu bati o carro. Pra quê isso? Ou então é aquele off que entra no filme porque construir diálogos é mais trabalhoso. A corrupção no Brasil começou em 1500 com a chegada dos portugueses em suas caravelas. É melhor que alguém diga isso conversando, como no mundo real. Nossa luta é inútil, Ivan, todo mundo nesse país leva um por fora, sempre levou. Pensa na sua aposentaria com salário integral, delegado. Pronto. Duas linhas de diálogo.

    “Polícia Federal” é didático até demais e tem maiores pretensões políticas do que artísticas. Aquele filme antigo, “Lula, o Filho da Luta, dos Barreto, era uma peça de propaganda também, mas tinha sequências que buscavam a emoção. A cena em que Lula é mordido por um calango radiativo e ganha super-poderes é uma das melhores.

    Uma coisa que escreveram muito é que “Polícia Federal” não tem distanciamento temporal, que era preciso deixar correr uns anos, maturar os fatos, pra só então ficcionalizar em cima. Sei não. “Terra em Transe” é de 1967, feito três anos depois do golpe. O golpe antigo, aquele de verdade. Glauber é gongórico, barroco, viajandão e discursivo, mas fez o melhor cinema político que tivemos. E pelo menos dois dos nossos melhores filmes de todos os tempos, independente do gênero. Mas Glauber é cabeça e não cabe facilmente nas caixinhas mentais que confortam a mente e a alma. Pensar sozinho dá muito trabalho.

    Cotação: três algemas.

    VI ‘POLÍCIA FEDERAL – A LEI É PARA TODOS”. TEM OFF.

    Quarta, 20 de setembro

    Eu a Sra. Aran fomos ver “Polícia Federal – A Lei é Para Todos“. Tem off. Tenho certa implicância com off. Não o repelente de mosquito, que é extremamente necessário nesse país tropical, abençoado por deus e entupido de dengue. Tenho problema é com o outro off, aquela voz que vem de lugar algum, como se fosse sistema de som de aeroporto. Senhor Energúmeno Pascácio, última chamada do voo para Brasília, portão quatro.

    Tenho problema com off e até escrevi um esquete sobre isso pro “Zorra“, meio pra sacanear o “Tropa de Elite“. Woody Allen usa off. Mas, no caso dele, o texto tem um tom de romance russo com stand up, estabelece o set up da história e daí deixa de encher o saco. Não é um off agressivo, que gosta de aparecer. Olha eu aqui, olha eu, eu sou o off, olha eu!

    O problema do off, parceiro, é quando ele é usado, parceiro, pra descrever uma ação, parceiro, que você já está vendo, parceiro. O carro bate. Naquela manhã, parceiro, eu bati o carro. Pra quê isso? Ou então é aquele off que entra no filme porque construir diálogos é mais trabalhoso. A corrupção no Brasil começou em 1500 com a chegada dos portugueses em suas caravelas. É melhor que alguém diga isso conversando, como no mundo real. Nossa luta é inútil, Ivan, todo mundo nesse país leva um por fora, sempre levou. Pensa na sua aposentaria com salário integral, delegado. Pronto. Duas linhas de diálogo.

    “Polícia Federal” é didático até demais e tem maiores pretensões políticas do que artísticas. Aquele filme antigo, “Lula, o Filho da Luta, dos Barreto, era uma peça de propaganda também, mas tinha sequências que buscavam a emoção. A cena em que Lula é mordido por um calango radiativo e ganha super-poderes é uma das melhores.

    Uma coisa que escreveram muito é que “Polícia Federal” não tem distanciamento temporal, que era preciso deixar correr uns anos, maturar os fatos, pra só então ficcionalizar em cima. Sei não. “Terra em Transe” é de 1967, feito três anos depois do golpe. O golpe antigo, aquele de verdade. Glauber é gongórico, barroco, viajandão e discursivo, mas fez o melhor cinema político que tivemos. E pelo menos dois dos nossos melhores filmes de todos os tempos, independente do gênero. Mas Glauber é cabeça e não cabe facilmente nas caixinhas mentais que confortam a mente e a alma. Pensar sozinho dá muito trabalho.

    Cotação: três algemas.

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    VI ‘POLÍCIA FEDERAL – A LEI É PARA TODOS”. TEM OFF.

    Quarta, 20 de setembro

    Eu a Sra. Aran fomos ver “Polícia Federal – A Lei é Para Todos“. Tem off. Tenho certa implicância com off. Não o repelente de mosquito, que é extremamente necessário nesse país tropical, abençoado por deus e entupido de dengue. Tenho problema é com o outro off, aquela voz que vem de lugar algum, como se fosse sistema de som de aeroporto. Senhor Energúmeno Pascácio, última chamada do voo para Brasília, portão quatro.

    Tenho problema com off e até escrevi um esquete sobre isso pro “Zorra“, meio pra sacanear o “Tropa de Elite“. Woody Allen usa off. Mas, no caso dele, o texto tem um tom de romance russo com stand up, estabelece o set up da história e daí deixa de encher o saco. Não é um off agressivo, que gosta de aparecer. Olha eu aqui, olha eu, eu sou o off, olha eu!

    O problema do off, parceiro, é quando ele é usado, parceiro, pra descrever uma ação, parceiro, que você já está vendo, parceiro. O carro bate. Naquela manhã, parceiro, eu bati o carro. Pra quê isso? Ou então é aquele off que entra no filme porque construir diálogos é mais trabalhoso. A corrupção no Brasil começou em 1500 com a chegada dos portugueses em suas caravelas. É melhor que alguém diga isso conversando, como no mundo real. Nossa luta é inútil, Ivan, todo mundo nesse país leva um por fora, sempre levou. Pensa na sua aposentaria com salário integral, delegado. Pronto. Duas linhas de diálogo.

    “Polícia Federal” é didático até demais e tem maiores pretensões políticas do que artísticas. Aquele filme antigo, “Lula, o Filho da Luta, dos Barreto, era uma peça de propaganda também, mas tinha sequências que buscavam a emoção. A cena em que Lula é mordido por um calango radiativo e ganha super-poderes é uma das melhores.

    Uma coisa que escreveram muito é que “Polícia Federal” não tem distanciamento temporal, que era preciso deixar correr uns anos, maturar os fatos, pra só então ficcionalizar em cima. Sei não. “Terra em Transe” é de 1967, feito três anos depois do golpe. O golpe antigo, aquele de verdade. Glauber é gongórico, barroco, viajandão e discursivo, mas fez o melhor cinema político que tivemos. E pelo menos dois dos nossos melhores filmes de todos os tempos, independente do gênero. Mas Glauber é cabeça e não cabe facilmente nas caixinhas mentais que confortam a mente e a alma. Pensar sozinho dá muito trabalho.

    Cotação: três algemas.

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    OLHA O LULÃO, ENROLADO COM O MORO E PEDINDO SOCORRO AO NORDESTE, AO SEUS PÉS…

    Terça, 19 de setembro

    Visitei a quadra de samba da gloriosa Unidos do Mastruço onde desfilo todo ano como destaque e, a depender do porre, como madrinha de bateria.

    Revi meus velhos amigos  Neguinho da Farinha, Alemão das Candongas e Tonho Maquinado. Tudo sangue-bom, sambista de maior categoria e membros da Velha Guarda do Mastruço.

    Na ocasião festiva, entre uma caipirinha e um torresmo, os três me mostraram um novo samba que acabaram de compor. Som na caixa, Caçulinha.

     

    Olha o Lulão

    Enrolado com o Moro

    E pedindo socorro

    Ao Nordeste, ao seus pés

    Olha o Lulão

    Tua voz foi um urro

    Mas virou um sussurro

    Porque sei 

    O que tu fez

    Corrupção com afinco

    Tradição do meu país

    Corrupção com afinco

    Que papelão, seu infeliz

    Olha  o Lulão

    Pendurado no Moro

    E pedindo socorro

    Ao Nordeste, aos seus pés

    Olha o Lulão…

     

    Achei o samba meio derivativo, pra falar a verdade, mas o Ar 15 do Neguinho impediu uma crítica musical mais isenta.

    Nós, críticos de música, só somos valentes no blog.

     

     

     

    OLHA O LULÃO, ENROLADO COM O MORO E PEDINDO SOCORRO AO NORDESTE, AO SEUS PÉS…

    Terça, 19 de setembro

    Visitei a quadra de samba da gloriosa Unidos do Mastruço onde desfilo todo ano como destaque e, a depender do porre, como madrinha de bateria.

    Revi meus velhos amigos  Neguinho da Farinha, Alemão das Candongas e Tonho Maquinado. Tudo sangue-bom, sambista de maior categoria e membros da Velha Guarda do Mastruço.

    Na ocasião festiva, entre uma caipirinha e um torresmo, os três me mostraram um novo samba que acabaram de compor. Som na caixa, Caçulinha.

     

    Olha o Lulão

    Enrolado com o Moro

    E pedindo socorro

    Ao Nordeste, ao seus pés

    Olha o Lulão

    Tua voz foi um urro

    Mas virou um sussurro

    Porque sei 

    O que tu fez

    Corrupção com afinco

    Tradição do meu país

    Corrupção com afinco

    Que papelão, seu infeliz

    Olha  o Lulão

    Pendurado no Moro

    E pedindo socorro

    Ao Nordeste, aos seus pés

    Olha o Lulão…

     

    Achei o samba meio derivativo, pra falar a verdade, mas o Ar 15 do Neguinho impediu uma crítica musical mais isenta.

    Nós, críticos de música, só somos valentes no blog.

     

     

     

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    OLHA O LULÃO, ENROLADO COM O MORO E PEDINDO SOCORRO AO NORDESTE, AO SEUS PÉS…

    Terça, 19 de setembro

    Visitei a quadra de samba da gloriosa Unidos do Mastruço onde desfilo todo ano como destaque e, a depender do porre, como madrinha de bateria.

    Revi meus velhos amigos  Neguinho da Farinha, Alemão das Candongas e Tonho Maquinado. Tudo sangue-bom, sambista de maior categoria e membros da Velha Guarda do Mastruço.

    Na ocasião festiva, entre uma caipirinha e um torresmo, os três me mostraram um novo samba que acabaram de compor. Som na caixa, Caçulinha.

     

    Olha o Lulão

    Enrolado com o Moro

    E pedindo socorro

    Ao Nordeste, ao seus pés

    Olha o Lulão

    Tua voz foi um urro

    Mas virou um sussurro

    Porque sei 

    O que tu fez

    Corrupção com afinco

    Tradição do meu país

    Corrupção com afinco

    Que papelão, seu infeliz

    Olha  o Lulão

    Pendurado no Moro

    E pedindo socorro

    Ao Nordeste, aos seus pés

    Olha o Lulão…

     

    Achei o samba meio derivativo, pra falar a verdade, mas o Ar 15 do Neguinho impediu uma crítica musical mais isenta.

    Nós, críticos de música, só somos valentes no blog.

     

     

     

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    A SEXUALIDADE HUMANA É UMA COISA CONFUSA TIPO O ALEXANDRE FROTA

    Segunda, 18 de setembro

    Ordinelson, ex-Odisséia, entra no escritório e começa a reivindicação.

    Aí, mano, queria saber se dá pra adiantar o salário do dia 30, tá ligado?’

    Odisséia era uma ótima funcionária, mas assistiu novela da Glória Perez e decidiu virar um macho patriarcal folgado e sem noção. Não posso demitir o estrupício porque temo a fúria das redes sociais que já destruiu Cuba, San Martin e boa parte de Miami.

    “Sinto muito, Odisséia, digo, Ordinelson… não vai rolar. Você sabe quantas pessoas leem esse diário?”

    “Contando comigo? Duas.”

    “Pois é. Pra quê você quer dinheiro, afinal? Pra gastar tudo com cachaça e vagabunda?”

    “Pô, mano, antes sesse, tá ligado? É que eu tô preocupado com umas coisas que tá acontecendo comigo. E eu queria tentar esse lance aí da cura gay, tá ligado?”

    “Hã?! Peraí. Rewind. Desenvolve, Ordinelson…”

    “Não, mano, sabe o que é… de vez em quanto, eu vejo um cara gato, tipo assim o Caio Castro de Dom Pedro, e dá uma gastura dentro de mim, tá ligado? Aí, sei lá, né… com esse lance da cura gay, queria ver se tem uma vacina preventiva, tá ligado?”

    O Brasil é ridículo, mas isso já está passando dos limites. É gente censurando exposição, general anunciando quartelada, juiz aprovando o retorno à Idade Média. Assim não dá. Tudo o que essa joça tem a oferecer é uma esquerda tosca e uma direita mais tosca ainda? A gente não consegue compor um samba-enredo melhorzinho?!

    Mas estou tergiversando.

    “Aí, mano, tu tá tergirversando”, adverte Ordinelson. “E o pior é que eu nem sei o que é tergiversar, tá ligado?”

    “Ordinelson, veja bem… você era Odisséia até ontem. É normal você olhar pro Caio Castro e se sentir uma Marquesa de Santos. Daqui a pouco uma das duas novelas acaba e o debate político no Brasil muda, entende?”

    Pô, mano, mas e se eu for xibungo? O que vão falar de mim lá na comunidade?”

    “Odisséia… digo, Ordinelson… sexualidade é uma coisa confusa tipo o Alexandre Frota, percebe?”

    “Ah, Alexandre Frota… esse sim é um homão da porra…”, fantasia Ordinelson, os olhos perdidos no teto cheio de teias de aranha que ele/ela/elX não limpa mais. A criatura só sai do devaneio quando percebe que eu estou olhando.

    “Tá vendo, mano?! Tá vendo??!! Eu preciso dessa cura gay, pô!”

    “Ordinelson, não existe cura pra condição humana. Agora cai fora que eu preciso trabalhar, ok?”

    Ah, Brasil, Brasil. Tão perto do Equador, tão longe da civilização.

     

    A SEXUALIDADE HUMANA É UMA COISA CONFUSA TIPO O ALEXANDRE FROTA

    Segunda, 18 de setembro

    Ordinelson, ex-Odisséia, entra no escritório e começa a reivindicação.

    Aí, mano, queria saber se dá pra adiantar o salário do dia 30, tá ligado?’

    Odisséia era uma ótima funcionária, mas assistiu novela da Glória Perez e decidiu virar um macho patriarcal folgado e sem noção. Não posso demitir o estrupício porque temo a fúria das redes sociais que já destruiu Cuba, San Martin e boa parte de Miami.

    “Sinto muito, Odisséia, digo, Ordinelson… não vai rolar. Você sabe quantas pessoas leem esse diário?”

    “Contando comigo? Duas.”

    “Pois é. Pra quê você quer dinheiro, afinal? Pra gastar tudo com cachaça e vagabunda?”

    “Pô, mano, antes sesse, tá ligado? É que eu tô preocupado com umas coisas que tá acontecendo comigo. E eu queria tentar esse lance aí da cura gay, tá ligado?”

    “Hã?! Peraí. Rewind. Desenvolve, Ordinelson…”

    “Não, mano, sabe o que é… de vez em quanto, eu vejo um cara gato, tipo assim o Caio Castro de Dom Pedro, e dá uma gastura dentro de mim, tá ligado? Aí, sei lá, né… com esse lance da cura gay, queria ver se tem uma vacina preventiva, tá ligado?”

    O Brasil é ridículo, mas isso já está passando dos limites. É gente censurando exposição, general anunciando quartelada, juiz aprovando o retorno à Idade Média. Assim não dá. Tudo o que essa joça tem a oferecer é uma esquerda tosca e uma direita mais tosca ainda? A gente não consegue compor um samba-enredo melhorzinho?!

    Mas estou tergiversando.

    “Aí, mano, tu tá tergirversando”, adverte Ordinelson. “E o pior é que eu nem sei o que é tergiversar, tá ligado?”

    “Ordinelson, veja bem… você era Odisséia até ontem. É normal você olhar pro Caio Castro e se sentir uma Marquesa de Santos. Daqui a pouco uma das duas novelas acaba e o debate político no Brasil muda, entende?”

    Pô, mano, mas e se eu for xibungo? O que vão falar de mim lá na comunidade?”

    “Odisséia… digo, Ordinelson… sexualidade é uma coisa confusa tipo o Alexandre Frota, percebe?”

    “Ah, Alexandre Frota… esse sim é um homão da porra…”, fantasia Ordinelson, os olhos perdidos no teto cheio de teias de aranha que ele/ela/elX não limpa mais. A criatura só sai do devaneio quando percebe que eu estou olhando.

    “Tá vendo, mano?! Tá vendo??!! Eu preciso dessa cura gay, pô!”

    “Ordinelson, não existe cura pra condição humana. Agora cai fora que eu preciso trabalhar, ok?”

    Ah, Brasil, Brasil. Tão perto do Equador, tão longe da civilização.

     

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    A SEXUALIDADE HUMANA É UMA COISA CONFUSA TIPO O ALEXANDRE FROTA

    Segunda, 18 de setembro

    Ordinelson, ex-Odisséia, entra no escritório e começa a reivindicação.

    Aí, mano, queria saber se dá pra adiantar o salário do dia 30, tá ligado?’

    Odisséia era uma ótima funcionária, mas assistiu novela da Glória Perez e decidiu virar um macho patriarcal folgado e sem noção. Não posso demitir o estrupício porque temo a fúria das redes sociais que já destruiu Cuba, San Martin e boa parte de Miami.

    “Sinto muito, Odisséia, digo, Ordinelson… não vai rolar. Você sabe quantas pessoas leem esse diário?”

    “Contando comigo? Duas.”

    “Pois é. Pra quê você quer dinheiro, afinal? Pra gastar tudo com cachaça e vagabunda?”

    “Pô, mano, antes sesse, tá ligado? É que eu tô preocupado com umas coisas que tá acontecendo comigo. E eu queria tentar esse lance aí da cura gay, tá ligado?”

    “Hã?! Peraí. Rewind. Desenvolve, Ordinelson…”

    “Não, mano, sabe o que é… de vez em quanto, eu vejo um cara gato, tipo assim o Caio Castro de Dom Pedro, e dá uma gastura dentro de mim, tá ligado? Aí, sei lá, né… com esse lance da cura gay, queria ver se tem uma vacina preventiva, tá ligado?”

    O Brasil é ridículo, mas isso já está passando dos limites. É gente censurando exposição, general anunciando quartelada, juiz aprovando o retorno à Idade Média. Assim não dá. Tudo o que essa joça tem a oferecer é uma esquerda tosca e uma direita mais tosca ainda? A gente não consegue compor um samba-enredo melhorzinho?!

    Mas estou tergiversando.

    “Aí, mano, tu tá tergirversando”, adverte Ordinelson. “E o pior é que eu nem sei o que é tergiversar, tá ligado?”

    “Ordinelson, veja bem… você era Odisséia até ontem. É normal você olhar pro Caio Castro e se sentir uma Marquesa de Santos. Daqui a pouco uma das duas novelas acaba e o debate político no Brasil muda, entende?”

    Pô, mano, mas e se eu for xibungo? O que vão falar de mim lá na comunidade?”

    “Odisséia… digo, Ordinelson… sexualidade é uma coisa confusa tipo o Alexandre Frota, percebe?”

    “Ah, Alexandre Frota… esse sim é um homão da porra…”, fantasia Ordinelson, os olhos perdidos no teto cheio de teias de aranha que ele/ela/elX não limpa mais. A criatura só sai do devaneio quando percebe que eu estou olhando.

    “Tá vendo, mano?! Tá vendo??!! Eu preciso dessa cura gay, pô!”

    “Ordinelson, não existe cura pra condição humana. Agora cai fora que eu preciso trabalhar, ok?”

    Ah, Brasil, Brasil. Tão perto do Equador, tão longe da civilização.

     

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    BRASIL DISCUTE ZOOFILIA, MAS DISCRIMINA QUEM PREFERE VEGETAIS

    Sexta, 15 de agosto

    Café com meu grande amigo Oraldo Grunhevaldo na padaria “Le Brioche de Antoniette” (alameda Robespierre, 1789).

    Grunhevaldo não entende porque a besta do brasileiro deu pra discutir zoofilia de uma hora pra outra.

    “Isso é discriminatice!”, reclama ele no linguajar próprio dos poetas concretos. “Isso é preconceituário! Isso é reacionarice!”

    “Bem…”, eu respondo enquanto amanteigo um croisant, “por mim, desde que o animal consinta…”

    “Não, cretinota!”, esbraveja Oraldo. “Não falo disso! O que eu falo é da odiosa discriminitude aos dendrófilos!”

    “Dendrófilo?! Que porra é um dendrófilo?˜, eu pergunto bebendo um café preto e amargo como o futuro do país.

    “Dendrofilia, meu caro ingorantóbil, é sentir tesão no reino vegetal: bananeiras, jacas, melancias ou, a depender do embalo, até mesmo cenouras, pepinos e nabos…”

    Oraldo Grunhevaldo prossegue explicando que a opção pela carne animal é normativa, pois exclui veganos e vegetarianos.

    “Além disso”, acrescenta ele, “num país tão cheio de desingualdança, nem todo mundo tem acesso a uma galinha jeitosa, mas uma cenoura, pelo outro lado…”

    HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!

    Desculpe, é que eu não saí da quinta série.

    Continua, poeta.

    “Uma cenoura, pelo outro lado”, continua Grunhevaldo, “é acessível mesmo às classes trabalheiras e ao mais abjeto lumpemproletariado!”

    Fico indignado e me levando da mesa, furioso! Sou amigo do poeta faz mais de 30 anos, mas não admito ouvir tamanha asneira e taradice, ainda mais no café da manhã.

    “Chega, Oraldo!”, eu digo. “Não aguento mais ouvir bobagem!”

    “Uia! Acaso, a boneca fica nervooosa quando ouve falar de cenoura?!”, responde o renomado homem das letras, com as duas mãos na cintura.

    “Não, poeta! Isso, tudo bem. Fico todo empolado é quando ouço alguém falar de ‘lumpemproletariado’. Nem o Guilherme Boulos, que fez cursinho na USP, sabe o que é isso!”

    “Esquece o Boulos, coma um brioche…”, responde o poeta concreto.

    Lá fora, o calor inclemente continua a fritar miolos. Quanto mais sol, maior o obscurantismo. Dá uma olhada no mapa mundi pra você ver.

    Segunda o Diário volta.

     

     

    BRASIL DISCUTE ZOOFILIA, MAS DISCRIMINA QUEM PREFERE VEGETAIS

    Sexta, 15 de agosto

    Café com meu grande amigo Oraldo Grunhevaldo na padaria “Le Brioche de Antoniette” (alameda Robespierre, 1789).

    Grunhevaldo não entende porque a besta do brasileiro deu pra discutir zoofilia de uma hora pra outra.

    “Isso é discriminatice!”, reclama ele no linguajar próprio dos poetas concretos. “Isso é preconceituário! Isso é reacionarice!”

    “Bem…”, eu respondo enquanto amanteigo um croisant, “por mim, desde que o animal consinta…”

    “Não, cretinota!”, esbraveja Oraldo. “Não falo disso! O que eu falo é da odiosa discriminitude aos dendrófilos!”

    “Dendrófilo?! Que porra é um dendrófilo?˜, eu pergunto bebendo um café preto e amargo como o futuro do país.

    “Dendrofilia, meu caro ingorantóbil, é sentir tesão no reino vegetal: bananeiras, jacas, melancias ou, a depender do embalo, até mesmo cenouras, pepinos e nabos…”

    Oraldo Grunhevaldo prossegue explicando que a opção pela carne animal é normativa, pois exclui veganos e vegetarianos.

    “Além disso”, acrescenta ele, “num país tão cheio de desingualdança, nem todo mundo tem acesso a uma galinha jeitosa, mas uma cenoura, pelo outro lado…”

    HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!

    Desculpe, é que eu não saí da quinta série.

    Continua, poeta.

    “Uma cenoura, pelo outro lado”, continua Grunhevaldo, “é acessível mesmo às classes trabalheiras e ao mais abjeto lumpemproletariado!”

    Fico indignado e me levando da mesa, furioso! Sou amigo do poeta faz mais de 30 anos, mas não admito ouvir tamanha asneira e taradice, ainda mais no café da manhã.

    “Chega, Oraldo!”, eu digo. “Não aguento mais ouvir bobagem!”

    “Uia! Acaso, a boneca fica nervooosa quando ouve falar de cenoura?!”, responde o renomado homem das letras, com as duas mãos na cintura.

    “Não, poeta! Isso, tudo bem. Fico todo empolado é quando ouço alguém falar de ‘lumpemproletariado’. Nem o Guilherme Boulos, que fez cursinho na USP, sabe o que é isso!”

    “Esquece o Boulos, coma um brioche…”, responde o poeta concreto.

    Lá fora, o calor inclemente continua a fritar miolos. Quanto mais sol, maior o obscurantismo. Dá uma olhada no mapa mundi pra você ver.

    Segunda o Diário volta.

     

     

    [ssba]

    BRASIL DISCUTE ZOOFILIA, MAS DISCRIMINA QUEM PREFERE VEGETAIS

    Sexta, 15 de agosto

    Café com meu grande amigo Oraldo Grunhevaldo na padaria “Le Brioche de Antoniette” (alameda Robespierre, 1789).

    Grunhevaldo não entende porque a besta do brasileiro deu pra discutir zoofilia de uma hora pra outra.

    “Isso é discriminatice!”, reclama ele no linguajar próprio dos poetas concretos. “Isso é preconceituário! Isso é reacionarice!”

    “Bem…”, eu respondo enquanto amanteigo um croisant, “por mim, desde que o animal consinta…”

    “Não, cretinota!”, esbraveja Oraldo. “Não falo disso! O que eu falo é da odiosa discriminitude aos dendrófilos!”

    “Dendrófilo?! Que porra é um dendrófilo?˜, eu pergunto bebendo um café preto e amargo como o futuro do país.

    “Dendrofilia, meu caro ingorantóbil, é sentir tesão no reino vegetal: bananeiras, jacas, melancias ou, a depender do embalo, até mesmo cenouras, pepinos e nabos…”

    Oraldo Grunhevaldo prossegue explicando que a opção pela carne animal é normativa, pois exclui veganos e vegetarianos.

    “Além disso”, acrescenta ele, “num país tão cheio de desingualdança, nem todo mundo tem acesso a uma galinha jeitosa, mas uma cenoura, pelo outro lado…”

    HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!

    Desculpe, é que eu não saí da quinta série.

    Continua, poeta.

    “Uma cenoura, pelo outro lado”, continua Grunhevaldo, “é acessível mesmo às classes trabalheiras e ao mais abjeto lumpemproletariado!”

    Fico indignado e me levando da mesa, furioso! Sou amigo do poeta faz mais de 30 anos, mas não admito ouvir tamanha asneira e taradice, ainda mais no café da manhã.

    “Chega, Oraldo!”, eu digo. “Não aguento mais ouvir bobagem!”

    “Uia! Acaso, a boneca fica nervooosa quando ouve falar de cenoura?!”, responde o renomado homem das letras, com as duas mãos na cintura.

    “Não, poeta! Isso, tudo bem. Fico todo empolado é quando ouço alguém falar de ‘lumpemproletariado’. Nem o Guilherme Boulos, que fez cursinho na USP, sabe o que é isso!”

    “Esquece o Boulos, coma um brioche…”, responde o poeta concreto.

    Lá fora, o calor inclemente continua a fritar miolos. Quanto mais sol, maior o obscurantismo. Dá uma olhada no mapa mundi pra você ver.

    Segunda o Diário volta.

     

     

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    9 DESCULPAS (INSPIRADAS NO LULA) PARA QUANDO VOCÊ FOR PEGO NA CAMA COM OUTRA

    1. “Minha querida, veja bem, eu não cuido da minha cama, quem cuida da minha cama é a arrumadeira…”

    2. “Minha querida, veja bem, muitas vezes a gente não sabe o que acontece na cama da gente… “

    3. “Minha querida, veja bem, ninguém  me avisou que tinha uma mulher pelada na minha cama, nem mesmo a gloriosa mídia… “

    4. “Minha querida, veja bem, quem tem que saber quem é essa mulher pelada na minha cama é você. O ônus da prova é de quem acusa… “

    5. “Minha querida, veja bem, você não tem isenção nesse assunto porque você é minha mulher…”

    6. “Minha querida, veja bem, eu chego a pensar que foi você quem colocou essa mulher pelada na minha cama..”

    7. “Minha querida, veja bem, todo dia a Dona Globo, essa vizinha fofoqueira, inventa alguma coisa de mim…”

    8. “Minha querida, veja bem, essa mulher aqui está fazendo justamente o que vocês esperam que ela faça… ai, não morde!”

    9. “Minha querida, veja bem, esse quarto não é meu, essa mulher não está aqui e eu, inclusive, estou viajando…”

     

    9 DESCULPAS (INSPIRADAS NO LULA) PARA QUANDO VOCÊ FOR PEGO NA CAMA COM OUTRA

    1. “Minha querida, veja bem, eu não cuido da minha cama, quem cuida da minha cama é a arrumadeira…”

    2. “Minha querida, veja bem, muitas vezes a gente não sabe o que acontece na cama da gente… “

    3. “Minha querida, veja bem, ninguém  me avisou que tinha uma mulher pelada na minha cama, nem mesmo a gloriosa mídia… “

    4. “Minha querida, veja bem, quem tem que saber quem é essa mulher pelada na minha cama é você. O ônus da prova é de quem acusa… “

    5. “Minha querida, veja bem, você não tem isenção nesse assunto porque você é minha mulher…”

    6. “Minha querida, veja bem, eu chego a pensar que foi você quem colocou essa mulher pelada na minha cama..”

    7. “Minha querida, veja bem, todo dia a Dona Globo, essa vizinha fofoqueira, inventa alguma coisa de mim…”

    8. “Minha querida, veja bem, essa mulher aqui está fazendo justamente o que vocês esperam que ela faça… ai, não morde!”

    9. “Minha querida, veja bem, esse quarto não é meu, essa mulher não está aqui e eu, inclusive, estou viajando…”

     

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    9 DESCULPAS (INSPIRADAS NO LULA) PARA QUANDO VOCÊ FOR PEGO NA CAMA COM OUTRA

    1. “Minha querida, veja bem, eu não cuido da minha cama, quem cuida da minha cama é a arrumadeira…”

    2. “Minha querida, veja bem, muitas vezes a gente não sabe o que acontece na cama da gente… “

    3. “Minha querida, veja bem, ninguém  me avisou que tinha uma mulher pelada na minha cama, nem mesmo a gloriosa mídia… “

    4. “Minha querida, veja bem, quem tem que saber quem é essa mulher pelada na minha cama é você. O ônus da prova é de quem acusa… “

    5. “Minha querida, veja bem, você não tem isenção nesse assunto porque você é minha mulher…”

    6. “Minha querida, veja bem, eu chego a pensar que foi você quem colocou essa mulher pelada na minha cama..”

    7. “Minha querida, veja bem, todo dia a Dona Globo, essa vizinha fofoqueira, inventa alguma coisa de mim…”

    8. “Minha querida, veja bem, essa mulher aqui está fazendo justamente o que vocês esperam que ela faça… ai, não morde!”

    9. “Minha querida, veja bem, esse quarto não é meu, essa mulher não está aqui e eu, inclusive, estou viajando…”

     

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    O “OUTONO DO PATRIARCA” DO LULA JÁ ENCHEU O SACO. QUEREMOS OUTRA NOVELA

    Quarta, 13 de setembro

    Ainda bem que desisti de acompanhar o Predestinado em mais um comecimento (comício + depoimento) em Curitiba. Ir até o Paraná num ônibus cheio de sem-teto e sem-terra é uma das experiências mais deprimentes que um ser humano pode passar. E eu não estou me esquecendo do show dos Tribalistas.

    A verdade verdadeira é que é muito chato assistir a esse “Outono do Patriarca” ao vivo.

    O ministério público fala:

    “O senhor tem conhecimendo dessa ata de reunião com o dono da OAS no dia tal de tal?”

    Escuta aqui, minha querida, eu sou o mais maior presidente que esse país já teve e eu vou lá saber de reunião?”

    “E essa planta da reforma do sítio de Atibaia encontrada no seu apartamento?”

    “Escuta aqui, minha querida, a gente não é obrigado a saber de tudo que tem dentro da casa da gente… “

    “E o recibo do aluguel daquele apartamento que a Odebrecht diz que pagava e o senhor contesta, tem?”

    “Escuta aqui, minha querida, eu sou o único homem nesse país que pode olhar dentro dos meus próprios olhos e falar: não sei…”

    Não dá. É muita tosqueira. Nossa Esquerda é tosca, nossa Direita é tosca e nosso Centro também é tosco. Nós somos todos toscos.

    Nós somos tão toscos que nem aguentamos conviver uns com o outros, daí os tiroteios e tijoladas.

     

    Quinta, 14 de setembro

    Retomo ao meu best-seller (inédito) “As incríveis aventuras sexuais de Jesus Cristo“. Mas estou cheio de dúvidas. Temo que o livro não obtenha a atenção que merece e nem que eu seja aclamado gênio e coberto de bufunfa e honrarias. O país está muito obscurantista. E olha que o verão chegou mais cedo e o calor está de rachar. Curioso isso. Quanto mais sol, mais escuro faz.

    O “OUTONO DO PATRIARCA” DO LULA JÁ ENCHEU O SACO. QUEREMOS OUTRA NOVELA

    Quarta, 13 de setembro

    Ainda bem que desisti de acompanhar o Predestinado em mais um comecimento (comício + depoimento) em Curitiba. Ir até o Paraná num ônibus cheio de sem-teto e sem-terra é uma das experiências mais deprimentes que um ser humano pode passar. E eu não estou me esquecendo do show dos Tribalistas.

    A verdade verdadeira é que é muito chato assistir a esse “Outono do Patriarca” ao vivo.

    O ministério público fala:

    “O senhor tem conhecimendo dessa ata de reunião com o dono da OAS no dia tal de tal?”

    Escuta aqui, minha querida, eu sou o mais maior presidente que esse país já teve e eu vou lá saber de reunião?”

    “E essa planta da reforma do sítio de Atibaia encontrada no seu apartamento?”

    “Escuta aqui, minha querida, a gente não é obrigado a saber de tudo que tem dentro da casa da gente… “

    “E o recibo do aluguel daquele apartamento que a Odebrecht diz que pagava e o senhor contesta, tem?”

    “Escuta aqui, minha querida, eu sou o único homem nesse país que pode olhar dentro dos meus próprios olhos e falar: não sei…”

    Não dá. É muita tosqueira. Nossa Esquerda é tosca, nossa Direita é tosca e nosso Centro também é tosco. Nós somos todos toscos.

    Nós somos tão toscos que nem aguentamos conviver uns com o outros, daí os tiroteios e tijoladas.

     

    Quinta, 14 de setembro

    Retomo ao meu best-seller (inédito) “As incríveis aventuras sexuais de Jesus Cristo“. Mas estou cheio de dúvidas. Temo que o livro não obtenha a atenção que merece e nem que eu seja aclamado gênio e coberto de bufunfa e honrarias. O país está muito obscurantista. E olha que o verão chegou mais cedo e o calor está de rachar. Curioso isso. Quanto mais sol, mais escuro faz.

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    O “OUTONO DO PATRIARCA” DO LULA JÁ ENCHEU O SACO. QUEREMOS OUTRA NOVELA

    Quarta, 13 de setembro

    Ainda bem que desisti de acompanhar o Predestinado em mais um comecimento (comício + depoimento) em Curitiba. Ir até o Paraná num ônibus cheio de sem-teto e sem-terra é uma das experiências mais deprimentes que um ser humano pode passar. E eu não estou me esquecendo do show dos Tribalistas.

    A verdade verdadeira é que é muito chato assistir a esse “Outono do Patriarca” ao vivo.

    O ministério público fala:

    “O senhor tem conhecimendo dessa ata de reunião com o dono da OAS no dia tal de tal?”

    Escuta aqui, minha querida, eu sou o mais maior presidente que esse país já teve e eu vou lá saber de reunião?”

    “E essa planta da reforma do sítio de Atibaia encontrada no seu apartamento?”

    “Escuta aqui, minha querida, a gente não é obrigado a saber de tudo que tem dentro da casa da gente… “

    “E o recibo do aluguel daquele apartamento que a Odebrecht diz que pagava e o senhor contesta, tem?”

    “Escuta aqui, minha querida, eu sou o único homem nesse país que pode olhar dentro dos meus próprios olhos e falar: não sei…”

    Não dá. É muita tosqueira. Nossa Esquerda é tosca, nossa Direita é tosca e nosso Centro também é tosco. Nós somos todos toscos.

    Nós somos tão toscos que nem aguentamos conviver uns com o outros, daí os tiroteios e tijoladas.

     

    Quinta, 14 de setembro

    Retomo ao meu best-seller (inédito) “As incríveis aventuras sexuais de Jesus Cristo“. Mas estou cheio de dúvidas. Temo que o livro não obtenha a atenção que merece e nem que eu seja aclamado gênio e coberto de bufunfa e honrarias. O país está muito obscurantista. E olha que o verão chegou mais cedo e o calor está de rachar. Curioso isso. Quanto mais sol, mais escuro faz.

    [ssba url="http://www.republicadosbananas.com.br/o-outono-do-patriarca-do-lula-ja-encheu-o-saco-queremos-outra-novela/"]

    TODO ARTISTA TEM O DIREITO SAGRADO DE SER RIDÍCULO EM PÚBLICO

    Terça, 12 de setembro

    Ordinelson, o macho hetero patriarcal fedido e desagradável que sou obrigado a aguentar aqui em casa, coçou o saco ausente e disse: “Aí, mano, tu viu a exposição pedófila-esquerdista que o Santander tá fazendo lá no Rio Grande do Sul? Tem que baixar o sarafo nesses vagabundos!’

    “Como assim, Ordinelson? Tá louco, homem?”, eu respondo. “Todo o artista tem o direito sagrado – veja bem: sagrado – de se expor ao ridículo sem censura ou repressão”.

    “Pô, mano, tu é um esquerdista-zoófilo que quer destruir a civilização ocidental, tá ligado?”

    Tá difícil.

    Quem acompanha os Diários do Aran sabe que Ordinelson é a minha ex-empregada Odisséia. Ela viu a novela da Glória Perez e decidiu virar homem.

    A transformação confirmou tudo aquilo que o adorável neo-feminismo vocifera sobre o macho hetero: é tudo escroto e fã do Bolsonaro. O pior é que não posso botar a criatura pra fora de casa pra não ser chamado de “transfóbico” pelos meus amigos progressistas. Então tenho que aguentar as opiniões do escrotildo sobre arte, censura e, cruz credo, até Antonio Gramsci.

    “Escuta aqui, ô, Odisséia, digo Ordinelson, a função da arte não é apenas proporcionar prazer estético pra burguesia, mas também colocar os valores culturais de uma época em cheque. O Impressionismo, que hoje todo mundo acha demais de bacana, era considerado decadente na época dele, porque as pinceladas eram soltas, selvagens. O infeliz do Vincent van Gogh cortou até a orelha de raiva pra não escutar a crítica. Agora, se um bando de retardados tivesse impedido os impressionistas de pintar, o que seria da arte moderna? Hein, ô estrupício?!”

    Aí, mano, ia ser muito mais bonita, tá ligado?‘, respondeu o estrupício.

    Não ia não, ô filistina!”, expliquei.Primeiro porque é natural que os valores estéticos mudem ou a gente estaria vendo arte rupestre até hoje. Segundo, nenhum grupo de pressão tem o direito de impor a força os seus valores culturais e estéticos a uma sociedade. Não importa se o grupo é composto por reaças do MBL, feministas de turbante afro, gente da TFP ou os sociopatas do Estado Islâmico! Isso tudo está ERRADO! Porque admitir que determinado tipo de censura é lícito e imbuído das melhores intenções é conversinha pra boi fascista dormir. Censura nunca é lícita e ponto final. O que nós não precisamos nesse mundo doido é de mais gente autoritária dizendo que podemos ver, ouvir, vestir, ler, assistir, pensar e defender. Nós estamos caminhando pra uma distopia totalitária muito pior que a do George Orwell, onde todo mundo patrulha todo mundo e o seu opressor é você mesmo!”

    Ordinelson-Odisséia lançou uma cusparada catarrenta no carpete e falou: “Aí, mano, tu fala difícil pra caralho. Dá licença que eu vou conversar com minha irmã Ilíada… digo, meu irmão Adamastor…”

    O macho hetero chulezento saiu e eu fiquei pensando: arte é intriga. Tipo assim, esse lance da Glória Perez de separar o assunto mais polêmico do Leblon e da Barra e enfiar a forceps na novela. É chato pra cacete e também já deu no saco. Mas isso é motivo pra fazer passeata na porta da casa dela? Claro que não. A gente precisa ter motivo pra dar risada, pô. Além disso, a assinatura do Netflix é baratinha.

     

     

     

    TODO ARTISTA TEM O DIREITO SAGRADO DE SER RIDÍCULO EM PÚBLICO

    Terça, 12 de setembro

    Ordinelson, o macho hetero patriarcal fedido e desagradável que sou obrigado a aguentar aqui em casa, coçou o saco ausente e disse: “Aí, mano, tu viu a exposição pedófila-esquerdista que o Santander tá fazendo lá no Rio Grande do Sul? Tem que baixar o sarafo nesses vagabundos!’

    “Como assim, Ordinelson? Tá louco, homem?”, eu respondo. “Todo o artista tem o direito sagrado – veja bem: sagrado – de se expor ao ridículo sem censura ou repressão”.

    “Pô, mano, tu é um esquerdista-zoófilo que quer destruir a civilização ocidental, tá ligado?”

    Tá difícil.

    Quem acompanha os Diários do Aran sabe que Ordinelson é a minha ex-empregada Odisséia. Ela viu a novela da Glória Perez e decidiu virar homem.

    A transformação confirmou tudo aquilo que o adorável neo-feminismo vocifera sobre o macho hetero: é tudo escroto e fã do Bolsonaro. O pior é que não posso botar a criatura pra fora de casa pra não ser chamado de “transfóbico” pelos meus amigos progressistas. Então tenho que aguentar as opiniões do escrotildo sobre arte, censura e, cruz credo, até Antonio Gramsci.

    “Escuta aqui, ô, Odisséia, digo Ordinelson, a função da arte não é apenas proporcionar prazer estético pra burguesia, mas também colocar os valores culturais de uma época em cheque. O Impressionismo, que hoje todo mundo acha demais de bacana, era considerado decadente na época dele, porque as pinceladas eram soltas, selvagens. O infeliz do Vincent van Gogh cortou até a orelha de raiva pra não escutar a crítica. Agora, se um bando de retardados tivesse impedido os impressionistas de pintar, o que seria da arte moderna? Hein, ô estrupício?!”

    Aí, mano, ia ser muito mais bonita, tá ligado?‘, respondeu o estrupício.

    Não ia não, ô filistina!”, expliquei.Primeiro porque é natural que os valores estéticos mudem ou a gente estaria vendo arte rupestre até hoje. Segundo, nenhum grupo de pressão tem o direito de impor a força os seus valores culturais e estéticos a uma sociedade. Não importa se o grupo é composto por reaças do MBL, feministas de turbante afro, gente da TFP ou os sociopatas do Estado Islâmico! Isso tudo está ERRADO! Porque admitir que determinado tipo de censura é lícito e imbuído das melhores intenções é conversinha pra boi fascista dormir. Censura nunca é lícita e ponto final. O que nós não precisamos nesse mundo doido é de mais gente autoritária dizendo que podemos ver, ouvir, vestir, ler, assistir, pensar e defender. Nós estamos caminhando pra uma distopia totalitária muito pior que a do George Orwell, onde todo mundo patrulha todo mundo e o seu opressor é você mesmo!”

    Ordinelson-Odisséia lançou uma cusparada catarrenta no carpete e falou: “Aí, mano, tu fala difícil pra caralho. Dá licença que eu vou conversar com minha irmã Ilíada… digo, meu irmão Adamastor…”

    O macho hetero chulezento saiu e eu fiquei pensando: arte é intriga. Tipo assim, esse lance da Glória Perez de separar o assunto mais polêmico do Leblon e da Barra e enfiar a forceps na novela. É chato pra cacete e também já deu no saco. Mas isso é motivo pra fazer passeata na porta da casa dela? Claro que não. A gente precisa ter motivo pra dar risada, pô. Além disso, a assinatura do Netflix é baratinha.

     

     

     

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    TODO ARTISTA TEM O DIREITO SAGRADO DE SER RIDÍCULO EM PÚBLICO

    Terça, 12 de setembro

    Ordinelson, o macho hetero patriarcal fedido e desagradável que sou obrigado a aguentar aqui em casa, coçou o saco ausente e disse: “Aí, mano, tu viu a exposição pedófila-esquerdista que o Santander tá fazendo lá no Rio Grande do Sul? Tem que baixar o sarafo nesses vagabundos!’

    “Como assim, Ordinelson? Tá louco, homem?”, eu respondo. “Todo o artista tem o direito sagrado – veja bem: sagrado – de se expor ao ridículo sem censura ou repressão”.

    “Pô, mano, tu é um esquerdista-zoófilo que quer destruir a civilização ocidental, tá ligado?”

    Tá difícil.

    Quem acompanha os Diários do Aran sabe que Ordinelson é a minha ex-empregada Odisséia. Ela viu a novela da Glória Perez e decidiu virar homem.

    A transformação confirmou tudo aquilo que o adorável neo-feminismo vocifera sobre o macho hetero: é tudo escroto e fã do Bolsonaro. O pior é que não posso botar a criatura pra fora de casa pra não ser chamado de “transfóbico” pelos meus amigos progressistas. Então tenho que aguentar as opiniões do escrotildo sobre arte, censura e, cruz credo, até Antonio Gramsci.

    “Escuta aqui, ô, Odisséia, digo Ordinelson, a função da arte não é apenas proporcionar prazer estético pra burguesia, mas também colocar os valores culturais de uma época em cheque. O Impressionismo, que hoje todo mundo acha demais de bacana, era considerado decadente na época dele, porque as pinceladas eram soltas, selvagens. O infeliz do Vincent van Gogh cortou até a orelha de raiva pra não escutar a crítica. Agora, se um bando de retardados tivesse impedido os impressionistas de pintar, o que seria da arte moderna? Hein, ô estrupício?!”

    Aí, mano, ia ser muito mais bonita, tá ligado?‘, respondeu o estrupício.

    Não ia não, ô filistina!”, expliquei.Primeiro porque é natural que os valores estéticos mudem ou a gente estaria vendo arte rupestre até hoje. Segundo, nenhum grupo de pressão tem o direito de impor a força os seus valores culturais e estéticos a uma sociedade. Não importa se o grupo é composto por reaças do MBL, feministas de turbante afro, gente da TFP ou os sociopatas do Estado Islâmico! Isso tudo está ERRADO! Porque admitir que determinado tipo de censura é lícito e imbuído das melhores intenções é conversinha pra boi fascista dormir. Censura nunca é lícita e ponto final. O que nós não precisamos nesse mundo doido é de mais gente autoritária dizendo que podemos ver, ouvir, vestir, ler, assistir, pensar e defender. Nós estamos caminhando pra uma distopia totalitária muito pior que a do George Orwell, onde todo mundo patrulha todo mundo e o seu opressor é você mesmo!”

    Ordinelson-Odisséia lançou uma cusparada catarrenta no carpete e falou: “Aí, mano, tu fala difícil pra caralho. Dá licença que eu vou conversar com minha irmã Ilíada… digo, meu irmão Adamastor…”

    O macho hetero chulezento saiu e eu fiquei pensando: arte é intriga. Tipo assim, esse lance da Glória Perez de separar o assunto mais polêmico do Leblon e da Barra e enfiar a forceps na novela. É chato pra cacete e também já deu no saco. Mas isso é motivo pra fazer passeata na porta da casa dela? Claro que não. A gente precisa ter motivo pra dar risada, pô. Além disso, a assinatura do Netflix é baratinha.

     

     

     

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    INFLUENCIADO PELA TV GLOBO GOLPISTA, ANTENOR LARGA MULHER E FILHOS PARA VIRAR ALZIRINHA

    A MARCHA DA HISTÓRIA faz o registro impecável e imprescindível dos fatos mais importantes da história. Caso o seu fato histórico favorito não esteja representado, por favor entre em contato com nosso departamento de atendimento ao consumidor. Obrigado.

    (more…)

    INFLUENCIADO PELA TV GLOBO GOLPISTA, ANTENOR LARGA MULHER E FILHOS PARA VIRAR ALZIRINHA

    A MARCHA DA HISTÓRIA faz o registro impecável e imprescindível dos fatos mais importantes da história. Caso o seu fato histórico favorito não esteja representado, por favor entre em contato com nosso departamento de atendimento ao consumidor. Obrigado.

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    INFLUENCIADO PELA TV GLOBO GOLPISTA, ANTENOR LARGA MULHER E FILHOS PARA VIRAR ALZIRINHA

    A MARCHA DA HISTÓRIA faz o registro impecável e imprescindível dos fatos mais importantes da história. Caso o seu fato histórico favorito não esteja representado, por favor entre em contato com nosso departamento de atendimento ao consumidor. Obrigado.

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    MINHA EMPREGADA VIROU UM MACHO HETERO PATRIARCAL DESAGRADÁVEL E A CULPA É DA GLORIA PEREZ

    Sexta, 8 de setembro

    Como os milhares de leitores desse diário acompanham, Odisséia, minha empregada, viu novela da Glória Perez e virou Ordinelson.

    A casa agora está imunda, pois como todo mundo sabe, o macho hetero patriarcal é uma criatura desagradável, suja e chulezenta.

    No entanto, não posso simplesmente demitir o ordinário do Ordinelson, ex-Odisséia, para não ser acusado de anti-trans.

    Nós, intelectuais progressistas, podemos ser anti-trust e anti-Trump, mas jamais anti-trans.  Anti-trans, por falar nisso, parece coisa que vem escrita naqueles desodorantes vagabundos que o macho hetero patriarcal e fedido compra no supermercado. Nós, homens progressistas, compramos nossos cosméticos em lojas especializadas, jamais em supermercados, esses templos de consumo do Deus-Mercado.

    Enfim, como a pressão social me obriga a suportar o desgraçado do Ordinelson, ex-Odisséia, vou pro cinema ver um desses filmes que tem palhaço. Estou entre “Bingo” e “A Coisa“. Um é sobre uma criatura maléfica que toma a forma de um palhaço para atacar crianças indefesas. O outro é baseado num livro do Stephen King.

    Segunda o Diário volta. Obrigado.

     

    MINHA EMPREGADA VIROU UM MACHO HETERO PATRIARCAL DESAGRADÁVEL E A CULPA É DA GLORIA PEREZ

    Sexta, 8 de setembro

    Como os milhares de leitores desse diário acompanham, Odisséia, minha empregada, viu novela da Glória Perez e virou Ordinelson.

    A casa agora está imunda, pois como todo mundo sabe, o macho hetero patriarcal é uma criatura desagradável, suja e chulezenta.

    No entanto, não posso simplesmente demitir o ordinário do Ordinelson, ex-Odisséia, para não ser acusado de anti-trans.

    Nós, intelectuais progressistas, podemos ser anti-trust e anti-Trump, mas jamais anti-trans.  Anti-trans, por falar nisso, parece coisa que vem escrita naqueles desodorantes vagabundos que o macho hetero patriarcal e fedido compra no supermercado. Nós, homens progressistas, compramos nossos cosméticos em lojas especializadas, jamais em supermercados, esses templos de consumo do Deus-Mercado.

    Enfim, como a pressão social me obriga a suportar o desgraçado do Ordinelson, ex-Odisséia, vou pro cinema ver um desses filmes que tem palhaço. Estou entre “Bingo” e “A Coisa“. Um é sobre uma criatura maléfica que toma a forma de um palhaço para atacar crianças indefesas. O outro é baseado num livro do Stephen King.

    Segunda o Diário volta. Obrigado.

     

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    MINHA EMPREGADA VIROU UM MACHO HETERO PATRIARCAL DESAGRADÁVEL E A CULPA É DA GLORIA PEREZ

    Sexta, 8 de setembro

    Como os milhares de leitores desse diário acompanham, Odisséia, minha empregada, viu novela da Glória Perez e virou Ordinelson.

    A casa agora está imunda, pois como todo mundo sabe, o macho hetero patriarcal é uma criatura desagradável, suja e chulezenta.

    No entanto, não posso simplesmente demitir o ordinário do Ordinelson, ex-Odisséia, para não ser acusado de anti-trans.

    Nós, intelectuais progressistas, podemos ser anti-trust e anti-Trump, mas jamais anti-trans.  Anti-trans, por falar nisso, parece coisa que vem escrita naqueles desodorantes vagabundos que o macho hetero patriarcal e fedido compra no supermercado. Nós, homens progressistas, compramos nossos cosméticos em lojas especializadas, jamais em supermercados, esses templos de consumo do Deus-Mercado.

    Enfim, como a pressão social me obriga a suportar o desgraçado do Ordinelson, ex-Odisséia, vou pro cinema ver um desses filmes que tem palhaço. Estou entre “Bingo” e “A Coisa“. Um é sobre uma criatura maléfica que toma a forma de um palhaço para atacar crianças indefesas. O outro é baseado num livro do Stephen King.

    Segunda o Diário volta. Obrigado.

     

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    9 FRASES QUE DOM PEDRO QUASE GRITOU NO 7 DE SETEMBRO ANTES DE OPTAR POR “INDEPENDÊNCIA OU MORTE!”

    1 – “Pelos poderes de Grayskull… eu tenho a Força!”

    2 – “Se persistirem os sintomas o médico deverá ser consultado!”

    3 – “Ah, seu te pego, ah, ah, ah…”

    4 – “Prepara! Que é hora! do show das poderosas!”

    5 – “Prefiro minha parte em dinheiro!”

    6 – “Shazam!”

    -“Viva o Pixuleco!”

    8 – “Um por todos, todos por um!”

     9 – “Dependência relativa numa sociedade capitalista globalizada ou mor, digo, exílio! Morte é muito baixo-astral…”

     

     

     

    9 FRASES QUE DOM PEDRO QUASE GRITOU NO 7 DE SETEMBRO ANTES DE OPTAR POR “INDEPENDÊNCIA OU MORTE!”

    1 – “Pelos poderes de Grayskull… eu tenho a Força!”

    2 – “Se persistirem os sintomas o médico deverá ser consultado!”

    3 – “Ah, seu te pego, ah, ah, ah…”

    4 – “Prepara! Que é hora! do show das poderosas!”

    5 – “Prefiro minha parte em dinheiro!”

    6 – “Shazam!”

    -“Viva o Pixuleco!”

    8 – “Um por todos, todos por um!”

     9 – “Dependência relativa numa sociedade capitalista globalizada ou mor, digo, exílio! Morte é muito baixo-astral…”

     

     

     

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    9 FRASES QUE DOM PEDRO QUASE GRITOU NO 7 DE SETEMBRO ANTES DE OPTAR POR “INDEPENDÊNCIA OU MORTE!”

    1 – “Pelos poderes de Grayskull… eu tenho a Força!”

    2 – “Se persistirem os sintomas o médico deverá ser consultado!”

    3 – “Ah, seu te pego, ah, ah, ah…”

    4 – “Prepara! Que é hora! do show das poderosas!”

    5 – “Prefiro minha parte em dinheiro!”

    6 – “Shazam!”

    -“Viva o Pixuleco!”

    8 – “Um por todos, todos por um!”

     9 – “Dependência relativa numa sociedade capitalista globalizada ou mor, digo, exílio! Morte é muito baixo-astral…”

     

     

     

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    ODISSÉIA VIU NOVELA E VIROU CABRA MACHO! A INTERNET NÃO ESTÁ CONSEGUINDO LIDAR COM ISSO!

    Quarta, 6 de setembro

    O Brasil é uma país de “M”: tem as Malas do Geddel, os Meliantes da JBS e o Mané do Janot.

    Cansado de tanta malandragem, volto para casa para refletir sobre os descaminhos do Brasil e da civilização e o que encontro?

    O quê? O quê?!

    A Odisséia, moça que trabalha aqui em casa, vestida de homem e ostentando um bigodão grosso feito o de uma pintora mexicana.

    “Odisséia, mulher de deus, que porra é ssa?!“, eu gritei, ainda na porta.

    Odisséia coçou o… saco? Bem, coçou as partes, cuspiu no carpete e respondeu:

    “Odisséia é o caralho, meu nome agora é Ordinelson!”

    Sou um intelectual atento às transformações sociais, mas exigi explicações da doméstica.

    É o seguinte, seu Aran, depois que apareceu na novela da Globo, essa coisa de transgênero ficou muito na moda lá na comunidade”, ela explicou. “O Zé Tripé, que era dono da venda, agora é a Tânia Tanajura. Ilíada, minha irmã, virou Adamastor. E eu, pra não ficar de fora, decidi que também sou cabra macho…”

    Com sou um homem progressista e prafrentex, deixei quieto. Sexualidade é igual droga, religião e vibrador: uma coisa muito íntima.

    Só fiquei puto quando percebi que o apartamento estava completamente imundo e bagunçado, com teia de aranha nos cantos e sujeira pra todo lado.

    “Olha, Odisséia, digo, Ordinelson, tá tudo muito bom, tá tudo muito bem… mas, você precisa limpar melhor essa casa. Tá tudo uma imundície…”

    “Ah, seu Aran, o senhor sabe como é homem… tudo porco e relaxado”, respondeu a Odisséia-Ordinelson alisando o vasto bigode fridakhalense.

    Fechei a cara, obviamente. Sou um defensor convicto da proletada, mas aquilo era patético.

    Porra, Odisséia, assim não dá…”, protestei.

    “Fica frio, seu Aran. Tô pegando uma gostosa lá no Capão Redondo que faz uma faxina da hora! Já falei pra ela: se quiser os carinhos do Ordinelson, tem que vir aqui amanhã e deixar a casa brilhando…”

    Preferi não polemizar. Essa gente que lacra fica muito histérica quando é contrariada.

     

     

    ODISSÉIA VIU NOVELA E VIROU CABRA MACHO! A INTERNET NÃO ESTÁ CONSEGUINDO LIDAR COM ISSO!

    Quarta, 6 de setembro

    O Brasil é uma país de “M”: tem as Malas do Geddel, os Meliantes da JBS e o Mané do Janot.

    Cansado de tanta malandragem, volto para casa para refletir sobre os descaminhos do Brasil e da civilização e o que encontro?

    O quê? O quê?!

    A Odisséia, moça que trabalha aqui em casa, vestida de homem e ostentando um bigodão grosso feito o de uma pintora mexicana.

    “Odisséia, mulher de deus, que porra é ssa?!“, eu gritei, ainda na porta.

    Odisséia coçou o… saco? Bem, coçou as partes, cuspiu no carpete e respondeu:

    “Odisséia é o caralho, meu nome agora é Ordinelson!”

    Sou um intelectual atento às transformações sociais, mas exigi explicações da doméstica.

    É o seguinte, seu Aran, depois que apareceu na novela da Globo, essa coisa de transgênero ficou muito na moda lá na comunidade”, ela explicou. “O Zé Tripé, que era dono da venda, agora é a Tânia Tanajura. Ilíada, minha irmã, virou Adamastor. E eu, pra não ficar de fora, decidi que também sou cabra macho…”

    Com sou um homem progressista e prafrentex, deixei quieto. Sexualidade é igual droga, religião e vibrador: uma coisa muito íntima.

    Só fiquei puto quando percebi que o apartamento estava completamente imundo e bagunçado, com teia de aranha nos cantos e sujeira pra todo lado.

    “Olha, Odisséia, digo, Ordinelson, tá tudo muito bom, tá tudo muito bem… mas, você precisa limpar melhor essa casa. Tá tudo uma imundície…”

    “Ah, seu Aran, o senhor sabe como é homem… tudo porco e relaxado”, respondeu a Odisséia-Ordinelson alisando o vasto bigode fridakhalense.

    Fechei a cara, obviamente. Sou um defensor convicto da proletada, mas aquilo era patético.

    Porra, Odisséia, assim não dá…”, protestei.

    “Fica frio, seu Aran. Tô pegando uma gostosa lá no Capão Redondo que faz uma faxina da hora! Já falei pra ela: se quiser os carinhos do Ordinelson, tem que vir aqui amanhã e deixar a casa brilhando…”

    Preferi não polemizar. Essa gente que lacra fica muito histérica quando é contrariada.

     

     

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    ODISSÉIA VIU NOVELA E VIROU CABRA MACHO! A INTERNET NÃO ESTÁ CONSEGUINDO LIDAR COM ISSO!

    Quarta, 6 de setembro

    O Brasil é uma país de “M”: tem as Malas do Geddel, os Meliantes da JBS e o Mané do Janot.

    Cansado de tanta malandragem, volto para casa para refletir sobre os descaminhos do Brasil e da civilização e o que encontro?

    O quê? O quê?!

    A Odisséia, moça que trabalha aqui em casa, vestida de homem e ostentando um bigodão grosso feito o de uma pintora mexicana.

    “Odisséia, mulher de deus, que porra é ssa?!“, eu gritei, ainda na porta.

    Odisséia coçou o… saco? Bem, coçou as partes, cuspiu no carpete e respondeu:

    “Odisséia é o caralho, meu nome agora é Ordinelson!”

    Sou um intelectual atento às transformações sociais, mas exigi explicações da doméstica.

    É o seguinte, seu Aran, depois que apareceu na novela da Globo, essa coisa de transgênero ficou muito na moda lá na comunidade”, ela explicou. “O Zé Tripé, que era dono da venda, agora é a Tânia Tanajura. Ilíada, minha irmã, virou Adamastor. E eu, pra não ficar de fora, decidi que também sou cabra macho…”

    Com sou um homem progressista e prafrentex, deixei quieto. Sexualidade é igual droga, religião e vibrador: uma coisa muito íntima.

    Só fiquei puto quando percebi que o apartamento estava completamente imundo e bagunçado, com teia de aranha nos cantos e sujeira pra todo lado.

    “Olha, Odisséia, digo, Ordinelson, tá tudo muito bom, tá tudo muito bem… mas, você precisa limpar melhor essa casa. Tá tudo uma imundície…”

    “Ah, seu Aran, o senhor sabe como é homem… tudo porco e relaxado”, respondeu a Odisséia-Ordinelson alisando o vasto bigode fridakhalense.

    Fechei a cara, obviamente. Sou um defensor convicto da proletada, mas aquilo era patético.

    Porra, Odisséia, assim não dá…”, protestei.

    “Fica frio, seu Aran. Tô pegando uma gostosa lá no Capão Redondo que faz uma faxina da hora! Já falei pra ela: se quiser os carinhos do Ordinelson, tem que vir aqui amanhã e deixar a casa brilhando…”

    Preferi não polemizar. Essa gente que lacra fica muito histérica quando é contrariada.

     

     

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